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Resultado do Fies 2025 sai nesta terça; serão 112 mil vagas no ano

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O Ministério da Educação (MEC) divulga, nesta terça-feira (18), o resultado e a ordem de classificação dos inscritos no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao primeiro semestre de 2025.

O resultado da pré-seleção pode ser conferido em breve no  Portal Único de Acesso ao Ensino Superior com senha da plataforma Gov.br

Neste ano, o MEC oferecerá, ao todo, mais de 112 mil vagas em cursos superiores não gratuitos, divididas em dois processos seletivos. Desse total, são 67.301 vagas no primeiro semestre e 44.867, no segundo semestre. 

O programa federal financia as mensalidades do ensino superior a estudantes de baixa renda em universidades privadas, com o objetivo de democratizar o acesso à educação no país. 

Fies e Fies Social

Há duas modalidades desta política pública. A primeira é o Fies tradicional, que atende estudantes com renda de até três salários mínimos e pode cobrir de 50% a 100% das mensalidades do curso. 

Já o Fies Social tem como público alvo os estudantes com renda familiar per capita de até meio salário mínimo e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) em situação de ativos.

Em todo o processo seletivo, 50% das vagas são reservadas ao Fies Social. Nesse caso, o governo federal concede até 100% de financiamento dos encargos educacionais, cobrados pela instituição de ensino superior no curso, desde que não ultrapasse os valores definidos pelo comitê gestor do Fies.

A situação do candidato inscrito no CadÚnico foi verificada pelo MEC com base nos dados que estavam registrados até 11 de janeiro de 2025.

Cronograma

Entre 19 e 21 de fevereiro, os estudantes pré-selecionados deverão acessar o Fies Seleção para complementar a inscrição e obter o financiamento público das mensalidades em faculdades privadas.

Os estudantes inscritos que ficarem fora da chamada regular do processo seletivo do Fies irão automaticamente para a lista de espera de vagas não preenchidas. Ou seja, o candidato não precisará manifestar seu interesse em participar,

O período de convocação por meio da lista de espera será de 25 de fevereiro a 9 de abril. 

O edital, publicado pelo Ministério da Educação em janeiro, traz as regras e o cronograma do processo seletivo.

Fonte: Agência Brasil

Associação de bancos dá dicas para evitar golpe financeiro no Carnaval

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Fraude do wi-fi falso e golpe do Pix são alguns dos golpes mais comuns que são aplicados no Brasil, principalmente durante o Carnaval. O alerta é da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

Por meio da campanha Tem Cara de Golpe a entidade está oferecendo orientações para a população, especialmente os foliões, sobre como se prevenir de fraudes financeiras durante essa festa popular.

Uma das principais dicas da associação é para que o folião redobre os cuidados ao comprar comidas e bebidas em blocos de rua. A ABBC orienta que o dono do cartão nunca deve entregá-lo diretamente ao vendedor, especialmente na rua ou estabelecimentos não habituais. Os criminosos podem se passar por comerciantes, memorizar a senha do cliente e trocar o cartão durante a transação.

Além disso, não se deve aceitar pagar uma compra se o visor de cobrança da máquina estiver quebrado ou apagado, impedindo a visualização do valor real da compra. Os golpistas podem inserir um valor muito acima do que a vítima teria que pagar, levando a prejuízos.

Outra dica é para que o pagamento seja feito preferencialmente por aproximação via celular. De acordo com a associação, esse tipo de pagamento é mais seguro, pois possibilita uma camada de autenticação adicional com biometria ou senha para acesso à carteira digital antes de efetuar o pagamento. Em cartões físicos, recomenda-se desativar função de aproximação para evitar que criminosos se aproveitem da aglomeração para capturar sinais do cartão e realizar débitos sem consentimento do usuário.

“Durante o Carnaval, além dos golpes com as máquinas de cartões, é frequente ocorrer  tentativas de roubo e furto do aparelho celular, já que os criminosos buscam conseguir acesso a aplicativos e contas bancárias para obter vantagens financeiras. Por isso, é importante que o cliente utilize senhas robustas e deixe ativadas diversas camadas de segurança, como autenticação de duplo fator, biometria ou leitor facial para os aplicativos”, disse Sílvia Scorsato, presidente da ABBC.

Golpes mais comuns

Um dos golpes mais recorrentes durante o Carnaval é o do link falso (phishing) relacionado à compra de ingressos. Neste golpe, os criminosos criam sites falsos para roubar dinheiro, simulando os sites oficiais de venda de ingressos para festas e camarotes. Neste caso, alerta a associação, é importante que o consumidor sempre verifique a autenticidade dos sites antes de proceder a compra, procurando por certificados de segurança e também conferindo a URL oficial dos vendedores autorizados.

Outra dica é sobre o famoso golpe do Pix, em que os criminosos se passam por vendedores, mas alteram o valor da compra antes de mostrar o QR Code na hora do pagamento. A recomendação é de que, em situações como essa, o folião esteja atento ao preço cobrado pelo produto antes de confirmar a transação bancária. Uma boa prática, orienta a ABBC, é diminuir o limite dos valores que podem ser transacionados pelo Pix.

Um outro golpe bastante comum nessa época do ano é o das falsas redes públicas de wi-fi. Por meio desse golpe, o criminoso pode espionar a navegação do celular e até interceptar informações e senhas em redes que estão desprotegidas. O mesmo pode ocorrer com totens de carregamento de bateria que ficam conectados em cabos USB suspeitos, facilitando a transmissão de malwares e invasão dos celulares. A dica aqui é para utilizar uma bateria extra com um carregador e cabo próprios.

Dicas de segurança

Para ficar mais seguro no Carnaval e evitar golpes e fraudes financeiros, a ABBC recomenda que os foliões ativem controles de segurança em seus celulares, tais como múltiplo fator de autenticação, ocultação e proteção de aplicativos bancários com a ativação do controle assistivo (em dispositivos Apple) e proteção contra roubo em dispositivos Android. Outro ponto importante é ter recursos de localização e bloqueio do dispositivo remotamente previamente configurados.

Em relação aos aplicativos bancários, é possível ativar as funções de proteção como localização, redução de limites de transferência, ocultação e proteção com senhas adicionais e ativação de controles de segurança para carteiras digitais para pagamento somente com senha biométrica.

Em casos de roubo ou furto de celular, a vítima deve procurar os órgãos de segurança para fazer um boletim de ocorrência e também avisar imediatamente o banco através dos canais de atendimento oficiais. 

Também é importante comunicar a operadora de telefonia. Para bloquear completamente o dispositivo, é necessário ter anotado o número do IMEI de identificação do aparelho. Essa informação pode ser obtida diretamente no dispositivo, por meio das configurações do celular, na opção “Sobre o telefone”.

Fonte: Agência Brasil

Polícia prende suspeita de liderar bando que matou ciclista em SP

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta terça-feira  (18), uma mulher suspeita de chefiar uma quadrilha de assaltantes. A identidade dela ainda não foi divulgada. Entre os crimes que teriam sido praticados pelo bando figuram as mortes do ciclista Vitor Medrado, na semana passada, próximo ao Parque do Povo, no Itaim Bibi, e de um delegado da Polícia Civil, em janeiro.

Medrado foi alvejado, a sangue frio, por uma dupla de motociclistas disfarçados de entregadores. Já o delegado Josenildo de Moura Júnior foi assassinado na zona sul da capital, também por ladrões fingindo que eram entregadores de aplicativos.

Armas

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a prisão da suposta líder do bando aconteceu em Paraisópolis. No endereço da suspeita foram apreendidas três armas de fogo, mochilas de entregas, capacetes e outros acessórios usados no crime.

Também foram encontrados no local equipamentos eletrônicos que passarão por perícia policial. A polícia segue procurando falsos entregadores que participaram da morte de Medrado.

Fonte: Agência Brasil

Supremo prorroga inquérito contra ex-ministro por importunação sexual

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por 60 dias o inquérito que investiga Silvio Almeida (foto), ex-ministro dos Direitos Humanos, por importunação sexual, crime que teria sido praticado contra a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. 

O inquérito está a cargo da Polícia Federal, que pediu mais prazo para concluir as investigações. Entre as diligências pendentes, por exemplo, está a oitiva do próprio Almeida, que ainda não prestou depoimento e deve ser um dos últimos a serem ouvidos no caso. Anielle foi ouvida em outubro do ano passado. 

O caso tramita sob sigilo no Supremo. Ao autorizar a investigação, Mendonça entendeu que o processo deveria tramitar no STF porque as acusações ocorreram quando Almeida estava no cargo de ministro. Após a conclusão das investigações, a Polícia Federal pode indiciar ou não o ex-ministro, a depender das conclusões do inquérito.

Acusações

As acusações contra o ex-ministro Silvio Almeida surgiram em setembro de 2024. A organização Me Too, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência, disse ter acolhido mulheres que relataram assédio sexual por parte do professor e advogado. 

Com o escândalo, Silvio Almeida foi demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em nota após a divulgação das acusações, Silvio Almeida disse repudiar “com absoluta veemência” as denúncias, que chamou de “mentiras” e “ilações absurdas” disseminadas com o objetivo de prejudicá-lo.

Fonte: Agência Brasil

Debate sobre cercamento no Paranoá Parque avança com nova audiência pública agendada para abril

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, na manhã desta segunda-feira (17/2), uma nova reunião para solucionar o impasse referente ao cercamento de quadras residenciais no Paranoá Parque. Presidido pela deputada Doutora Jane (MDB), o encontro retomou as discussões iniciadas na audiência pública que ocorreu na última quarta-feira (12/2), em que moradores apresentaram justificativas favoráveis e contrárias à delimitação da área. Na ocasião, não houve solução definitiva para o problema.

Representantes da Administração Regional do Paranoá, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), da Defensoria Pública (DPDF) e dos moradores e síndicos do Paranoá Parque estiveram presentes na reunião de hoje. Foi definida a realização de uma nova audiência pública, no dia 25 de abril, para analisar, junto à população da área residencial, se as demandas foram atendidas. 

Outros encaminhamentos também foram determinados. Os interessados no cercamento das quadras residenciais devem apresentar a proposta do projeto aos demais moradores até 20 de março. Foi solicitada, ainda, maior flexibilidade das garantidoras quanto a futuros acordos de inadimplência dos residentes e a facilitação de acesso às atas das assembleias condominiais — atualmente disponíveis no aplicativo Área do Condomínio —, devido à dificuldade de acesso à internet e a não familiarização com a tecnologia pela parcela idosa que habita o local.

 

Taxas extras

 

O cercamento residencial é um debate recente que divide moradores e condôminos da área residencial. Alguns defendem a delimitação do local para aumentar a segurança, estando dispostos a custear a construção das estruturas, enquanto outros afirmam não ter condições de contribuir com as taxas extras para financiar a obra, avaliada em mais de um milhão de reais.

Inaugurado em 2014, o Paranoá Parque foi planejado para atender o crescimento populacional e a necessidade de expansão urbana do Paranoá, oferecendo moradia às famílias de baixa renda financiadas pelo Minha Casa, Minha Vida. Atualmente, o bairro tem aproximadamente 25 mil habitantes. 

De acordo com a Convenção de Condomínio do programa habitacional, a realização de qualquer obra nas áreas de uso comum que alterem fachadas externas, internas ou laterais dos prédios deve ser aprovada por no mínimo 2/3 dos condôminos em uma Assembleia Geral Extraordinária. O documento estabelece, ainda, que os votos de moradores em inadimplência serão considerados nulos. 
 

 

Segundo Jéssica Alves, advogada dos interessados no cercamento, a população da região apresenta alto índice de pendências financeiras. “O índice de inadimplência em alguns condomínios do Paranoá Parque é de aproximadamente 70%. Então, entendemos que a taxa extra aumenta a pressão, porque quem não consegue pagar R$50 reais, não consegue pagar R$150 reais ou R$200 reais”, explicou.

Como consequência, a advogada avaliou ser inviável atingir a quantidade mínima obrigatória de voto dos moradores exigida pela Convenção de Condomínio, impedindo uma votação imparcial entre as partes favoráveis e contrárias. “Conseguir um quórum assim é impossível. O inadimplente tem o direito de votar, até para (ser feita a) alteração da Convenção.” 

No entanto, para Tatiane Silva, condômina contrária à delimitação da área, o alto número de inadimplentes indica que a maioria dos moradores enfrenta dificuldades financeiras e não consegue contribuir com os custos do cercamento. “Se o inadimplente não pode votar por uma melhoria, ele também não pode votar por um fechamento. Ele não dá conta de pagar (as taxas extras)”, pontuou.

 

Vulnerabilidade econômica

 

Segundo a defensora pública Juliana Braga, há uma evidente vulnerabilidade econômica dos moradores do bairro. Durante a reunião, ela relatou que em uma ação de orientação jurídica realizada pela DPDF no Paranoá Parque, que fez 175 atendimentos, as principais demandas dos residentes foram a falta de transparência condominial e a necessidade de renegociação das dívidas.

“Muitos chegaram (ao atendimento jurídico) com a inadimplência em valores exorbitantes. O valor do condomínio e das taxas extras aprovadas nas assembleias acabam ultrapassando o que está previsto na Convenção”, disse Braga. “São feitos acordos para o pagamento das taxas condominiais com a incidência de juros e correção nos honorários advocatícios. Os usuários comprometem a renda para cumprir o acordo e acabam se tornando inadimplentes.”

Ainda de acordo com a defensora pública, alguns moradores foram surpreendidos com a existência de processos em andamento, sem terem conhecimento prévio. Além disso, os moradores têm dificuldades de se defender das acusações, por não ter apoio jurídico adequado.
 

 

“Outras pessoas que chegaram na carreta já com a existência de um processo judicial que não sabiam da existência. Muitas vezes, eles são surpreendidos com a execução de título e não tem advogado”, explicou Braga. “Fizemos consultas no Processo Judicial Eletrônico e verificamos que essas pessoas tinham processos em andamento. Isso traz um prejuízo muito grande.”

Tatiana Silva destacou, ainda, que o cercamento traz custos adicionais aos moradores em consequência da perda de serviços públicos que atendem a comunidade, como coleta de lixo e manutenção de pavimento. “O fechamento vai onerar o morador, porque acaba com tudo que o poder público pode fazer para gente gratuitamente, como o SLU (Serviço de Limpeza Urbana), a Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e a Caesb (Companhia Ambiental de Saneamento).”

 

Cobranças abusivas

 

Diego Araújo, presidente da OAB/Paranoá, apontou que os moradores alegam cobranças abusivas das taxas ordinárias, referentes às despesas diárias, e extras, direcionadas ao custeio do cercamento da área. Ele também destacou que os condôminos que procuraram a DPDF em busca de apoio jurídico apontam que o processo de aprovação das taxas foi feito de forma ilegal.

“A própria Convenção Condominial estipula um quórum necessário para aprovação das despesas ordinárias e extraordinárias. Segundo esses moradores, não há obediência ou autorização para que se cobre um valor tão exorbitante em relação a essas taxas”, disse Araújo. “Muitos desses moradores não teriam participado da aprovação (das taxas do cercamento) e que ocorreram sob algumas circunstâncias até duvidosas”.

 

 

Leonice Alves, líder comunitária e representante dos condôminos contrários ao cercamento, citou irregularidades na condução do processo por parte dos síndicos do bairro, que pressionam os moradores a pagarem as taxas da obra sob ameaça de perder o imóvel. “Não existe um fechamento regular que cumpriu a Convenção. Os moradores são coagidos. Se não dá conta de pagar (as taxas), vende seu imóvel e vai morar onde você consegue pagar”, relatou.

Doutora Jane ressaltou a possibilidade de consequências legais seja comprovada que houve inserção ou manipulação das assinaturas para atingir o quórum necessário para a aprovação do aumento das taxas. De acordo com a parlamentar, nessa situação o Ministério Público poderá ser acionado para avaliar as questões e propor as medidas cabíveis. 

“Uma coisa é uma cobrança superior ao limite que está claro na convenção e que se desconstitui com uma ação judicial. Para aprovação, necessita de todas as assinaturas. Se essas assinaturas tiverem sido colhidas, por exemplo, fora de uma assembleia, mas todas foram inseridas (no documento), tem uma falsidade ideológica. Isso é passível de virar uma apuração criminal”, explicou a parlamentar.

Fonte: Agência CLDF

Endereços no Paranoá ficarão sem energia na quarta (19) para modernização da rede

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Áreas do Paranoá terão o fornecimento de energia interrompido, nesta quarta-feira (19), para que seja feita a modernização da rede elétrica da região. O serviço será realizado das 9h às 15h afetando os seguintes endereços: DF-130, Km 32, Fazenda Santo Antônio;e Núcleo Rural PAD/DF, DF-130, Km 55.

A suspensão temporária ocorre para garantir a segurança das equipes. Caso os serviços terminem antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio.

Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. ‌Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

Fonte: Agência Brasília

Vasco estreia na Copa do Brasil diante do União Rondonópolis

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O Vasco enfrenta o União Rondonópolis, a partir das 21h30 (horário de Brasília) desta terça-feira (18) no estádio Kleber Andrade, em Cariacica (Espírito Santo), em partida válida pela primeira fase da Copa do Brasil. A Rádio Nacional transmite o jogo ao vivo.

O Cruzmaltino estreia na competição nacional em um momento negativo na temporada, após quatro jogos sem vitórias pelo Campeonato Carioca (duas derrotas e dois empates).

Após a derrota de 2 a 0 para o Flamengo no último sábado (15), o técnico Fábio Carille afirmou que o momento agora é de o Vasco se concentrar na estreia na Copa do Brasil: “Temos que levar a sério todas as competições, e agora viramos a chavinha do Campeonato Carioca e pensamos apenas na Copa do Brasil”.

Para o confronto com o União Rondonópolis o time de São Januário conta com alguns retornos, entre eles do volante Jair, que não enfrentou o Flamengo, e do atacante Rayan, que acaba de conquistar o título do Sul-Americano Sub-20 com a seleção brasileira.

Assim, uma possível escalação do Vasco para a estreia na Copa do Brasil é: Léo Jardim; Paulo Henrique, João Victor, Lucas Freitas e Lucas Piton; Jair, Tchê Tchê, Paulinho, Philippe Coutinho e Zuccarello; Vegetti.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite União Rondonópolis e Vasco com a narração de André Luiz Mendes, comentários de Rodrigo Ricardo, reportagem de Bruno Mendes e plantão de Luiz Ferreira. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui:



Fonte: Agência Brasil

Petrobras mira em países africanos para recompor reservas de petróleo

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A Petrobras buscar adquirir campos de petróleo em países africanos para aumentar a quantidade de reservas da estatal, que prevê declínio da produção a partir de 2030. O interesse de comprar poços, principalmente em Angola, na Namíbia e na África do Sul, foi informado pela diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, em Nova Déli, na Índia.

De acordo com a diretora, a estatal brasileira está em conversas com petroleiras multinacionais, como ExxonMobil (Estados Unidos), Shell (Reino Unido) e TotalEnergies (França), que já são parceiras das Petrobras na produção de petróleo no Brasil.

A declaração foi feita à agência de notícias Reuters na última quarta-feira (12) e confirmada pela Agência Brasil. A diretora participou da India Energy Week, encontro internacional que reúne representantes da indústria petrolífera.

Para a diretora, a aquisição de poços em países africanos faz sentido no portfólio da companhia. A intenção da Petrobras é exposta em um momento em que a empresa busca novas fronteiras de exploração e produção de petróleo, pensando em reverter o declínio das reservas atuais, previsto para a década de 2030.

Volta ao continente africano

A Petrobras voltou a manter operações no continente africano no ano passado. Em 8 de fevereiro, a companhia concluiu a aquisição de participações em três blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe, na costa ocidental da África. Em dois blocos a participação é de 45%; e no terceiro, 25%.

Em outubro de 2024, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies.

De acordo com o Plano de Negócios 2025-2029 da estatal, a participação de 10% no bloco sul-africano depende de aprovação governamental local.

Novas fronteiras

Aqui no Brasil, a principal frente de interesse exploratório é a Margem Equatorial, região no litoral norte do país tida como de grande potencial, uma espécie de “novo pré-sal”.

A exploração depende, no entanto, de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Ativistas apontam preocupações com o meio ambiente e aumento do uso de combustível fóssil, um dos causadores do aquecimento global. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionou, na última quarta-feira (12), que o Ibama autorize a exploração.

Há também grande interesse da petroleira na Bacia de Pelotas, no litoral sul do Brasil. A Petrobras é dona de 29 poços de exploração na região.

Um fator que explica o interesse na Bacia de Pelotas são descobertas de petróleo no Uruguai e na África – Namíbia e África do Sul. As duas costas geográficas possuem características físicas que se assemelham.

América do Sul e EUA

Além de posições na África, a Petrobras tem operações na América do Sul e nos Estados Unidos.

Na Colômbia, a estatal anunciou, em dezembro de 2024, a descoberta da maior reserva de gás da história do país. O poço gigante Sirius-2, explorado em consórcio com a Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, tem capacidade equivalente à quase metade da produção diária de gás da Petrobras no Brasil.

A descoberta pode aumentar em 200% as reservas atuais da Colômbia. No entanto, a empresa brasileira explicou que, em um primeiro momento, a produção será destinada a abastecer a demanda do mercado interno colombiano.

Dois outros poços na região – Buena Suerte e Papayuela – estão na linha de exploração do consórcio, o que abre expectativa para que haja excedente de produção, e o Brasil possa importar gás da Colômbia.

Na Argentina, por meio da subsidiária Petrobras Operaciones S.A., a companhia detém uma participação de 33,6% no ativo de produção Rio Neuquén.

Na Bolívia, produz gás principalmente nos campos de San Alberto e San Antonio, com 35% de participação em cada um desses contratos de operação de serviços, que são operados principalmente para fornecer gás ao Brasil e à Bolívia.

Nos Estados Unidos, a atuação se dá em campos em águas profundas no Golfo do México, com participação de 20% da Petrobras America Inc., formando com a Murphy Exploration & Production Company a joint venture MPGoM.

Produção e reservas

A produção total de óleo e gás natural da Petrobras alcançou 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2024. Mais de 80% no pré-sal (costa do Sudeste).

No fim de janeiro, a companhia informou que as estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural apontam 11,4 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) ao fim de 2024. Deste total, 85% são de óleo e condensado e 15% de gás natural

Desse montante, 1,3 bilhão de barris foram incorporados em 2024.

“Considerando a produção esperada para os próximos anos, é essencial seguir investindo na maximização do fator de recuperação, na exploração de novas fronteiras e na diversificação do portfólio exploratório para repor as reservas de petróleo e gás”, afirmou a estatal ao divulgar o total de reservas provadas.

 

Fonte: Agência Brasil

Terceira lista para curso de formação do CNU sai nesta terça-feira

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publica, nesta terça-feira (18), a terceira e última convocação para cursos de formação de nove cargos de nível superior do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).

As vagas são direcionadas aos candidatos das listas de espera do certame remanescentes da não confirmação nos cursos da segunda convocação, feita em 11 de fevereiro

Os convocados que não confirmaram sua participação nas duas chamadas anteriores foram eliminados. No entanto, eles ainda seguem concorrendo para os cargos eleitos como de maior preferência, no momento de inscrição.

Confirmação

A confirmação para o curso de formação nesta terceira convocatória será somente nesta terça-feira e quarta-feira (19).

A vaga deve ser garantida diretamente na Área do Candidato no site do CPNU.

O curso de formação inicial é eliminatório e vale para a classificação. Por isso, a participação no curso de formação de carreiras é decisiva para a continuidade do candidato no concurso. 

Cursos

Os cursos de formação do chamado Enem dos Concursos têm o objetivo de preparar os candidatos para aplicar conhecimentos técnicos específicos e desenvolver habilidades de diversas áreas e funções no setor público. São as chamadas competências transversais.

Durante os cursos, os participantes serão orientados por valores como ética, equidade, sustentabilidade e foco nos resultados para o cidadão.

As aulas serão em Brasília e no Rio de Janeiro, com exceção do curso para Auditor-Fiscal do Trabalho (AFT), que terá o formato híbrido. 

A carga horária dos cursos varia entre 140 horas e 580 horas, conforme o cargo de nível superior.

Ao todo, nove cargos do certame estão nesta terceira etapa:

1.   Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG)

2.   Analista de Comércio Exterior (ACE);

3.   Analista em Tecnologia da Informação (ATI);

4.   Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS);

5.   Analista de Infraestrutura (AIE);

6.   Auditor-Fiscal do Trabalho (AFT);

7.   Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia (Aneel);

8.   Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários (Anataq);

9.   Especialista em Regulação de Saúde Suplementar (ANS).

Custos

A logística e despesas com transporte, alimentação, saúde e estadia durante o curso de formação são de responsabilidade de cada candidato convocado.

Durante o período de formação, os convocados terão direito a 50% da remuneração inicial prevista para o cargo, com os devidos descontos legais. 

Os candidatos que já são servidores públicos federais poderão optar por manter os vencimentos atuais do respectivo cargo, no período de formação, desde que apresentem a documentação comprobatória necessária.

Cronograma

Conforme o cronograma do CNU, em 28 de fevereiro o Ministério da Gestão publicará a lista definitiva dos convocados para matrícula nos cursos de formação e a lista definitiva de classificação para todos os cargos.

Fonte: Agência Brasil

Proposta no STF abre caminho para mineração em terras indígenas

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Uma proposta de nova legislação sobre a demarcação de terras indígenas, pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abre caminho para que seja autorizada a mineração em terras demarcadas.

O texto, que é discutido ao longo desta segunda-feira (17), em audiência no Supremo, resulta de longo processo de conciliação iniciado em agosto do ano passado, com a participação de lideranças indígenas, representantes dos Três Poderes e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Mendes é relator de cinco ações sobre a tese do marco temporal, segundo a qual as terras indígenas (TIs) somente poderiam ser demarcadas em áreas efetivamente ocupadas no momento da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.

O gabinete de Mendes apresentou, na noite da última sexta-feira (14), a minuta de um projeto de lei para substituir a atual Lei 14.701/2023, que legalizou a tese do marco temporal e é questionada no Supremo pelas lideranças indígenas.

A proposta acatou sete sugestões feitas durante o processo de conciliação. Pelo texto, o direito dos indígenas sobre suas terras tradicionais “independe da existência de marco temporal” ou de conflito sobre a posse da terra existente no momento da promulgação da Constituição.

Sobre a exploração econômica das TIs, o projeto dedica três seções inteiras para regulamentar a lavra de recursos minerais em terras indígenas que, pela proposta, deve ser realizada “no interesse nacional” e por prazo determinado. Seria necessária autorização pelo Congresso. A comunidade afetada ficaria com 50% do valor da Contribuição Financeira pela Exploração Mineral.

O texto regulamenta ainda o “extrativismo mineral” pelas próprias comunidades tradicionais, que poderia ser autorizado por até cinco anos pelo Congresso Nacional. 

Pouco consenso

De acordo com Mendes, trata-se de um texto que pretende ser consenso entre as partes envolvidas, sobretudo entre ruralistas e indígenas. Ele deu prazo até dia 24 de fevereiro, próxima segunda-feira, para encerrar os trabalhos da conciliação, que são coordenados por seu juiz auxiliar Diego Viegas Veras.

Na audiência desta segunda (17), contudo, pouco consenso foi demonstrado entre os presentes. Representantes dos indígenas e de outras entidades, incluindo da PGR, se disseram surpreendidos pela inclusão da exploração mineral como uma possiblidade após a demarcação das terras indígenas.

“Talvez fosse necessária uma apresentação daquilo que foi entendido aqui como consenso”, observou a procuradora Eliana Torelli, representante da PGR. “Essa questão de mineração é algo que precisa de debate bastante aprofundado, inclusive em questões técnicas, que escapam completamente à seara jurídica”, disse.

O deputado Pedro Lupion (PP-PR) também acusou a minuta de não contemplar uma solução consensual. O parlamentar reclamou que o texto em nada resolve o impasse em torno do marco temporal em si, ao mesmo tempo em que toca em questões adjacentes, que não estão na lei já aprovada pelo Congresso, como a exploração econômica das terras indígenas.

“Nossa preocupação é o direito de propriedade, é o direito dessa área, de pessoas que ocupam há mais de 100 anos essas áreas, pessoas que contribuem para o país e que passam por um momento de insegurança completa”, afirmou Lupion. “Me causou muita estranheza simplesmente deixar en passant [de passagem] a questão do marco temporal”.

Por parte da União, os representantes do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmaram não poder opinar sobre o texto por não terem tido tempo de debatê-lo com as próprias lideranças indígenas.

“Temos que lembrar que os povos indígenas de todas as regiões do país podem ser afetados por uma proposta que saia daqui desta reunião”, frisou Matheus Oliveira, representante da Funai. Ele afirmou que o órgão “não pode se posicionar por algo que não pôde discutir com os povos indígenas”.

A Advocacia-Geral da União (AGU), por sua vez, fez um pedido para que o prazo de discussão da proposta seja ampliado.

Entenda

A tese do marco temporal é questionada há décadas no Supremo que, em setembro de 2023, após diversas sessões de julgamento, decidiu pela inconstitucionalidade do marco temporal para a demarcação das terras indígenas.

Pouco depois, contudo, o Congresso aprovou uma nova lei para validar a tese do marco temporal. A nova legislação chegou a ser vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deu como justificativa a própria decisão do Supremo, mas os vetos foram derrubados em dezembro.

A nova lei se tornou alvo de diversas contestações no Supremo, que foi provocado a reabrir os debates mesmo depois de já ter julgado em definitivo a questão, o que gerou um impasse com o Legislativo.

Relator do tema, Gilmar Mendes decidiu então abrir um processo de conciliação, no qual defendeu um “novo olhar” sobre a questão. A principal entidade representativa dos indígenas, a Associação dos Povos Indígenas Brasileiros (Apib), decidiu se retirar dos debates, alegando não haver garantias de proteção às comunidades tradicionais.

Fonte: Agência Brasil