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Após caso de racismo, STJD pune Inter com perda de 3 mandos de jogos

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O time feminino do Internacional jogará com portões fechados nos próximos três jogos, determinou o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Luís Otávio Veríssimo Teixeira, na tarde desta terça-feira (1º), acatando pedido feito pela manhã pela Procuradoria-Geral da entidade. A decisão ocorre menos de 24h após uma banana ter sido arremessada em direção ao banco de reservas do Sport, durante o jogo contra o Internacional pela terceira rodada Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino, em Porto Alegre.

O ato de racismo foi cometido no fim do confronto entre Inter e Sport, na tarde de segunda (31), logo depois que a equipe pernambucana empatou o jogo em 2 a 2, no Sesc Campestre, na zona leste da capital gaúcha.

“Defiro o pedido liminar para determinar, cautelarmente, a perda de mando de campo pelo Sport Club Internacional, com realização das partidas com portões fechados, até o julgamento por colegiado da denúncia anunciada pela Procuradoria, a quem cabe a adoção de rito urgente para formalização do ato. Caso o julgamento por colegiado não se dê a tempo, os efeitos da presente ordem se limitam a três”, determinou na decisão o presidente do STJD.

Após o ato racista no jogo de segunda (31), o Sport registrou Boletim de Ocorrência (BO) na Policia Civil e condenou o episódio nas redes sociais.

O caso será investigado pela Delegacia da Intolerância, em Porto Alegre. As imagens após o arremesso de um pedaço de banana em campo foram veiculadas ao vivo pela TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que transmite o Brasileirão Feminino. As cenas mostram a quarta árbitra Andressa Hartmann recolhendo os itens lançados no banco de reservas do Sport. Ela relatou o episódio na súmula do jogo. 

“Depois do gol de empate da equipe visitante, foi arremessado uma banana e casca de banana em direção ao banco de reservas da equipe do Sport Club do Recife, alegando que as mesmas foram jogadas por parte da torcida do Sport Club Internacional que se encontrava atrás do banco de reservas da equipe visitante”, registrou Andressa Hartmann na súmula. 

Ainda na noite de segunda (31), a CBF comunicou em nota oficial que enviou documentação à Procuradoria-Geral do STJD pedindo a punição do clube gaúcho, assim como a apuração rigorosa dos fatos.

Nesta terça (1º), o Internacional informou que uma jogadora da categoria Sub 20 feminino teria sido a autora do arremesso de um pedaço de banana no banco de reservas do Sport. O clube manteve o anonimato da atleta e afirmou que ela teve o contrato rescindido. Em nota oficial na noite de segunda (31), o Colorado já havia reiterado “seu repúdio veemente a qualquer ato discriminatório”, se prontificando a fazer uma apuração rigorosa.



Fonte: Agência Brasil

Instituto Superior de Ciências Policiais recebe nota máxima do MEC

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) é a mantenedora do Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP), instituição de ensino superior credenciada no Ministério de Educação (MEC), desde 2013, para ofertar cursos da educação superior.

Entre os dias 24 e 26 de março de 2025, o ISCP passou por uma avaliação conduzida pelo Instituto Nacional de Ensino e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Foram verificados diversos eixos, incluindo planejamento e avaliação institucional, políticas acadêmicas e de gestão, infraestrutura e a qualificação técnica do corpo docente.

A avaliação final resultou em conceito final faixa 5, nota máxima do MEC. Isso significa que o ISCP atende aos mais elevados padrões de qualidade exigidos para a educação superior no país.

Fonte: Agência Brasília

Agências do trabalhador oferecem 690 vagas de emprego nesta quarta-feira (2)

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As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (2), 690 vagas para quem procura um emprego. Há oportunidades para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência, em diversas regiões administrativas. Os salários chegam a R$ 5 mil, disponível em dois postos para supervisor de vendas sem local fixo de trabalho. Há exigência de experiência e ensino médio completo.

A área comercial também conta com 75 chances para consultor de vendas na Zona Industrial e em Vicente Pires, com salários de R$ 1.518 a R$ 4 mil, e 13 para vendedores do tipo varejista e interno no Guará e sem ponto fixo de atuação, com rendimentos de R$ 1.585,50 a R$ 1.870. Todas as chances exigem ensino médio completo.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

 

Fonte: Agência Brasília

Vendas da indústria paulista crescem 16,1% no primeiro bimestre

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As vendas da indústria paulista cresceram 16,1% no primeiro bimestre de 2025 em comparação a igual período do ano passado. O resultado mostra uma inversão em relação aos primeiros bimestres de 2024, 2023, e 2022, quando as vendas, comparadas com o ano anterior, tiveram retração de 7,4%, 3,3% e 9,2%, respectivamente.

Nos dois primeiros meses deste ano, as horas trabalhadas na indústria paulista aumentaram 3,8% em comparação com o acumulado de janeiro e fevereiro de 2024; e os salários reais médios tiveram redução de 0,7% no período. Os dados, divulgados nesta terça-feira (1º), são da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No acumulado em 12 meses, de março de 2024 a fevereiro de 2025, as vendas da indústria tiveram alta de 4,3%, terceiro resultado seguido em alta. O indicador de horas trabalhadas na produção também registra avanço, de 2,6%. Os salários reais médios tiveram elevação de 0,7% no período.

Na comparação mês a mês, as vendas do setor industrial de São Paulo caíram 4,4% em fevereiro em comparação a janeiro. O resultado, segundo a Fiesp, atenuou a forte variação positiva do primeiro mês do ano, de 14,5%. Outros dois componentes da pesquisa também variaram negativamente no mês em comparação a janeiro: horas trabalhadas na produção (-0,2%) e salários reais médios (-0,1%).

Fonte: Agência Brasil

Entenda semelhanças e diferenças entre golpe de 64 e tentativa do 8/1

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Tanto em 1964 quanto após a eleição de 2022, oficiais militares do Exército se insurgiram contra a soberania popular vinda do voto. Em ambos os casos, revelou-se o entendimento comum de militares de que eles devem definir o destino do país à revelia das escolhas populares e tutelando a sociedade civil.

Essa seria uma das principais semelhanças entre os dois episódios, segundo cientistas sociais consultados pela Agência Brasil. Para os especialistas, os dois casos reforçam a necessidade de reformas nas Forças Armadas.

Entre as principais diferenças entre os episódios históricos, estão a falta de coesão dos setores empresariais para o golpe após a eleição de 2022 e a falta de apoio internacional, especialmente do governo dos Estados Unidos.

O historiador Manuel Domingos Neto, professor aposentado da Universidade Federal do Ceará (UFCE), destacou que, em ambos os episódios, os militares atribuíram a si o direito de definir o destino da nação.


Brasilia (DF) 08/01/2023 - Golpistas invadem prédios públicos na praça dos Três Poderes. Vandalos  na rampa de acesso do Palácio do Planalto.
Brasilia (DF) 08/01/2023 - Golpistas invadem prédios públicos na praça dos Três Poderes. Vandalos  na rampa de acesso do Palácio do Planalto.

“Nós temos o espírito corporativo que diz que cumpre aos militares, em particular ao Exército, conduzir o destino do país. E essa sensação é a mesma em 1964 e 2022. Ela é persistente. O militar é criado nessa noção que ele recebe na sua formação”, destacou Neto, que pesquisa a história militar no Brasil.

A professora de história do Brasil da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Carla Teixeira destacou a rejeição de comandantes militares de aceitarem a liderança de um presidente civil escolhido pela população.

“Em 1964, assim como em 2023, temos um arranjo de grupos de poder que tentam barrar a vontade popular. O atual comandante do Exército, o general Tomás Paiva, revelou que o resultado eleitoral não foi o que os militares gostariam. Ainda que nem todos os oficiais tenham aderido ao golpe, é fato que eles não aceitavam a figura do Lula”, explicou.

Para Carla Teixeira, doutora em história pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a conjuntura desfavorável evitou que todos os oficiais aderissem ao golpe. “Dar o golpe é fácil, sustentar o governo depois é que é o problema. Os comandantes militares perceberam que não havia apoio na sociedade e no estrangeiro”, disse.

Protagonismo do Exército

O cientista político Rodrigo Lentz, que estuda o pensamento político do militar brasileiro, destacou o protagonismo dos oficiais militares do Exército como importante semelhança entre os dois episódios.


Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas  - Rodrigo Letz. – Foto: Arquivo Pessoal
Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas  - Rodrigo Letz. – Foto: Arquivo Pessoal

“Em ambos os casos, os protagonistas foram oficiais militares, e não praças, e da sua maioria do Exército. A segunda principal semelhança é que esses militares se insurgiram contra a soberania popular aferida pelo meio eleitoral, que é o método legítimo para formação de governo”, comentou.

Outra importante semelhança entre os episódios foi o forte apoio dos setores do empresariado agrário. “A gente teve em 2022 um amplo apoio dos setores agrários à tentativa de golpe. Como ficou claro depois, nos inquéritos, que o pessoal do agro que pagou os acampamentos, como o próprio Mauro Cid [ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro] delatou”, disse a professora Carla Teixeira.

Inimigo interno e neoliberalismo

A doutora em história pela UFMG Carla Teixeira acrescentou ainda que, assim como em 1964, esse grupo que quis se perpetuar no poder construiu a ideia de inimigo interno a ser combatido.

“Em 64, havia, no âmbito da sociedade, a ideia de uma ameaça comunista. E hoje a gente tem a ideia do marxismo cultural, da ideologia de gênero, do globalismo, os professores, os cientistas, os artistas, enfim, todos esses grupos que foram alçados para o lugar de inimigo pelo governo Bolsonaro”, acrescentou Carla Teixeira.


Brasília (DF) 31/03/2025 - Imagens do golpe de 1964.
Frame TV Brasil
Brasília (DF) 31/03/2025 - Imagens do golpe de 1964.
Frame TV Brasil

Outra semelhança é o projeto de instituir uma política de corte neoliberal como política de Estado. “Durante o governo do Castelo Branco [1964-1967], foram instituídas várias medidas liberais que levaram a um aumento da desigualdade social, como o fim de direitos trabalhistas, a exemplo do direito à estabilidade no emprego”, avaliou.

A historiadora ressaltou que, no governo Bolsonaro, as políticas de corte neoliberal eram representadas pelo então ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo Projeto de Nação: o Brasil em 2035, lançado pelo Instituto General Villas Bôas, entidade que leva o nome de um dos militares de maior prestígio nas Forças Armadas.

“É um projeto que, basicamente, institui o neoliberalismo como política de Estado. Haveria a cobrança de mensalidade nas universidades públicas, cobrança de mensalidade no SUS [Sistema Único de Saúde] e assim por diante. Isso revela muito essa adesão dos militares a um projeto neoliberal”, completou.

Diferenças

Apesar das enormes semelhanças, muitas são as diferenças entre o golpe de 1964 e o movimento golpista que culminou com o 8 de janeiro de 2023. O especialista Rodrigo Lentz destacou que, em 1964, estávamos em plena Guerra Fria e existiam movimentos revolucionários espalhados na América Latina.

“Havia a Revolução Cubana de 1959. Havia ainda a grande novidade do processo eleitoral e grande instabilidade. Todos os resultados eleitorais foram questionados, houve sublevações de militares, sempre de extrema-direita. O cenário era muito distinto, analfabetos não votavam, o Brasil ainda estava em processo de urbanização”, lembrou Rodrigo Lentz.

Agora, em 2022, o contexto é outro. “Nós vínhamos de certa estabilidade político-eleitoral, com sucessivas alternâncias de poder com reconhecimento do resultado. Certa regularidade partidária. E também temos hoje uma sociedade democrática que se desenvolveu e se fortaleceu, o que tem diferença para o período pré-64, que o Brasil ainda engatinhava na construção da sua sociedade civil”, acrescentou.


Brasília (DF) 31/03/2025 - Imagens do golpe de 1964.
Frame TV Brasil
Brasília (DF) 31/03/2025 - Imagens do golpe de 1964.
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“Banho de sangue”

O historiador Manuel Domingos Neto avalia também que a consciência democrática atual da sociedade brasileira difere do período pré-1964. “Por mais fragilizada que seja a consciência democrática brasileira, ela existe e existe, inclusive, como fruto da resistência à última ditadura”, disse.

O especialista ressaltou que as lembranças da última ditadura foram reavivadas, e isso desfavoreceu o movimento golpista recente, citando, como exemplo, o sucesso do filme Ainda Estou Aqui, que trata da ditadura.

“Há essa resistência ampla da sociedade. Os brasileiros que não conhecem o que foi a ditadura, por outro lado, sabem o que é a liberdade. Eles estão nas cidades, não é como no passado, que o Brasil era essencialmente rural. Isso faz diferença. O banho de sangue teria que ser muito grande para eles conseguirem se manter no poder”, analisou Manuel Domingos Neto.

Apoio dos EUA

Entre as principais diferenças entre 1964 e a tentativa de golpe atual, a professora Carla Teixeira citou a falta de coesão dos setores empresariais e a falta de apoio externo.

“Não houve coesão da burguesia nacional e estrangeira. Em 1964, toda a burguesia era a favor do golpe. A burguesia agrária, a urbana, as classes médias, os grupos dominantes, nacionais e estrangeiros, e tinha amplo apoio dos Estados Unidos”, disse.

Dessa vez, destacou a especialista, os setores empresariais estavam divididos. Ela lembra, por exemplo, o apoio a Lula de Simone Tebet e Geraldo Alckmin, que seriam figuras que representam setores do empresariado.

“Tinha um grupo ali da burguesia que votou no Bolsonaro, mas que não estava disposto a dar o golpe. O custo político seria muito grande.”

Outro fator foi a posição dos EUA. “Você não dá um golpe sem combinar com a burguesia, sem combinar com grupos estrangeiros, e o Bolsonaro não fez nada disso. Ninguém dá golpe no Brasil sem apoio dos Estados Unidos”, completou.

Fonte: Agência Brasil

Saiba as novidades para segunda edição do concurso público unificado

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou que a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) usará o código de barras no cartão-resposta para identificar automaticamente o candidato, no lugar do preenchimento de bolinhas com caneta preta, como ocorreu na primeira edição do certame.

A mudança no sistema de identificação do participante foi adotada após diversos candidatos relatarem não ter marcado o tipo de gabarito da prova de agosto de 2024, ou ter deixado de transcrever a frase que constava no cartão-resposta.

Em nota, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, explicou que com o código de barras cada prova será vinculada automaticamente ao candidato “sem risco de confusão”

“Não é o nome ou número de inscrição, mas a máquina consegue ler e garantir que aquela prova pertence àquela pessoa. Queremos que os candidatos se preocupem apenas com o conteúdo da prova, não com formalidades burocráticas”, detalhou a ministra.

Nova tecnologia

Com a nova tecnologia, cada caderno de questões virá com um código único, que identifica o candidato sem revelar seus dados pessoais aos corretores das provas. O anonimato em processos de seleção tem o objetivo de garantir a imparcialidade e a justiça.

O MGI entende que a alteração será útil quando houver diferentes versões da mesma prova dentro de uma mesma sala de aplicação do concurso público. As versões distintas são resultado do embaralhamento de questões idênticas da prova objetiva.

A expectativa da pasta é que o novo sistema também agilize a correção e a divulgação de resultados dos candidatos. No primeiro concurso unificado, os resultados finais foram disponibilizados pelo MGI e pela banca examinadora, a Fundação Cesgranrio, em 28 de fevereiro, 194 dias após a aplicação das provas objetivas e discursivas.

A previsão inicial do governo federal era que os resultados fossem divulgados em 25 de novembro. Porém, foram adiados após a União firmar acordo judicial com o Ministério Público Federal (MPF), permitindo a volta de 32.260 candidatos ao processo de seleção.

Edital único

Outro ajuste para o CNU 2, baseado nos aprendizados da primeira versão do chamado Enem dos Concursos, será o edital unificado para todos os blocos temáticos, com oito documentos separados.

Na primeira edição CNU, os oito blocos temáticos foram separados conforme áreas das vagas autorizadas para cada um dos 21 órgãos públicos federais participantes do certame. Sendo que sete editais foram para cargos que exigem nível superior de instrução, e apenas o oitavo documento do edital teve foco nas vagas de ensino médio.

Provas em 2025

O termo de referência para a escolha da banca examinadora do CPNU 2 deve ser lançado ainda em abril, e a aplicação das provas deve ocorrer no segundo semestre, prevê o MGI. 

Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministra, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a ministra já havia adiantado que gostaria de repetir as provas do CNU 2 em agosto deste ano, porque é o mês de menor incidência de chuvas na maior parte do Brasil, considerando os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul, em abril e maio de 2024.

A ministra Esther Dweck confirmou que não haverá uma edição do concurso em 2026

“Por ser ano de eleição, é muito mais difícil realizar o concurso. Temos que homologar todos os resultados antes do início do período eleitoral”, argumentou.

Novas carreiras

O maior concurso público já feito no país ofereceu 6.640 vagas em 21 órgãos públicos federais e teve mais de 2,11 milhões de inscritos confirmados.

A lista de participantes do CNU 2025 ainda está sob análise do Ministério da Gestão e Inovação.

Para a segunda edição, o ministério confirmou que duas carreiras serão incluídas no concurso. As novas carreiras transversais são Analista Técnico de Justiça e Defesa e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico, ambas de nível superior.

Carreiras transversais são aquelas com atribuições e responsabilidades que podem ser exercidas em diversos órgãos e entidades da administração pública federal.

Fonte: Agência Brasil

Lava Jato: Fachin vota pela manutenção dos processos contra Palocci

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (1°) para derrubar a decisão que anulou os processos abertos contra o ex-ministro Antonio Palocci na Operação Lava Jato.

O voto de Fachin foi proferido durante julgamento virtual do recurso no qual a Procuradoria-Geral da República (PGR) pretende suspender a decisão de Dias Toffoli, relator do caso. 

Em fevereiro deste ano, Toffoli atendeu ao pedido de anulação feito pelos advogados de Palocci e aplicou os precedentes da Corte que consideraram o ex-juiz Sergio Moro parcial para proferir as sentenças contra os réus das investigações da Lava Jato. Moro era o juiz titular da 13ª Vara Federal em Curitiba.

Com a decisão de Toffoli, todos os procedimentos assinados por Moro contra Palocci foram anulados. Em um dos processos, ele foi condenado a 12 anos de prisão. Apesar da anulação, o acordo de delação assinado por Palocci está mantido.

Em manifestação, Edson Fachin disse que as decisões tomadas na Operação Lava Jato não podem ser estendidas para todos os réus de forma “ampla e genérica”.

“Não se pode, a pretexto de pedidos de extensão, examinar pedidos amplos e genéricos sobre as mais variadas investigações decorrentes da Operação Lava Jato, ainda que sob o manto de concessão de habeas corpus de ofício, sob pena de violação ao juiz natural e as regras de competência, transformando-se este Supremo Tribunal Federal em juízo universal de conhecimento, quando a Constituição Federal não o incumbiu dessa função”, justificou o ministro.  

Com o voto de Fachin, o placar do julgamento está 2 votos a 1 para manter a decisão de Toffoli. Além do próprio relator, Gilmar Mendes também votou pela anulação.

A votação virtual ocorre na Segunda Turma da Corte e vai até o dia 4 de abril. Faltam os votos dos ministros André Mendonça e Nunes Marques. 

Fonte: Agência Brasil

Reunião na UnDF discute acordo internacional de cooperação científica

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Na manhã desta terça-feira (1º/4), foi realizada uma reunião na sede da Universidade do Distrito Federal (UnDF) para ampliar o acordo de cooperação acadêmica, científica e técnica assinado nesta segunda-feira (31/3) pelo governador Ibaneis Rocha. O acordo entre o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (ULisboa) prevê ações conjuntas para fortalecer o desenvolvimento de pesquisas, capacitação técnica de servidores do GDF e aprofundar o processo de formulação e avaliação de políticas públicas com base em evidências.

A reunião contou com a presença do secretário de Economia, Ney Ferraz; da reitora da UnDF, Simone Benck; do presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), Marco Antônio Costa Júnior; do diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino; da diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado; do presidente do ISCSP da ULisboa, Ricardo Ramos Pinto, e do professor Joaquim Croca Caeiro (ULisboa).

“O governador Ibaneis tirou do papel a criação da universidade distrital e, agora, busca com esse acordo de cooperação junto a Universidade de Lisboa uma grande troca de experiência para a comunidade acadêmica do DF”, avalia o secretário de Economia, Ney Ferraz. “Já fui professor universitário e sei o quanto esses acordos de cooperação podem agregar ao dia a dia dos nossos alunos, refletindo inclusive na gestão pública local”, acrescenta.

“A nossa intenção é promover a troca de experiências entre as instituições, trazendo à pauta a realização de intercâmbios e, dessa forma, estabelecer novas parcerias, ampliando os estudos nas áreas sociais, dentre elas, a de políticas públicas, visando contribuir para a melhoria da gestão pública”, destacou Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF.

“Nós temos toda a disposição e interesse em fazer com que esse acordo ganhe forma e robustez, promovendo a capacitação dos servidores e fortalecendo a troca de experiências”, ressaltou a reitora Simone Benck.

Para Marco Antônio Costa Júnior, a participação da FAPDF no acordo é um passo estratégico para ampliar a conexão entre acadêmicos e gestores públicos. “A FAPDF tem uma relação direta com os pesquisadores e com o ecossistema de CTI do Distrito Federal. Nosso papel será fundamental para fomentar projetos que contribuam para a melhoria das políticas públicas por meio da ciência e da inovação”, destacou.

*Com informações do IPEDF

 

Fonte: Agência Brasília

Orquestra utiliza arte para incentivar consciência ambiental

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A Orquestra de Sucata levou música e sustentabilidade para a galeria do espelho d’água da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), nesta terça-feira (1). A banda paulista confecciona instrumentos musicais por meio da reutilização de materiais como garrafas pet e de vidro, tampinhas, chaves, galões e peças de veículos automotivos. Os artistas transformaram um tanque de combustível em baixo, uma porta de carro em metalofone e um escapamento em guitarra, entre outros exemplos. As músicas são composições autorais sobre reciclagem.

“Para além da música, a orquestra traz uma consciência ambiental, que também é uma bandeira desta Casa de leis. Nós temos um comitê gestor de sustentabilidade”, enfatizou a presidente do Conselho Curador de Cultura da CLDF, Jane Marrocos. Ela também ressaltou a presença dos alunos do Centro de Ensino Fundamental Bonsucesso, de Planaltina. Os jovens participaram da apresentação musical e também do projeto Conhecendo o Parlamento, que aproxima a sociedade do poder legislativo. “A educação transforma. E a educação com arte vai mais longe”, defendeu a presidente.

“É um espetáculo que fala sobre a importância do descarte correto do lixo, da reciclagem, da sustentabilidade, em prol da preservação do meio ambiente e do desenvolvimento da conscientização ambiental”, explica Jozene Noal, uma das diretoras e fundadoras do grupo. A apresentação foi transmitida pela TV Câmara Distrital.

O show da Orquestra de Sucata iniciou as comemorações do aniversário de 65 anos de Brasília na CLDF. As celebrações vão incluir shows e exposições na Casa.

 

 

A orquestra

A apresentadora e cantora Rosa Alice Casais conta que o projeto começou em Santa Maria, no Rio Grande do Sul: “Nós dávamos aulas de música em escolas públicas e muitos alunos não tinham condições de comprar os instrumentos. Então, pensamos em uma alternativa”. Eles começaram pela percussão, com latas, baldes e panelas. Em seguida, inseriram flautas com cano de PVC. Depois, foram para São Paulo, onde de fato nasceu a Orquestra de Sucata.

A cantora deixa um recado importante: “Eu aprendi com o meu trabalho que cuidar do meio ambiente não depende dos outros. Eu mesma tenho que começar, eu tenho que ter atitude. Eu tenho que querer fazer a mudança no ambiente em que vivo e no planeta”.

A banda está em turnê no Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul e Pará, com apoio do Ministério da Cultura (Lei de Incentivo à Cultura) e patrocínio da Toyota. No DF, a Orquestra de Sucata fará mais sete apresentações em escolas na Ceilândia. A agenda completa pode ser conferida no instagram @orquestradesucata.



Fonte: Agência CLDF

Campanha de vacinação contra gripe tem início em Goiás

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Ao lado do prefeito Sandro Mabel, Caiado lança vacinação contra Influenza em Goiânia: meta é imunizar 90% do público-alvo em todo estado

O governador Ronaldo Caiado lançou, nesta terça-feira (1º/04), a vacinação contra a gripe (Influenza) em território goiano. Realizada pelo Governo de Goiás, em parceria com as prefeituras, a iniciativa tem como objetivo imunizar os grupos prioritários e ampliar o número de pessoas protegidas.

“Não podemos quebrar aquilo que o Brasil sempre foi uma referência, que é o bom quadro vacinal de todas as doenças”, enfatizou Caiado. A meta estabelecida é imunizar pelo menos 90% do público-alvo.

Vacinação contra gripe

Durante o evento realizado na Unidade de Saúde da Família (USF), no conjunto Riviera, em Goiânia, Caiado ressaltou a importância da imunização para evitar casos graves de gripe e a sobrecarga nos hospitais.

“A cobertura vacinal do ano passado foi de apenas 55% [no Brasil]. A consequência disso é a ocupação de leitos, riscos de vida e pessoas tendo de recorrer à UTI, impedindo que sejam tratadas ali vítimas de acidentes, por exemplo”, alertou. “A objeção coloca em risco a vida da pessoa, de familiares e toda a sociedade”, completou o governador.

Goiás antecipou em 10 dias o início da vacinação em relação ao calendário nacional. Neste primeiro momento, o imunizante estará disponível apenas aos grupos prioritários, como idosos com 60 anos ou mais, gestantes e crianças a partir de seis meses até menores de seis anos, entre outros.

Caiado lança vacinação contra Influenza e toma dose do imunizanteCaiado lança vacinação contra Influenza e toma dose do imunizante
Para dar o exemplo a população, o governador, que faz parte do grupo prioritário, recebeu a dose do imunizante durante o lançamento da vacinação (Foto: André Saddi)

Com a proximidade do período crítico de transmissão, o secretário de Estado da Saúde, Rasível dos Reis, alertou para o período sazonal da Influenza, entre abril e maio.

“A maneira mais eficaz de se evitar é a vacinação. Protege as pessoas e também o sistema de saúde, diminuindo a pressão por demanda de internação”, analisou.

“A Prefeitura de Goiânia lança a vacinação com 14 postos. Isso será ampliado conforme a demanda”, garantiu o prefeito da capital, Sandro Mabel.

A gestante Beatriz Laval foi uma das primeiras pessoas a ser imunizada em Goiânia. “A vacinação me protege, e também a minha criança”, pontuou. Já a lavradora Débora Barros estava na unidade de saúde para uma consulta de seu filho, de 1 ano e 10 meses, e já aproveitou para garantir a proteção dele. “É muito importante para a saúde do meu bebê”, afirmou.

Público-alvo

Este ano, a vacina contra a Influenza foi incorporada ao Programa Nacional de Vacinação (PNI) para crianças menores de seis anos, idosos com mais de 60 anos e gestantes. Com a mudança, a imunização desses grupos será realizada de forma contínua, ao longo do ano, e não mais apenas durante as campanhas sazonais.

Durante o período da vacinação contra Influenza, a vacina também está disponível para puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, da educação e dos correios, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais e pessoas com deficiência permanente.

Ainda, o público-alvo contempla profissionais das forças de segurança e das forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Números

A vacina de 2025 é trivalente e protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Até o momento, Goiás já recebeu duas remessas, totalizando 672 mil doses. O estado deve receber, ao todo, mais de 2,8 milhões de vacinas ao longo da campanha.

O imunizante estará disponível em mais de 900 salas de vacinação em todo o estado.

Em 2024, a cobertura vacinal para a Influenza foi de 55,19% no país e 48,67% em Goiás, percentual considerado abaixo do ideal pelas autoridades de saúde. O Dia D de Vacinação será realizado no dia 10 de maio.

Este ano, Goiás já registrou 2.122 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), 96 delas causadas por Influenza. As chamadas SRAGs são as formas graves tanto de Influenza como de outros agravos respiratórios e, em geral levam à internação, podendo resultar no óbito do paciente.

Quatro mortes foram confirmadas por Influenza A este ano no estado e uma por Infuenza B e outros sete óbitos por SRAG estão em investigação.

Saiba mais

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Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás