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BOLSONARO TEM QUE SER PRESO!

Bolsonaro tem que ser preso para que o povo acorde para a realidade da política brasileira. Sua trajetória é marcada por um compromisso inabalável com a decência, a liberdade e os valores democráticos. Ele entrou no cenário político com a missão de combater a corrupção e restaurar a confiança nas instituições, e essa luta ressoou profundamente entre os cidadãos que anseiam por mudanças reais.

 

Bolsonaro tem que ser preso para que as pessoas enxerguem a verdadeira face do sistema político. Apesar de não haver evidências concretas que desabonem sua conduta, sua figura se tornou alvo de uma perseguição orquestrada por aqueles que se sentem ameaçados por suas ideias e sua postura direta. Essa situação evidencia como o sistema muitas vezes se volta contra aqueles que buscam romper com velhas práticas e trazer renovação.

 

Bolsonaro tem que ser preso para provocar uma reflexão coletiva sobre os princípios da justiça e da democracia. A prisão dele, mesmo considerada injusta, pode servir como um alerta sobre os perigos da politização das instituições e a necessidade de defender os direitos de todos. Essa situação deve levar o povo a questionar o verdadeiro estado da democracia no Brasil e a lutar contra qualquer forma de injustiça.

 

Bolsonaro tem que ser preso para que o povo perceba que a luta pela liberdade não deve ser apenas uma bandeira política, mas um compromisso com a verdade. A injustiça cometida contra ele poderia mobilizar os cidadãos em torno da defesa dos direitos individuais e da importância de proteger as instituições democráticas. A história nos ensina que momentos de crise podem ser oportunidades para despertar consciências adormecidas.

 

Portanto, Bolsonaro tem que ser preso como um chamado à ação para todos nós. O futuro do Brasil depende da capacidade do povo em se unir em defesa dos valores democráticos e do respeito à legalidade. Que essa situação sirva como um divisor de águas, levando todos a refletirem sobre o verdadeiro significado de justiça e liberdade em nossa sociedade.

CLDF concede medalha da Ordem do Mérito Legislativo ao desembargador Hector Valverde Santana

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A Câmara Legislativa concedeu, nesta quinta-feira (20), a medalha da Ordem do Mérito Legislativo no grau Grande Oficial ao desembargador Héctor Valverde Santanna. A solenidade ocorreu no gabinete da presidência a pedido do deputado Wellington Luiz (MDB) e contou com a presença de magistrados do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), de amigos e familiares do agraciado.

Na condição de grão-mestre e chanceler da ordem, o presidente da Casa falou sobre a relevância da trajetória do agraciado para o DF e reconheceu sua “notável carreira jurídica” como contribuições significativas ao sistema judiciário da Capital Federal. “Quero agradecer a você, desembargador Hector Valverde, por tudo que tem feito pelo nosso Distrito Federal”, afirmou.

Para Wellington, a cerimônia sinaliza ainda um importante movimento de interlocução entre legislativo e judiciário, o que fortalece o espírito democrático entre os poderes. Ele aproveitou para enaltecer a qualidade da atuação do TJDFT de forma ampla.

“De forma discreta, vocês fazem um trabalho fundamental, que é fazer justiça. Pesa sobre os ombros de vocês essa responsabilidade. Cabe a nós, enquanto cidadãos, reconhecer o excelente trabalho que vocês fazem. Sem qualquer demérito a outros tribunais, afirmo que nós temos o melhor TJ do país. Os números demonstram isso”, afirmou o presidente dirigindo-se à comitiva de magistrados que compareceu à cerimônia.

 

 

Reconhecimento

Para o desembargador Álvaro Luís de Araújo Sales Ciarlini, a forma “amiga e serena” com que Hector Valverde conduz seus trabalhos oferece mais segurança aos julgamentos. “É uma honra estar aqui hoje para reconhecer a seriedade com que ele trata a justiça”, afirmou o colega.

Já o desembargador Leonardo Roscoe Bessa elogiou a “extraordinária carreira” de Hector como professor e autor de livros relacionados ao direito do consumidor. “Suas contribuições para o meio jurídico são notáveis”, avaliou.

Tio de Hector, o advogado Paranahyba Santana afirmou que o homenageado tem sido um exemplo de caráter a todos com quem ele convive. “Para nossa família inteira, ele é um estímulo. Os mais novos miram em sua trajetória”, declarou.
O agraciado falou do sentimento de gratidão pelo reconhecimento de sua trajetória como professor, juiz e pai. Para ele, a ética e a defesa dos valores democráticos foram norteadores que pautam sua carreira jurídica.

Valverde relembrou sua trajetória desde a escolha em migrar de Goiânia para Brasília e seu ingresso na magistratura, em 1994. Para ele, a colaboração dos colegas e o apoio familiar foram fundamentais para que conseguisse obter destaque na carreira jurídica. “Tenho um grande sentimento de gratidão por todos os colegas aqui presentes e, em especial, a minha esposa e minhas duas filhas, que são a razão de tudo que eu faço”, afirmou.

Ele aproveitou a ocasião para agradecer o presidente da CLDF pela iniciativa da homenagem. “Quero reconhecer também o trabalho do deputado Wellington Luiz, que tem olhado com atenção para o Poder Judiciário, reconhecendo o trabalho dos seus integrantes, prestando homenagens aos magistrados, valorizando a nossa prestação jurisdicional e incentivando o diálogo entre o Poder Judiciário e o Poder Legislativo”, afirmou.

A solenidade contou ainda com as presenças dos desembargadores Fernando Antônio Tavernard Lima, Renato Rodovalho Scussel, do desembargador eleitoral André Puppin Macedo, da economista Ludmilla Santanna, esposa de Hector, juntamente de suas filhas, as gêmeas Laura e Júlia.

Trajetória

Casado e pai de duas filhas, o goiano Hector Valverde Santana é magistrado do DF há 30 anos, e, em 2020, foi eleito pelo Pleno do tribunal como desembargador. Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Goiás, é doutor e mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Professor universitário de Direito do Consumidor, foi procurador do Estado de Goiás, antes de ingressar na magistratura do DF.

Titularizado como Juiz da Vara Criminal, Tribunal do Júri e Delitos de Trânsito de Sobradinho, em 1996, foi juiz titular também da 8ª Vara Cível de Brasília, da 3ª Vara do Juizado Especial de Brasília e da 2ª Vara de Família de Brasília, antes de ocupar o cargo de Juiz de Direito Substituto de Segundo Grau. Além disso, atuou como juiz e desembargador eleitoral.

O juiz é autor dos livros Prescrição e Decadência nas Relações de Consumo (2001) e Dano Moral no Direito do Consumidor, 3ª edição (2019). É também professor do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) nos Cursos de Doutorado, Mestrado e Graduação em Direito, nas áreas de Teoria Geral do Direito, Direito do Consumidor e Responsabilidade Civil. Atualmente, o magistrado preside a 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF.

A medalha

A Ordem do Mérito Legislativo do Distrito Federal, instituída pelo decreto nº 8 de 1991, é concedida pela Câmara Legislativa com o objetivo de prestar uma homenagem a personalidades civis ou militares, nacionais ou estrangeiras, que, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal, são consideradas “dignas de especial reconhecimento”.

Entre seus seis graus, o de Grande Oficial é destinado a deputados distritais, senadores, deputados federais, ministros do Supremo Tribunal Federal, presidentes de assembleias legislativas, desembargadores do Tribunal de Justiça do DF, secretários de estado do DF, altos oficiais das Forças Armadas (vice-almirantes, generais-de-divisão, majores-brigadeiros), presidentes de tribunais de contas, e personalidades equivalentes.

A Ordem é concedida nos graus Grande Colar, Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro.  As insígnias de cada grau são concedidas mediante proposta do Conselho da Ordem, dirigido pelo presidente da Câmara Legislativa – que é o grão-mestre e o chanceler da ordem – e formado pelos membros da Mesa Diretora da Casa.

 

 

Fonte: Agência CLDF

Situação do transporte escolar no DF é debatida em audiência pública

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As dificuldades enfrentadas pelos estudantes no uso do transporte escolar e a fiscalização dos recursos públicos utilizados para financiar esse serviço público foram tema de audiência pública na manhã desta quinta-feira (20), na Câmara Legislativa. A iniciativa do debate partiu da deputada Paula Belmonte (Cidadania), que ressaltou a importância de se acompanhar a gestão do transporte escolar em busca de melhorias. “O propósito de estarmos aqui é fazermos com que as crianças cheguem rápido à escola utilizando um transporte de qualidade”, resumiu.

A deputada também deu voz às reclamações de pais insatisfeitos com o transporte escolar de seus filhos. “As crianças muitas vezes chegam cansadas à escola. Hoje em algumas regiões elas caminham longas distâncias, muitas vezes sozinhas, até o local do transporte escolar. Há casos de crianças que até conseguem pegar o transporte escolar próximo às suas residências, mas o trajeto leva mais de duas horas até a escola. O aluno já chega cansado”, relatou Belmonte. 

O deputado Iolando (MDB) ressaltou as dificuldades enfrentadas pelos alunos das áreas rurais. “Nas comunidades rurais o acesso é particularmente difícil. Não há licença ambiental que permita a retirada de cascalho para melhorar as estradas de terra. As estradas que chegam às escolas rurais precisam ser pavimentadas. O governo tem asfaltado várias vias, como a DF-001. Não há precariedade no transporte público, pois a maioria dos ônibus são novos, de 2024. A precariedade está nas estradas rurais, e o governo está trabalhando para resolver isso”, afirmou. 

Para a promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal, Lenna Luciana Nunes Daher, é preciso garantir o direito ao transporte e intensificar a fiscalização dos contratos com a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB). “O transporte é um direito universal. A efetividade de todos os direitos depende do transporte coletivo. O transporte escolar tem um valor social muito relevante, por isso a promotoria está acompanhando de perto a prestação de contas da TCB”, observou. 

O presidente substituto da TCB, Thiago Gomes Nascimento, destacou a renovação da frota de veículos destinados ao transporte escolar. “Estamos começando a assumir o transporte escolar. Em 2024 tivemos um custo por aluno muito mais baixo do que o custo da tarifa técnica. Trata-se de um custo que o GDF pode arcar. Renovamos a frota nos últimos anos e neste ano vamos renovar mais uma vez. Temos hoje a frota mais nova do país”, ressaltou. 

Representando a Secretaria de Educação, o diretor de gestão de serviços terceirizados e transporte, Carlos Alberto Menezes, enalteceu o trabalho realizado pelos motoristas. “Nossos motoristas são heróis por trafegarem em vias sem condições. Não podemos adentrar áreas particulares. Essa é uma particularidade do DF que afeta o nosso trabalho, pois a área rural está integrada à área urbana”, explicou.

Luciano Sousa, da Associação de Motoristas e Monitores do Transporte Escolar, ressaltou a responsabilidade do trabalho realizado pelos associados. “Costumamos dizer que os motoristas têm a missão de pai e as monitoras têm a missão de mãe. Fazemos de tudo para levar e trazer as crianças em segurança”, garantiu. Ao final da audiência foi firmado o compromisso de levar as questões levantadas às autoridades competentes para aprimorar a qualidade do transporte escolar do DF.

 

 

Fonte: Agência CLDF

O Preço de uma Obsessão: A Denúncia da PGR e o Caso Bolsonaro

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Nos últimos meses, o Brasil tem sido palco de intensos debates políticos e judiciais, especialmente em relação ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. A recente denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), fundamentada em 11 delações premiadas do ex-assessor Mauro Cid, revela um cenário que muitos analistas consideram um reflexo de uma obsessão desmedida por parte de setores do sistema judiciário e político. Essa situação levanta questões sobre a verdadeira natureza da democracia no país.

Desde a ascensão de Bolsonaro ao poder, sua trajetória política tem sido marcada por uma série de conflitos com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O que muitos chamam de perseguição judicial parece ter se intensificado, criando um ambiente onde a busca pela verdade se confunde com a tentativa de eliminar um adversário político. A pressão sobre Mauro Cid, conforme relatado em vídeos e áudios vazados, sugere que há uma estratégia orquestrada para forçar depoimentos que sustentem narrativas previamente estabelecidas.

A visita de Pedro Vaca, representante da Organização dos Estados Americanos (OEA), trouxe à tona essa realidade distorcida, onde a democracia brasileira é questionada internacionalmente. O testemunho do representante da OEA destaca que a democracia no Brasil já não é mais a mesma, um alerta que ecoa nas vozes de muitos cidadãos preocupados com os rumos do país.

Além disso, o deputado Gustavo Gayer denunciou pressões exercidas pelo ministro Alexandre de Moraes sobre Mauro Cid, insinuando que essas ações poderiam atingir seus familiares, falando de seu pai, mãe e filha, evidenciando uma ameaça inadmissível. Gayer também mencionou que está sendo feita uma denúncia contra Moraes por violação dos direitos humanos. Cid, preso e sem acesso à sua função pública, expressou em suas declarações que as exigências feitas a ele não eram apenas para relatar fatos, mas para produzir um discurso alinhado com os interesses dos investigadores.

Essa dinâmica levanta preocupações não apenas sobre os direitos individuais, mas também sobre as implicações para a política externa do Brasil. Observadores internacionais temem que as tensões internas possam levar a sanções dos Estados Unidos contra o Brasil. Países como Cuba e Venezuela já sentem os efeitos devastadores de tais medidas, resultando em crises humanitárias e econômicas profundas.

A obsessão por desestabilizar figuras políticas consideradas como ameaças pode resultar em consequências catastróficas para toda a população brasileira. A relação comercial com potências como os Estados Unidos é crucial para o desenvolvimento econômico do país, e as sanções podem ser particularmente dolorosas para aqueles que menos têm culpa nas disputas políticas.

Portanto, é imperativo que se reflita sobre os limites do combate político e judicial. O futuro do Brasil depende não apenas da resolução dos conflitos atuais, mas também da preservação dos direitos democráticos e humanos. A obsessão por destruir adversários políticos pode custar caro não apenas aos envolvidos diretamente nas disputas, mas à nação como um todo.

É fundamental também atribuir os custos dessa irresponsabilidade judicial às pessoas que ocupam cargos públicos. Elas devem responder na pessoa física por suas ações, especialmente quando fica evidente que estão utilizando seus cargos para agir em desconformidade com suas funções. Tanto Alexandre de Moraes quanto Rodrigo Janot, além dos policiais federais e demais envolvidos nesse contexto, deverão ser responsabilizados por seus atos inconstitucionais. Se for constatado delito cometido por eles, é justo que paguem do próprio bolso pelas consequências de suas decisões.

A história nos mostra que a política deve ser um espaço para o diálogo e o respeito às instituições democráticas. É hora de acordar para essa realidade antes que seja tarde demais.

Governo investe mais de R$ 160 milhões em equipamentos hospitalares

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Governo investe mais de R$ 160 milhões em equipamentos hospitalares

Aparelho de ressonância magnética de última geração instalado no Cora vai permitir diagnóstico em tempo real nas cirurgias (Fotos: Iron Braz e Thauann Sales)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) investiu, em 2024, R$ 163,8 milhões na aquisição de mobiliário e equipamentos hospitalares para a rede de 24 hospitais e seis policlínicas da rede pública estadual – em 2018, eram apenas 17 –, administrados por organizações sociais ou da sociedade civil.

O investimento faz parte do compromisso do governo de fortalecer a regionalização, ampliar serviços e atendimentos especializados, modernizar, integrar e aprimorar a gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado.

Desse total, R$ 63 milhões foram utilizados na aquisição de 1.250 equipamentos médicos para o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora), atualmente com mais de 80% das obras concluídas. O destaque é um aparelho de ressonância magnética de última geração que permite o diagnóstico em tempo real durante cirurgias.

“Buscamos adquirir sempre o que há de melhor, para aumentar a resolutividade da unidade e a oferta do serviço, com a melhor qualidade”, explica o secretário estadual da Saúde, Rasível Santos.

Também em Goiânia, um investimento de R$ 919,2 mil envolveu três novas torres de videoendoscopia, videolaparoscopia e videoartroscopia para o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), em janeiro deste ano.

Governo investe mais de R$ 160 milhões em equipamentos hospitalaresGoverno investe mais de R$ 160 milhões em equipamentos hospitalares
Profissional do Hugol utiliza aparelho de ultrassom 3D, o mais moderno do mercado, durante exame em paciente (Fotos: Iron Braz e Thauann Sales)

Em setembro de 2024, o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol) recebeu quatro novos aparelhos, ao custo de R$ 1,4 milhão. Entre eles, um aparelho de ultrassom 3D, ideal para exames cardíacos, no valor de R$ 587,5 mil – o mais moderno do mercado. 

Modernização contínua

Unidades da região metropolitana e do interior também recebem modernização contínua. Em agosto de 2024, o Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Estadual de Trindade (Hetrin) recebeu equipamentos para exames de bioquímica, hematologia, imuno-hormônio, uroanálise, parasitologia, coagulação, microbiologia e gasometria, expandindo sua capacidade.

A unidade já havia sido beneficiada com 49 monitores multiparâmetros e 23 desfibriladores para contemplar diferentes áreas do hospital, como a UTI, clínica cirúrgica, enfermarias e o pronto-socorro.

Equipamentos hospitalares

O Hospital Estadual de Jataí Dr. Serafim de Carvalho (HEJ), no Sudoeste goiano, recebeu 50 novos equipamentos, totalizando R$ 1,9 milhão, em dezembro de 2024. Entre eles, dois sistemas de videolaparoscopia, quatro bisturis eletrônicos, além de leitos de UTI e maternidade.

“O objetivo é exatamente fazer com que essas unidades ofereçam a melhor qualidade da assistência ao cidadão para que ele seja atendido mais próximo de sua residência e não precise se deslocar por grandes distâncias, até Goiânia, por exemplo”, lembra Rasível Santos.

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Fonte: Portal Goiás

Alimentos estão mais baratos, mas preços devem cair mais, diz ministro

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O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, disse nesta quinta-feira (20) que já é possível encontrar alimentos com preços mais em conta em supermercados do país. Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, ele avaliou, entretanto, que é preciso que os preços caiam ainda mais.

“Se você for ao supermercado hoje, vai ver que os preços estão bem melhores que há um mês ou dois. É o momento de o povo vivenciar [a queda dos preços]. Mas tem muito o que fazer ainda. Os produtos vão baixar mais. Temos que tomar todas as medidas pra baixar os preços dos produtos.”

Teixeira lembrou que os preços dos alimentos no Brasil subiram, sobretudo, em meio às eleições norte-americanas. “O dólar estava R$ 5,70 e passou para R$ 6,30. Todos os alimentos que estão ancorados no dólar, porque são exportáveis, subiram junto”, explicou o ministro.

“Esses alimentos que estão ancorados no dólar, à medida que o dólar baixou, estão baixando. Mesmo as carnes estão baixando. O que está muito fora de propósito hoje é o ovo. Estamos fazendo um estudo desses alimentos que estão fora da curva, as carnes e o ovo, o açúcar, o café e a laranja.”

Fonte: Agência Brasil

Lula diz que não vai fazer GLO nos estados e defende PEC da Segurança

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (20), que não vai decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na segurança dos estados e defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto deve ampliar as atribuições da União e das forças federais no combate à criminalidade, que hoje são responsabilidade dos estados.

Originalmente apresentada em outubro do ano passado, a PEC passou os últimos meses em debate entre governo federal e estaduais e agora está em análise na Casa Civil da Presidência, antes de ser enviada ao Congresso Nacional. A nova versão do texto reforça a autonomia dos governadores no que diz respeito ao comando das polícias civis, militares e dos corpos de bombeiros militares.

“Muitas vezes, os governadores não querem [atuação da União na segurança pública] porque a polícia é um pedaço do poder do estado e, muitas vezes, os governadores não querem que o governo federal se intrometa na segurança dos estados”, disse Lula em entrevista à Rádio Tupi FM, do Rio de Janeiro.

“De vez em quando, eles [governadores] pedem que eu faça uma GLO. Eu não vou fazer GLO, porque a GLO que foi feita no Rio de Janeiro, o governo federal gastou mais de R$ 2 bilhões e não resolveu quase nada. Então, o que nós queremos é participação ativa de forma a ter uma ação complementar com o governador do estado e resolver definitivamente a questão da segurança”, explicou.

Em 2018, o governo federal fez uma intervenção no Rio de Janeiro, com a utilização de efetivos das Forças Armadas no policiamento do estado.

“Nós, então, vamos mandar essa PEC para definir claramente o papel da União na participação da segurança pública. Até onde a gente pode ir, até onde pode se intrometer, aonde que a Polícia Federal pode agir, aonde que a gente pode ter a Força Nacional participando”, disse Lula.

“Nós estamos criando um fundo para que a gente possa ajudar tanto no funcionamento da polícia como no fundo penitenciário, porque nós queremos ter uma participação mais efetiva e mais forte na segurança de cada estado”, completou.

Câmeras corporais

Neste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar definitivamente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas e, na ação, já determinou medidas para redução da letalidade durante operações em comunidades da capital fluminense.

Para reduzir o número de mortes em comunidades pobres, o presidente defendeu a utilização de câmeras corporais pelos policiais militares. “Qualquer medida que tomar, nós temos que ter cuidado porque a gente não pode entrar na favela só para matar as pessoas. Queremos que os policiais entrem com câmera para gente saber se ele vai ser violento ou não antes de tentar qualquer coisa. O tiro tem que ser a última coisa que a gente tem que fazer”, disse.

“Agora, se for necessário, no tiroteio, alguém vai morrer e a gente não pode só culpabilizar a polícia. Eu quero dizer que nós estamos extremamente interessados em resolver esse problema da segurança no Brasil inteiro. Para isso, nós precisamos aprovar a PEC”, reforçou.

Um relatório divulgado na semana passada pelo Instituto Fogo Cruzado revela que municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro vivem uma escalada da violência neste início de ano, com aumento no número de tiroteios, mortos, feridos, vítimas de balas perdidas e baleados em roubos.

“Nós não podemos permitir que esse bangue-bangue continue existindo no Rio de Janeiro. Nós não podemos permitir. Eu acho que nós não podemos ter polícia só para entrar na favela, para atacar, para matar ou para atirar. É preciso que a polícia esteja constantemente participando da vida cotidiana da favela. E é isso que nós queremos aprovar nessa PEC, qual o papel do estado?”, acrescentou Lula na entrevista.

 

Fonte: Agência Brasil

Febraban dá dicas para pagamentos em maquininhas no carnaval

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Ajustar os limites do Pix, não fazer operações em maquininhas com visor quebrado e desabilitar temporariamente a opção pagamento por aproximação dos cartões de crédito e débito. Essas são algumas das recomendações da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) para os foliões que pretendem aproveitar os desfiles dos blocos de carnaval deste ano, que começam a se apresentar neste final de semana.

A instituição ressalta que a maioria dos furtos ou golpes acontece em meio às multidões de foliões, com os criminosos se aproveitando das aglomerações e distração de pessoas se divertindo nos blocos. Muitos deles se passando por vendedores ambulantes.

Entre as principais recomendações está desabilitar temporariamente o pagamento por aproximação, deixando apenas habilitada a possibilidade de pagamento por inserções dos cartões nas maquininhas.

“Caso o cliente queira manter a função de pagamento por aproximação, recomendamos que o cadastramento dos cartões de crédito seja feito apenas no aplicativo wallet dos smartphones, utilizando o pagamento por aproximação apenas pelo celular. O cartão de crédito só ficará ativo no wallet do aparelho após o desbloqueio do celular pela pessoa mediante mecanismos de segurança de cada banco”, recomenda Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da entidade.

Outra medida é o folião atentar-se para a hora dos pagamentos. Pois muitos golpistas aproveitam a distração da pessoa para trocar o cartão depois de ter decorado a sua senha. E, além disso, o visor da máquina de pagamentos deve exibir apenas asteriscos no campo da senha.

A Febraban ressalta que é importante pedir o comprovante impresso da transação para verificar se os valores estão corretos, o que pode ser verificado também em mensagens de SMS que o usuário recebe no aplicativo do banco.

Também é recomendado reconfigurar os limites de pagamento no modo Pix pelo internet banking na área “meus limites Pix”. O ideal é acionar apenas o valor estimado para gastar nas brincadeiras do carnaval.

Celular

Com relação aos aparelhos de celular, a Febraban ressalta os riscos de guardar os telefones soltos em bolsos, pois criminosos podem acessar senhas de aplicativos bancários e outros dados do usuário caso a senha esteja desbloqueada no momento do furto ou roubo.

Fonte: Agência Brasil

Cid confirma que Bolsonaro recebeu US$ 86 mil por venda de joias

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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, disse à Polícia Federal (PF), em acordo de delação premiada, que o ex-presidente recebeu em mãos US$ 86 mil em dinheiro vivo pela venda de relógios e joias que compunham o acervo da Presidência da República. Os itens foram recebidos pelo mandatário como presentes de autoridades estrangeiras.

Dessa quantia, Cid confessou que uma parte – US$ 18 mil – foi entregue por ele mesmo a Bolsonaro, em meados de 2022, após a venda de um kit de joias Chopard que havia sido presenteado pela Arábia Saudita em 2019. Os itens foram vendidos em Miami, nos Estados Unidos, revelou o tenente-coronel.

Os outros US$ 68 mil foram repassados a Bolsonaro de forma fracionada, sempre em espécie, por intermédio do pai de Mauro Cid, o general Mauro Cesar de Lourena Cid, que morava nos EUA. Esse valor corresponde à venda de dois relógios, um da marca Rolex e outro da Patek Philippe.

No depoimento, Mauro Cid disse que não há registro da venda dos bens, e que apenas retirou os custos que teve com passagem aérea e aluguel do veículo. Ainda segundo o depoimento, o tenente-coronel disse que ajustou com seu pai, general Mauro Cesar Lorena, que o saque dos demais U$ 68 mil ocorreria de forma fracionada e seria entregue à medida que alguém conhecido viajasse dos Estados Unidos ao Brasil.

O chamado “kit ouro branco”, composto pelo Rolex e pelas joias, foi selecionado no acervo presidencial pelo próprio Cid, após Bolsonaro pedir que ele identificasse quais objetos recebidos de presente poderiam ser vendidos mais facilmente. O Patek Philippe lhe foi entregue pelo próprio Bolsonaro, segundo depôs o tenente-coronel.

>> Saiba as exigências de Mauro Cid para acordar delação premiada

Cid disse que somente ele e Bolsonaro sabiam das vendas. Ele contou ter ido pessoalmente ao estado norte-americano da Pensilvânia, na sede da loja Precision Watchs, onde vendeu os dois relógios pelos US$ 68 mil, que foram depositados na conta de seu pai.

Os demais itens do kit ouro branco foram vendidos por ele no Seybold Jewerly Building, galeria de Miami especializada no comércio de joias.

O tenente-coronel tentou justificar sua atitude alegando ter recebido a orientação do Gabinete Adjunto de Documentação Histórica de que os itens vendidos faziam parte do acervo pessoal de Bolsonaro, e não do acervo público da Presidência.

Em julho do ano passado, Bolsonaro, Cid e outros 11 investigados foram indiciados pela Polícia Federal (PF) pelo desvio dos itens. O ex-presidente é suspeito de peculato, crime de apropriação de bens públicos para proveito próprio.

A defesa de Bolsonaro sempre negou o envolvimento dele no caso. O relatório da PF que indiciou o ex-presidente foi enviado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), para a Procuradoria-Geral da República (PGR), que deve decidir sobre eventual denúncia.

O sigilo sobre a delação premiada de Mauro Cid foi derrubado por Moraes nesta quarta-feira (19), um dia depois de o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ter denunciado o tenente-coronel, Bolsonaro e outras 33 pessoas por tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, entre outros crimes.

Fonte: Agência Brasil

Governo entrega mais de 600 moradias em Águas Lindas

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Pai de cinco filhos, o pedreiro Adailson Lopes da Costa comemora a compra da casa própria: “Em menos de 30 dias eu consegui” (Fotos: Octacílio Queiroz)
 

A Agência Goiana de Habitação (Agehab) e a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) entregaram nesta quarta-feira (19/02) 632 unidades habitacionais em Águas Lindas, município do Entorno do Distrito Federal, distribuídas em três empreendimentos.

Na primeira solenidade, 224 beneficiários foram contemplados no Residencial Bella Vitta Club Residence V e Residencial Bahamas Club Residence I. Na segunda, proprietários de 368 moradias do Residencial Vila do Cerrado, módulos I e II, receberam as suas chaves. No último evento, a Agehab fez a entrega de 40 unidades habitacionais no Condomínio Residencial Morada Villa Diamante.

O valor do investimento estadual foi de mais de R$ 18 milhões em recursos do Crédito Parceria. As obras contaram com parceria do governo federal, por meio do programa Minha Casa Minha Vida. A modalidade Crédito Parceria do programa Pra Ter Onde Morar atende famílias com renda de até três salários mínimos.

Beneficiários que se enquadram nos requisitos do programa recebem subsídio de R$ 47,4 mil para reduzir o valor da entrada ou parcelas do imóvel.

“Ao ajudar na entrada, a modalidade estimula o mercado imobiliário e livra do aluguel a família que precisa. Sem esse auxílio, a pessoa não teria condições de adquirir a casa própria”, observa o presidente da Agehab, Alexandre Baldy.

O secretário de Infraestrutura, Pedro Sales, explica que o subsídio também é bom para o comércio e gera empregos.

“Nossa prioridade são as regiões mais populosas e carentes do Estado, como o Entorno do Distrito Federal”, conclui Sales.

Em Águas Lindas, a Agehab já atendeu com o Aluguel Social 5,5 mil famílias. Também já foram entregues 35 casas a custo zero.

Governo entrega mais de 600 moradias em Águas LindasGoverno entrega mais de 600 moradias em Águas Lindas
Em Águas Lindas, Agehab atendeu 5,5 mil famílias com o Aluguel Social, entregou 35 casas a custo zero e na última quarta-feira (19/02), entregou 632 unidades habitacionais (Fotos: Octacílio Queiroz)

Presente

O mês de fevereiro vai definitivamente entrar para a história da família do pedreiro Adailson Lopes da Costa. No mesmo mês em que ele completou 40 anos, nasceu seu quinto filho e ele conquistou outro grande sonho: a casa própria.

“Andei mais de seis anos atrás dessa chance. Aí eu fiquei sabendo que o Governo de Goiás estava dando esse subsídio. Com cinco filhos, é difícil juntar dinheiro para dar a entrada. Mas, dessa vez, em menos de 30 dias eu consegui”, comemorou.

Adailson disse, ainda, que vai pagar pouco mais de R$ 400 de prestação do imóvel, menos do que um aluguel.

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Inaugurado Colégio da Polícia Militar de Águas Lindas

Famílias de Águas Lindas e Trindade podem se inscrever no Aluguel Social

47 famílias de Águas Lindas recebem apartamentos do Crédito Parceria

Agência Goiana de Habitação (Agehab) e a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás