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Divulgada lista final de bolsistas do ProBem para 2025/1

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O Goiás Social e a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) divulgaram, nesta terça-feira (11/02), o resultado final da seleção dos novos beneficiários do Programa Bolsa Universitária (ProBem) para o semestre 2025/01. A lista com os novos beneficiários selecionados pode ser acessada no site da OVG.

Foram ofertadas 4 mil bolsas: mil integrais (100%) e 3 mil parciais (50%) para estudantes em situação de vulnerabilidade social de todo o estado, com registro ativo e atualizado no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Os contemplados vão receber o benefício já no primeiro semestre deste ano (2025/1), incluindo o valor da matrícula. Caso o beneficiário já tenha pago a matrícula e ganhe a bolsa poderá solicitar a faculdade o reembolso do valor ou da diferença, dependendo do tipo de bolsa.

“O ProBem é para aquelas famílias que sonham em estudar e não têm como pagar as mensalidades. Para que essas pessoas sejam beneficiadas de forma justa e transparente, usamos os dados do CadÚnico. É assim que temos a certeza de que o benefício é destinado a quem realmente precisa”, destaca a presidente de honra da OVG e coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.

Matrícula ativa

Para ter direito ao benefício, é necessário que o estudante esteja com matrícula ativa. A comprovação da regularidade será feita mediante informações prestadas pelas Instituições de Ensino Superior (IES) em sistema informatizado do ProBem, até o dia 28 de fevereiro.

Caso a matrícula do estudante não seja confirmada pela IES até a data mencionada, o estudante perderá o direito ao benefício e a bolsa irá compor o saldo de vagas direcionadas aos próximos classificados, conforme prevê o edital.

Em caso de dúvidas, os estudantes podem entrar em contato com a Central de Relacionamento do ProBem, pelos telefones: (62) 3270-8500 (região Metropolitana), 0800 062 9413 (interior) ou ainda pelo WhatsApp (62) 99641-6090. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

ProBem

Divididas entre parciais e integrais, as bolsas correspondem a 50% do valor da mensalidade, limitadas a R$ 650, ou a 100% do valor da mensalidade, limitadas a R$ 1.500. Já as bolsas concedidas aos estudantes que cursam Medicina ou Odontologia têm seus limites maiores: R$ 2.900 para parciais e R$ 5.800 para integrais, uma vez que os valores das mensalidades desses cursos são superiores aos dos demais.

Além da formação acadêmica, o ProBem também auxilia no encaminhamento ao mercado de trabalho. O Programa oferece oportunidades de estágio, cursos de capacitação, participação em projetos sociais e integração ao mundo do trabalho por meio do Banco de Oportunidades.

Em todo o estado, desde janeiro de 2019, já foram 46.411 estudantes beneficiados com a bolsa do ProBem.

Saiba mais

Caiado e Gracinha recebem 4 mil novos bolsistas do ProBem

Fonte: Portal Goiás

Levantamento aponta redução de mulheres na ciência desde a pandemia

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A porcentagem de mulheres que se formam em cursos de ciências, tecnologia, engenharia e matemática no Brasil caiu quase pela metade desde a pandemia da covid-19. 

Em 2019, 53% das mulheres que ingressaram em cursos dessas áreas se formaram, enquanto 37% dos homens receberam os diplomas. A partir de 2020, ambas porcentagens caíram, mas entre as mulheres a queda foi maior. Em 2023, 27% das mulheres e 23% dos homens concluíram a formação. Isso representa, para elas, uma queda de 48% na taxa de formação e, para eles, uma queda de 36%.

As informações são de levantamento feito pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, a partir de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgado nesta terça-feira (11), no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

Para o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, os dados, desde a pandemia, são preocupantes. “A taxa de conclusão vem caindo entre elas e eles, mas em maior intensidade entre as mulheres, provavelmente reflexo de impactos econômicos, como o desemprego ou a queda na renda, e de questões envolvendo as tarefas de cuidado das famílias”, avalia.  

A vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia, explica que em períodos de crise, as mulheres acabam sendo mais demandadas. 

“[A pandemia] Afetou a todos e afetou muito as mulheres. É natural que a gente entenda que há uma pressão maior da sociedade sobre as mulheres em períodos de crises sanitárias como essa que a gente viveu. As mulheres acabam sendo demandadas a assumir ou ocupar espaços junto ao seu núcleo familiar, o que muito provavelmente as colocou em situações desfavoráveis para continuar a formação”.

Francilene Garcia acrescenta que ao longo dos últimos anos políticas afirmativas como ofertas de bolsas de estudos, editais voltados para mulheres, entre outras, desenvolvidas tanto pelos governos quanto por fundações de amparo à pesquisa e outras organizações, foram fundamentais para a inclusão de mulheres, e que agora essas políticas precisam também olhar para a garantia da formação delas. 

“É importante que a gente revisite as políticas e faça os ajustes para que essa presença das mulheres seja mais forte”, defende a vice-presidente da SBPC. 

Carreiras em ciências

As carreiras em ciências, tecnologia, engenharia e matemática ainda são mais dominadas pelos homens no Brasil. Os dados, no entanto, mostram que ao longo da última década mais mulheres têm se interessado por essas áreas de formação.

O levantamento mostra que, em 2023, 74% dos ingressantes nos cursos de STEM (sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharias e matemática) eram homens, enquanto um quarto, 26%, eram mulheres.

Embora a porcentagem feminina seja menor, ela tem aumentado, ainda que não na mesma proporção do que a dos homens.

De 2013 e 2023, o número absoluto de mulheres que entraram nas graduações em ciências exatas e biológicas aumentou, passando de 176.547 em 2013 para 227.317 em 2023, o que representa uma alta de 29%. No mesmo período, o crescimento dos calouros homens foi o dobro, chegando a 56%.

“Os dados indicam que a presença masculina segue preponderante no ambiente acadêmico de ciências, engenharia, matemática e tecnologias, indicando que ainda há barreiras para atrair brasileiras para esses cursos. E a maior prova disso é que, mesmo em menor número, todos os anos a taxa de conclusão é maior entre as mulheres do que entre os homens”, explica Tokarski.

Cursos mais procurados 

De acordo com um estudo, os cursos de STEM são classificados em três grandes grupos. Um dos grupos é de ciências naturais, matemática e estatística, que incluem 22 cursos ligados a ciências naturais, como biologia, física, química e geologia. O outro grupo é de computação e tecnologias da informação e comunicação (TIC), grupo com 19 cursos, incluindo ciência da computação, inteligência artificial e outras graduações ligadas ao ambiente digital. O terceiro grupo é o de engenharia, produção e construção, com 88 graduações, incluindo arquitetura e urbanismo.

Da maioria das mulheres ingressantes em 2023, 48% estão no grupo das engenharias. Em segundo lugar, está o grupo da computação, com 43% das calouras e, por fim, o grupo das ciências naturais, com 9%.

Apesar de as engenheiras ainda representarem o maior grupo, a tendência, segundo o levantamento, é de queda no número de calouras. Entre 2013 e 2023, houve um recuo de 21% na procura pelos cursos desse grupo. Já a área da computação cresceu 368% entre as mulheres. O grupo das ciências naturais, matemática e estatística teve também um aumento de 11% no mesmo período.

Segundo Francilene Garcia, uma maior presença de mulheres, uma maior diversidade e pluralidade garantem também melhores resultados científicos. 

“A ciência vai ser tão mais impactante para a vida humana na Terra quanto mais plural e diversa ela for. A gente precisa ter homens e mulheres capazes de estudar e conhecer os fenômenos que a gente vive hoje, os problemas globais, as questões locais, com a presença equilibrada”, defende.

“A diversidade e a pluralidade para os avanços científicos é tão transformador quanto os resultados que ciência traz para a vida de maneira geral no planeta”.

Fonte: Agência Brasil

Comissão de Saúde realiza audiência pública sobre comitê gestor de saúde

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Em sua primeira reunião, a Comissão de Saúde (CSA) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, na manhã desta terça-feira (11), o calendário de trabalhos deste ano, e, logo em seguida, a realização de uma audiência pública para debater sobre o comitê gestor de saúde.

Na abertura, a presidente do colegiado, deputada Dayse Amarilio (PSB), destacou a relevância da saúde, área que justificou o desmembramento da Comissão de Educação, Saúde e Cultura. “Saúde só se faz no diálogo”, ponderou a parlamentar, diante de diversos representantes da área presentes na sala de reuniões.

Do mesmo modo, os deputados Gabriel Magno (PT) e Jorge Vianna (PSD), endossaram a importância da comissão, que irá se dedicar exclusivamente à saúde. Na avaliação do deputado Martins Machado (Republicanos), a saúde é uma área permeada por desafios, sendo que a nova comissão trará grandes contribuições ao setor.

Comitê de Saúde

A nova comissão também aprovou e realizou hoje uma audiência pública para debater sobre o comitê gestor de saúde, criado pelo Decreto nº 46.833, assinado pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), e publicado na última sexta-feira (7). Dayse Amarilio questionou o porquê da formação do comitê. Ela disse que conversou sobre o assunto com o governador, que sinalizou a possibilidade de alterações na medida, e adiantou que a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, virá à CLDF hoje, às 14h, para tratar do tema com os parlamentares. 

Além de questionar a composição do comitê, Amarilio se opôs ao modelo de terceirização da gestão de saúde pública. Para o deputado Jorge Vianna, há equívocos no decreto, mas ele considerou que o governador está aberto a mudanças. O distrital reforçou seu posicionamento contrário à privatização e terceirização dos serviços de saúde do DF. 
 

 

Por sua vez, o deputado Gabriel Magno (PT) argumentou contra o decreto e sugeriu, ao invés do comitê, um grupo de trabalho com acompanhamento social.  Ele criticou também a proposta de privatização e terceirização da rede de laboratórios de exames do DF. “Não me parece que o governo aplica o remédio correto para os problemas enfrentados pela Secretaria de Saúde”, afirmou.

A comissão discutiu o decreto com representantes de sindicatos, associações e conselhos da área, presentes na audiência pública, e deverá levar os encaminhamentos à secretária de Saúde, na reunião desta tarde.
 

 

Participaram dos eventos de hoje da CSA, transmitidos ao vivo pela TV Distrital (canal 9.3) e YouTube, com tradução simultânea em Libras, os deputados Dayse Amarilio (PSB), Gabriel Magno (PT), Jorge Vianna (PSD) e Martins Machado (Republicanos). 

Fonte: Agência CLDF

Em meio a ações de Trump, Brasil deve diversificar parcerias

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Com menos de um mês de mandato, o presidente estadunidense, Donald Trump, não passa um dia de seu governo sem fazer declarações que desagradam países vizinhos ou parceiros estratégicos de longa data. Entre os anúncios, estão novas tarifas para produtos importados de nações como China, México e Canadá, incluindo itens como o aço e o alumínio.

Além disso, Trump tem feitos ameaças diretas aos Brics, em relação à implantação de altas tarifas de importação caso os países decidam fazer trocas comerciais em moeda própria (em vez do dólar).

As atitudes polêmicas passam por ameaçar a soberania de outros povos e nações, como as declarações acerca de retomar o Canal do Panamá, passar a controlar a Groenlândia (um território autônomo dentro do Reino da Dinamarca) e transformar o Canadá em um estado norte-americano.

Houve também afrontas ao multilateralismo e aos sistemas de governança global, ao retirar os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.

Trump decidiu opinar na questão palestina e declarou que pretende controlar a Faixa de Gaza, região devastada por bombardeios israelenses nos últimos meses, e expulsar os palestinos do território, enviando-os forçadamente para países como o Egito e a Jordânia.

A última declaração, que contraria o direito internacional, fez com que a relatora especial da UNHRC (a sigla, em português, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) para Israel e os Territórios Ocupados Palestinos, Francesca Albanese, encorajasse a comunidade internacional a isolar os Estados Unidos.

“A comunidade internacional é feita por 193 países e é hora de dar aos Estados Unidos o que ele tem buscado, que é o isolamento”, disse a relatora, em coletiva após Trump fazer a proposta sobre Gaza.

Isolamento

Os EUA ainda são a maior economia do mundo. O país é considerado a maior potência militar do mundo, o que inclui bases espalhadas por todo o planeta, e proporciona ajuda financeira a diversas nações.

No entanto, Evandro Carvalho, doutor em direito internacional e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirma que nenhum país é autossuficiente a ponto de conseguir se manter isolado completamente das relações internacionais, mesmo os Estados Unidos.

“A economia de um país depende das interações com outras economias, dentro daquela lógica de buscar oportunidades no mercado internacional para baratear custos. Tanto o importador quanto o exportador estão atentos às oportunidades que estão fora das fronteiras do país onde sua empresa tem sede. Uma parte significativa da economia dos Estados Unidos depende das exportações e importações”.

Segundo o professor, na medida em que Trump adota essa postura “pouco diplomática” em relação a outros países, ele pode gerar uma reação dessas nações.

“Ao verificar que os Estados Unidos se tornaram um país fora do controle, e isso, em parte, é muito verdade, os países tendem a se reunir, não necessariamente em um consenso global contra os Estados Unidos, mas no sentido de convergir na direção de conter esse país. Todos os países começarão a tomar iniciativas, de maneira organizada ou com uma convergência, para amarrar o ‘gigante Gulliver’. Essa atuação de Donald Trump, de fato, tende a isolar ainda mais os Estados Unidos, agravando a perda de credibilidade e a legitimidade da liderança do país no sistema internacional”, explica Carvalho.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, por exemplo, usou suas redes sociais, nesta terça-feira (11), para criticar a decisão de Trump de taxar o aço e o alumínio e prometeu medidas para proteger os interesses dos países do bloco.

“Lamento profundamente a decisão dos EUA de impor tarifas nas exportações de aço e alumínio europeus. A União Europeia agirá para salvaguardar seus interesses econômicos. Nós protegeremos nossos trabalhadores, negócios e consumidores”, escreveu.

Ana Garcia, pesquisadora do Brics Policy Center, acredita, no entanto, que os Estados Unidos não podem ser facilmente isolados, por serem, entre outros motivos, o maior mercado consumidor e um importante centro de produção.

“Os Estados Unidos não podem ser facilmente isolados por nenhum país ou bloco. Eles são ainda o epicentro das cadeias de produção. Isso não é possível, a não ser que os países agissem conjuntamente. Não é possível politicamente. Você não vai ter a União Europeia agindo conjuntamente com a China, por exemplo”, afirma a pesquisadora.

Brasil 

Entretanto, é possível que ocorram substituições dos EUA nas relações bilaterais, ocorrendo ano após ano, como no caso da China, que substituiu os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil nos últimos anos. “A gente tem a ideia de que seria o mundo ideal, a gente poder prescindir dos americanos e ter um mundo mais multipolar, mas isso ainda não é possível”.

Para o professor de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP) Pedro Dallari, as agressões dos EUA aos direitos humanos, em especial o tratamento dado aos imigrantes e aos palestinos, devem ser contrapostas firmemente pela comunidade internacional.

Em relação às medidas econômicas, esta é uma oportunidade para os países, inclusive o Brasil, buscarem parceiros alternativos. “No que se refere às medidas econômicas adotadas pelo governo dos EUA, a posição do Brasil deve ser pragmática, alinhada aos interesses da sociedade brasileira. Indiscutivelmente, uma ação prudente é aumentar a diversidade de parceiros comerciais, sendo prioridade, neste momento, a entrada em vigor do acordo entre Mercosul e União Europeia”, destaca Dallari.

Os Brics podem ser um caminho para o Brasil, em uma situação em que o comércio com os EUA se torne desvantajoso. A hegemonia da China, país com maior participação no comércio global, dentro do Brics deve permanecer, segundo Dallari. Mas, para Eduardo Carvalho, o Brasil deve olhar para os outros países-membros.

“Há uma imensa oportunidade na cúpula que ocorrerá este ano aqui no Brasil para se discutir o comércio intra Brics. Hoje há uma relação comercial intensa de todos os países com a China. Mas a relação do Brasil com a Índia, Rússia, África do Sul e os novos membros, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã, tem espaço para crescer. É preciso identificar onde estão as vantagens competitivas”, afirma Carvalho.

Ana Garcia lamenta que o comércio do Brasil com os outros países do Brics ainda seja muito pequeno e que todos os membros do grupo ainda dependam muito do comércio com a China.

“A China seria a única potência que poderia vir a jogar esse papel de tentar contornar [as políticas protecionistas dos EUA]. Cada vez que o Trump age de maneira a restringir comércio, investimento, ele está dando um passo contrário a si mesmo, de abrir espaço para a China. Mas ainda assim não em todos os setores”.

Para a pesquisadora, o Brasil deveria diversificar suas relações comerciais, de forma a não depender tanto de nenhum país, sejam os Estados Unidos seja a China. “O mundo ideal seria uma diversificação das relações comerciais, incluindo, a Europa e outros países. Mas fortalecer primordialmente, as relações sul-sul do Brasil. Aí, sim, a gente teria talvez um diferencial para lidar com os parceiros de forma mais equânime”.

Ana Garcia lamenta que o Brasil tenha deixado de lado seu papel de liderança dentro da América Latina e as suas relações com a África e o Oriente Médio, que marcaram os primeiros mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em prol de assuntos mais globais como os Brics e o G20. “Seria importante a diversificação e a busca de parcerias mais equânimes para as relações comerciais, mas também para os fóruns multilaterais”.

Fonte: Agência Brasil

Manzoni propõe regulamentação para garantir direitos fundamentais dos estudantes no DF

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O direito dos estudantes da educação básica ao uso excepcional de aparelhos eletrônicos para salvaguardar direitos fundamentais pode ser garantido no Distrito Federal. O Deputado Thiago Manzoni protocolou o Projeto de Lei nº 1559/2025, que regulamenta a Lei Federal nº 15.100/2025, estabelecendo normas claras para o uso de celulares e outros dispositivos em ambiente escolar.

A proposta busca proteger os direitos fundamentais dos alunos, assegurando, por exemplo, o direito à objeção de consciência e a possibilidade de registrar eventuais casos de doutrinação ideológica ou proselitismo religioso não autorizado pelos pais ou responsáveis. Para Manzoni, “garantir esses direitos é essencial para preservar a liberdade individual e a transparência no ambiente escolar”.

O PL também determina que as instituições de ensino informem os alunos e seus responsáveis sobre esse direito e estabeleçam normas internas para assegurar seu exercício, impedindo qualquer tipo de represália aos estudantes que fizerem uso dessa prerrogativa.

A regulamentação proposta equilibra a liberdade educacional com a proteção dos direitos fundamentais, reforçando a transparência e o respeito à diversidade de pensamentos e crenças nas escolas do DF.

Empresas do DF são alvo de operação contra supostas fraudes

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A Receita Federal, a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagaram, na manhã desta terça-feira (11), uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de fraudes em processos licitatórios para a terceirização de serviços públicos.

Desde as primeiras horas da manhã, um grupo de policiais federais, auditores-fiscais e analistas tributários da Receita Federal cumpre 26 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados, no Distrito Federal.

Conforme a Agência Brasil apurou, uma das empresas alvos da chamada Operação Dissímulo é a CNR Tecnologia – Centro Nacional de Registros e Tecnologias, em cujo escritório, na região central de Brasília, os agentes públicos chegaram perto das 6 horas da manhã. A empresa afirma que é credenciada junto a órgãos públicos de trânsito de mais de uma dúzia de unidades federativas para prestar serviços de registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos.

Outra empresa investigada é a R7 Facilities, companhia de engenharia da capital federal e que presta serviços de manutenção predial a diferentes órgãos federais, incluindo a própria Polícia Federal. A reportagem entrou em contato com a CNR e com a R7 e aguarda as manifestações das duas companhias.

Terceirizações

Segundo a Polícia Federal, as suspeitas de fraudes em licitações na área de terceirizações vêm sendo investigadas desde abril de 2024. Durante esse tempo, os investigadores reuniram indícios de que empresas com vínculos societários, familiares e trabalhistas teriam se associado para a prática de fraudes em licitações, usando falsa declaração de dados perante a administração pública para obter benefícios fiscais, garantindo, assim, vantagem indevida frente a outros concorrentes.

Ainda de acordo com a PF, os suspeitos empregavam laranjas como sócios das empresas para ocultar os verdadeiros beneficiários de dezenas de contratos com a administração pública, alvos da investigação.

Fonte: Agência Brasil

Denúncias de imagens de abuso sexual infantil aumentam 78% no Telegram

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O número de denúncias de grupos e de canais do Telegram contendo imagens de abuso e exploração sexual infantil cresceu 78% entre o primeiro e o segundo semestres de 2024, revela pesquisa feita pela SaferNet, organização não governamental (ONG) que, desde 2005, atua na promoção dos direitos humanos na internet. A pesquisa será apresentada nesta terça-feira (11), Dia Internacional da Internet Segura no Brasil, durante evento que vai até quarta-feira (12) na capital paulista.

“Este novo relatório, que está sendo protocolado hoje cedo no Ministério Público Federal, revela, comprova e evidencia que os problemas da plataforma persistem. São riscos sistêmicos que têm provocado danos às crianças e adolescentes no Brasil”, disse o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, em entrevista à Agência Brasil. “Isso está evidenciado pelo número de grupos e de canais denunciados no segundo semestre do ano passado, que aumentou 19% em relação aos números de grupos e canais denunciados no primeiro semestre do ano passado”, afirmou Tavares.

No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) considera crime a venda ou exposição de fotos e vídeos de cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Também é crime divulgar tais imagens por qualquer meio e ter posse de arquivos desse tipo. Para a SaferNet, quem consome imagens de violência sexual infantil é cúmplice do abuso e da exploração sexual infantil.

O relatório divulgado hoje também apontou crescimento do número de usuários do aplicativo de mensagens Telegram que participam de grupos ou de canais que vendem e compartilham imagens de abuso sexual infantil e de material pornográfico. O número passou de 1,25 milhão no primeiro semestre do ano passado para 1,4 milhão no segundo semestre.

“Somando o que foi encontrado no primeiro e no segundo semestres [do ano passado], a gente está falando de mais de 2 milhões de usuários inscritos nesses grupos que comprovadamente continham imagens de abuso sexual infantil. Estamos diante de um problema em larga escala. E esta é uma plataforma que continua a operar com baixíssimo nível ou quase nenhum nível de compliance de conformidade com as leis do país e com moderação de conteúdo precário”, acrescentou Tavares.

Grupos e canais

A pesquisa da SaferNet apontou ainda aumento do número de grupos e de canais do Telegram com imagens de abuso e exploração sexual infantil, passando de 874 para 1.043, o que representou aumento de 19%. Desse total, 349 ainda continuavam ativos ou em funcionamento, sem qualquer moderação da plataforma.

De acordo com a SaferNet, parte das imagens de abuso e exploração sexual infantil são comercializadas no Telegram, sendo que alguns dos vendedores aceitam como pagamento as “estrelas,” a moeda virtual introduzida pela plataforma em junho de 2024. “Nós comprovamos que existem canais com imagens de abuso sexual infantil sendo negociadas como se fosse em um mercado ou uma feira livre, negociados livremente. E essas imagens circulam em 349 grupos na plataforma”, disse Tavares. “Tais grupos permaneciam ativos, ou seja, em pleno funcionamento e sem qualquer tipo de moderação pela plataforma quando eles foram acessados no segundo semestre”, acrescentou.

Segundo a SaferNet, o Telegram não tem registro no Banco Central do Brasil e usa 23 provedores de serviços financeiros para processar pagamentos, a maioria localizada na Rússia e na Ucrânia, ou em paraísos fiscais, como Hong Kong e Chipre. Quatro dessas plataformas de serviços financeiros já sofreram sanções internacionais: YooMoney, Sberbank, PSB e Bank 131.

“O Telegram tem uma criptomoeda, e essas transações ilegais também são processadas via criptomoedas. Este é outro aspecto importante evidenciado no novo relatório: as transações ilegais continuam acontecendo. A empresa usa processadores de pagamentos brasileiros, não cadastrados no Banco Central, e alguns estão processando pagamentos até mesmo em real”, disse Tavares.

Líder em denúncias

O Telegram lidera em número de denúncias de “pornografia infantil” recebidas pela SaferNet, por meio da plataforma www.denuncie.org.br. No final de setembro, um mês após a prisão de Pavel Durov, dono do Telegram, a empresa anunciou que estava colaborando com pedidos de autoridades entregando “alguns dados de usuários” (números de telefone e IPs) mediante requisições legais. 

Procurada pela Agência Brasil, a plataforma respondeu que “tem política de tolerância zero para pornografia ilegal” e que “utiliza uma combinação de moderação humana, ferramentas de IA e aprendizado de máquina, além de denúncias de usuários e organizações confiáveis para combater pornografia ilegal e outros abusos”.

O Telegram também informou, em nota, que “todas as mídias enviadas para a plataforma pública do Telegram são comparadas com um banco de dados de hashes, contendo conteúdo CSAM (material de abuso sexual infantil) removido pelos moderadores do Telegram desde o lançamento do aplicativo”.  

“Em fevereiro, até agora, mais de 18.907 grupos e canais foram removidos do Telegram por relação com materiais de abuso infantil”, escreveu a plataforma.

Para Tavares, no entanto, a moderação feita pela empresa continua falha. “Embora a empresa tenha anunciado um reforço nas suas tecnologias utilizadas para detecção automática dessas imagens, o fato é que essa moderação continua sendo falha e a prova disso é que canais com milhares – e alguns com dezenas de milhares – de usuários estão trocando livremente imagens de abuso sexual infantil. E essas imagens continuam disponíveis na plataforma por meses”.

“Há uma distância entre o que a empresa diz que está fazendo e o que a gente tem observado, a partir das denúncias que recebe e das evidências coletadas. O relatório que eles publicaram após a primeira denúncia não revela a moderação feita por idioma, nem por país. Eles falam em 2,5 mil canais bloqueados por dia, mas não dizem onde isso foi bloqueado, em qual idioma, em qual mercado, em qual país. Então, pode ser que eles estejam priorizando os países em que há regulação ou uma cobrança maior das autoridades”, explicou Tavares.

O Telegram é um dos cinco aplicativos mais baixados do mundo. Em 2024, ele ultrapassou 950 milhões de usuários ativos mensais. A empresa é sediada em Dubai.

Como denunciar

É possível denunciar páginas que contenham imagens de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Isso pode ser feito na Central Nacional de Denúncias da Safernet Brasil, que é conveniada com o Ministério Público Federal. Em caso de suspeita de violência sexual contra crianças ou adolescentes, deve ser acionado o Disque 100.

Conforme as denúncias, a plataforma Telegram também permite que os usuários reportem conteúdos, canais, grupos ou mensagens criminosas. Segundo a própria plataforma, todos os aplicativos do Telegram contam com botões de ‘Denunciar’ que permitem que seja sinalizado conteúdo ilegal.

No Telegram para Android, é preciso tocar na mensagem e selecionar Denunciar no menu. No iOS, deve-se pressionar e segurar a mensagem. No Telegram Desktop, Web ou Telegram para macOS, basta clicar com o botão direito na mensagem e selecionar Denunciar. Em seguida, deve-se escolher o motivo apropriado. Isso também pode ser feito por este e-mail.

Fonte: Agência Brasil

Queijaria do Lago Oeste recebe certificado de registro

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A Queijaria Rancharia recebeu o certificado de registro sanitário da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal (Dipova), da Secretaria de Agricultura (Seagri-DF). Com o suporte da Emater-DF em diversas etapas do processo de produção e regularização, a agroindústria já pode comercializar seus produtos fora da propriedade.

A especialidade da queijaria é a fabricação de queijos com leite A2A2, produzidos a partir de leite de vacas que possuem uma variante genética específica na produção de proteínas, particularmente a beta-caseína A2. O que torna esses queijos diferenciados é a melhor facilidade de digestão para aqueles com sensibilidade à proteína A1 do leite. O registro foi concedido no último mês, durante uma das reuniões com representantes do GDF e produtores de queijo para discutir demandas do setor.

O produtor Maurício Bittencourt conta que desde 1984 a família aposta na seleção genética do rebanho. Inicialmente, os queijos produzidos eram apenas para consumo da família e amigos, mas, em 2018, os familiares pensaram em se especializar e passaram a participar de treinamentos, a estudar a legislação e a comprar alguns equipamentos para fabricação de queijos. Maurício acredita que o incentivo e a persistência da Emater-DF foram importantes para a criação da queijaria.

“Eu teria desistido se não fosse a insistência e persistência dos técnicos da Emater-DF. Os zootecnistas Isabella Belo e Frederico Neves, por exemplo, foram essenciais para não desistir da atividade. Contribuíram para eu conseguir a elaboração da planta da agroindústria, para acessar recursos para construção da estrutura da queijaria, além dos profissionais da área de agroindústria, como o Fábio, que auxiliaram a cumprir as exigências da Secretaria de Agricultura para o registro”, diz Maurício.

Desde 2022, a Emater-DF conta com uma equipe especializada em agroindústria, formada por uma equipe multidisciplinar. Trabalhos como orientação para o registro, adequação de equipamentos e estruturas necessárias para agroindústria, elaboração de plantas-baixas e de rótulos nutricionais para os produtos, bem como a elaboração de um manual de boas práticas e a capacitação de mão de obra, são algumas das muitas atividades da equipe.

Segundo o extensionista Paulo Alvares, o conhecimento da equipe em relação à legislação e trâmites foi importante para o andamento do processo: “A Emater-DF auxiliou na elaboração da planta-baixa da agroindústria, na juntada dos documentos necessários e no lançamento no sistema para o registro. O conhecimento da legislação e trabalho conjunto com a Dipova também foram importantes”.

Políticas públicas de incentivo

Entre as ações do governo para incentivo à cadeia produtiva do leite e queijo está a publicação da portaria nº 196, da Secretaria de Agricultura, que estabelece normas suplementares para o registro provisório de fábricas de laticínios, em especial queijarias artesanais.

Segundo o secretário de Agricultura, Rafael Bueno, “essa iniciativa é fundamental como forma de apoio às pequenas agroindústrias que querem agregar valor ao leite, um produto tão importante na alimentação humana e gerador de tantos empregos e tanta riqueza na área rural”.

Para ele, a portaria, aliada a uma ação conjunta com a Emater-DF, oferece suporte para que o produtor se regularize. “É um caminho certo para colocar rapidamente o produtor em situação regular, garantindo também ao consumidor alimentos com segurança, qualidade e em conformidade com a legislação”, diz.

“Essa iniciativa, somada a outras implementadas, reforça  o trabalho de promover o desenvolvimento socioeconômico da região”, reforça o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “Acredito que o trabalho da comissão estabelecida pelo GDF para estudos e definição de ações de fomento, apoio e incentivo à cadeia produtiva do queijo também fortalecerá o segmento.”

Atualmente, existem aproximadamente 190 produtores de queijo no DF, entre agroindústrias formais e informais. O Valor Bruto de Produção da cadeia movimentou R$39,9 milhões em 2023.

*Com informações da Emater-DF

Fonte: Agência Brasília

Robério Negreiros assume liderança do Bloco União Democrático

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Parlamentar quer avançar em “políticas públicas que façam a diferença na vida das pessoas”

Foi publicada no Diário da Câmara Legislativa desta terça-feira (11) a designação do deputado Robério Negreiros (PSD) como líder do Bloco União Democrático. A vice-líderança será ocupada por Jorge Vianna (PSD). Também integram o colegiado os distritais Eduardo Pedrosa (União), Martins Machado (Republicanos) e Rogério Morro da Cruz (PRD).    

De acordo com o regimento interno da Casa, cabe ao líder, dentre outras atribuições, fazer uso da palavra, indicar os membros da bancada para fazerem parte das comissões de qualquer natureza e conduzir, por até três minutos, a votação de qualquer proposição sujeita à votação do Plenário.

“É com muita responsabilidade que assumo a liderança do Bloco União Democrático. Irei exercer essa missão com o compromisso de escutar todos os integrantes para que juntos possamos tomar as melhores decisões, sempre em busca de avançarmos na construção de políticas públicas que façam a diferença na vida das pessoas”, destaca Robério Negreiros.

 

Bruno Sodré – Agência CLDF

Fonte: Agência CLDF

Retomada realiza 2º Mutirão de Empregos na próxima quinta-feira

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Central Mais Empregos realiza mais um dia de entrevistas presenciais na próxima quinta-feira (13/02) com mais de 1000 oportunidades de empregos (Fotos: Secretaria da Retomada)

Com o objetivo de facilitar o acesso às oportunidades de emprego disponíveis na Grande Goiânia, o Governo de Goiás realiza o 2º Mutirão de Empregos, que vai reunir sete empresas com mais de 1.000 vagas disponíveis e entrevistas diretas com candidatos.

O evento será na próxima quinta-feira (13/02), das 08 às 13 horas, na Central Mais Empregos, localizada na Avenida Araguaia com a Rua 15, no Setor Central, em Goiânia.

Na primeira edição, realizada na terça-feira (04/02), mais de 500 candidatos passaram pela Central e 366 foram contratados. Com o sucesso do evento, o mutirão retorna com vagas em diversas funções, salários atraentes e benefícios que melhoram a qualidade de vida do trabalhador.

Para participar do evento, os candidatos devem comparecer à Central Mais Empregos munidos de documento pessoal e comprovante de endereço.  Além das entrevistas presenciais, o mutirão oferece ainda mais de 6 mil vagas para encaminhamento. Na Central Mais Empregos, os candidatos são orientados na confecção do currículo e documentação, caso necessário.

Governo realiza 2º Mutirão de Empregos com mais de 1.000 vagasGoverno realiza 2º Mutirão de Empregos com mais de 1.000 vagas
Evento será das 08h às 13h, na Central Mais Empregos, na Avenida Araguaia com a Rua 15, no Setor Central, em Goiânia (Fotos: Retomada-GO)

Mutirão de Empregos – principais oportunidades

Confira algumas das principais oportunidades:

  • Engenheiro Elétrico: experiência e ensino superior completo. Salário de R$ 4.000,00 + benefícios.
  • Gerente Comercial: experiência e ensino médio completo. Salário de R$ 2.000,00 + benefícios.
  • Auxiliar Financeiro: experiência e ensino médio completo. Salário de R$ 2.400,00 + benefícios.
  • Auxiliar de Licitação: experiência e ensino médio completo. Salário de R$ 2.277,00 + benefícios.
  • Recepcionista/Vendedora: experiência e ensino médio completo. Salário de R$ 1.680,00 + benefícios.
  • Operador de Caixa: com ou sem experiência, ensino médio completo. Salário de R$ 1.550,00 + benefícios.
  • Motorista de Caminhão: experiência necessária, ensino fundamental completo. Salário e benefícios a combinar.
  • Almoxarife: experiência e ensino médio completo. Salário e benefícios a combinar.
  • Pintor Funileiro: sem experiência, ensino fundamental completo. Salário e benefícios a combinar.
  • Estoquista: sem experiência, ensino médio completo. Salário de R$ 1.640,21 + benefícios.
  • Operador de Empilhadeira: sem experiência, curso na área obrigatório. Salário e benefícios a combinar.
  • Servente de Obras: sem experiência, ensino fundamental completo. Salário a combinar.
  • Pedreiro: experiência necessária, ensino fundamental completo. Salário a combinar.
  • Cozinheiro: experiência e ensino fundamental completo. Salário de R$ 1.942,70 + benefícios.
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Oportunidades de emprego estão disponíveis também no aplicativo Minha Vaga! Leve e de navegação simples, o aplicativo pode ser baixado tanto no sistema iOS como no Android (Foto: Rodrigo Cabral)

Aplicativo Minha Vaga!

As oportunidades de emprego estão disponíveis também no aplicativo Minha Vaga!, do Governo de Goiás. A ferramenta é gratuita, fácil de baixar e roda em qualquer celular, tanto no sistema iOS como Android.

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Fonte: Portal Goiás