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GDF lança edital para Premiação Selo QualiVida 2025

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Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (23) a Portaria nº 309, de 22 de abril de 2025, que aprova o regulamento e torna público o Edital nº 1/2025 para concessão do Selo QualiVida. A certificação reconhece órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional do Governo do Distrito Federal (GDF) que se destacam na adoção de boas práticas voltadas à Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) e valorização dos servidores. A iniciativa é promovida pela Secretaria de Economia (Seec), por meio da Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali).

As inscrições para a edição de 2025 já estão abertas e podem ser feitas até o dia 6 de maio. Os órgãos interessados devem inscrever iniciativas implementadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024, conforme os critérios estabelecidos no edital.

Criado pelo Decreto nº 42.375, de 9 de agosto de 2021, o Selo QualiVida busca fomentar uma cultura organizacional que valorize o bem-estar físico, mental e emocional dos servidores públicos. As ações inscritas devem estar alinhadas a, pelo menos, um dos cinco eixos temáticos definidos no artigo 6º do decreto: Saúde e Bem-estar, Profissional, Estrutura, Estima e Pessoal.

A análise das iniciativas ficará a cargo do Comitê Distrital de Qualidade de Vida no Trabalho, responsável por selecionar os órgãos e entidades que serão premiados. Serão contemplados aqueles que alcançarem as maiores pontuações em seus respectivos segmentos, nas categorias Bronze, Prata, Ouro e Diamante, de acordo com a pontuação final.

A Cerimônia de Premiação ocorrerá durante o III Encontro Anual de Qualidade de Vida no Trabalho, que será divulgada posteriormente.

Para o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Júnior, ‘’com a premiação, o GDF reforça o compromisso com a promoção de ambientes laborais mais saudáveis, produtivos e humanizados, reconhecendo os esforços institucionais que contribuem diretamente para o desenvolvimento e valorização dos servidores’’, disse.

Confira abaixo a programação de todas as etapas:

· Inscrição: Das 8h do dia 23/4 às 18h do dia 6/5/2025
· Análise de admissibilidade: 7 a 9/5/2025
· Avaliação técnica: 15 a 21/5/2025
· Divulgação de resultado preliminar: 26/5/2025
· Apresentação de recurso: Das 8h do dia 27/5 às 18h do dia 28/5/2025
· Avaliação de recurso: 30/5 a 04/6/2025
· Publicação de resultado final: 11/6/2025
· Premiação: 18/6/2025
Link das inscrições: https://questionario.gdfnet.df.gov.br/seec/index.php/177789?lang=pt-BR

 

*Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

Fonte: Agência Brasília

Vencem nesta sexta parcelamentos de ICMS, ITCD e IPVA referentes a abril

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As dívidas parceladas de ICMS, ITCD e IPVA referentes a abril vencem nesta sexta-feira (25/04). Ao todo, são 50 mil prestações com vencimento nesta data, relativas a cerca de 38 mil contribuintes que possuem dívidas negociadas com o Estado de Goiás.

Dados da Superintendência de Recuperação de Crédito (SRC) mostram que a carteira de créditos parcelados da Secretaria da Economia soma 788 mil prestações ativas, que representam cerca de R$ 3,6 bilhões em débitos pendentes com a Receita Estadual.

A SRC alerta que o contribuinte que deixar de pagar três parcelas, consecutivas ou alternadas, descumprirá as regras do parcelamento e terá o acordo cancelado automaticamente, com a perda dos benefícios concedidos na negociação.

Dívidas Parceladas

Dados do Negocie Já mostram que 11,8 mil parcelamentos ativos de ICMS, IPVA e ITCD correspondem a dívidas de 9,3 mil contribuintes que aderiram ao programa.

Os acordos firmados somam R$ 2,5 bilhões.

Como pagar

Para emitir o boleto de pagamento do Documento de Arrecadação Estadual (Dare), o contribuinte pode acessar o site da Economia no ícone Pagar ou Parcelar Tributos. Também é possível emitir o boleto por meio do aplicativo EON – Economia Online.

Saiba mais

Nota Goiana sorteia R$ 200 mil em prêmios nesta quinta-feira

Governo exclui multas de 60% e 80% de autos de ICMS

Missão do BID está em Goiás para nova fase do Profisco

Secretaria da Economia – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

NOVO ESCÂNDALO DO INSS (23.04.25)

Luiz Carlos Costa
O ambiente do governo Lula deve ser atraente para práticas ilicitas, roubos e corrupção. Neste dia de São Jorge, o mais novo escândalo é sobre o desvio de bilhões de reais roubados dos aposentados do INSS, descontados indevidamente de seus pagamentos sem sua autorização. O assunto já vinha sendo comentado por alguns escritórios de advocacia e está agora comprovado. E MAIS QUE ISSO, alguns BANCOS podem estar envolvidos em outra maracutaia similar. O banco faz empréstimos consignados sem autorização do titular sem respeitar as regras criadas pelo próprio INSS para estas operações e, ao invés do crédito, o aposentado recebe apenas os débitos mensais referentes ao empréstimo fantasma. Até quando vamos aguentar estas noticias?

Ataques aéreos israelenses matam 10 em escola com desabrigados

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Um ataque aéreo israelense a uma escola que abrigava famílias desabrigadas no norte de Gaza matou pelo menos 10 pessoas, enquanto outro atingiu um hospital infantil, informaram autoridades de saúde locais, elevando o número de mortos nesta quarta-feira (23) para 20.

Os médicos disseram que o ataque aéreo à Escola Yaffa, na área de Tuffah, na cidade de Gaza, incendiou barracas e salas de aula. Não houve comentário israelense sobre o ataque à escola.

Alguns móveis ainda estavam em chamas várias horas após o ataque, enquanto as pessoas vasculhavam as salas de aula e o pátio da escola em busca de seus pertences.

“Estávamos dormindo e de repente algo explodiu, começamos a procurar e encontramos toda a escola em chamas, as barracas aqui e ali estavam em chamas, tudo estava em chamas”, disse a testemunha Um Mohammed Al-Hwaiti.

“As pessoas estavam gritando e os homens estavam carregando pessoas carbonizadas, crianças carbonizadas, estavam caminhando e dizendo: ‘Querido Deus, querido Deus, não temos ninguém além de você’ O que podemos dizer? Querido Deus, somente”, afirmou ela à Reuters.

Os médicos disseram que pelo menos mais 10 pessoas foram mortas em ataques israelenses separados no enclave.

Desde o colapso do cessar-fogo de janeiro, em 18 de março, os ataques israelenses mataram mais de 1.600 palestinos, de acordo com as autoridades de saúde de Gaza, e centenas de milhares de pessoas foram forçadas a deixar suas casas, à medida que Israel se apoderou do que chama de zona tampão das terras de Gaza.

UTI danificada

Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde de Gaza disse que um míssil israelense também atingiu o prédio superior do Hospital Infantil Durra, na Cidade de Gaza, danificando a unidade de terapia intensiva e destruindo o sistema de painéis solares que alimenta a instalação com energia. Ninguém morreu no ataque ao hospital.

O sistema de saúde de Gaza está próximo do colapso devido ao bloqueio israelense a todos os suprimentos para a cidade, inclusive combustível e eletricidade, desde o início de março, quando as operações militares foram retomadas.

O governo israelense afirma que o bloqueio tem como objetivo pressionar os militantes do Hamas, que comandam Gaza, a libertar os 59 reféns israelenses restantes capturados nos ataques de outubro de 2023 que precipitaram a guerra. O Hamas afirma que está disposto a libertá-los, mas somente como parte de um acordo que ponha fim à guerra.

Fonte: Agência Brasil

Alckmin defende comércio entre países e multilateralismo

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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu trocas comerciais entre países e ressaltou o multilateralismo do Brasil, no contexto da nova política tarifária imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração ocorreu na abertura da 16ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços (Automec), nesta terça-feira (22), na capital paulista.

“A política externa precisa ser ganha-ganha, comércio exterior é ganha-ganha. Eu sou mais eficiente em uma área, vendo pra você. Você é mais eficiente em um setor, vende pra mim. Ganha o conjunto da sociedade, você estimula a competitividade. Comércio exterior é emprego, é renda, é desenvolvimento, é oportunidade. Ao invés de fecharem-se as economias, o Brasil defende multilateralismo e livre mercado”, disse Alckmin, aos jornalistas presentes.

O vice-presidente disse ainda que o Brasil não tem litígio com ninguém e que, com os Estados Unidos, o país tem “200 anos de amizade e parceria”. “Os Estados Unidos não tem déficit comercial com o Brasil, ele tem superávit comercial. E nós temos que nos dar bem com todos. A China é o maior comprador do Brasil, é o maior parceiro comercial, e os Estados Unidos é o maior investidor no Brasil, então a gente deve avançar, aproveitar, de um lado, oportunidades que se abrem e, de outro lado, promover o diálogo”, disse ao ser questionado por jornalistas sobre viagem marcada do presidente Lula à China.

A abertura do evento, no São Paulo Expo, contou com a participação de empresários da indústria de autopeças. Na feira, que ocorre entre os dias 22 e 26 de abril, estarão mais de 1500 marcas da cadeia de autopeças, equipamentos e serviços para veículos. No que se refere à indústria, Alckmin destacou três políticas públicas que considera importantes para o setor.

“Primeiro, [sobre] depreciação acelerada. Quando se comprava uma máquina, um equipamento, se depreciava em 15 anos, agora deprecia em dois anos. Então [precisa de] estímulo pra modernizar o parque industrial. Segundo, o Mover, já está regulamentado e já temos aí projetos todos encaminhados. O terceiro, que está faltando, é o IPI Verde, que em questão de semanas vai estar também publicado”, mencionou. 

O vice-presidente ressaltou que o IPI Verde “não aumenta a arrecadação, não altera a questão da carga tributária, mas ele estimula o verde, ou seja, a eficiência energética, a desfossilização, dá estímulo aos veículos elétricos, aos híbridos, ao flex, especialmente etanol, então estimula a eficiência energética.”

 

Fonte: Agência Brasil

PEC do fim da reeleição para chefes do Executivo avança no Senado

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A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos foi lida nesta quarta-feira (23) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Um pedido de vista adiou a votação para o dia 7 de maio.  

A PEC prevê uma regra de transição com o fim da reeleição apenas para quem for eleito em 2034; prorroga os mandatos do Executivo de 4 para 5 anos, incluindo os vereadores e deputados federais, estaduais e distritais, e unifica todas as eleições para o mesmo ano. Em vez de eleições a cada 2 anos, o Brasil teria eleições a cada 5 anos. Prefeitos e vereadores eleitos em 2028 teriam mandato de 6 anos, sem direito à reeleição para prefeitos. Já os senadores teriam os mandatos ampliados de 8 para 10 anos.

Nenhum senador se manifestou contra o fim da reeleição na CCJ, sugerindo consenso para a proposta. Porém, a regra de transição foi criticada com um pedido para o fim da reeleição para os eleitos já em 2026.

O relator da matéria, senador Marcelo Castro (MDB-PI) (foto), justificou a medida argumentando que a reeleição fez mal ao Brasil.

“Ao invés de possibilitar aos eleitores a opção pela recondução de mandatários de sucesso, contribuindo para aprimorar a qualidade dos mandatos, a reeleição resultou num viés pernicioso, de estímulo aos chefes do Poder Executivo pela opção de agendas imediatistas, de fácil retorno eleitoral, em prejuízo de projetos estruturantes, de longa maturação, apesar de preferíveis”, explicou Castro.

A possibilidade de reeleição foi incluída no país no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1997, mudança que permitiu a reeleição do político em 1998.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) sustentou que é melhor acabar logo com a reeleição porque até 2034 novos legisladores podem mudar a regra novamente.

“Se a gente for esperar 2034, ninguém sabe se a gente vai estar aqui ainda. A reeleição no país foi a pior coisa que a gente poderia ter feito para o Brasil, para os brasileiros, para os governos, porque o cara vai para uma reeleição, e faz loucura para se reeleger. Caso ele perca, ele entrega o governo estraçalhado para o sucessor”, avalia.

O relator Marcelo Castro sugeriu a possibilidade de um acordo para antecipar o fim da reeleição para os eleitos em 2028.  

“Podemos chegar a um entendimento e encurtar um pouco [a regra de transição]. O princípio que tracei foi o de não ferir o direito adquirido, e até mesmo a expectativa de direito. Mas podemos chegar a um acordo”.

Foram apresentadas emendas à PEC para reduzir o número de senadores para dois por unidade da federação. Atualmente, são três por estado. Outra emenda pediu a redução dos mandatos de senadores de 10 para 5 anos. Mas as propostas foram rejeitadas pelo relator, argumentando que não há consenso e debate suficiente para reduzir o tempo dos mandatos ou o número de senadores. 

“O debate a respeito da redução dos mandatos dos senadores é insuficiente para construir um acordo mínimo sobre a matéria”, disse.

Fonte: Agência Brasil

Justiça determina afastamento do presidente do INSS

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A Justiça Federal determinou o afastamento do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, um dos alvos da operação que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram na manhã desta quarta-feira (23).

Batizada de Operação Sem Desconto, a ação mobilizou cerca de 700 policiais federais e 80 servidores da CGU nas investigações sobre um suposto esquema de descontos criminosos de aposentados e pensionistas.

De acordo com a PF, investigadores já reuniram indícios que sugerem a existência de “um esquema nacional de descontos de mensalidade associativa não autorizados em aposentadorias e pensões”. 

O cálculo é que as entidades investigadas tenham descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

A Justiça Federal também determinou que outros cinco servidores públicos cujos nomes não foram divulgados sejam afastados de suas funções. Além disso, autorizou o cumprimento de 211 mandados judiciais de busca e apreensão, seis prisões temporárias, além do sequestro de bens no valor de mais de R$ 1 bilhão.

Os mandados foram cumpridos no Distrito Federal e nos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

Descontos associativos

A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de uma determinada categoria profissional pagam, periodicamente, para fazer parte de uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que represente os interesses de seus membros do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).

Entre janeiro de 2023 e maio de 2024, o INSS recebeu 1 milhão de reclamações acerca de descontos indevidos, motivando o cancelamento dos descontos autodeclarados como não autorizados. Além disso, em março do ano passado, o instituto estabeleceu novas regras para regulamentar o desconto associativo.

Assinada por Stefanutto, a Instrução Normativa Pres/INSS nº 162 estabelece o percentual máximo da dedução e que o desconto deve ser previamente autorizado pelo aposentado ou pensionista, que tem de assinar um termo de adesão.

O beneficiário que não reconhecer o desconto da mensalidade associativa em seu benefício pode requerer a exclusão da cobrança usando o aplicativo do instituto, o site [gov.br/meuinss] Meu INSS ou a central telefônica 135. Também é possível pedir o bloquear temporário da cobrança.

O aposentado ou pensionista que não tenha autorizado os descontos também pode solicitar o estorno de valores cobrados indevidamente. Para isso, ele deve entrar em contato com a entidade responsável que recebeu as quantias descontadas (e cujo telefone é informado no contracheque do beneficiário). Se preferir, o interessado também pode enviar e-mail para acordo.mensalidade@inss.gov.br, informando o ocorrido.

A reportagem ainda não conseguiu contato com o presidente afastado Alessandro Stefanutto ou seus representantes legais. O espaço está aberto para inclusão de posicionamento do citado.

*Matéria ampliada às 12h e às 13h12 para inclusão do último parágrafo

 

 

Fonte: Agência Brasil

Veja as argumentações dos advogados de defesa do núcleo 2 do golpe

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Advogados de defesa dos seis denunciados por trama golpista que integram o chamado núcleo 2 apresentaram nesta terça-feira (22) suas argumentações à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A corte decidirá se acolhe ou não as denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Entre as acusações, estão a elaboração de minuta de decreto para justificar juridicamente o golpe de Estado no final do governo de Jair Bolsonaro; o monitoramento do ministro do STF Alexandre de Moraes e ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste durante o pleito de 2022.

O núcleo 2 é composto pelo delegado da Polícia Federal Fernando de Sousa Oliveira; o ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República Filipe Garcia Martins Pereira; o coronel da reserva do Exército e ex-assessor da Presidência da República Marcelo Costa Câmara; a delegada da Polícia Federal Marília Ferreira de Alencar; o general da reserva do Exército e ex-secretário Executivo da PR Mário Fernandes, e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques.

Fernando Souza Oliveira

Na sustentação oral em defesa de Fernando Souza Oliveira, o advogado Danilo Davi Ribeiro disse que seu cliente não havia, a princípio, sido denunciado pelo envolvimento com os atos de 8 de janeiro, mas, sim, por crime de violência política nas eleições.

“Nossa defesa, nesses dois anos, foram feitas nesse sentido. Fomos portanto surpreendidos com a denúncia envolvendo os fatos de 8 de janeiro, de que ele teria agido como omissão”, argumentou o advogado.

Segundo Ribeiro, a análise do celular de Oliveira não teria identificado qualquer questionamento sobre a regularidade das urnas eletrônicas ou contra o sistema eleitoral, contra o STF ou seus ministros. “Tampouco qualquer menção sobre golpe de Estado, intervenção militar ou afins”, acrescentou.

Sobre os contatos telefônicos que teriam sido feitos com o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o advogado disse que foi, na verdade, apenas um contato por conta do convite feito a ele para se juntar à equipe da Secretaria de Segurança Pública.

“Esse aceite o colocou no olho do furacão. Ele assumiu no dia 4 de janeiro. Ainda estava conhecendo o trabalho quando, ao final do dia, Anderson Torres avisou que ia sair de férias e que Fernando teria de ficar à frente da secretaria”, justificou o advogado ao negar qualquer omissão de seu cliente durante os atos do 8 de janeiro.

“Inclusive foi ele quem acionou a Força Nacional. [No entanto, o] comando da PMDF, em 7 de janeiro, por meio do Flávio Alencar [major da PM], disse que não permitiria a atuação da Força Nacional na Esplanada”, disse ao enumerar uma série de manifestações da PMDF, apensadas aos autos, nas quais afirmava ter tomado todas as providências necessárias.

Felipe Martins

Advogando para Filipe Garcia Martins Pereira, Marcelo Almeida Santana criticou a forma como alguns dados de seu cliente foram acessados, bem como as dificuldades de acesso a esses dados.

“Pedimos esclarecimentos sobre as reuniões que tiveram a participação do Felipe. Essas provas precisam ser compartilhadas”, cobrou.

O advogado apresentou à Corte duas opções: “Ou se rejeita a denúncia, invertendo essa carga probatória em razão da ausência do Ministério Público ter se desenvolvido do seu ônus processual; ou nós vamos admitir que esse processo não está para julgamento e vamos corrigir isso”.

Referindo-se a alguns depoimentos acusatórios utilizados pela PGR na acusação, Santana disse que o termo usado contra seu cliente foi de que ele “possivelmente” teria feito a leitura de alguns considerandos que seriam os fundamentos jurídicos para a minuta do decreto que vibilizaria o golpe de Estado.

“Ele então possivelmente leu o conteúdo e depois se retirou do local, ficando lá apenas ministros militares e Bolsonaro”, acrescentou, ao minimizar a participação de Felipe Martins nessa e em outras reuniões citadas no processo.

Marcelo Costa Câmara

Representante de Marcelo Costa Câmara, o advogado Luiz Eduardo de Almeida Santos Kuntz disse que a individualização do processo não foi feita para seu cliente. Nas argumentações apresentadas, ele disse que a corte não teria competência para fazer o julgamento.

“Além disso, não tivemos acesso aos documentos originais”, reclamou, ao criticar o fato de a equipe de defesa ter acessado apenas as cópias dos documentos, procedimento que comprometeria o julgamento. 

“Temos de discutir a validade das provas no início do processo, e não no final”, defendeu.

De acordo com o advogado, nenhuma conversa obtida a partir de celulares e de um computador apreendido faz referência à participação de Câmara na operação Punhal Verde-Amarelo que, segundo a denúncia, teria como objetivo assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu vice Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

O advogado argumentou que, a exemplo do que aconteceu no caso das vacinas, nenhum dos denunciados têm prerrogativa de foro, motivo pelo qual o processo deveria ser declinado imediatamente.

Marília Ferreira de Alencar

O advogado Eugênio Aragão, atuando em defesa da delegada federal Marília Ferreira de Alencar, negou que sua cliente tenha atuado para ajudar a PRF a montar as barreiras para dificultar que eleitores de Lula participassem do pleito eleitoral no segundo turno das eleições presidenciais.

Ele negou também que ela tenha sido omissa no dia 8 de janeiro. 

“Não há, nessa denúncia, nenhuma especificidade de qual foi sua conduta. Apenas diz-se que ela teria elaborado um boletim de informação, que teria sido usado por Silvinei [então diretor-geral da PRF]”, disse.

“Ocorre que no próprio relatório policial, quando sobrepõe os lugares onde Silvinei Vasques montou as suas barreiras e os pontos que foram apontados como de risco [no boletim], não há coincidências. O boletim não visava  impedir [o deslocamento dos eleitores]. Visava a identificar áreas de possível confronto entre bolsonaristas e partidários do presidente Lula”, acrescentou.

Aragão explicou que essa era exatamente a função da delegada na secretaria em que trabalhava, no Ministério da Justiça e Segurança Pública, como diretora de Inteligência. 

“Na atividade de inteligência busca-se saber quais são as probabilidades de haver um risco à ordem pública. Foi exatamente o que ela fez”, complementou.

Ele lembrou que a delegada tinha acabado de assumir o cargo no ministério, e tomou “todas as providências que estavam ao seu alcance, determinando a feitura dos relatórios de inteligência”, e que fosse distribuído aos escalões inferiores.

“O que ela pensa ou acredita, não me diz respeito. Quero saber dos fatos. Por isso me convenci de sua inocência e peço portanto que a denúncia seja rejeitada”, argumentou.

Mário Fernandes

O advogado Marcos Vinicius de Camargo Figueiredo fez a defesa do general da reserva do Exército e ex-secretário Executivo da PR Mário Fernandes. Segundo ele, seu cliente estaria condenado previamente ao julgamento.

“É impossível que a sentença esteja pronta antes do devido processo legal”, denunciou.

Segundo ele, “prisões cautelares não podem e não devem ser utilizadas pelo poder público como instrumento de punição antecipada, tal como está sendo aplicada”.

O advogado disse que apresentará “um laudo pericial que vai demonstrar que nós ainda não temos a cadeia de custódia”.

“Não se convençam antes da hora. É tudo o que se suplica a essa honrosa tribuna”, disse.

Silvinei Vasques

Defensor do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, o advogado Anderson Rodrigues de Almeida criticou a forma como as delações premiadas têm sido conduzidas pela Corte.

Segundo ele, a delação feita contra Vasques [por Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens de Jair Bolsonaro] foi “completamente genérica”, deixando de “especificar de forma pormenorizada quais atribuições constitucionais teriam sucedido em desconformidade”.

“A colaboração premiada firmada por Mauro Cid não possui credibilidade alguma”, disse.

Segundo o advogado, os locais de fiscalização dos pontos fixos da PRF não foram previstos em relatório. 

“Além disso, nunca chegou qualquer tipo de reclamação de qualquer cidadão que tenha tido o seu direito constitucional de voto suprimido por conta de alguma ação ilegítima ou arbitrária da PRF sob seu comando”, acrescentou ao lembrar que a abstenção no segundo turno das eleições foi a menor desde 2006.

Fonte: Agência Brasil

Goiás seleciona novas famílias para casas a custo zero em 15 municípios

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Casas a custo zero do programa Pra Ter Onde Morar – Construção: dignidade e segurança para famílias em situação de vulnerabilidade (Foto: Agehab)

A Agência Goiana de Habitação (Agehab) lança novos editais para a seleção de famílias que receberão moradias a custo zero pelo programa Pra Ter Onde Morar – Construção, em 15 municípios goianos.

Ao todo, 645 unidades habitacionais (UHs) serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social. As inscrições começam nesta quarta-feira (23/04) e devem ser realizadas pelo site goias.gov.br/agehab.

As cidades contempladas nesta nova etapa são: Carmo do Rio Verde (45 UHs), Caiapônia (100 UHs), Cezarina (30 UHs), Cromínia (30 UHs), Diorama (45 UHs), Faina (24 UHs), Jaupaci (30 UHs), Goiandira (30 UHs), Matrinchã (30 UHs), Mutunópolis (39 UHs), Novo Brasil (50 UHs), Novo Gama (40 UHs), Santa Fé de Goiás (48 UHs), Uruana (49 UHs) e Urutaí (55 UHs).

Os editais já estão disponíveis e a população pode conferir todas as informações e critérios para participação no site da Agehab.

A casa própria representa dignidade e segurança para milhares de famílias goianas, segundo a coordenadora do Goiás Social e primeira-dama do Estado, Gracinha Caiado.

“Esse programa é um dos pilares do Goiás Social, pois transforma realidades e abre portas para um futuro melhor. Nosso objetivo é que mais pessoas tenham um lar para chamar de seu, sem precisar pagar por isso”, afirma.

O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, destaca que o programa tem ampliado o acesso à moradia em todo o estado.

“Estamos descentralizando os investimentos e garantindo que famílias do interior de Goiás também tenham acesso a moradias de qualidade. Esse trabalho conjunto com as prefeituras garante celeridade e efetividade na entrega das casas”, pontua.

Para o secretário da Infraestrutura, Adib Elias, a política habitacional executada pelo Governo de Goiás tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas e no desenvolvimento dos municípios.

“Investir em moradia digna é investir no futuro das famílias goianas. Essas casas representam não apenas um teto, mas também mais saúde, segurança e estabilidade para quem mais precisa. É um compromisso com a justiça social e com a interiorização dos investimentos públicos”, avalia.

Para a coordenadora do Goiás Social e primeira-dama do Estado, Gracinha Caiado, a casa própria representa dignidade e segurança para milhares de famílias goianas (Foto: Agehab)

Lançado em 2021, o Programa Pra Ter Onde Morar – Construção trabalha para combater o déficit habitacional em Goiás por meio de parcerias com prefeituras para entregas de casas custo zero a famílias com renda total de até um salário mínimo.

Desde sua criação, o programa já entregou quase 4 mil unidades em mais de 150 municípios goianos. A meta é alcançar a marca de 10 mil unidades entregues até o final de 2026.

Serviço

Assunto: Governo de Goiás seleciona novas famílias para casas a custo zero em 15 municípios
Editais e inscrições: goias.gov.br/agehab

Saiba mais

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Agehab treina servidores da Prefeitura de Goiânia para atendimento do Aluguel Social

Fonte: Portal Goiás

Governo exclui multas de 60% e 80% de autos de ICMS

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Medida da Secretaria da Economia facilita regularização fiscal de contribuintes (Foto: Economia)

A Secretaria da Economia de Goiás revogou as multas aplicadas a débitos de autos de infração de ICMS, que chegavam a 60% e 80% do valor devido. A medida está prevista na Lei nº 23.063/2024, em vigor desde fevereiro, que extinguiu as penalidades descritas no artigo 71, incisos I e II, da Lei nº 11.651/1991. A mudança facilita a regularização fiscal dos contribuintes.

Se o débito ainda não estiver parcelado, o contribuinte pode optar pelo pagamento à vista ou parcelado, já com os valores atualizados e sem a incidência das multas extintas pela nova lei.

Para quem já possui parcelamento ativo, a exclusão das penalidades será aplicada automaticamente, o que beneficia cerca de três mil contribuintes em Goiás, sendo dois mil deles do programa Negocie Já. No entanto, nesses casos, é necessário renegociar o parcelamento para refletir os novos valores com a exclusão das multas.

Como renegociar

Para acessar o novo valor das parcelas, o contribuinte deve utilizar o Sistema de Negociação do Contribuinte, com o uso do certificado digital. Importante: aqueles que aderiram ao Negocie Já até dezembro de 2024 mantêm todos os benefícios originais do programa.

Saiba mais

Siga o passo-a-passo para renegociar

  • Acesse o site da Secretaria da Economia;
  • Clique em Pagar ou Parcelar Tributos e, em seguida, em eparcelamento;
  • Selecione o ícone Parcelamento de ICMS e ITCD Autuado;
  • No sistema, clique em Renegociação no menu à esquerda;
  • Importante: o acesso ao sistema requer o certificado digital do contribuinte.

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Economia cria Ranking de Execução Orçamentária e Financeira

Fonte: Portal Goiás