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Haddad: Brasil tem "caixa-preta" de R$ 800 bi em renúncias fiscais

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta segunda-feira (26), que o Brasil tem uma “caixa-preta” de R$ 800 bilhões em renúncias fiscais. Haddad participou do evento Nova Indústria Brasil, no Rio de Janeiro.

“Ao invés de oferecer uma alíquota média de tributos menor para todo mundo, a gente resolve escolher os campeões nacionais que levam o grosso do Orçamento. Aquele que paga imposto fica prejudicado por aquele que fez do lobby a sua profissão de fé”, disse.

O ministro afirmou ainda que a reforma tributária, aprovada recentemente no Congresso Nacional, terá efeitos extraordinários sobre o ambiente de negócios no país.

“Começando pelo fato de que a desoneração do investimento vai ser de 100%, A desoneração da exportação vai ser de 100%, a guerra fiscal vai acabar entre os estados, inclusive a guerra fiscal dos estados com a União também vai acabar, em benefício do bom empresário”.

Em seu discurso, Haddad afirmou que a carga tributária do país hoje é menor que há dez anos. “Temos desafios a enfrentar, sobretudo em relação ao equilíbrio orçamentário”, disse o ministro, ressaltando que o atual governo federal assumiu, em 2023, com um déficit primário estrutural de 2%.

“Com apoio de parte do Congresso, estamos conseguindo avançar no sentido de estabilizar o Orçamento e criar as condições macroeconômicas para a indústria voltar a se desenvolver”, afirmou Haddad.

Fonte: Agência Brasil

Comissão do governo visita obras da transposição do São Francisco

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Uma comitiva do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional iniciou uma série de vistorias e visitas técnicas a obras da Transposição do Rio São Francisco, em municípios de Pernambuco, do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Denominada Caminho das Águas, a visita deve durar quatro semanas. 

Nesse domingo (25), o ministro Waldez Góes esteve na Estação de Bombeamento 1, em Cabrobó (PE), ponto onde começa a captação das águas do rio para a transposição no eixo norte. A obra foi finalizada em 2015 e deve passar por melhorias. 

Atualmente, o local conta com dois conjuntos de motobombas, com capacidade de quase 25 metros cúbicos por segundo, e passará por duplicação. A ordem de serviço para o início das obras dessa e de outras duas estações de bombeamento será assinada na próxima quarta-feira (28) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estará no município de Salgueiro, em Pernambuco 

“São muitos projetos e muitas ordens de serviço que serão dadas e é importante que a gente não só aumente a infraestrutura hídrica, disponibilizando água às pessoas, para o consumo e a produção de alimentos, mas que a gente cuide também do Velho Chico e isso tudo está na programação da comitiva”, destacou o ministro.

A vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, participou das visitas e destacou a importância econômica da transposição do São Francisco.

“Nós temos áreas irrigadas a partir do São Francisco em locais que eram absolutamente improváveis. Hoje, somos o estado que mais exporta fruta no país. Somos responsáveis por quase 25% da fruta exportada e isso é resultado de um projeto de irrigação a partir das águas do São Francisco”, afirmou.

Outra parada da comitiva foi para conhecer a Barragem da Serra do Livramento, que tem capacidade máxima de quase 19 milhões de metros cúbicos. Um dos beneficiados pela obra é o agricultor Emilson Pereira, que começou a plantar na região há cerca de 10 anos. Ele produz mamão, maracujá, cebola, limão, entre outras frutas e verduras.

“Sinto só emoção quando vejo essa água correndo. Aqui era só mata, seco. Quando vim cercar isso aqui, me chamaram de doido e eu disse: não, é que estão dizendo que vão construir um canal e eu vou confiar neles”, lembrou. 

A comitiva viaja nesta segunda-feira para o município de Mauriti (CE), onde será inaugurado o sistema de abastecimento de água do município.

Transposição

O projeto de transposição do Rio São Francisco foi iniciado em 2007. Atualmente é composto por 477 quilômetros de extensão, organizados em dois eixos de transferência de água: Norte, com 260 quilômetros, e Leste, com 217. Já recebeu investimentos de R$ 12 bilhões quando se incluem seus sistemas complementares de distribuição dos recursos hídricos.

Fonte: Agência Brasil

Frente fria deve derrubar temperaturas a partir desta terça-feira

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Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que uma nova frente fria deve chegar ao Rio Grande do Sul entre terça-feira (27) e quarta-feira (28).

De acordo com o órgão, o choque das massas de ar quente e frio pode provocar tempo severo, inicialmente, em estados da Região Sul e em áreas entre o Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

“Além da chuva, haverá queda brusca das temperaturas sobre essas áreas”, informou o boletim.

Segundo o Inmet, uma intensa massa de ar frio, empurrada por um anticiclone presente na retaguarda da frente fria, deve avançar para latitudes mais baixas, chegando até Rondônia, Acre e Amazonas

“Evidenciando, desta forma, o episódio de friagem mais intenso ocorrido este ano na Amazônia até então”.

O boletim mostra ainda que o ar frio bastante intenso, que pode resultar em temperaturas negativas, somado à condição de chuva, mesmo que pequena, pode favorecer a ocorrência de neve, pontual, em áreas das serras gaúcha e catarinense na próxima quinta-feira (29).

A expectativa é que as temperaturas mínimas fiquem em torno de 3 e 5 graus Celsius (°C) em alguns estados do Sul. A previsão do Inmet cita geada ampla não apenas nesta região, mas também em algumas áreas do sul do Mato Grosso do Sul.

Na quinta-feira, há ainda possibilidade de quedas de temperatura em áreas de São Paulo e no sul do Rio de Janeiro.

 

Fonte: Agência Brasil

Inscrições para o Enem começam nesta segunda-feira

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Interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 podem se inscrever a partir desta segunda-feira (26) exclusivamente por meio da Página do Participante. O prazo termina no dia 6 de junho.

Em nota, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reforçou que as inscrições para todos os exames e avaliações sob sua responsabilidade só podem ser feitas pelos sistemas oficiais da autarquia.

“Qualquer outra plataforma ou canal não autorizado configura tentativa de fraude”, destacou a entidade.

Taxa de inscrição

A taxa de inscrição – R$ 85 – pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança (a depender do banco).

O prazo para realizar o pagamento vai até 11 de junho e, segundo o Inep, não haverá prorrogação.

Provas

O Enem 2025 será aplicado nos dias 9 e 16 de novembro em todo o Brasil. O exame é composto por quatro provas objetivas, com 45 questões de múltipla escolha cada e uma redação em língua portuguesa.

No primeiro dia do exame, serão aplicadas as provas de redação e provas objetivas de língua portuguesa, língua estrangeira (inglês ou espanhol), história, geografia, filosofia e sociologia. A aplicação terá cinco horas e 30 minutos de duração.

Já no segundo dia, serão feitas as provas de matemática, química, física e biologia. Nesta data, a aplicação terá cinco horas de duração.

Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). O início será às 13h30.

Reaplicação

Ainda de acordo com o edital, as provas do Enem serão reaplicadas nos dias 16 e 17 de dezembro para participantes que faltaram por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas.

O exame

O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. O exame é considerado a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). 

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados funcionam como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servir de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas de ensino superior que possuem convênio com o Inep.

*Colaborou Daniella Almeida

Fonte: Agência Brasil

Chef Francisco Ansiliero recebe título de Cidadão Honorário de Brasília

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A Câmara Legislativa do DF entrega, nesta segunda-feira (26) às 19h, o Título de Cidadão Honorário de Brasília a Francisco Ansiliero, fundador de uma rede de restaurantes que levam seu nome. O autor da homenagem, deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), destacou a importância do agraciado como empreendedor no cenário gastronômico da Capital Federal.

“Além de seu impacto no desenvolvimento da gastronomia local, Francisco Ansiliero também contribuiu para fortalecer o turismo e a economia de Brasília. Seu restaurante tornou-se um ponto de encontro para turistas, autoridades e moradores, atraindo visitantes de todo o país e do exterior, e promovendo Brasília como um destino de excelência culinária”, avalia o parlamentar.

A cerimônia de entrega terá transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital e pelo YouTube da Casa.
 

 

Histórico

Nascido em 10 de setembro de 1939, em Iomerê (SC), Francisco Ansiliero tem uma trajetória marcada pelo compromisso com a educação, a cultura e a gastronomia. Formado em Filosofia, Pedagogia e com mestrado em Psicologia Educacional, atuou como padre, professor, diretor de escola e líder estudantil, tendo integrado a diretoria da UNE durante a ditadura militar.

Depois de passar pelas regiões Norte e Sudeste, em 1998 mudou-se para Brasília e fundou o restaurante Francisco, na 402 Sul, que mais tarde foi renomeado para Dom Francisco, referência em gastronomia. Desde então, foi pioneiro na introdução de vinhos acessíveis, ingredientes especiais e hábitos alimentares refinados na capital. Sua atuação foi essencial para consolidar Brasília como o terceiro maior polo gastronômico do país.

Francisco também formou novas gerações de chefs e criou uma identidade culinária local, valorizando sabores brasileiros, especialmente do Cerrado e da Amazônia. Seu restaurante tornou-se um símbolo da cidade e ponto de encontro ao para diferentes gerações.
 

“Ele merece todo o nosso respeito e reconhecimento — não apenas pelo sucesso dos seus empreendimentos, mas também pelo exemplo que oferece a outros comerciantes do DF. Francisco mostra que a tradição pode, sim, garantir longevidade aos negócios, trazer êxito e criar uma verdadeira identidade com a cidade. Seus restaurantes são, sem dúvida, os dos que mais representam a alma de Brasília”, destacou Pedrosa.

Fonte: Agência CLDF

Giro Distrital destaca visita da CPI do Melchior ao aterro de Samambaia

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Publicador de Conteúdos e Mídias

Agência CLDF

Fonte: Agência CLDF

CLDF homenageia "guaraenses raiz" em celebração de aniversário da cidade

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A solenidade foi proposta pela deputada Dayse Amarillo, com o objetivo de valorizar os pioneiros do Guará

Nesta segunda-feira (26), às 19h, a Câmara Legislativa do Distrito Federal homenageia os “guaraenses raiz” — pioneiros, moradores e lideranças do Guará que, ao longo das últimas décadas, contribuíram para os desenvolvimentos histórico, cultural, social e econômico local. Iniciativa da deputada Dayse Amarilio (PSB), o evento acontece no auditório da Administração Regional do Guará e também celebra o aniversário de 56 anos da cidade. 

A expressão “guaraense raiz” refere-se àqueles que chegaram ao Guará a partir de 1958, quando a região servia de assentamento para os operários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) que trabalhavam na construção de Brasília. Esses guaraenses raíz foram responsáveis pelo mutirão que construiu as primeiras residências no Guará.

Segundo Dayse Amarilio, a solenidade reconhece o papel significativo dos pioneiros na consolidação da identidade do Guará, contribuindo para o crescimento e transformação da região. “Essa homenagem tem por objetivo valorizar a memória coletiva, resgatar a história local e fortalecer os vínculos comunitários, reafirmando o compromisso do poder público com o reconhecimento de figuras representativas da sociedade guaraense”, enfatiza.

O evento desta segunda-feira (26) pode ser acompanhado pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 09 da Vivo, e pelo canal da CLDF no YouTube
 

 

Fonte: Agência CLDF

A farsa da Imparcialidade do Comprova

O Caso Luiz Carlos Belém é apenas mais um caso

Vivemos tempos em que o discurso sobre o combate à desinformação se transformou em um instrumento político. O caso envolvendo o economista e influenciador Luiz Carlos Belém é um exemplo claro de como o projeto Comprova e parte da mídia tradicional atuam de forma parcial, seletiva e ideológica para tentar descredibilizar vozes conservadoras sob o pretexto de “verificar fatos”.

No dia 26 de julho de 2022, o Metrópoles publicou uma matéria afirmando que Luiz Carlos Belém seria “autor” de um vídeo sobre Lula sancionando a lei do voto impresso em 2009. Pouco tempo depois, o Estadão, através do seu braço de checagem de fatos (Estadão Verifica), reforçou essa mesma narrativa.
O vídeo, evidentemente, é real e verdadeiro. A crítica, no entanto, se baseou no fato de que o vídeo não mencionava a posterior derrubada da lei pelo STF em 2013. Mas desde quando um conteúdo se torna “falso” por não incluir todas as consequências históricas de um ato legítimo?

O vídeo mostra um momento histórico e inquestionável: Lula sancionou a lei que previa o voto impresso. A derrubada posterior, realizada pelo STF sob argumentos altamente questionáveis, não anula esse fato. E, mais grave, essa decisão judicial foi envolta em suspeitas de manobra política, a ponto de ministros do Supremo terem que negociar diretamente com o Congresso para evitar uma reação mais contundente.

No entanto, nem o Comprova, nem o Metrópoles e tampouco o Estadão Verifica consideraram relevante explicar ao público esse contexto. Preferiram atacar quem repostou um vídeo verdadeiro, construindo a narrativa de que ele estava “desinformando”. Isso, para mim, é a verdadeira desinformação: quando veículos e agências escondem partes importantes da história, induzindo o público a uma interpretação enviesada.

E aqui entra o aspecto mais grave: o Comprova, que se apresenta como uma agência neutra, é financiado por entidades estrangeiras, incluindo o Google, a Meta e, principalmente, a Embaixada dos Estados Unidos. Não por acaso, essa mesma embaixada financia projetos semelhantes mundo afora, num movimento que ficou ainda mais evidente com os recentes escândalos envolvendo a USAID e sua atuação em processos eleitorais de outros países.

A pergunta que precisamos fazer é simples: quem financia o Comprova, e com quais interesses? O Comprova tem afirmado que seus financiadores não interferem no conteúdo — mas como confiar numa agência que escolhe sistematicamente desconstruir perfis conservadores, enquanto poupa figuras da esquerda de um rigor semelhante?

O caso de Luiz Carlos Belém é apenas mais um entre tantos outros em que a “checagem de fatos” foi utilizada como uma ferramenta de cancelamento político. Ao invés de promover um debate honesto e plural, o Comprova e veículos como o Metrópoles e o Estadão preferem reforçar a narrativa única, silenciando opiniões divergentes e rotulando como “enganoso” o que é simplesmente diferente ou incômodo ao status quo.

O mais irônico é que acusam Luiz Carlos Belém de desinformar, quando ele simplesmente compartilhou um vídeo real, sem adulteração. Quem, de fato, está enganando o público? Quem não informa sobre os bastidores políticos da decisão do STF? Quem omite os laços financeiros com potências estrangeiras?

Enquanto isso, o público é levado a crer que está protegido da desinformação, quando na verdade está sendo exposto a uma forma muito mais sutil e perigosa de manipulação: a que se esconde sob a bandeira da “verificação de fatos”.

Por tudo isso, acredito que está na hora de discutirmos, com seriedade, o verdadeiro papel das agências de checagem no Brasil. O Comprova não é imparcial. O Comprova não é neutro. O Comprova é parte de uma engrenagem que seleciona, cancela e molda a opinião pública, financiada por interesses que, muitas vezes, nem são brasileiros.

E enquanto não houver transparência total sobre esses interesses e uma revisão profunda dos métodos dessas agências, continuaremos assistindo ao triste espetáculo do cancelamento seletivo, disfarçado de “checagem de fatos”.

A farsa das agências de verificação não só destrói a imagem de sua suposta imparcialidade, como também acelera a decadência da velha mídia, já em processo de descrédito, justamente por sua militância ideológica de esquerda.

E, diante de tudo isso, fica a pergunta que a velha mídia e as agências de “checagem” evitam:
Quem vai reparar os danos causados?
Qual punição sofrerão essas agências que cancelam, expõem e difamam pessoas de forma tão leviana?

Nossa redação entrou em contato com Luiz Carlos Belém, diferentemente do que alegou o Comprova e o Metrópoles, que disseram não conseguir encontrá-lo. O contato foi feito de forma fácil. Em resposta, Belém afirmou:

“Meu trabalho consiste em levar a realidade dos fatos. Quando agências financiadas pelo ‘sistema’ se preocupam em desconstruir meu trabalho, isso mostra que estou no caminho certo. A velha mídia morreu e precisa cancelar aqueles que estão ocupando o espaço da notícia verdadeira. É triste, mas é a realidade!” — afirma Luiz Carlos Belém.

Enquanto essas respostas não forem dadas e providências não forem tomadas, seguirá o avanço silencioso e implacável da indústria do cancelamento, destruindo reputações, manipulando opiniões e minando a democracia sob o falso rótulo de “verificação de fatos”.

Matéria publicada:

https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/lula-voto-impresso-stf-2013/?srsltid=AfmBOoqX6KNcdo988PrjDQYKEJ2B8O7plQT8v4JZyjl9TTO8mh8RRiEW

https://www.metropoles.com/projeto-comprova/lei-aprovada-por-lula-para-imprimir-voto-foi-derrubada-no-stf-em-2013

Governo lança edital para Pontos e Pontões de Cultura

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Secult lança, nesta segunda-feira (26/05), Edital de Premiação Cultura Viva, voltado para desenvolvimento e fortalecimento da Rede de Pontos de Cultura no estado (Foto: Secult Goiás)

A Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult) lança, nesta segunda-feira (26/05), o Edital de Premiação Cultura Viva, voltado para o desenvolvimento e fortalecimento da Rede de Pontos de Cultura no estado.

O certame conta com investimento de R$ 1.957.000,00 oriundo do saldo remanescente do certame de Pontos e Pontões de Cultura por meio da Política Nacional de Fomento à Cultura Aldir Blanc (Pnab) 2024, operacionalizada pelo Governo de Goiás.

O período de inscrições será desta segunda-feira (26/05) a 2 de junho, pela plataforma Baru de Editais. O cronograma completo e o edital estão disponíveis no site da Pnab Goiás (https://goias.gov.br/cultura/pnab/).

O certame visa reconhecer e premiar Pontos de Cultura, Organizações da Sociedade Civil sem fins lucrativos e Coletivos informais. As entidades com constituição jurídica poderão receber R$ 50.000,00, enquanto os coletivos informais terão premiação de R$ 22.850,00 por iniciativa.

Política Nacional de Cultura Viva

O Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura integra a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), instituída pela Lei nº 13.018/2014, e reúne grupos, coletivos e entidades sem fins lucrativos que desenvolvem ações culturais.

Para participar do presente edital, os interessados precisam cumprir critérios de avaliação e apresentar documentação exigida, podendo obter a certificação de Ponto de Cultura durante o processo seletivo. As candidaturas serão analisadas pelo Conselho Estadual de Cultura, que avaliará o histórico de atuação dos proponentes e a relevância sociocultural das iniciativas.

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Fonte: Portal Goiás

Estudo mapeia “bancada da bala”, que tem poucos projetos sobre armas

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Estudo divulgado nesse domingo à noite (25) pelo Instituto Fogo Cruzado mostra que a chamada “bancada da bala” apresenta número de projetos de lei (PLs) acima da média no Congresso Nacional, mas poucos têm relação direta com o tema armas e munições.

Segundo os pesquisadores, as estratégias do grupo incluem focar no endurecimento penal, em pautas de cunho moralizante e conservador, além de instrumentalizar pautas sociais complexas, como violência doméstica e insegurança nas escolas. Nesse último caso, para justificar projetos de flexibilização do acesso às armas.

A conclusão do estudo é que esses congressistas preferem mobilizar suas bases eleitorais, do que propriamente avançar em mudanças legislativas.

O relatório “PROARMAS no Congresso Nacional: uma análise da atuação parlamentar” mapeou 739 PLs protocolados entre 2023 e 2024 pela chamada bancada da bala ou do armamento civil. Do total, 569 são da Câmara dos Deputados e 170 do Senado.

O grupo é formado por 23 congressistas eleitos com o apoio do grupo PROARMAS. A informação sobre o financiamento da organização foi obtida no site do próprio grupo. Desses congressistas, 19 são do Partido Liberal (PL), dois do Republicanos e dois do União Brasil.

Sobre o perfil, a pesquisa indica que há predominantemente homens (87%), com mais de um terço do grupo composto por profissionais das forças de segurança pública (35%), o que explicaria o foco em políticas de repressão e controle social.

Do total de 739 PLS, apenas 52 (7%) tratam diretamente do tema armas e munições. A maioria dos projetos está concentrada em temas como segurança pública (78 PLs) e Código Penal (73 PLs). No caso desse último, 53 tratam do endurecimento de penas.

Segundo o estudo, há uma “clara agenda moralizante e conservadora”, o que pode ser percebido em propostas para proibir conteúdos pedagógicos sobre gênero, proibir eventos LGBTQIA+ e aumentar o período de internação para adolescentes infratores. Temas relacionados à infância e adolescência, com o pretexto de proteção, propõem restrições a direitos fundamentais.

“Em vez de fortalecer redes de proteção ou ampliar direitos sociais, essas iniciativas legislativas concentram-se em medidas punitivas, restringindo a autonomia de profissionais da saúde e educação, redirecionando o poder decisório para os pais ou responsáveis em questões sensíveis de desenvolvimento e identidade”, analisa a gerente de pesquisa do Instituto Fogo Cruzado, Terine Coelho.

O relatório chama a atenção para alta produção de projetos de lei da bancada da bala: 68% acima da média do Congresso, com média de 32 por autor nos dois primeiros anos da atual legislatura.

Apesar dessa produção, a taxa de avanço é baixa: 22 PLs foram arquivados, 15 foram retirados pelo autor, 70 estão prontos para ir ao plenário e 21 já tiveram progressão de casa. Apenas quatro projetos foram efetivamente convertidos em lei, nenhum deles relacionados à pauta armamentista.

São temas sobre as chuvas no Rio Grande do Sul, o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, o “Ano Nacional Fernando Sabino” e a farinha de mandioca do município de Cruzeiro do Sul, no Acre.

 “Esse é um dos achados do levantamento porque sugere que muitas das proposições dos congressistas têm função mais discursiva do que efetivamente legislativa. Quer dizer, servem para mobilizar, dinamizar suas bases. Na prática, são parlamentares que atuam mais para fora do que para dentro do Parlamento, apesar da alta produtividade de PLs”, analisa Terine.

Fonte: Agência Brasil