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CLDF homenageia mulheres do rock em sessão solene

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Iniciativa visa reconhecer e celebrar as contribuições e trajetórias de profissionais que integram a cadeia produtiva do rock na Capital Federal

A Câmara Legislativa realiza, na próxima segunda-feira (17), sessão solene com o tema “Mulheres do Rock: cultura, trabalho e políticas públicas para o fortalecimento da cena independente no Distrito Federal”. De autoria da deputada Dayse Amarilio (PSB), o evento ocorrerá no plenário da Casa, às 19h, e será transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital.

A iniciativa visa reconhecer e celebrar as contribuições e trajetórias de artistas, produtoras, técnicas de som, iluminadoras, roadies, fotógrafas, gestoras culturais, comunicadoras, comerciantes e demais profissionais que integram a cadeia produtiva do rock em Brasília.

No requerimento da solenidade, Dayse Amarilio ressaltou que o objetivo é dar visibilidade e conferir o devido reconhecimento público a essas profissionais. “Sendo o Distrito Federal um berço histórico e um polo de relevância nacional para a cultura rock, é necessário que esta Casa Legislativa atue ativamente para garantir que as mulheres tenham condições de protagonizar, produzir e trabalhar nesse espaço com dignidade, equidade de gênero, respeito e igualdade de oportunidades”, argumentou.

O evento também tem por finalidade a construção de políticas públicas efetivas a partir do debate sobre os desafios estruturais, como a desigualdade de oportunidades, a baixa representatividade em grandes festivais e a ausência de mecanismos específicos de proteção e incentivo.

Serviço:
Sessão solene em homenagem às mulheres do rock
Data: 17 de agosto
Horário: 19h
Local: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

Fonte: Agência CLDF

Na era da IA, inclusão digital deve ser crítica, defende educadora

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O crescente uso de tecnologias como a internet, com destaque para a inteligência artificial (IA), deve ser acompanhado de pensamento crítico e não apenas entregá-las nas mãos de estudantes e professores.

A avaliação é da educadora Daniela Costa, consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para o Brasil. 

“Até um determinado momento, a gente pensava em inclusão digital. Agora, a gente acrescentou duas palavrinhas: tem que ser uma educação, uma inclusão digital significativa e crítica”.

Daniela Costa é coordenadora da pesquisa TIC Educação, desenvolvida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), uma organização sem fins lucrativos.

“Não dá mais para pensar só em entregar as tecnologias nas escolas, a gente precisa pensar em objetivos, motivos, riscos, oportunidades, o que fazer com as tecnologias e como educar os alunos para um uso mais crítico”, defendeu.

Encontro de educadores

A especialista participou do 4º Encontro de Educadores do Século XXI – Inteligência Artificial e o Futuro da Educação, realizado nesta sexta-feira (14), no Rio de Janeiro. O evento é organizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Para abordar o tema, a consultora da Unesco apresentou dados que refletem avanços e preocupações sobre a relação entre estudantes com o ensino.

Pelo lado do avanço, ela mostrou que, na China, gravações de aulas de alta qualidade distribuídas a 100 milhões de estudantes rurais melhoraram os resultados deles em 32%. Além disso, diminuíram a desigualdade salarial entre populações urbanas e rurais em 38%.

Entre as preocupações, ela citou que a “simples proximidade” de um aparelho celular era capaz de distrair os estudantes e provocar um impacto negativo na aprendizagem em 14 países.

Para a professora, existe uma correlação negativa entre o excesso de uso de tecnologias digitais e a aprendizagem dos estudantes.

“Eu estou em aula, os meus alunos pegam o celular e pronto, acabou. Eles não têm mais atenção”.

Ela lembra que o Brasil tem Lei Federal 15.100, de janeiro de 2025, que proíbe uso de celular durante a aula, recreio ou intervalos.

Daniela apresentou dados do Cetic.br de que, no início de 2026, 51% das escolas afirmam que os estudantes não podem sequer levar o celular para a escola.

“Essas regras vão se tornando mais brandas de acordo com o nível de ensino”, complementa ela, apontando que no ensino médio, essa regra cai para 31% dos estabelecimentos.

“O celular tem que ficar em bolso, acessórios ou em locais da escola”, explica.

Pesquisa em vídeos

Daniela Costa chamou atenção também para o fato de que aplicativos de vídeo como YouTube e TikTok foram apontados por estudantes de ensino médio como o recurso digital mais utilizado para fazer pesquisas para trabalhos escolares.

O levantamento mostra que esses vídeos são utilizados por 89% dos alunos.

“A gente passa de uma pesquisa usando a linguagem verbal para uma pesquisa visual. É assistir um vídeo para se informar”, constata.

A segunda forma mais comum de pesquisa são sites de buscas, como o Google, utilizado por 88% dos estudantes.

Na sequência figuram sites como blogs e Wikipédia (72%) e plataformas de IA (70%). Livros digitais são a quinta forma mais comum (65%).

Ela assinala que apenas um terço dos estudantes brasileiros afirmam terem sido orientados sobre erros das IAs.

Sociedade e professores

A educadora acrescentou que dados revelam que os professores são referências para os alunos em como utilizar as tecnologias digitais.

De 2022 para 2024, o percentual de estudantes que declararam se informar sobre o uso com os professores passou de 44% para 56%.

No entanto, ela destacou a queda na proporção de professores que informaram terem passado por formação continuada sobre tecnologias digitais nos processos de ensino e aprendizagem.

Em 2021, 65% dos docentes declararam participação. Em 2024, eram 54%. “Esse número é baixo. Essa proporção representa metade dos professores”, lamenta.

“É como se, durante a pandemia, precisávamos falar sobre isso. Depois, não precisamos mais”, criticou.

Para a consultora da Unesco, é importante que a sociedade “se comprometa com esse ator que é o professor, o educador”.

“Não existe uma sociedade sem escolas, não existe uma sociedade sem professores, não existe educação e desenvolvimento integral dos estudantes sem esses elementos”, defende.

Fonte: Agência Brasil

Dia da Habitação é tema de sessão solene nesta segunda-feira

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Cerimônia debaterá acesso à moradia digna, à regularização fundiária, à infraestrutura urbana e às políticas públicas para redução do déficit habitacional

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realiza na próxima segunda-feira (17) uma sessão solene em comemoração ao Dia da Habitação. O evento acontecerá no auditório da CLDF, a partir das 19h, com transmissão ao vivo pela ‎TV Câmara Distrital e Youtube. A comemoração é uma iniciativa do presidente da Câmara, deputado Wellington Luiz (MDB).

Na opinião do deputado, a habitação é “um direito social fundamental assegurado pela Constituição Federal e constitui um dos principais pilares para a promoção da dignidade da pessoa humana, da inclusão social e da melhoria da qualidade de vida da população”.

Segundo ele, a celebração do Dia da Habitação “representa uma oportunidade para refletir sobre os avanços e os desafios relacionados ao acesso à moradia digna, à regularização fundiária, à infraestrutura urbana e às políticas públicas voltadas à redução do déficit habitacional”. A sessão também é uma oportunidade para reconhecer o trabalho desenvolvido por instituições públicas, entidades da sociedade civil, profissionais da área e movimentos que atuam na promoção do direito à moradia.

“No Distrito Federal, o tema da habitação possui especial relevância diante da constante demanda por programas habitacionais, da necessidade de planejamento urbano e da busca por soluções que garantam cidades mais inclusivas, sustentáveis e acessíveis para todos”, justificou o distrital, acrescentando que a sessão contribuirá para ampliar o diálogo entre o poder público, especialistas, entidades representativas e a sociedade civil, fortalecendo a construção de políticas públicas que assegurem o direito à habitação e promovam o desenvolvimento urbano com justiça social.

Fonte: Agência CLDF

Erupção do Etna prolonga fechamento de aeroporto na Sicília

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 Os voos no aeroporto de Catânia, na Sicília, permanecerão suspensos até o início da manhã deste sábado (15) devido às cinzas resultantes da atividade vulcânica do Monte Etna, que forçou o cancelamento ou o redirecionamento de centenas de voos na última semana.

Todas as chegadas ao aeroporto, o quinto mais movimentado da Itália em tráfego de passageiros, ficarão suspensas até as 2h da manhã do dia 15 de agosto, informou a operadora do aeroporto, a SAC, em comunicado divulgado ontem.

Os passageiros foram orientados a verificar o status de seus voos junto às respectivas companhias aéreas antes de se dirigirem ao aeroporto.

As restrições prolongadas ocorrem no auge da temporada de férias de verão, afetando milhares de passageiros, e têm exercido pressão adicional sobre outros aeroportos da Sicília.

O Monte Etna, o vulcão mais alto e mais ativo da Europa, frequentemente interrompe as operações no aeroporto de Catânia, cuja operadora iniciou a venda de uma participação de pelo menos 51% em maio.

A cinza vulcânica é considerada um dos riscos mais graves para a aviação, pois pode danificar os sistemas das aeronaves e causar falhas nos motores a jato.

Em 1982, um Boeing 747 da British Airways perdeu temporariamente a potência em todos os quatro motores, após voar por uma nuvem de cinzas do Monte Galunggung, na Indonésia, antes que a tripulação conseguisse reiniciá-los com segurança.

A interrupção atual é a mais grave a afetar o aeroporto de Catânia em pelo menos duas décadas, segundo fontes da SAC citadas pela agência de notícias italiana Ansa.

Entre 6 e 12 de agosto, cerca de 630 voos foram desviados para outros aeroportos, enquanto mais de um terço dos 1.974 voos programados em Catânia foram cancelados.

* É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

BC decreta liquidação extrajudicial de instituições do Grupo Simpala

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O Banco Central (BC) decretou nesta sexta-feira (14) a liquidação extrajudicial de duas empresas do Grupo Simpala. As instituições que foram afetadas com a medida foram a Simpala Lançadora e Administradora de Consórcios e a Simpala S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, ambas com sede em Porto Alegre (RS).

Além da liquidação, o Banco Central determinou que, partir de hoje, os bens dos controladores e dos ex-administradores das instituições que sofreram a liquidação extrajudicial ficarão indisponíveis. 

Segundo o Banco Central, a decisão foi motivada tanto pelo comprometimento da situação econômico-financeira das instituições – porque o BC identificou possíveis riscos a credores – quanto pelo fato das duas instituições terem cometido “graves violações às normas que disciplinam suas atividades”. 

O Banco Central informou que as duas empresas tem baixa participação no mercado. A administradora representa 0,1% dos consorciados ativos e 0,1% dos recursos a coletar dos grupos de consórcio. Já a financeira, em junho de 2026, detinha 0,004% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Por meio de nota, o BC informou, ainda, que continuará a investigar quem são as pessoas responsáveis pelos problemas que levaram à liquidação das empresas, apurando se houve descumprimento de leis ou normas regulatórias. 

“O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes”, diz a nota do Banco Central. 

Procurado pela Agência Brasil, o Grupo Simpala ainda não se pronunciou sobre a decisão do Banco Central. 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Cláudio Castro é alvo da segunda fase da Operação Sem Refino

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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (14) a segunda fase da Operação Sem Refino, que tem como um dos alvos o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. Nesta etapa, estão sendo apuradas fraudes na concessão de licenças ambientais para uma refinaria, além de indícios de lavagem de dinheiro relacionada ao esquema investigado.

Dezesseis mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, a operação também investiga suspeita de crimes de gestão fraudulenta e temerária, sonegação fiscal, evasão de divisas, manipulação de mercado, contra a ordem econômica e irregularidades na comercialização de combustíveis.

A nova fase da Operação Sem Refino é um desdobramento da primeira fase, deflagrada em maio deste ano pela PF, quando passou a apurar a atuação de grupo econômico do setor de combustíveis suspeito de beneficiar a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.

Em nota assinada pelo advogado Carlo Luchione, a defesa de Cláudio Castro negou qualquer participação em irregularidades envolvendo a Refit e diz que o endereço alvo de buscas em Petrópolis não tem, “há meses”, ligação com o ex-governador.

“A defesa ainda desconhece o conteúdo integral da denúncia e dos elementos que fundamentaram a operação e aguarda que os advogados tenham acesso aos autos para se manifestar de forma mais detalhada.” A nota diz ainda que todos os atos praticados por Castro durante sua gestão “seguiram critérios técnicos, jurídicos e administrativos previstos na legislação”.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

STF dá 2 anos para Congresso regulamentar mineração em terra indígena

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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (13) confirmar prazo de 24 meses para o Congresso aprovar uma lei e regulamentar a participação de indígenas na exploração mineral legal de seu território.

A Corte referendou uma decisão individual do ministro Flávio Dino, que, em fevereiro deste ano, reconheceu a omissão constitucional do Legislativo para tratar da matéria.

A decisão foi motivada por uma ação protocolada pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga (PATJAMAAJ) para que o Supremo reconheça a falta de aprovação de uma lei para que os indígenas tenham participação nos resultados do aproveitamento dos recursos hídricos e minerais presentes no território indígena, que está localizado em Rondônia.

A entidade alegou que os cinta larga sofrem constantes ameaças de invasão por garimpeiros e com conflitos violentos relacionados à exploração ilegal de minerais, fatores que provocam a falta de renda e a exclusão econômica dos indígenas.

Ao referendar a decisão de Dino, o plenário também definiu balizas para a exploração mineral, que deverão ser seguidas enquanto o Congresso não editar a lei.

  • A exploração deverá contar com a autorização dos indígenas. 
  • A autorização para mineração não poderá ultrapassar o uso de 1% da Terra Indígena Cinta Larga.
  • Estudos de impacto e planos de manejo sustentável também serão obrigatórios.
  • A fiscalização deverá ser feita pelo Ministério Público Federal (MPF).

Belo Monte

No ano passado, Dino determinou que comunidades indígenas afetadas pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, localizada no Pará, tenham participação nos lucros da usina.

Conforme a liminar, as comunidades deverão receber 100% do valor que é repassado pela concessionária para a União. O ministro também deu prazo de 24 meses para o Congresso aprovar uma lei específica para tratar do assunto. 

Fonte: Agência Brasil

Enade divulga resultado de recurso sobre atendimento especializado

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulga nesta sexta-feira (14) o resultado final dos recursos contra o indeferimento do pedido de atendimento especializado no dia de aplicação das provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2026 para cursos de bacharelado e tecnologia.

A publicação dos resultados ocorre exclusivamente pelo Sistema Enade. Para acessá-los, é preciso ter a senha da plataforma Gov.br.

O atendimento especializado é destinado aos participantes que necessitam de recursos específicos para realizar a prova em condições de igualdade com os demais candidatos, conforme as situações previstas no edital do exame. Entre elas estão as de pessoas com deficiência (PCD), gestantes, lactantes, diabéticos e idosos.

Provas

A aplicação da prova do Enade ocorrerá em 29 de novembro, em todos os estados e no Distrito Federal.

O exame terá duração total de quatro horas e será composto por duas partes. A primeira trata da formação geral e terá 15 questões de múltipla escolha.

A outra será específica de cada uma das 18 áreas avaliadas em cursos de bacharelado e tecnologia, entre elas: arquitetura e urbanismo, várias engenharias, ciências da computação e química.

A parte de componente específico de cada área de avaliação terá 30 questões de múltipla escolha e uma discursiva.

Esses dados contribuem para subsidiar os processos de avaliação de cursos de graduação e das instituições de educação superior (IES) e para compreender os resultados dos concluintes das graduações analisadas no Enade 2026.

Os candidatos também devem responder ao Questionário do Estudante. As informações servem para caracterizar o perfil dos participantes e o contexto de sua formação de nível superior.

Enade

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos estudantes ao fim dos cursos de graduação com o objetivo de verificar a aprendizagem dos conteúdos previstos nas diretrizes curriculares do curso, além do desenvolvimento de competências e habilidades necessárias à formação geral e profissional.

Os resultados do Enade e as respostas dos candidatos ao Questionário do Estudante são utilizados na composição dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior dos cursos e das instituições de ensino.

 

Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa celebra cinco anos da Universidade do Distrito Federal (UnDF)

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu sessão solene, na manhã desta sexta-feira (14), para celebrar os cinco anos de fundação da Universidade do Distrito Federal Prof. Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). A solenidade foi uma iniciativa do deputado Gabriel Magno (PT), que destacou a importância da instituição para o DF. 

“Celebramos os cinco anos de vida da UnDF, o que é sem dúvida um marco muito importante para a história educacional da nossa cidade. A universidade é fundamental não só para a formação acadêmica, mas também para uma formação de vida, uma formação social. É importante ressaltar que esta Câmara Legislativa esteja realizando esta comemoração aqui neste plenário, que foi tão decisivo na aprovação da própria lei que criou esta universidade”, ressaltou Gabriel Magno. 

A reitora da UnDF, professora doutora Fernanda Marsaro dos Santos, destacou o amadurecimento institucional da universidade. “É uma universidade jovem, que segue em direção à sua consolidação. Completamos cinco anos, mas a construção de uma universidade é um projeto de longo prazo. As pessoas passam e hoje eu estou colhendo frutos do resultado do trabalho de outras pessoas que vieram antes de mim. Celebrar os 5 anos desta universidade nesta Câmara Legislativa é algo especial, pois esta Casa foi fundamental para a transformação de uma previsão legal em uma instituição de fato, concreta”, observou. 

A professora Dayse Rayane e Silva Muniz, representando o Sindicato dos Docentes do DF (Sindun-DF) ressaltou a importância de se valorizar a manutenção do corpo docente da UnDF. “Não basta abrir as portas da universidade. É preciso garantir que os alunos permaneçam com a gente. Também precisamos valorizar a carreira do docente. Já perdemos docentes maravilhosos por questões de carreira, infelizmente”, reivindicou.

 

(David Calaça/Agência CLDF)

Wilson Conciani, membro do Conselho de Educação do DF (CEDF), ressaltou o caráter humano da instituição. “A universidade é o ponto de partida para a construção de uma nova sociedade. Implantar uma instituição não é construir prédios, isso é fácil. Difícil é compor o corpo técnico, o corpo docente, contratar pessoas que institucionalizem ideias e conceitos”, destacou. Leila Gottens, representando a direção executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPCS), lembrou a importância do plano de educação para o aprimoramento da universidade. “Temos um compromisso com a ampliação e aprofundamento do plano de educação do Distrito Federal. Precisamos deixar este legado para a construção de uma sociedade mais justa, mais democrática e com mais equidade”, frisou. 

A estudante Francismara Soares Xavier ressaltou a importância da universidade para sua formação acadêmica e de vida. “Me sinto muito honrada por estar aqui hoje, pois se não fossem as políticas públicas eu não estaria aqui. Sou uma mulher negra, mãe de quatro filhos, mãe atípica que mora na periferia. Represento várias pessoas como eu. A UnDF foi um sonho na minha vida, pois quando entrei eu pude constatar minha capacidade e me reconectar a mim mesma. A universidade é um divisor de águas para mim”, afirmou. A estudante também fez reivindicações de melhorias para a instituição que foram recebidas pela reitora durante a solenidade. A íntegra da sessão solene está disponível no canal da TV Câmara Distrital no YouTube. 

Fonte: Agência CLDF

Audiência discutirá lei específica para a saúde complementar no DF

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Hospital de Ceilândia: encontro abordará o papel das instituições privadas que atuam em parceria com o SUS, por meio de contratos e convênios

A Câmara Legislativa fará, nesta segunda-feira (17), às 15h, audiência pública para debater a saúde complementar no Distrito Federal. O encontro será no plenário da Casa e reunirá representantes do setor, autoridades públicas, profissionais da área e membros da sociedade civil com foco na elaboração de uma legislação exclusiva para esta modalidade de atendimento à população.

A iniciativa é do deputado Thiago Manzoni (PL) e tem como objetivo promover uma troca de ideias sobre o papel das instituições privadas que atuam em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de contratos e convênios, contribuindo para a ampliação da oferta de serviços. 

“No Distrito Federal, o setor enfrenta os resultados advindos da crise na saúde. Neste contexto, a proposta da audiência pública é debater a necessidade de uma lei específica para regular a relação entre clínicas, hospitais e prestadores de serviço, em face dos planos de saúde”, explica Manzoni. 

Ao justificar a realização da audiência pública, o distrital destacou a importância da saúde complementar para “suprir, em alguns estados brasileiros, vazios assistenciais da rede pública”. Manzoni também alertou para a necessidade de aprofundar a discussão sobre mecanismos que promovam melhores condições de funcionamento para clínicas, hospitais, profissionais e usuários dos serviços de saúde.

A audiência será aberta ao público e vai ter transmissão ao vivo da TV Câmara Distrital. Sintonize os canais 9.3 (canal aberto), 11 (Claro), 29 (Sky) ou 9 (Vivo), ou acompanhe pelo YouTube.

Fonte: Agência CLDF