Início Site Página 952

Barroso nega que STF legisle sobre responsabilização das redes sociais

0

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, negou nesta quarta-feira (4) que a Corte esteja legislando ao decidir sobre a responsabilização das redes sociais pelos conteúdos ilegais postados pelos usuários.

A declaração do ministro foi feita no início da sessão no qual a Corte retomou a analise da constitucionalidade do Marco Civil da Internet. 

Barroso rebateu críticas de que o Supremo está invadindo a competência do Congresso ao tratar da matéria e que os ministros estariam promovendo censura dos usuários das plataformas. Segundo o ministro, estão sendo julgados casos concretos em que há litígio judicial.

“Os critérios adotados pelo tribunal para decidir os casos trazidos perante ele só prevalecerão até que o Congresso Nacional legisle, se e quando entender que deve legislar a respeito. Quando o Congresso legislar, é a vontade do Congresso que será aplicada pelo STF, desde que compatível com a Constituição”, afirmou. 

>> Siga o perfil da Agência Brasil no Instagram

O ministro também criticou a polarização política que envolve a discussão sobre a responsabilização das redes.

“Não importa se você é liberal, conservador ou progressista. Não pode ter pornografia infantil nas redes, não pode ter terrorismo, não pode ter venda de drogas. A polarização fez com que as pessoas não conseguissem construir nem o que é de senso comum”, completou.

Neste momento, o ministro André Mendonça profere seu voto sobre a questão. Faltam os votos de sete ministros.

A Corte julga a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

De acordo com o dispositivo, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.



Fonte: Agência Brasil

Terceiro dia de greve dos professores repercute na Câmara Legislativa

0

A sessão ordinária da Câmara Legislativa nesta quarta-feira (4) foi marcada pela repercussão da greve dos professores da rede pública de ensino do Distrito Federal, que entrou hoje no seu terceiro dia. Com a galeria tomada pelos grevistas, vários deputados distritais discursaram na tribuna a favor e contra o movimento dos educadores. 

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB), relatou ter realizado reunião com desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal em busca de uma solução. “Fizemos uma reunião no TJDFT para buscar uma intermediação do judiciário. O direito do movimento grevista é legítimo e tem que ser respeitado”, afirmou. A reunião veio após o governador Ibaneis Rocha ter pedido à justiça o corte de ponto dos grevistas e a aplicação de multa diária ao Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF). 
 

Deputado Chico Vigilante (Foto: Carolina Curi/Agência CLDF)

O deputado Chico Vigilante (PT), que também participou da reunião, pediu ao governo que negocie com os trabalhadores. “Os trabalhadores fazem greve quando falta diálogo, falta proposta, falta alguém para ouvi-los. Espero que o GDF não rejeite a proposta de intermediação feita pelo TJDFT”, disse. A deputada Paula Belmonte (Cidadania) também se posicionou a favor dos educadores. “É muito importante dar estrutura salarial e de trabalho aos professores”, afirmou a deputada da tribuna. 
 

Deputado João Cardoso (Foto: Carolina Curi/Agência CLDF)

 

Professor de carreira, o deputado João Cardoso (Avante) pediu ao governo que abra o diálogo com a categoria e chamou a atenção para os prejuízos que uma greve nas escolas acarreta. “A greve mexe com todo o Distrito Federal. Quantos alunos estão na vulnerabilidade hoje no DF? Os casos de violência doméstica e abusos aumentam. Mães solo param de trabalhar. Muitos alunos vão para a escola por conta do alimento também. É preciso abrir rapidamente o diálogo. Toda a população do DF está perdendo”, observou. 
 

Divergências

 

Deputado Thiago Manzoni (Foto: Carolina Curi/Agência CLDF)

 

Por sua vez, o deputado Thiago Manzoni (PL) acusou o movimento de estar sendo contaminado por partidos de esquerda. “Esse movimento não representa os professores, só representa a política partidária da esquerda. Esses professores que estão aqui trabalham contra a família. Enquanto a família ensina o cristianismo, eles ensinam a cristofobia”, disse. Diante da reação negativa dos presentes, o deputado voltou ao microfone. “Os professores de maneira geral podem contar sempre com o meu apoio, eu jamais me colocaria contra os professores. Mas não posso concordar com a atitude político-partidária do sindicato”, completou Manzoni.  

A fala do deputado gerou reações dos colegas da oposição. “Há professores de esquerda e professores de direita. A questão não é essa. Ele deveria na verdade olhar para o contracheque dos professores e se posicionar”, criticou Fábio Félix (PSOL). Dayse Amarilio (PSB) também questionou o discurso de Manzoni. “Quem fala isso de professor não sabe o que um professor faz. É muito difícil ser professor na rede, eles fazem muito com quase nada”, afirmou. Max Maciel (PSOL) ressaltou que os professores não são remunerados para estar nas escolas aos sábados nem para corrigir provas fora do horário de trabalho. “São esses profissionais que estão lutando por seus direitos e eles merecem o nosso respeito”, disse. 
 

Deputado Gabriel Magno Foto: Carolina Curi/Agência CLDF)

 

O deputado Gabriel Magno (PT) também criticou a fala do colega e apresentou a defasagem no contracheque dos professores. “A escola é o local de proteção de crianças e adolescentes. O problema é que hoje o professor tem que ser enfermeiro, psicólogo, assistente social, tudo isso porque o estado está ausente. O Plano Distrital de Educação, que é uma lei, diz que a remuneração inicial dos professores está defasada em R$ 5678,59. Isso significa que teria que ter um reajuste de 95% no piso salarial. Sabe quanto os professores estão pedindo? Estão pedindo 19,8%. Isso não é abusivo nem ilegal”, argumentou. 

 

 

Fonte: Agência CLDF

Rio: Fiocruz oferece curso a jovens artistas em vulnerabilidade social

0

Estão abertas as inscrições para o projeto Coexistir, Coabitar, curso gratuito voltado para jovens e familiares de pessoas que passaram por privações de liberdade e vivem na cidade do Rio de Janeiro. Com duração de seis meses, o curso oferecerá bolsas mensais, alimentação, oficinas práticas, visitas culturais, acompanhamento artístico e uma exposição coletiva ao final do processo.

As inscrições devem ser feitas pelo formulário na internet e vão até dia 10 de junho e os encontros ocorrerão entre os meses de julho e dezembro de 2025, aos sábados. Mais detalhes podem ser encontrados no edital.

Com aulas semanais e atividades práticas, Coexistir, Coabitar propõe uma experiência formativa que articula arte, saúde, cidadania e pertencimento. A proposta pedagógica considera as experiências dos territórios periféricos e promove a produção de narrativas visuais que dialogam com identidade, memória, equidade de gênero, justiça social, sustentabilidade e racismo estrutural. As aulas acontecerão no Museu da Vida Fiocruz e em outros espaços de arte e cultura da cidade.

Segundo a coordenadora do projeto, Anna Luisa Oliveira, a iniciativa nasce do acúmulo de lutas de movimentos sociais e do reconhecimento da potência criativa da juventude que, apesar das desigualdades, segue buscando caminhos de emancipação.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

“Esse projeto é a soma de muitos esforços coletivos principalmente de movimentos sociais. Ele oferece um espaço real de formação, escuta e valorização de trajetórias. Nosso objetivo é que os participantes possam construir e compartilhar suas histórias através da arte”, afirma Anna, em nota.

O processo seletivo vai até 10 de junho. O que o projeto oferece:

● Bolsa mensal durante os seis meses de curso

● Transporte

● Alimentação nos encontros presenciais

● Oficinas com artistas e educadores convidados

● Mentorias e visitas a espaços culturais

● Acompanhamento curatorial para a exposição final

● Certificado de participação emitido pela Fiocruz

Pré-requisitos:

– Ter entre 18 e 29 anos de idade;

– Ser egresso ou familiar de egresso do sistema prisional ou socioeducativo

– Se interessar por artes visuais;

– Ter disponibilidade para os encontros presenciais durante os sábados de julho a dezembro de 2025.

Fonte: Agência Brasil

Goiás abre a Semana do Meio Ambiente

0
Aberta a Semana do Meio Ambiente em Goiás
Governador Ronaldo Caiado abriu, nesta quarta-feira (4/6), em Goiânia, a Semana do Meio Ambiente (Foto: Rômullo Carvalho)

O governador Ronaldo Caiado abriu, nesta quarta-feira (4/6), a programação da Semana do Meio Ambiente, realizada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). O evento, que segue até esta quinta-feira (5/6), em Goiânia, aborda o tema “Conciliando Pessoas e Natureza”.

Durante a cerimônia, o chefe do Executivo goiano lançou o projeto “Agro Sustentável”, com foco na recuperação e sustentabilidade ambiental da bacia do Alto Rio Meia Ponte. Em seu discurso, Caiado ressaltou que tem orgulho de mostrar que é possível unir produção e conservação.

“Goiás é hoje referência nacional em gestão ambiental, com ações concretas que preservam nossas nascentes e promovem o desenvolvimento sustentável”, disse governador ao mencionar que o Estado reduziu o desmatamento em 72% em 2024, na comparação com o ano anterior.

Durante o evento, a titular da Semad, Andrea Vulcanis, assinou mais um termo de adesão ao Juntos pelo Araguaia, maior programa de revitalização de bacias hidrográficas em curso no Brasil, alcançando os municípios de Amorinópolis, Aragarças, Arenópolis, Baliza, Bom Jardim, Caiapônia, Diorama, Doverlândia, Iporá, Ivolândia, Mineiros, Montes Claros, Palestina de Goiás, Piranhas, Portelândia e Santa Rita do Araguaia.

“Hoje celebramos conquistas grandiosas. Conseguimos reerguer a Secretaria do Meio Ambiente com estrutura, orçamento e capacidade de entrega. O Juntos pelo Araguaia já é premiado internacionalmente e mostramos que é possível implantar 48 políticas públicas ambientais com seriedade e responsabilidade”, destacou Andrea Vulcanis.

Ao aderir ao programa, empresas firmam compromisso de investimento na recomposição da vegetação nativa associado à adoção de práticas de conservação de solo e água. Nesta quarta-feira (5/6), a Atiaia Energia S.A, que atua no mercado de desenvolvimento de soluções em energia renovável, comprometeu-se a restaurar 50 hectares de Cerrado na bacia hidrográfica do Alto Rio Araguaia, com execução em até 45 dias após o recebimento do ofício de comunicação para o início do projeto.

A empresa se responsabilizou pelos custos da iniciativa, a previsão é que o lote seja concluído em três anos.

Debates na Semana do Meio Ambiente

Até quinta-feira (5/6), os participantes da Semana do Meio Ambiente podem participar de painéis sobre os desafios e as soluções de Goiás no âmbito das mudanças climáticas. As discussões servem de preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que será realizada em Belém (PA), em novembro.

Ainda durante a cerimônia de abertura, foi entregue o prêmio em dinheiro para os proprietários rurais contemplados pelo Cerrado em Pé, programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) que remunera produtores que conservam a vegetação nativa. Também foi entregue o Prêmio Goiás Sustentável, que reconhece práticas sustentáveis que melhoram a vida da população.

Para o presidente do Sistema Faeg, José Mário Schreiner, é possível afirmar que o diálogo entre os setores produtivo e ambiental é uma realidade hoje em Goiás.

“Houve tempos difíceis, mas agora trabalhamos juntos por um mesmo objetivo: produzir com responsabilidade e preservar nossas riquezas naturais. Isso só foi possível com a liderança firme do governador Caiado e o trabalho técnico da Semad”, declarou ele.

Caiado concede entrevista durante a abertura do evento:

Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Banco Central anuncia o Pix automático

0

O Banco Central (BC) lançou hoje (4), em São Paulo, o Pix Automático, que vai permitir o agendamento de despesas periódicas e recorrentes, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura.

Por meio dessa ferramenta, informou o Banco Central, o pagador vai precisar autorizar uma única vez a operação, sem precisar fazer um novo pagamento a cada nova cobrança.

“O Pix é o dinheiro que anda na velocidade do nosso tempo”, disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo, durante o evento denominado Conexão Pix, realizado durante todo o dia de hoje na capital paulista.

“O Pix é um ativo de todos os brasileiros, da sociedade brasileira, do setor privado, dos indivíduos, das pessoas físicas, do Banco Central, de todo mundo”, ressaltou.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Com essa nova modalidade do Pix, o presidente do Banco Central disse que “as grandes empresas vão poder colocar cobranças recorrentes de maneira automática com muito menos custo e com a segurança de que vão receber”.

Além disso, enfatizou ele, “60 milhões de pessoas que hoje não tem o cartão de crédito vão poder ter acesso a uma série de serviços ou a uma série de facilidades”.

Só no ano passado, o Pix alcançou um marco histórico ao registrar mais de R$ 26 trilhões em transações realizadas. 

Pix automático

A primeira instituição a utilizar o Pix automático foi o Banco do Brasil, que o implantou no fim do mês de maio. Pelo cronograma oficial, no entanto, a ferramenta só estará disponível nos demais bancos a partir do dia 16 de junho, com pessoas físicas como pagadoras e empresas como recebedoras.

De acordo com o BC, o Pix automático vai funcionar da seguinte forma: o pagador fará a autorização do pagamento e definirá regras, como o valor máximo de cada pagamento. Nos dias anteriores ao pagamento, a empresa deverá enviar a cobrança ao banco do pagador que, por sua vez, fará o agendamento do pagamento e notificará o pagador para que ele possa conferir, antes do dia do pagamento, se o valor cobrado está correto. O Pix Automático será gratuito para a pessoa pagadora.

Segundo o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, Renato Gomes, o Pix automático deverá sintetizar comodidade, facilidade e controle.

Facilidade

“Comodidade porque o consumidor vai realizar todos seus pagamentos recorrentes de forma automática, sem preocupação. Facilidade porque o consentimento será dado uma vez e aquele serviço vai ficar disponível por um tempo indeterminado. E controle, porque o consumidor não só vai ter que consentir para participar daquele serviço como vai poder estabelecer um limite máximo para cada pagamento recorrente que será realizado, podendo cancelar aquilo a qualquer momento”, disse Gomes.

Com a modalidade de Pix Automático, o BC calcula que as empresas que receberão por essa modalidade de pagamento vão diminuir os custos de cobrança, pois a operação independe de convênios bilaterais, como ocorre atualmente no débito em conta, e usa a infraestrutura criada para o funcionamento do Pix.

Outra vantagem apontada pelo BC é a possível redução da inadimplência porque os pagamentos ficarão programados na conta do cliente.

Fonte: Agência Brasil

Congresso defende ampliação das relações Sul-Sul em Fórum do Brics

0

Representantes do Congresso Nacional destacaram, nesta quarta-feira (4), na abertura do 11º Fórum Parlamentar do Brics, em Brasília, a necessidade de ampliar as relações entre países do Sul Global e de fortalecer a soberania das nações emergentes frente aos desafios geopolíticos atuais.

A solenidade de abertura contou com a participação de representantes de parlamentos de 15 países do Brics, entre membros permanentes e parceiros, como Rússia, China, Índia, África do Sul, Nigéria, Etiópia, Irã, Cuba, Bolívia, Indonésia, Egito. O encontro discute temas como saúde global, regulação da inteligência artificial (IA) e o desenvolvimento sustentável. O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, também participou da abertura do fórum.

Os parlamentares brasileiros defenderam a pauta histórica do bloco, como a reforma dos organismos internacionais com maior participação dos países da África, Ásia e América Latina, e o uso de moedas locais para as trocas entre as nações em substituição ao dólar.


Brasília (DF), 04/06/2025  - 1ª Sessão de trabalho do 11º Fórum Parlamentar do BRICS no Congresso Nacional.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 04/06/2025  - 1ª Sessão de trabalho do 11º Fórum Parlamentar do BRICS no Congresso Nacional.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), lembrou o atual contexto internacional marcado por “tensões geopolíticas, protecionismo e fragilização do multilateralismo”. Para Motta, nesse cenário, é preciso promover o fluxo comercial e de investimentos entre os países do Sul Global.

“Não podemos nos furtar, ainda, de discussões sobre como diversificar e fortalecer as iniciativas e mecanismos – como o de pagamento em moedas locais – para reduzir custos de transação e ampliar novas oportunidades de negócios”, defendeu.

Motta elogiou a importação do Banco do Brics, o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff, como “motor de uma nova geração de investimentos que priorizem o crescimento com inclusão social e sustentabilidade ambiental”.

Já o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), sustentou que o Fórum Parlamentar do Brics deve fortalecer a cooperação entre os 11 países-membros e os nove parceiros.

“A entrada de novos países reforça o caráter inclusivo do bloco. Somos diversos, mas unidos pela busca de justiça social, equilíbrio geopolítico e desenvolvimento sustentável. Estamos juntos neste fórum porque compreendemos que a cooperação entre países do Brics tem muito a dizer ao mundo”, disse.


Brasília (DF), 04/06/2025  - 1ª Sessão de trabalho do 11º Fórum Parlamentar do BRICS no Congresso Nacional.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 04/06/2025  - 1ª Sessão de trabalho do 11º Fórum Parlamentar do BRICS no Congresso Nacional.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Donald Trump

A atuação do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, foi alvo de críticas na abertura do Fórum Parlamentar do Brics. O presidente estadunidense tem adotado uma política unilateral nas relações internacionais, com aumento de tarifas comerciais e ameaças a países que substituírem o dólar no comércio global.

O coordenador do Fórum Parlamentar do Brics, o deputado federal Fausto Pinato (PP-SP), sustentou que o mundo não precisa de um “xerife que impõe seu poder, mas sim de parcerias honestas, recíprocas”, acrescentando que é essencial defender a soberania do Brasil.

“[Trump abandonou] a diplomacia e o necessário respeito das tratativas entre os países do mundo afora para se posicionar como se fosse o ditador da economia global, ameaçando, chantageando pessoas, países e autoridades. Somos soberanos. Não podemos aceitar isso”, defendeu.

Reforma da ONU

A atual estrutura da Organização das Nações Unidas (ONU) também foi alvo de crítica dos parlamentares. O coordenador do Fórum Parlamentar do Brics no Senado, Humberto Costa (PT-PE), destacou que a organização dos países do Sul Global mudou a tradicional geopolítica que então prevalecia no mundo.

“Aqueles sistemas estão ainda desenhados em cenários carcomidos que remontam à década de 50 do século passado, consolidados em uma posição central do Ocidente. Ignora-se ali que nas últimas décadas houve o surgimento e a crescente importância de novos protagonistas na arena da política global”, disse.


Brasília (DF), 04/06/2025  - 1ª Sessão de trabalho do 11º Fórum Parlamentar do BRICS no Congresso Nacional.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 04/06/2025  - 1ª Sessão de trabalho do 11º Fórum Parlamentar do BRICS no Congresso Nacional.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Brics

A presidência do Brasil no Brics ocorre em meio à expansão do bloco e ao início do novo mandato de Donald Trump, que tem rejeitado o multilateralismo em favor de construir soluções unilaterais ou bilaterais.

Ao contrário do bilateralismo ou unilateralismo, o multilateralismo busca construir soluções em conjunto com os países para os problemas comuns do planeta, sendo essa uma das principais bandeiras do Brics.

Inicialmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o grupo incluiu, no ano passado, como membros permanentes: o Irã, a Arábia Saudita, o Egito, a Etiópia e os Emirados Árabes Unidos.

Neste ano, foi a vez de a Indonésia ser incluída como membro permanente. Além disso, em 2025, foi inaugurada a modalidade de membros parceiros, com a inclusão de nove países: Belarus, Bolívia, Cuba, Cazaquistão, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão.

Fonte: Agência Brasil

Combate à gripe aviária mostra eficiência do Brasil, diz ministro

0

O sistema sanitário brasileiro sairá fortalecido e reconhecido internacionalmente, após lidar com a situação da gripe aviária ocorrida em uma granja comercial do Rio Grande do Sul. Na avaliação do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, até mesmo os casos ocorridos com aves silvestres comprovam isso porque não conseguiram afetar aves em viveiros comerciais.

A afirmação foi feita nesta quarta-feira (4) durante coletiva de imprensa organizada pelo ministério para atualizar os dados da gripe aviária no país.

“É importante dizer que essa crise mostrou ao mundo a robustez do sistema brasileiro”, disse o ministro. “Claro que não queríamos que [a doença] entrasse em uma granja comercial. Mas o fato é que, tendo acontecido [e não se espalhado], isso é também prova cabal de como o sistema brasileiro é robusto”, acrescentou.

De acordo com o ministro, a eficiência do sistema sanitário brasileiro evitou a saída da doença para outras granjas. Algo que, segundo ele, está mais do que comprovado.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Caso único

O único caso confirmado em estabelecimento comercial ocorreu há 14 dias em uma granja localizada no município gaúcho de Montenegro. Caso não ocorra um novo caso em granja comercial nos próximos 14 dias, o Brasil poderá se declarar país livre da gripe aviária, ao final dos 28 dias de vazio sanitário, previstos nos protocolos internacionais.

“Estamos, portanto, na metade do processo do vazio sanitário, sem que outras mortes ocorram nas granjas comerciais. Nossa expectativa é de que, ao final do vazio sanitário, a gente possa reduzir significativamente as restrições comerciais, até a volta completa à normalidade da comercialização”, destacou o ministro.

Transparência

Fávaro reiterou que o país manterá o estado de emergência, ampliando os processos de investigação e dando total transparência para que, ao menor indício, sejam investigados eventuais casos de animais silvestres, domésticos ou de granjas.

“Estamos com oito casos sendo investigados. Nenhum em granja comercial. O último caso de granja comercial investigado é  Antagorda (RS), que deu negativo ontem à tarde, como era de se esperar.

Zoo de Brasília

Com relação ao caso das duas aves (um pombo e um marreco irerê) encontradas mortas no Zoológico aqui de Brasília, dia 28 de maio, tratam-se de animais silvestres que não faziam parte do plantel do zoo.

Por isso, lembrou o ministro, a exemplo dos outros 168 casos de gripe aviária em animais silvestres, já ocorridos no Brasil, não implicarão qualquer restrição.

“Há dois anos não tínhamos casos [da gripe] em animais silvestres. Ou seja, desde 15 de maio de 2023. De lá para cá, nunca fechou um caso. É tão natural que não há protocolo prevendo restrição”, acrescentou.

As aves foram recolhidas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e enviadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para análise de possíveis casos de gripe aviária, o que já foi confirmado.

O fechamento preventivo também seguiu os protocolos de biossegurança, tanto para proteger a saúde dos animais como de colaboradores e visitantes.

Alerta

Fávaro disse que, tanto o caso de ave contaminada na granja do RS como eventuais casos em aves silvestres, devem servir de alerta para que os empreendimentos comerciais e criadouros de aves fiquem atentos.

Ele atualizou as restrições comerciais aplicadas contra a carne de frango brasileira. Segundo o ministro, dos 160 países que compram o produto brasileiro, 21 mercados estão com restrição total no Brasil; 14 suspenderam apenas a importação da produção com origem no Rio Grande do Sul ; e quatro deixaram de comprar a carne produzida no município de Montenegro.

“Mas já iniciamos negociações para diminuir a restrição total do Brasil”, disse o ministro.

Segundo Fávaro, as restrições de exportação resultaram em queda média de 7% no preço da carne de frango no mercado interno brasileiro.

Emergências sanitárias

Ainda durante a coletiva de imprensa, Fávaro disse que encaminhará, à Casa Civil, uma proposta de Medida Provisória visando garantir R$ 135 milhões em recursos para lidar com esta e outras crises sanitárias, tanto para casos de doenças que afetem animais como vegetais.

Ele disse que isso reforçará ainda mais o sistema sanitário do país, evitando maiores prejuízos.

O ministro explica que há atualmente quatro emergências sanitárias vigentes no Brasil.

“A da gripe aviária é a mais falada, mas há também relativas a doenças que atacam produções de cacau, carambola e mandioca”, disse o ministro.

Fonte: Agência Brasil

PF cumpre em Sergipe mandados contra suspeitos de fraude no INSS

0

A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta quarta-feira (4), em Sergipe, dois mandados de busca e apreensão contra suspeitos de participação em um esquema ilegal de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. 

Por determinação da 3ª Vara Federal de Sergipe, os mandados, expedidos no âmbito da Operação Sem Desconto, foram cumpridos nos municípios de Indiaroba e Umbaúba, no litoral do estado.

De acordo com os investigadores, as ordens judiciais têm como objetivo a arrecadação de bens de valor vinculados aos investigados no esquema de descontos indevidos aplicados sobre benefícios do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], buscando a recomposição do erário público e a redução dos prejuízos causados pelos autores.

Na terça-feira (3), a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que as nove decisões proferidas pela Justiça Federal em Brasília preveem a apreensão de R$ 119 milhões em bens de empresas e de investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios do INSS.

Mensalidade associativa

A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de determinada categoria profissional pagam periodicamente para integrar uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que representa os interesses de seus afiliados. O desconto em favor das entidades autorizadas a oferecer a facilidade está previsto na Lei dos Benefícios da Previdência Social, em vigor desde 1991.

Segundo o governo, a primeira organização a aderir à modalidade de cobrança começou a receber os valores descontados em 1994. A partir daí, o número de organizações autorizadas a oferecer o desconto em folha, bem como os valores movimentados, aumentou gradualmente.

A CGU informou que, entre 2017 e 2019, aumentou o número de descontos e de reclamações de beneficiários de que não haviam autorizado descontos nas mensalidades. De acordo com as autoridades, a partir de 2019, foi criado um grande número de entidades com o propósito de fraudar, ou seja, não oferecer nenhum benefício para o associado.

Após a operação da PF e da CGU, o governo está promovendo o ressarcimento aos aposentados e pensionistas que tiveram descontos ilegais. A devolução deve ocorrer até 31 de dezembro.

O valor retirado indevidamente dos beneficiários ainda é desconhecido, mas deve ficar abaixo dos R$ 5,9 bilhões descontados de março de 2020 a abril de 2025 de 9 milhões de aposentados e pensionistas, o que inclui valores retirados com autorização.

Fonte: Agência Brasil

Assembleia aprova empréstimo de US$ 90 milhões do BID ao Governo de Goiás

0
Alego aprovou em definitivo, nesta terça-feira (03/06), projeto que autoriza Governo de Goiás a contratar empréstimo de US$ 90,3 milhões com Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) (Foto: Denis Marlon)
Alego aprovou em definitivo, nesta terça-feira (03/06), projeto que autoriza Governo de Goiás a contratar empréstimo de US$ 90,3 milhões com Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) (Foto: Denis Marlon)

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou em definitivo, nesta terça-feira (03/06), o projeto que autoriza o Governo de Goiás a contratar empréstimo de US$ 90,3 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Os recursos serão usados na terceira fase do Programa de Modernização da Gestão Fiscal (Profisco III), com foco na transformação digital, simplificação tributária, melhoria dos serviços públicos e fortalecimento da governança fiscal.

Um dos principais objetivos do programa é preparar toda a gestão tributária do Estado para a implementação do futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), previsto na reforma tributária em andamento no país.

Com investimento total de US$ 100,4 milhões, sendo US$ 10,1 milhões de contrapartida estadual, o Profisco III prevê ações como:

  • a modernização da área de Recursos Humanos,
  • uso de inteligência artificial na fiscalização tributária,
  • criação de novo sistema orçamentário e financeiro
  • evolução da contabilidade de custos
  • ampliação da digitalização dos serviços voltados ao cidadão e aos contribuintes.

Empréstimo do BID

O empréstimo será contratado por meio da linha de Crédito Condicional para Projetos de Investimento (CCLIP), voltada a projetos de longo prazo que fortalecem a sustentabilidade fiscal. O prazo de pagamento será de 25 anos, com três anos de carência. A execução da despesa está prevista para o final de 2025, e o contrato estará sujeito à variação cambial.

Após sanção do governador Ronaldo Caiado, o Estado seguirá para a fase de negociação contratual com o BID, que definirá condições de desembolso, metas, indicadores de desempenho e taxas da operação.

O governo também se compromete a incluir, nas leis orçamentárias, as dotações necessárias para o cumprimento das obrigações assumidas.

Saiba mais

Estado propõe crédito de US$ 90 milhões com o BID para modernização fiscal

Novo sistema da Economia vai desburocratizar importação

Fonte: Portal Goiás

Diretrizes Orçamentárias: Receita própria do DF deve crescer 11% em 2026

0

Com objetivo de debater o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2026, a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) realizou audiência pública na manhã desta quarta-feira (04). Os dados do PL nº 1.742/2025 mostraram projeção de crescimento de 10,1% das receitas próprias do Distrito Federal e de 10,7% do Fundo Constitucional.

Apenas as receitas correntes, que mostram a arrecadação própria do DF em 2026, devem atingir R$ 43,9 bilhões (+9,3%), sendo que a parte proveniente de impostos, taxas e contribuições de melhoria pode chegar a R$ 27,5 bilhões, um crescimento de 11,8% em relação ao valor projetado para esse ano. “É uma perspectiva positiva porque a gente entende que é um cenário com crescimento da arrecadação superior à inflação”, disse o chefe da Unidade de Processo e Monitoramento Orçamentários, Luiz Paulo de Carvalho Moraes, responsável pela apresentação dos números durante a reunião.

Segundo a projeção, o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) deve crescer R$ 2,6 bilhões (+10,7%), chegando ao total de R$ 27,7 bilhões. Assim, a receita total do DF projetada para o exercício do próximo ano tende a ultrapassar R$ 71,7 bilhões (+11,2%).

Apesar disso, a proposta da LDO traz um resultado primário que projeta déficit de R$ 1,5 bilhões, o maior desde o ano de 2015. O resultado primário é aquele que não considera receitas e despesas de natureza financeira, ou seja, são retiradas dessa conta as receitas com empréstimos e outras operações financeiras, além dos gastos feitos com pagamento de juros e amortizações, entre outras.

“Esse número é negativo porque quando a gente tem um volume de operações de crédito [empréstimos] maior, essas operações fazem com que ingressem receitas financeiras, que não são contabilizadas no resultado primário, mas que financiam despesas primárias [estas são contabilizadas]. Isso cria uma alteração que fica evidenciada no resultado primário. O número diz que o DF está se endividando um pouco para continuar fazendo as obras”, explicou Luiz Paulo. Ele acrescentou ainda que o “nível de endividamento do DF está entre os mais baixos do país, com 13,4% da receita corrente líquida (RCL), enquanto o limite permitido é de até 200% da RCL”.
 

O PLDO mostra também que o GDF espera obter R$ 1,74 bilhões em operações de crédito. “Estes recursos são basicamente destinados a obras e investimentos de infraestrutura. Veja que é um crescimento de 85% em relação ao que foi orçado na Lei de Orçamento Anual (LOA) de 2025”, destacou Luiz Paulo.
 

Despesas

A despesa com pessoal e encargos sociais está prevista em R$ 45,2 bilhões, enquanto os gastos com juros e encargos da dívida somam R$ 758 milhões (+17,5%). “A perspectiva é um crescimento de 9,6% nos recursos para pessoal em relação à LOA de 2025, somando o [que é pago pelo] Fundo Constitucional e tesouro do Distrito Federal”, afirmou Luiz Paulo.

Do total previsto para despesas, 63% são do grupo de gastos com pessoal e 29% de custeio. Na soma, estes dois grupos representam 92% de toda a despesa do DF.

O gasto com amortizações tem projeção de crescimento na casa de 41%, atingindo pouco menos de um bilhão de reais. “Os pagamentos com juros, encargos e amortizações têm apresentado uma variação um tanto quanto relevante porque a gente tem buscado recursos na forma de operações de crédito nos últimos anos para financiar essas obras que estão acontecendo”, explicou Luiz Paulo.

Outras despesas correntes devem consumir R$ 20,6 bilhões (+10,7%) enquanto os investimentos atingem R$ 2,5 bilhões em 2026. “Consideramos acima de dois bilhões um nível interessante de investimentos”, salientou o chefe da Unidade de Processo e Monitoramento Orçamentários.
 

 

Já a reserva de contingência cresce praticamente um bilhão no PLDO em relação à LOA 2025, atingindo R$ 1,4 bilhões (+217%). “Dá o sentimento de um crescimento muito alto, mas a reserva de contingência enviada vem com as emendas parlamentares que serão destinadas [no decorrer do processo legislativo], chegando a algo em torno de R$ 800 milhões que serão distribuídas em outras despesas. Tem ainda a reserva de contingência do Executivo”, detalhou Luiz Paulo.
 

Fundo Constitucional

Os recursos do FCDF devem pagar R$ 12,7 bilhões de despesas na área de segurança pública. Já o total de despesas aplicado na área de saúde com recursos do fundo é de R$ 9 bilhões, enquanto a educação deve ter R$ 6 bilhões de despesas pagas pelo FCDF durante o próximo ano.

 

Concursos e nomeações

O PLDO 2026 contém ainda a previsão de autorização para provimento de mais de 29 mil cargos no Poder Executivo. Por exemplo, estão previstos 2.569 cargos na carreira Políticas Públicas e Gestão Governamental; 1.233 cargos na carreira Médica; 2.978 cargos na carreira Especialista em Saúde (20h); 811 cargos na carreira Planejamento Urbano e Infraestrutura; 294 na carreira Gestão Fazendária; 261 na carreira Auditoria Tributária e 151 cargos na carreira Auditoria de Controle Interno, entre outros. Todos por meio de nomeações de concursos públicos.

 

Questionamentos

 

 

O presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa (União), apresentou questionamento sobre a previsão de crescimento das receitas próprias acima do verificado na média dos últimos doze meses. “No período entre junho de 2024 e abril de 2025 tivemos um crescimento médio na casa de 3,39%, [enquanto] a projeção da RCL no projeto da LDO corresponde a 10,11%. A que se deve essa projeção de crescimento acima da média”, indagou o parlamentar.

O secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento, Thiago Rogério Conde, respondeu que as bases de comparação são diferentes. “Quando se usa uma base de abril com relação a um ano fechado, se compara um tempo diferente e por isso que não se ajusta, ficando um crescimento maior. Se a gente levar em conta o que vai fechar no ano, de acordo com as nossas projeções, o crescimento deve ficar ajustado na média de 5,6%, por volta do que se tem verificado ano após ano”, afiançou o secretário.

O deputado também perguntou sobre a situação atuarial do Iprev-DF. “Verificamos uma mudança significativa quanto à contabilização da conta de compensação previdenciária, que passou de menos 6,4 bilhões de reais em 2023 para menos R$ 2,6 bilhões em 2024. A que se deve essa mudança”, questionou o presidente da CEOF.
 

Quanto a esta pergunta, o secretário disse que será encaminhada para averiguação. “A gente vai questionar o Iprev e vamos trazer essa resposta antes do fechamento da votação da LDO”, garantiu Thiago Conde.

Pedrosa também aproveitou a presença dos representantes da Secretaria de Economia do DF para pedir apoio às demandas do pessoal das atividades de transporte urbano, assim como para a reestruturação da carreira previdenciária e ainda para a nomeação de policiais penais.

Fonte: Agência CLDF