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GDF inicia primeira etapa de reforma da Praça Renato Russo, na QI 11 do Lago Sul

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O Governo do Distrito Federal (GDF) deu início, nesta quarta-feira (19), à reforma da Praça Renato Russo, localizada na QI 11 do Lago Sul. O local foi um dos ambientes frequentados pelo artista.

“O ambiente foi criado em homenagem ao trabalho de Renato Russo e é um ponto de grande importância cultural, cercado por comércios de qualidade. Por isso, decidimos, enquanto governo, reestruturar o bem comum, com o apoio dos arquitetos que elaboraram o projeto original”, explica o administrador do Lago Sul, Rubens Santoro Neto.

A primeira fase da reforma incluiu a demolição do coreto, composto por concreto armado, estrutura metálica e policarbonato. A estrutura foi condenada após vistoria da Defesa Civil, que identificou problemas como oxidação nas ferragens, desgaste do policarbonato, infiltrações, peças metálicas soltas, risco de queda, desplacamento de concreto nos bancos, além de fiação elétrica exposta e acúmulo de lixo.

Os materiais da estrutura foram levados em três caminhões e os inservíveis, encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (Ure) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

Após a demolição, a praça passará por reestruturação e novo paisagismo. “O objetivo é criar um espaço adequado para arte, cultura e lazer, beneficiando tanto a comunidade do Lago Sul quanto toda a população do Distrito Federal”, ressalta Rubens.

Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.

“A ação no Lago Sul faz parte do nosso plano de acolhimento à população em situação de rua para que todas as pessoas, sem exceção, tenham condições dignas na capital do país. É o que temos feito desde maio do ano passado, o que reforça o comprometimento deste GDF com este trabalho”, reforça o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha.

Fonte: Agência Brasília

Mulheres inspiradoras recebem homenagem na CLDF

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza nesta quinta-feira (20) um ciclo de palestras e uma sessão solene com objetivo de render homenagem às mulheres e suas histórias que inspiram. A iniciativa de ambos os eventos é do deputado Ricardo Vale (PT).

O ciclo de palestras tem início programado para às 15h, no auditório, e reunirá 11 mulheres que apresentarão suas histórias inspiradoras. O evento foi organizado pelo gabinete do parlamentar em parceria com o Instituto Mulheres Incríveis, que visa ao empoderamento feminino, ajudando mulheres em vulnerabilidade. Entre outras atividades, a organização busca a promoção e a conquista da igualdade de gênero e o combate à violência contra a mulher.

 

 

“No mês da mulher, precisamos reconhecer a luta e a resistência das mulheres do Distrito Federal. Esta homenagem reforça a importância de valorizar quem enfrenta desafios diários para ocupar com dignidade e força o espaço que sempre lhes pertenceu”, destaca o deputado distrital Ricardo Vale.

Na parte da noite, com início às 19h, também no auditório da Câmara Legislativa, será realizada a sessão solene. Entre as convidadas estão a presidente Instituto Mulheres Incríveis e organizadora do livro homônimo, Janaina Graciele, a palestrante Camilla David, a CEO Grupo Topmedlar, Luciana Sales, e a professora Rosangela Aparecida Hilário.

Serviço:
 

 

 

Palestra Mulheres! Histórias que Inspiram

Local e horário: Auditória às 15h.

Sessão Solene Mulheres! Histórias que Inspiram

Local e horário: Auditória às 19h.

Fonte: Agência CLDF

Fica 2025 terá shows gratuitos de Zeca Baleiro, Mart’nália e Paralamas

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Paralamas, Mart’nália e Zeca Baleiro se apresentam gratuitamente na programação do Fica 2025. A banda formada por Bi Ribeiro, Hebert Vianna e João Barone encerra o festival, com show no domingo, dia 15 de junho (Foto: Divulgação)

Artistas consagrados da música popular brasileira, Zeca Baleiro, Mart’nália e Paralamas do Sucesso são as atrações confirmadas para o 26º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2025), que será realizado de 10 a 15 de junho, na histórica cidade de Goiás. A programação do festival terá ainda shows de artistas regionais e locais, todos gratuitos.

O cantor Zeca Baleiro sobe ao palco ao dia 13 de junho (sexta-feira), seguido por Mart’nália, no dia 14 (sábado). O encerramento do festival, no dia 15 (domingo), é apresentado pelo Sesc Goiás e terá a banda Os Paralamas do Sucesso. Os shows serão realizados na Praça de Eventos da cidade.

De acordo com a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, a presença desses artistas renomados enriquece o festival e impulsiona a economia e o turismo local, beneficiando diretamente a cidade de Goiás.

Fica 2025 anuncia shows de Zeca Baleiro, Mart’nália e Paralamas do SucessoFica 2025 anuncia shows de Zeca Baleiro, Mart’nália e Paralamas do Sucesso
A cantora Mart’nália se apresenta no penúltimo dia do festival, no sábado, dia 14 de junho (Foto: Divulgação)

“O Fica é mais do que um evento cultural, é uma plataforma que integra arte, meio ambiente e sustentabilidade, temas que são fundamentais para o desenvolvimento consciente de nossa sociedade”, destaca a titular da Secult-GO.

Artistas regionais

Além das atrações nacionais, o Fica 2025 contará com 10 shows e outras apresentações artísticas de artistas goianos, promovendo e valorizando a produção musical do estado. As inscrições para os artistas e grupos locais que desejam integrar a programação seguem abertas até o dia 7 de abril, pelo site oficial do festival (fica.go.gov.br).

Fica 2025 anuncia shows de Zeca Baleiro, Mart’nália e Paralamas do SucessoFica 2025 anuncia shows de Zeca Baleiro, Mart’nália e Paralamas do Sucesso
O cantor Zeca Baleiro se apresenta na sexta-feira, 13 de junho (Foto: Divulgação)

Fica 2025

O Fica 2025 é promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com correalização da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Fundação Rádio e Televisão Educativa (RTVE).

A 26ª edição do Fica conta ainda com a parceria:

  • da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),
  • e das secretarias de Estado da:
    • Retomada,
    • Meio Ambiente,
    • Desenvolvimento Social,
    • Saúde,
    • além do Goiás Social,
  • Serviço Social do Comércio de Goiás (Sesc Goiás),
  • Instituto Federal de Goiás
  • e Prefeitura de Goiás.

Saiba mais

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Secretaria de Estado da Cultura (Secult) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

CLDF promove sessão solene pelo Dia Mundial da Síndrome de Down com homenagens e apresentações culturais

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza, no próximo dia 21 de março, às 9h, uma sessão solene em alusão ao Dia Mundial da Síndrome de Down. A iniciativa, proposta pelo deputado Eduardo Pedrosa (União), tem como objetivo ampliar o debate sobre inclusão, combater o capacitismo e reforçar a importância de políticas públicas que assegurem direitos e autonomia para pessoas com Trissomia 21 (T21).

Além dos debates e homenagens, o evento contará com apresentações culturais repletas de talento e energia, incluindo exposição fotográfica, performance de DJ, dança do ventre e apresentação do grupo Namastê – formado por pessoas com síndrome de Down que, por meio da arte, expressam sua identidade e potencial.

Para Pedrosa, a data não é apenas uma celebração, mas um momento fundamental para conscientizar a sociedade e fortalecer políticas públicas voltadas à inclusão.

“Precisamos garantir que essas pessoas tenham acesso a oportunidades reais, seja na educação, no trabalho ou no convívio social. A síndrome de Down não deve ser vista como um limite, mas como parte da diversidade que compõe nossa sociedade”, destaca o parlamentar.

A sessão solene também será um reconhecimento à luta de famílias, profissionais e entidades que atuam na defesa dos direitos das pessoas com deficiência intelectual. Segundo Pedrosa, ainda há desafios a serem superados para que a inclusão aconteça de maneira efetiva.
 

 

“O preconceito e a falta de acessibilidade ainda são barreiras que precisamos derrubar. Essa sessão será um espaço para destacar conquistas, mas, principalmente, para apontar caminhos que fortaleçam a participação dessas pessoas em todos os espaços”, acrescenta.

O evento reunirá autoridades, especialistas, representantes de entidades e familiares, que compartilharão experiências e discutirão estratégias para ampliar o acesso a direitos e oportunidades.

Serviço

📅 Data: 21 de março de 2025
⏰ Horário: 9h
📍 Local: Plenário da Câmara Legislativa do DF

* Com informações da assessoria de imprensa do deputado Eduardo Pedrosa

Fonte: Agência CLDF

CLDF debate ampliação de políticas públicas voltadas para HIV/aids no DF e entorno

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal debateu, na manhã desta quinta-feira (20), os resultados do levantamento realizado pelo Projeto Amor+, iniciativa do grupo Mães da Resistência em parceria com o Fundo Positivo, que coletou e analisou dados de serviços públicos de diagnóstico, prevenção e tratamento de HIV/AIDS no DF e entorno.

O encontro, presidido pelo deputado Fábio Felix (Psol), reuniu o grupo de trabalho responsável pela pesquisa, especialistas em saúde pública e representantes de movimentos sociais da comunidade LGBTQIA+. Baseados nas informações do relatório, os participantes discutiram a ampliação de medidas de assistência ao HIV/aids e do combate ao estigma, discriminação e desinformação.

A reunião desta quinta-feira retoma a discussão iniciada no fim do ano passado, realizada em alusão ao Dezembro Vermelho — mês dedicado à conscientização do HIV, aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) —, que debateu o enfrentamento ao preconceito, exclusão e rejeição de pessoas vivendo com o vírus e a síndrome.

No discurso inicial, Fábio Felix ressaltou a importância do diálogo aberto e inclusivo a respeito da transmissão e prevenção de ISTs, HIV e aids para garantir acesso a atendimento adequado. O parlamentar também reconheceu a relevância do envolvimento da comunidade LGBTQIA+ na promoção da saúde no contexto do HIV/aids nas últimas décadas.

“Quando falamos de prevenção de ISTs, HIV e aids, mais sabemos que quem tem se levantado para ajudar a discutir essa política pública na saúde, hoje, é a comunidade LGBT”, disse Felix. “Independente da discussão de grupos, temos nos levantado para fazer esse debate porque já sofremos muito com essa questão lá atrás. É a comunidade LGBT que tem protagonizado essa discussão.”

Resultados

A pesquisa do Projeto Amor+ obteve respostas das Secretarias de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e de Goiás (SES-GO). Segundo os resultados do levantamento feitos no DF, a unidade federativa apresenta oferta abrangente de serviços e insumos preventivos, incluindo distribuição de medicamentos como Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e Profilaxia Pós-Exposição (PEP) e exames de testagem rápida como o LF-LAM (lipoarabinomanano de fluxo lateral) para tuberculose.

O Distrito Federal também possui legislação distrital que garante a continuidade de ações de prevenção e atendimento. Além disso, oferece atendimento integral à população LGBTQIA+ com distribuição de preservativos e cartilhas em campanhas e eventos e faz parceria com movimentos sociais para promover ações de sensibilização. Apesar dos avanços, ainda enfrenta desafios como preconceito institucional, falta de sigilo médico e dificuldades na capacitação de profissionais.

Em Goiás, apesar da oferta de diversos serviços de prevenção e tratamento de HIV/aids, há dificuldade de acesso em áreas rurais e periféricas, impactando populações vulneráveis. A pesquisa indicou, ainda, discriminação institucional e a falta de capacitação profissional. Ações como o programa Goiás Social e mutirões são realizadas, mas faltam iniciativas contínuas para a população LGBTQIA+.

Anna Tavares, membro da coordenação do grupo Mães da Resistência e uma das integrantes do grupo de trabalho que elaborou o relatório, explicou que a partir dos resultados a equipe organizou um comparativo entre as duas regiões. Segundo ela, as respostas indicam que Goiás e DF apresentam avanços na cobertura de serviços, mas há necessidade de criação de parcerias com organizações sociais para alcançar populações mais isoladas.

“Como recomendações para ambas regiões, propomos promover capacitações periódicas para profissionais de saúde com foco em atendimento inclusivo, ações de distribuição de insumos para áreas periféricas e rurais, criação de legislações estaduais mais específicas para garantir a continuidade das ações de prevenção e tratamento e fortalecer parcerias com sociedade civil para potencializar as ações de sensibilização”, listou Anna Tavares.

Formulário

O Projeto Amor+ atua nas cinco regiões do Brasil, construindo um panorama detalhado da situação do HIV/aids em diferentes áreas do país. As informações são coletadas a partir de um extenso formulário estruturado em oito sessões com questões de múltipla escolha sobre qualidade dos serviços públicos de atendimento, detecção, prevenção e tratamento do HIV/aids. O documento é enviado a gestores locais, tanto municipais quanto estaduais, que respondem voluntariamente às perguntas.

“Nós fizemos o levantamento de dados majoritariamente qualitativo, ou seja, vai indicar o quê, mas não quanto de cada coisa”, explicou Anna Tavares. “Algumas perguntas que fizemos foram também quantitativas, mas esses dados, nós observamos, são mais sensíveis, não temos uma fonte confiável”, esclareceu.

Leila D’Arc de Souza, também membro das Mães da Resistência, criticou a ausência de dados precisos sobre o orçamento destinado às medidas de saúde de HIV/aids, o que dificulta a efetividade de ações governamentais. “Na questão dos recursos destinados às políticas de combate, prevenção e tratamento do HIV e aids, os gestores não responderam porque não tem essa informação. Isso é muito revelador”, disse.

Saúde pública

A assessora de Áreas Estratégicas da Atenção Primária da SES-DF, Karine Rodrigues, destacou o trabalho da diretoria na prevenção e tratamento do HIV/aids. Ela mencionou que no âmbito interno da saúde pública do DF, existem propostas para enfrentar o preconceito institucional.“Já temos discutido dentro da Secretaria de Saúde como que a gente enfrenta o preconceito institucional, como vai ser nossas ações considerando que não vai ser em um ano, seis meses que não vai ser em um processo rápido”, disse Karine.

A assessora também citou a desburocratização do acesso à PrEP e à PEP, iniciada no DF entre 2015 e 2016, como avanço importante, além de iniciativas de capacitação de servidores para prescrição dos medicamentos nas unidades básicas de saúde (UBS). Outro aspecto apontado por Karine Rodrigues foi a introdução do diagnóstico precoce como política pública, que diminuiu o fluxo de atendimento.

“Introduzimos, enquanto política pública, a questão do diagnóstico precoce. Não precisamos mais fazer regulação para o infectologista de imediato. A depender da carga viral que a pessoa tiver, o mais importante no tratamento é acolhê-la para iniciar o tratamento e fazer os exames periódicos”, contextualizou Karine Rodrigues.

Melyssa Chaves, coordenadora do Projeto Amor+; Gabriel Borba, presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Gustavo Passos, oficial para Determinantes Sociais em HIV/AIDS e Evidências; Gabriel Borba, oficial para Legislativo e Populações do Unaids Brasil; Girlayne Carvalho, presidente da Mães da Resistência; e a deputada federal (PT-DF) Érika Kokay estiveram presentes no evento. A reunião pública de hoje foi transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital e pode ser assistida no canal da CLDF no YouTube.

 

 

Fonte: Agência CLDF

Inovação na indústria recuou em 2023 no Brasil, diz IBGE

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A parcela de indústrias brasileiras que inovaram em produtos ou processos ficou em 64,6% do total das empresas, em 2023. Segundo dados da Pesquisa de Inovação (Pintec) 2023, divulgada nesta quinta-feira (20), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual é inferior aos registrados em 2022 (68,1%) e em 2021 (70,5%).

“A gente considera uma empresa inovadora aquela que, em 2023, lançou um produto novo ou substancialmente aprimorado ou um processo de negócio novo ou substancialmente aprimorado. Os dados mostram que a gente vem observando uma queda desde 2021”, explica o pesquisador do IBGE Flávio José Marques Peixoto.

A taxa de inovação aumenta com o porte da empresa. Em 2023, por exemplo, 73,6% das empresas com 500 funcionários ou mais apresentaram inovação. O percentual caiu para 70,8% quando analisadas apenas as empresas com 250 a 499 funcionários, e para 59,3% no caso das empresas que têm de 100 a 249 empregados.

Considerando-se o tipo de inovação, 34,4% das empresas inovaram tanto em produtos quanto em processos de negócios, enquanto 16,6% só fizeram inovações em processos e 13,6% só inovaram em produtos.

Em relação aos produtos inovadores, 68% eram novos apenas para a empresa (ou seja, já eram usados em outras empresas do mercado), 27,6% eram novidades para o mercado nacional (usado em outros países, mas não no Brasil) e 4,4% eram inovações para o mercado mundial.

Já em relação aos processos de negócios, 31,7% eram voltados para a organização do trabalho; 29,4% para a produção de bens ou fornecimento de serviços; 27,9% para marketing; 27,6% para processamento de informação e comunicação; 25,7% para práticas de gestão ou relações externas; 18% para contabilidade e operações administrativas e 17,2% para logística, entrega ou distribuição.

Dentre as empresas inovadoras, 32,9% cooperaram com outras empresas ou consumidores para fazer suas inovações. A maioria das cooperações foi com fornecedores (27,1%), consultores (22,3%), clientes (20,2%) e infraestrutura de ciência e tecnologia (19,9%).

Também foram observadas cooperações com outras empresas do grupo (12,4%), start-ups (9,9%) e até concorrentes (3,2%).

Dificuldades

Entre as empresas inovadoras, 47,6% encontraram problemas ou obstáculos para inovar em 2023, abaixo, por tanto, dos percentuais de 2022 (47,9%) e de 2021 (59,1%). 

“Empresas sempre enfrentaram problemas e obstáculos na sua inovação, sejam empresas inovadoras ou não. No caso do das inovadoras, vários aspectos atrapalham, incluindo problemas no seu processo inovativo. No caso das não inovadoras, na maioria das vezes, essas questões impedem que as inovações sejam realizadas”, destaca Peixoto.

Em 2023, as principais dificuldades enfrentadas foram instabilidade econômica (44,2%), capacidade limitada de recursos internos (42,1%) e acirramento da concorrência (41,4%).

Foram constatados também problemas como mudanças nas prioridades estratégicas (37,6%), baixa atratividade da demanda (36,9%), limitações tecnológicas externas à empresa (36,4%), dificuldade em estabelecer parcerias (34,8%) e dificuldades para obtenção de apoio público (33,9%).

Entre as empresas não inovadoras, 21,7% encontraram problemas e obstáculos para inovar, abaixo dos 28,3% de 2022 e dos 33,9% de 2021. Os principais motivos apontados foram instabilidade econômica (21,2%), baixa atratividade da demanda (19,2%) e acirramento da concorrência (19%).

De acordo com o IBGE, 36,3% das empresas inovadoras utilizaram apoio público para inovar, menos que os 39% de 2022. Entre os instrumentos usados por essas indústrias, em 2023, destacam-se incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento (P&D) e à inovação tecnológica (26,4%), financiamento exclusivo para máquinas e equipamentos utilizados para inovar (10,5%) e financiamento a projetos de P&D (6,5%).

“Atividades de inovação são atividades que têm riscos e certezas e, às vezes, o apoio público vem para diminuir um pouco esses riscos, principalmente no longo prazo”, ressalta o pesquisador. 

“De 2022 para 2023, praticamente todos os instrumentos tiveram uma queda, exceto o incentivo a fiscal à P&D e à inovação tecnológica, ou seja, ao uso da Lei do Bem, que teve um pequenino aumento de 26,2% para 26,4%”.

O levantamento do IBGE mostrou ainda que empresas inovadoras tiveram interesse em utilizar apoio público mas acabaram não usando. Entre os principais interesses estavam incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento (P&D) e à inovação tecnológica (29,7%), financiamento exclusivo para máquinas e equipamentos utilizados para inovar (25,8%) e financiamento a projetos de P&D (22,5%).

Pesquisa & desenvolvimento

O IBGE também fez um levantamento sobre as indústrias que investiram em P&D no país. Em 2023, o percentual era de 34,3%, pouco abaixo da taxa do anterior (34,4%), mas acima da de 2021 (33,9%).

“Entre as empresas menores, teve um aumento na incidência de empresas de 100 a 249 [funcionários] que realizaram na P&D, de 25,3% [em 2021 e 2022] para 26,5% [em 2023], mas houve uma queda bem razoável nas grandes empresas [acima de 500 funcionários], que vem caindo desde 2021 [quando o percentual era 56,3%], chegando agora em 50,3%”, destaca Peixoto.

Os setores com mais empresas que investiram em P&D foram farmoquímica e farmacêutica (67,8%), equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (66,9%) e produtos químicos (63%). 

Por outro lado, as atividades com menor taxa de dispêndio em P&D foram couro, artigos de viagens e calçados (15,6%), produtos têxteis (14,3%) e produtos de madeira (10,3%).

Segundo o IBGE, 53,1% das empresas inovadoras investiram em P&D, em 2023, acima dos percentuais de 2022 (50,6%) e de 2021 (48,1%).

Em relação às expectativas futuras, 59,1% das empresas inovadoras que investiram em P&D planejavam manter seus dispêndios em 2024, 37,4% tinham intenção de aumentar e apenas 3,5% pretendiam diminuir esses dispêndios. Já para 2025, 49,1% pretendiam ampliar; 48,8%, manter; e 2,1%, diminuir.


Fonte: Agência Brasil

Congresso antecipa votação do orçamento 2025 para esta quinta-feira

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O Congresso Nacional antecipou a votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 para a tarde desta quinta-feira (20), a partir das 15h. Antes, a Comissão Mista do Orçamento (CMO) deve aprovar o relatório final apresentado na madrugada de hoje pelo relator, o senador Angelo Coronel (PSD-BA).

Segundo o parecer do relator, o orçamento da União terá um superávit primário de R$ 15 bilhões neste ano, contra um déficit de R$ 11 bilhões em 2024. No ano passado, não foram incluídos no cálculo os R$ 32 bilhões usados para minorar a catástrofe climática do Rio Grande do Sul (RS). Os gastos primários são aqueles que excluem os recursos gastos com a dívida pública.

Até ontem, a previsão era de que a CMO votaria o parecer do relator apenas na tarde da sexta-feira (21), o que empurraria a votação nos plenários da Câmara e do Senado para a semana que vem. 

Porém, após o Congresso marcar a sessão conjunta para esta quinta-feira, a CMO antecipou o calendário de votação para analisar o parecer nesta manhã.

Em vídeo divulgado a jornalistas, o relator Ângelo Coronel disse que a antecipação se deveu a “eficiência” e “boa vontade” da consultoria do Senado e de sua equipe de gabinete, que fizeram as adequações no projeto após as modificações solicitadas pelo governo.

“Estamos trabalhando para resolver tudo nesta quinta-feira. É uma peça que está com muito atraso. E foi até bom esse atraso porque deu tempo do governo modificar várias rubricas [despesas]. Até essa terça-feira, veio ofício do governo solicitando modificações”, afirmou o parlamentar.

O PLOA foi enviado em agosto do ano passado e, de acordo com a Constituição, deveria ser aprovado até dezembro de 2024. Porém, por falta de acordo, a votação foi transferida para este ano.

O atraso na aprovação do orçamento da União de 2025 limita os gastos mensais do governo a apenas 1/12 do total que foi definido para cada mês de 2024. 

Com isso, os reajustes ao funcionalismo público e diversas despesas e investimentos ficam congelados esperando a votação.

Fonte: Agência Brasil

Outono começa com previsão de temperaturas acima de média

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O outono é considerado por muitos como a estação mais bonita do ano com céu azul intenso, temperaturas mais agradáveis que o verão e uma bela luminosidade. O outono no Brasil começou nesta quinta-feira (20), à 6h01 e termina no dia 20 de junho, às 23h42min (horário de Brasília).  

O outono é uma estação considerada de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, principalmente no Brasil Central. Neste período, as chuvas são mais escassas no interior do Brasil, em particular no semiárido nordestino

Segundo o prognóstico climático da estação produzido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão do Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nas regiões Norte e Nordeste ainda são registrados volumes importantes de chuva, em associação a atividade convectiva tropical e atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

A estação também é caracterizada por incursões de massas de ar frio oriundas do sul do continente que provocam o declínio das temperaturas do ar, principalmente na Região Sul e parte da Região Sudeste.

Durante o outono, observam-se as primeiras ocorrências de fenômenos adversos, típicos do período, como nevoeiros nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; geadas nas regiões Sul e Sudeste e em Mato Grosso do Sul; neve nas áreas serranas e nos planaltos da Região Sul e friagem no sul da Região Norte e nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e até mesmo no sul de Goiás.

Região Sudeste

A previsão para o outono indica predomínio de chuvas abaixo da média histórica em toda a região. Contudo, não se descartam eventos de chuvas intensas na porção leste da região, devido a passagem de sistemas frontais sobre o oceano, que podem provocar instabilidades para estas áreas.

Para a temperatura, as previsões indicam valores acima da média histórica nos próximos meses. No entanto, há a possibilidade de incursões de massas de ar frio nos próximos meses, que poderão provocar queda nas temperaturas, especialmente em regiões de maior altitude.

Região Sul

A previsão indica condições desfavoráveis para as chuvas, com predomínio de chuvas abaixo da média histórica principalmente sobre os estados do Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul. No centro-sul do Rio Grande do Sul, a expectativa é de condições de chuvas variando entre próximas a acima da média.

Quanto às temperaturas, a previsão indica predomínio de valores acima da média histórica em grande parte da região. Entretanto, não se descarta a entrada das primeiras incursões de massas de ar frio em 2025 nos próximos meses, que podem provocar declínio de temperaturas na região, e de forma mais acentuada em regiões de maior altitude.

Região Centro-Oeste

A tendência para o outono é de chuvas abaixo da média histórica em grande parte da região. Porém, vale notar que é comum a redução de chuvas a partir de abril que representa um mês de transição entre o período chuvoso e o período seco desta região. Quanto às temperaturas, a previsão indica predomínio de valores acima da média histórica nos próximos meses.

Região Nordeste

A previsão climática indica condições desfavoráveis para as chuvas, com predomínio de condições de chuvas abaixo da média histórica no centro-sul da região. Assim como para a Região Norte, são previstas chuvas mais regulares sobre a porção norte da região, devido a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul de sua posição climatológica.

São previstos valores de temperatura do ar acima da média histórica em grande parte da região nos próximos meses. Entretanto, temperaturas mais amenas poderão ser registradas sobre a costa norte da região em relação a porção central (interior), devido a ocorrência de dias consecutivos de chuva.

Região Norte

A previsão climática, realizada pelo INMET/CPTEC-INPE para os meses de abril a junho de 2025, indica condições favoráveis para o predomínio de chuvas acima da média histórica no centro-norte da Região Norte. Para as áreas do sul da Região Norte, a previsão é de condições favoráveis para chuvas próximas ou abaixo da média durante o trimestre.

A temperatura média do ar é prevista para prevalecer acima da média histórica em praticamente toda a região, com valores podendo atingir 1 a 2ºC acima da média, no sudeste do Pará e oeste do Tocantins.

Hortaliças

O agrônomo Ítalo Ludke, chefe de transferência e tecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Hortaliças, explica que nesta época do ano, no Centro-Oeste, é quando os produtores de hortaliças começam a preparar as áreas e cultivos em campo aberto. No Distrito Federal, se iniciam os plantios de morango em campo aberto.

“Só se começa a fazer o plantio protegido em outubro, quando começa a chover. Assim ocorre com várias outras culturas, tomate, pimentão, brócolis, folhosas como alface, couve, os temperos, é possível fazer nessa época com irrigação na região Centro-Oeste onde tem esse período bem definido de chuva e seca, os produtores fazem esse cultivo de hortaliças em campo aberto, sem proteção nenhuma. Nessa região do Centro-Oeste que se expande para parte do Sudeste e parte do Nordeste, tem predomínio de produção de hortaliças em campo aberto”, disse o agrônomo.

Ele acrescenta que as cenouras que são cultivares adaptadas a esse período mais ameno, mais fresco, são plantadas em março e abril. “Alho praticamente em todo o país é plantado agora em março, abril e maio e a colheita é feita de setembro a novembro. Cebola também é plantada de março a maio e começa a colheita em junho e julho”.

Fonte: Agência Brasil

Saúde realiza na próxima segunda-feira o Dia D de combate à tuberculose

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Vacinação com a BCG ajuda prevenir formas graves da doença, mas não garante 100% de eficácia na prevenção da tuberculose pulmonar (Foto: Iron Braz)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza, na próxima segunda-feira (24/03), o Dia “D” de combate à tuberculose. Nesta mesma data é celebrado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose. A data reforça a importância do combate à doença que ainda representa um desafio para a saúde pública.

Na ocasião, será lançada a Campanha Tuberculose: Tem Prevenção, Tem Tratamento e Tem Cura nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Noroeste (às 8h30) e Itaipu (às 14h), em Goiânia, com ações de conscientização e atendimento à população, uma parceria entre a SES e a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia.

Para fortalecer as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose durante o mês de março, instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o mês de conscientização sobre a doença, a SES realiza;

  • campanhas de conscientização,
  • busca ativa de casos
  • e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Apesar do aumento no número de casos, Goiás mantém um dos menores coeficientes de incidência entre os estados brasileiros, ocupando a terceira menor posição.

  • Em 2021 foram registrados 980 casos,
  • 1.084 casos em 2022,
  • 1.182 casos em 2023,
  • 1.077 casos em 2024,
  • e neste ano, são 132 casos registrados.

Além disso, a SES, em parceria com o Conselho Regional de Medicina de Goiás, realiza no dia 21 de março de 2025, das 08 às 17h30, um curso de atualização sobre tuberculose para profissionais da saúde, abordando desafios e avanços no diagnóstico e no manejo de casos graves.

Em parceria com o Hospital de Doenças Tropicais (HDT), a SES participa também do Projeto Acolher – HDT nas Escolas, que será realizado nesta quinta-feira (20/03), no Colégio Militar Major Oscar Oscar Alvelos, no Setor Parque Atheneu, em Goiânia.

O coordenador do Programa Estadual de Controle da Tuberculose e Micobactérias não Tuberculosas da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (Suvisa) da SES, Emílio Alves Miranda, ressalta que a doença ainda é um desafio para a saúde pública.

“Temos avançado na adesão dos profissionais de saúde para o diagnóstico da doença por meio das capacitações realizadas nos municípios. O diagnóstico e a adesão do paciente ao tratamento são essenciais para reduzirmos o número de casos e óbitos em Goiás”, reforça Emílio.

Ações contínuas

A SES recomenda que os municípios e serviços de saúde desenvolvam ações contínuas, como:

  • a intensificação da busca ativa por “sintomáticos respiratórios” na população,
  • estabelecimento de parcerias intersetoriais para apoio às populações em situação de vulnerabilidade social,
  • divulgação de boletins epidemiológicos com dados atualizados sobre a doença nos municípios,
  • campanhas educativas para conscientizar sobre:
    • prevenção,
    • sintomas,
    • diagnóstico precoce
    • e tratamento gratuito.

A SES-GO também orienta sobre a importância da adesão ao tratamento e da desestigmatização da doença, além de atividades de treinamento junto às equipes de saúde locais, visando a capacitação nas atividades de vigilância epidemiológica, prevenção, diagnóstico e tratamento.

Saúde realiza na próxima segunda-feira o Dia D de combate à tuberculoseSaúde realiza na próxima segunda-feira o Dia D de combate à tuberculose
Diagnóstico da tuberculose é realizado por meio da avaliação dos sintomas, exames laboratoriais, coleta de escarro e exames de imagem, todos disponibilizados gratuitamente na rede pública de saúde (Foto: SES-GO)

Tratamento gratuito na rede do SUS

O diagnóstico da tuberculose é realizado por meio da avaliação dos sintomas, exames laboratoriais, coleta de escarro e exames de imagem, todos disponibilizados gratuitamente na rede pública de saúde.

Pessoas com sintomas devem procurar a unidade básica de saúde mais próxima para avaliação clínica, realização de exames diagnósticos e início do tratamento, caso necessário. Profissionais de saúde e a população devem estar atentos aos sintomas respiratórios, que podem ser semelhantes aos de outras doenças respiratórias comuns no período, como a Covid-19 e Influenza.

Apesar da gravidade, a tuberculose tem cura.

O tratamento é gratuito e fornecido pelo SUS, com duração mínima de seis meses, dependendo da forma clínica da doença. A adesão ao tratamento é fundamental, pois sua interrupção pode prejudicar tanto o paciente quanto a saúde pública, aumentando o risco de transmissão e o desenvolvimento de resistência aos medicamentos.

A doença

A tuberculose é causada por um bacilo que afeta principalmente os pulmões e pode se agravar, levando, inclusive, ao óbito. Quando não diagnosticada precocemente e tratada adequadamente, a doença pode evoluir para diversas complicações, resultando em internação hospitalar, perda da produtividade econômica e comprometimento da renda familiar devido aos custos com o tratamento, podendo, em alguns casos, levar à morte.

Em Goiás foram registrados:

  • 90 óbitos em 2021,
  • 116 óbitos em 2022,
  • 103 óbitos em 2023,
  • 106 óbitos em 2024,
  • e neste ano nenhum óbito foi registrado.

A transmissão ocorre por via respiratória, por meio da inalação de aerossóis produzidos pela tosse, espirro ou fala de pessoas infectadas que não estão em tratamento. Os principais sintomas incluem tosse persistente, com ou sem catarro, perda acentuada de peso, febre no período da tarde e suor excessivo à noite.

A vacinação com a BCG ajuda a prevenir formas graves da doença, mas não garante 100% de eficácia na prevenção da tuberculose pulmonar. No calendário vacinal, a BCG é destinada a crianças de 0 a 4 anos, 11 meses e 29 dias. Para adultos, a prevenção ocorre por meio do tratamento da infecção latente, quando a doença ainda não se manifestou.

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Fonte: Portal Goiás

Eliminatórias: Brasil enfrenta Colômbia no Mané Garrincha

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A seleção brasileira inicia a sua trajetória no ano de 2025 enfrentando a Colômbia, a partir das 21h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (20) no estádio Mané Garrincha, em Brasília, em partida válida pela 13ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. A Rádio Nacional transmite ao vivo.

Ocupando a 5ª posição da classificação com 18 pontos, o Brasil enfrenta a Colômbia (4ª colocada das Eliminatórias com 19 pontos) sabendo que vencer é muito importante para se aproximar da líder Argentina (que tem 25 pontos). Os Hermanos serão os próximos adversários da seleção, na próxima terça-feira (25), a partir das 21h, no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (Argentina).

“São dois jogos cruciais, estamos focando jogo a jogo. O mais importante é esse da Colômbia por conta da tabela. Queremos iniciar bem, somar três pontos, para depois pensar na Argentina. Sabemos que jogamos melhor aqui, onde temos mais espaço, então estamos esperançosos para fazer dois jogos bom e encaminhar a classificação”, declarou o técnico Dorival Júnior.

Havia a expectativa de que Neymar poderia retornar à seleção no confronto com a Colômbia, mas o camisa dez do Santos acabou cortado por causa de uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda. “Sobre o Neymar, é natural que a gente monte todo um trabalho em cima de um jogador. Acabou não acontecendo por um problema, temos que respeitar isso e aguardar na torcida que ele se recupere logo”, afirmou Dorival.

Diante de adversários tão desafiadores, o Brasil ainda busca a sua melhor formação no ataque. Em razão disso o técnico Dorival Júnior pode optar por algumas novidades na equipe titular. Uma delas pode ser a entrada de João Pedro na posição de centroavante.

“É um jogo importante [contra a Colômbia], dentro da nossa casa, contra uma grande seleção. Acho que temos que focar essa semana, fazer um grande trabalho, para apresentar um bom futebol e poder vencer a partida”, declarou o jogador de 23 anos de idade formado no Fluminense e que atualmente defende o Brighton (Inglaterra).

Assim, uma possível escalação da seleção brasileira para o jogo com a Colômbia é: Alisson; Vanderson, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; Bruno Guimarães e Gerson; Rodrygo, Raphinha e Vinicius Júnior; João Pedro.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite Brasil e Colômbia com a narração de André Luiz Mendes, comentários de Rodrigo Campos, reportagem de Bruno Mendes e Rodrigo Ricardo e plantão de José Roberto Cerqueira. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui:



Fonte: Agência Brasil