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Dilma: Banco do Brics terá 30% da carteira em moedas locais em 2026

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A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, voltou a defender, nesta quarta-feira (9), o uso de moedas locais em financiamentos realizados nos países do Brics, como uma forma mais vantajosa de promover o desenvolvimento sustentável desses países.  

“Nós sabemos que os países em desenvolvimento e as economias emergentes têm uma deficiência de acesso ao financiamento. Plataformas como o NDB e os bancos nacionais de desenvolvimento, eles suprem isto em parte, mas é necessária uma discussão muito séria no mundo a respeito de como resolver o problema do financiamento”, disse.

“Uma das soluções mais promissoras envolve a ampliação do uso de moedas locais nos financiamentos realizados por bancos multilaterais, porque você obterá uma taxa de juros menor”, defendeu Dilma, em participação do seminário A Transição Energética e a Sustentabilidade do Futuro, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (9).

Na fala, que encerrou o evento, ela explicou o papel do NDB, também conhecido como Banco do Brics, criado para mobilizar recursos e financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento. O uso de moedas locais em vez do dólar ou do euro em empréstimos, de acordo com ela, traz maior segurança e menos oscilação dos preços, ajudando os países a pagarem com maior facilidade as dívidas.

“O que acontece muitas vezes é que o acesso à moeda internacional é considerado não adequado para financiamento de longo prazo, porque durante 30 anos, por exemplo, para uma hidroelétrica, ou 20 anos para o financiamento de outras fontes de energia, você terá o risco crescente de ter situações que você não controla”, explicou.

Segundo Dilma, cerca de 25% da carteira do banco atualmente está denominada em moedas locais. A meta é alcançar 30%, em 2026, o que posiciona o banco na vanguarda entre as instituições multilaterais de desenvolvimento que usam esse tipo de operação.

“Financiamentos denominados em moedas locais, eles ajudam a mitigar riscos cambiais relacionados a moedas avançadas, porque você não controla a política monetária que esses países adotam e, portanto, quando a sua moeda se desvaloriza e a taxa de juros sobe, o setor privado, por exemplo, não tem condições de suportar a pressão no seu balanço financeiro”, disse.

A adoção de medidas como esta, que favorecem os países membros do Brics, geraram reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaçou taxar os países que adotarem às políticas que considerou antiamericanas.

Banco do Brics

Os fundadores do Brics são os maiores depositantes de recursos do banco de fomento, mas fazer parte do Brics não garante acesso ao NDB. O banco, atualmente conta com 11 membros, junto com Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Emirados Árabes, Bangladesh, Egito, Argélia, Uzbequistão e Colômbia.

Desde 2014, foram aprovados 122 projetos de investimento, totalizando em torno de US$ 40 bilhões. Somente para o Brasil, foram aprovados 29 projetos, totalizando US$ 7 bilhões. O desembolso total para o país foi de US$ 4 bilhões, o que representa 18% do total de desembolso do banco.

Fonte: Agência Brasil

Família de Juliana Marins pede que PF investigue vazamento de autópsia

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Familiares da publicitária Juliana Marins pedem que a Polícia Federal (PF) investigue o vazamento para a imprensa da autópsia realizada no corpo da jovem. A responsabilidade pelo documento é da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e o laudo deveria ser sigiloso, segundo nota enviada pela corporação à Agência Brasil.

Nesta quarta-feira (9), em conversa por telefone com a reportagem da TV Brasil, a família disse ter sido surpreendida com as matérias veiculadas pela imprensa nesta manhã, porque ainda não tinha tido acesso ao laudo da perícia realizada no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro, na manhã do último dia 2 de julho. Participaram do procedimento dois peritos legistas da Polícia Civil, um perito da Polícia Federal e um assistente técnico representante da família.

A previsão da família era receber o laudo e divulgá-lo em entrevista coletiva na próxima sexta-feira (11), que teria ainda a participação da Defensoria Pública da União (DPU) e do perito contratado para a autópsia.

O novo exame no Brasil foi solicitado pela família de Juliana, que questiona as conclusões do laudo apresentado por legistas indonésios. Segundo o documento feito no país asiático, a brasileira sofreu um trauma contundente e morreu de hemorragia decorrente de lesões em órgãos internos.

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A brasileira morreu depois de se acidentar durante uma trilha no Vulcão Rinjani, na Indonésia. A queda ocorreu no dia 21 de junho. Dois dias depois, ela foi localizada por meio de um drone térmico, mostrando que ainda estava viva naquele momento ou pelo menos algumas horas antes. As equipes de resgate só conseguiram chegar até a jovem na terça-feira (24), mas ela já havia morrido. O resgate do corpo ocorreu na quarta-feira (25).

O corpo da brasileira desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na terça-feira (1º), em um voo comercial. De lá, foi transportado para a Base Aérea do Rio de Janeiro em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

*Com informações da TV Brasil.

Fonte: Agência Brasil

Moraes diz que Eduardo Bolsonaro interfere em processo na Corte

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira (9) que o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) continua interferindo no andamento da ação penal da trama golpista.

A avaliação está na decisão na qual o ministro determinou a inclusão de um vídeo postado pelo parlamentar nas redes sociais no inquérito em que é investigado pelos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação.

No vídeo, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) diz que o sistema judiciário do Brasil é um risco para a democracia. O discurso, legendado para o inglês, foi feito durante a manifestação do dia 29 de junho em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo. 

“Verifica-se que o investigado Eduardo Nantes Bolsonaro permanece praticando condutas com o objetivo de interferir e embaraçar o regular andamento da AP 2.668/DF [núcleo 1], que já se encontra em fase de apresentação de alegações finais pelas partes”, argumenta Moraes.

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O ministro também pediu a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a questão.

Em março deste ano, Eduardo Bolsonaro pediu licença de 122 dias do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.

O deputado licenciado é investigado pela suposta atuação para incitar o governo norte-americano a adotar medidas contra Moraes, escolhido relator do caso por também atuar no comando das ações da trama golpista e no inquérito das fake news.

Na segunda-feira (7), o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, defendeu Jair Bolsonaro nas redes sociais e criticou o julgamento do ex-presidente pelo Supremo.

“Estarei assistindo muito de perto à caça às bruxas de Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores”, disse Trump, que também pediu para deixar Bolsonaro “em paz”.

Após a publicação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil é um país soberano e que não vai aceitar interferências externas.

Fonte: Agência Brasil

100 casas a custo zero são entregues a famílias de Quirinópolis

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Governador Ronaldo Caiado durante entrega de casas a custo zero em Quirinópolis (Foto: Lucas Diener)

O governador Ronaldo Caiado entregou, nesta quarta-feira (09/07), 100 casas a custo zero do Pra Ter Onde Morar – Construção, no município de Quirinópolis, no Sudoeste goiano. Com as entregas desta etapa (módulos III e IV), o município soma 200 unidades habitacionais finalizadas por meio da parceria entre o Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), e a prefeitura do município.

Os empreendimentos foram executados pela Construtora Central do Brasil (CCB), com investimentos superiores a R$ 17 milhões.

“É uma alegria enorme poder estar aqui, em uma cidade que sempre me deu seu apoio ao longo da minha vida pública. Estamos entregando hoje mais 100 casas, que se somam a outras 100 já entregues aqui, e isso nos dá orgulho. Quirinópolis está se tornando referência em gestão e qualidade de vida”, afirmou o governador, durante entrevista coletiva.

O vice-governador Daniel Vilela ressaltou o ineditismo do programa criado pela atual gestão.

“Goiás é o único estado que entrega casas a custo zero. Não vem carnê, as famílias recebem a casa, as chaves e os documentos. O governador Ronaldo Caiado está entregando um lar com dignidade, segurança e tranquilidade para se viver”, enfatizou.

Presidente da Agehab, Alexandre Baldy destacou que a política de moradia do governo tem promovido uma verdadeira revolução no estado.

“Já são mais de 5 mil moradias concluídas pelo programa. Aqui em Quirinópolis, hoje, entregamos as chaves de 100 novas casas — e sem boleto. É um sonho realizado, sem cobrança, sem contrapartida. Só pedimos uma coisa: cuidem bem desse patrimônio”, frisou.

O prefeito Anderson de Paula celebrou a parceria com o Governo de Goiás.

“Meu compromisso com a população sempre foi transformar a vida das pessoas. Hoje isso é realidade. Quirinópolis é referência em gestão pública e virou vitrine nacional. Agradeço ao governador Ronaldo Caiado pela confiança e pelo investimento histórico em nosso município”, pontuou.

Casas a custo zero

As casas são entregues totalmente quitadas, com escritura gratuita, destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social cadastradas no CadÚnico. Desde o início do programa em 2022, já foram entregues 3.682 casas em 163 municípios goianos.

Além das 200 moradias já concluídas, Quirinópolis conta atualmente com 343 famílias beneficiadas pelo Aluguel Social, totalizando 768 benefícios habitacionais ativos no município.

casas a custo zero em Quirinópoliscasas a custo zero em Quirinópolis
Casas são entregues totalmente quitadas, com escritura gratuita (Foto: Lucas Diener)

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Tribunal espanhol condena técnico Carlo Ancelotti por fraude fiscal

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Um tribunal espanhol condenou na quarta-feira (9) o técnico da seleção brasileira Carlo Ancelotti a um ano de prisão por não pagar impostos sobre receita de seus direitos de imagem quando era técnico do Real Madrid em 2014, informou o tribunal de Madri em um comunicado.

Ancelotti, que comandou o Real Madrid de 2013 a 2015 e entre 2021 e 2025, foi absolvido de acusação semelhante sobre 2015, pois o tribunal não conseguiu provar que ele permaneceu tempo suficiente na Espanha para incorrer em dívidas fiscais, acrescentou o tribunal. Ele se mudou para Londres após a demissão do Real Madrid em maio de 2015.

De acordo com a lei espanhola, qualquer pena inferior a dois anos por um crime não violento raramente exige que um réu sem condenações anteriores cumpra pena de prisão.

O ex-técnico de Bayern de Munique, Milan e Chelsea, de 66 anos, é a mais recente celebridade do futebol a ser investigada e condenada pela autoridade fiscal espanhola por suposta fraude fiscal.

* É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

Julho Amarelo alerta para prevenção e diagnóstico das hepatites virais

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Testagem de rotina é uma das medidas que ajudam a prevenir e diagnosticar hepatites (Foto: Divulgação)

Unidade do Governo de Goiás, o Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT) intensificou neste mês as ações de conscientização sobre prevenção, diagnóstico e combate às hepatites virais, em atenção à campanha nacional do Julho Amarelo. As hepatites virais atingem o fígado e podem evoluir de forma silenciosa para quadros graves, como cirrose e câncer hepático.

Dados da Secretaria da Saúde (SES-GO) revelam que, de janeiro a junho de 2025, Goiás registrou 397 casos de hepatites B e C, sendo 210 do tipo C. Os registros são de 15 mortes neste período. Em todo o ano de 2024, o estado somou 807 casos e 35 óbitos, com destaque para a hepatite C, que representou mais de 53% das notificações.

No HDT, especificamente, foram contabilizados 35 casos em 2025 e 78 ao longo de 2024, sendo a hepatite C a mais frequente. A unidade gerida pelo Instituto Sócrates Guanaes (ISG) é referência estadual no diagnóstico e tratamento da doença.

Hepatites virais

Testagem de rotina é uma das medidas que ajudam a prevenir e diagnosticar hepatites (Foto: Suyanne Dias/SES)

Infectologista do HDT, Renata de Souza explica que as hepatites podem ser causadas pelos vírus A, B, C, D ou E, sendo as formas de transmissão variadas.

As hepatites A e E são transmitidas principalmente por água e alimentos contaminadosenquanto as do tipo B, C e D ocorrem pelo contato com sangue contaminado, objetos perfurocortantes, relações sexuais sem preservativo e de mãe para filho durante o parto.

“Apesar da gravidade, muitas pessoas podem ter hepatite sem apresentar sintomas, especialmente na fase crônica e o paciente só descobre a doença em fases avançadas, quando já há complicações como cirrose ou câncer. Por isso, é fundamental a testagem de rotina, principalmente para os tipos B e C, que podem permanecer anos no organismo sem manifestar sinais”, explica a especialista.

Sintomas

Quando presentes, os sintomas incluem febre, mal-estar, dor abdominal, náuseas, vômitos, icterícia, urina escura e fezes claras. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue, PCR e avaliação da função hepática.

A boa notícia é que as hepatites A e B podem ser prevenidas com vacinação gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a adoção de medidas como o uso de preservativos, o não compartilhamento de objetos pessoais e a higienização dos alimentos são fundamentais para evitar a transmissão.

Atualmente não existe mais grupo de risco, mas sim comportamento de risco, daí a importância de redobrar os cuidados.

A médica Renata de Souza destaca os avanços no tratamento da hepatite C, que hoje conta com medicamentos orais de alta eficácia e baixos efeitos colaterais, alcançando cura em mais de 96% dos casos.

O HDT reforça que a melhor forma de combater as hepatites é por meio da informação, prevenção e diagnóstico precoce, disponíveis nas unidades de saúde, especialmente durante o Julho Amarelo.

Saiba mais

Vacina contra Hepatite A está disponível a usuários de PrEP

Fonte: Portal Goiás

Estrangeiros atrasam investigação sobre óleo no litoral do Nordeste

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Quase seis anos após um grande volume de óleo poluir uma extensa faixa do litoral brasileiro, o Ministério Público Federal (MPF) ainda aguarda que autoridades estrangeiras forneçam informações necessárias ao esclarecimento da origem e dos eventuais responsáveis por um dos maiores desastres ambientais já ocorridos no Brasil.

“Ainda existem incertezas sobre a autoria, com respostas pendentes de autoridades estrangeiras”, informou à Agência Brasil a Procuradoria da República no Rio Grande do Norte, unidade do MPF que conduz a investigação criminal para identificar as causas e os culpados pelo derramamento de óleo.

As primeiras manchas de óleo começaram a surgir no litoral da Paraíba no fim de agosto de 2019. Em pouco tempo, o material poluente atingiu praias, mangues, recifes e costões dos nove estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe; além de trechos do litoral do Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), “o mais grave crime ambiental ocorrido no litoral” afetou 130 cidades ao longo de cerca de 3,6 mil quilômetros de costa.

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A gravidade da situação forçou a União a acionar, pela primeira vez desde sua criação em 2013, o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional (PNC), mobilizando órgãos públicos federais, estaduais e municipais, além das Forças Armadas, para monitorar, conter e recolher toneladas de material contaminado.

O plano, contudo, só foi acionado mais de 40 dias após a constatação das primeiras manchas de óleo próximas às praias. E foi desmobilizado em 20 de março de 2020, embora vestígios do poluente continuassem reaparecendo.

Custos

Como, a princípio, a fonte poluente ou o suposto responsável pelo incidente não foi identificado, o Ibama pediu que a Petrobras também participasse dos esforços de mitigação e limpeza. Na época, a petrolífera informou ao Ibama que, para disponibilizar funcionários e equipamentos, gastaria pouco mais de R$ 43,28 milhões.

A Marinha, por sua vez, calculou que seus custos ultrapassaram os R$ 128,07 milhões. No total, o Ibama calcula que a operação consumiu algo em torno de R$ 187,64 milhões.

Todos os valores citados referem-se à última atualização disponível, de março de 2020, não tendo sido corrigidos pela inflação do último período. E não incluem os gastos de estados e municípios.

Há alguns meses, o governo de Pernambuco informou à Agência Brasil que gastou R$ 9,18 milhões para aliviar os efeitos do derramamento de óleo em sua costa. Informou ainda que já havia pedido à União o ressarcimento deste valor, “sem prejuízo de outras medidas que possam ser adotadas contra os causadores do dano ambiental, se adequadamente identificados”.

Já o governo do Rio Grande do Norte gastou R$ 456 mil para recolher mais de 34 toneladas de resíduos contaminados e minimizar os efeitos do derrame, além de outros R$ 165 mil para que técnicos do Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, salvassem os animais litorâneos. Nos dois casos, muitos municípios tiveram que arcar com os processos de limpeza.

Indiciamento

Em dezembro de 2021, a Polícia Federal (PF) encerrou as investigações apontando que uma quantidade incerta de óleo vazou ou foi lançado ao mar pela tripulação do navio petroleiro Bouboulina, pertencente à empresa Delta Tankers, sediada na Grécia. 

Com base nas provas e nas conclusões reunidas durante as investigações realizadas em parceria com vários órgãos e instituições nacionais e internacionais, a PF indiciou a Delta Tankers; o comandante do Bouboulina, Konstantinos Panagiotakopoulos, e o chefe de máquinas do navio, Pavlo Slyvka, pelos crimes de poluição, descumprimento de obrigação ambiental e dano a unidades de conservação.

O relatório da PF à época apontou custos de R$ 188 milhões como um “valor inicial e mínimo”, pois o total do dano ambiental ainda estava sendo apurado.

A partir daí, o fato do principal inquérito sobre o caso tramitar em segredo de justiça dificultou que os movimentos sociais, a imprensa e demais interessados se informassem sobre as providências adotadas para punir os responsáveis e indenizar as comunidades afetadas.

“A gente tem enfrentado muitas dificuldades para obter informações. Temos oficiado o MPF constantemente, e nem sempre recebemos respostas”, garantiu Andrea Rocha do Espírito Santo, uma das coordenadoras da campanha Mar de Luta, que reúne organizações de pescadores artesanais e entidades de defesa e promoção dos direitos humanos e socioambientais, além de pesquisadores e ativistas.

Consultado pela Agência Brasil, o MPF também se limitou a responder que, por se tratar de investigação sigilosa, não pode fornecer detalhes sobre as dúvidas que acredita ainda não terem sido esclarecidas acerca da autoria do derrame de óleo ou de quais “autoridades estrangeiras” espera receber informações que ajudem a elucidar o caso.

A Advocacia-Geral da União (AGU), órgão competente para representar a União judicialmente, só revelou que, até o momento, não integra nenhum processo envolvendo a Delta Tankers ou os esforços para reaver parte dos gastos que o Poder Público foi obrigado a assumir.

Já o Ibama informou que, mesmo a PF tendo apontado o navio grego e seus responsáveis como fonte da poluição, não aplicou nenhuma sanção administrativa ambiental ou multa.

“O indiciamento é um ato técnico da polícia e que ocorre durante uma investigação, no qual há indícios de que a pessoa possa ter cometido um crime. Porém, o indiciamento não é suficiente para lavratura de auto de infração pelo Ibama”, explicou o órgão.

De acordo com o Instituto, legalmente o caso pode resultar em sanções de até R$ 100 milhões. Se arrecadado, esse valor será destinado ao Fundo Nacional de Meio Ambiente – fonte de financiamento público para projetos socioambientais e iniciativas de conservação e de uso sustentável dos recursos naturais – e para o Tesouro Nacional.

Mesmo não tendo aplicado nenhuma multa, o Ibama já ressarciu ao menos a Petrobras pelos gastos – o equivalente a R$ 39 milhões (valor de 2020) e não os R$ 43,28 milhões inicialmente estimados.

Sigilo

A presidenta da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Pernambuco, Ingrid Zanella, comentou o fato de o inquérito transcorrer em segredo de justiça.

Especialista em direito marítimo e ambiental, a advogada afirma que, em alguns casos o sigilo é razoável, embora impeça a sociedade de acompanhar a evolução da apuração. 

“O segredo de justiça é justificável quando a publicidade, o compartilhamento de dados sensíveis, pode atrapalhar a investigação, mas deve ser sempre justificado, pois é uma exceção. Neste caso específico, a sociedade não está acompanhando os caminhos que a investigação está percorrendo. Não conhecemos detalhes como, por exemplo, para quais autoridades internacionais o MPF está pedindo informações; quem já foi ouvido; quais evidências os procuradores estão procurando obter para identificar se a empresa indiciada pela PF foi ou não a responsável”, disse Ingrid antes de comentar a resposta da AGU.

“A AGU não deve ser parte em nenhum processo simplesmente porque não há, atualmente, no Brasil, um processo indenizatório pelos danos decorrentes deste, que foi um dos maiores desastres ambientais que já acometeu nosso Brasil”, acrescentou a advogada.

Segundo ela, uma eventual ação de responsabilização civil que cobre reparação pelos danos ao meio ambiente e pelos prejuízos às comunidades atingidas só deve ser ajuizada quando não restarem dúvidas sobre os culpados.

“Se o MPF julgar que as investigações não são contundentes, só será possível responsabilizar atores por omissão no dever de cuidado”, afirmou a advogada, alegando que a punição criminal e civil aos responsáveis contribuiria para dar mais segurança à navegação e ao transporte aquaviário no país.

“Se um fato como este, de repercussão internacional, fica impune, uma das consequências é a fragilização da proteção ambiental no país.”

Dúvidas

Para Andrea Rocha, que além de integrar a campanha Mar de Luta é agente do Conselho Pastoral dos Pescadores e Pescadoras (CPP), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o imbróglio jurídico revela a dificuldade de punir quem comete um crime ambiental transnacional, especialmente quando isso depende da cooperação internacional.

Desde que a PF divulgou suas conclusões, os pescadores e pescadoras vêm manifestando dúvidas e preocupações. Entre outras coisas porque temos poucas informações [oficiais]. Soubemos, por exemplo, que pode haver indícios de que o navio [Bouboulina] chegou ao seu destino carregando o mesmo volume de carga embarcada, mas nenhum órgão nunca nos confirmou se isso ocorreu, nem tivemos acesso ao inquérito”, comentou Andrea, destacando que a incerteza que o MPF manifestou a Agência Brasil pode ser de outra natureza.

“Esta é a primeira vez que vejo o MPF revelar que tem dúvidas. Apesar de que algumas ações civis que buscam reparações pelos danos ambientais e riscos à saúde das pessoas foram arquivadas em diferentes estados, como em Pernambuco, por falta de comprovação. Ou seja, de certa forma, parece-nos que o MPF considera que as informações sobre este crime são insuficientes”, avaliou.

“Consideramos um absurdo a forma como este crime vem sendo tratado. A resolução deste caso, com a punição dos responsáveis e uma reparação integral às vítimas, deveria ser prioridade máxima para o Estado. Inclusive porque a demora e impunidade potencializam todo tipo de ameaça que as comunidades recebem.”

“A gente não consegue sequer calcular o número de pessoas afetadas em mais de mil localidades atingidas pelo óleo. Nem a real dimensão do impacto, pois, até hoje, há comunidades relatando dificuldades. Enquanto o Estado brasileiro parece tratar este caso como um crime simples”, concluiu Andrea.

Andrea também listou as expectativas dos membros da campanha Mar de Luta.

“Queremos o reconhecimento da dimensão desse crime; total recuperação ambiental; reparação socioeconômica às vítimas; proteção aos territórios tradicionais pesqueiros, com o fortalecimento da legislação, para que isso nunca mais ocorra, e as devidas punições aos responsáveis – inclusive aos gestores públicos [federais] que, à época, demoraram a tomar as providências necessárias para evitar que essa tragédia chegasse à dimensão que chegou.”

Comissões

A contaminação de parte do litoral brasileiro pelo óleo foi objeto de ao menos três comissões parlamentares – incluindo a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados, que encerrou seus trabalhos em abril de 2021, sem que seus membros aprovassem um relatório final no qual apontassem responsabilidades e omissões.

Quando a CPI da Câmara foi instalada, em novembro de 2019, a Casa já tinha criado uma comissão externa encabeçada por parlamentares de oposição ao governo do então presidente da República Jair Messias Bolsonaro.

Em um relatório parcial divulgado com apenas um mês de funcionamento, o grupo apontou que, à época, os órgãos federais foram omissos e que o atraso na tomada de decisões reduziu as possibilidades de minimizar os impactos ecológicos e socioeconômicos, entre outras críticas.

O Senado também formou uma Comissão Temporária Externa para acompanhar as ações de enfrentamento à propagação do óleo pelo litoral brasileiro.

O relatório aprovado em novembro de 2022 destacou que o caso se deu em um contexto de “sistemático desmantelamento da estrutura de governança ambiental” do governo federal, o que, segundo os senadores, teria agravado os efeitos do desastre.

 

Fonte: Agência Brasil

Secti e Gerando Falcões iniciam transformação social no Residencial JK, em Goiânia

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Secti e Gerando Falcões iniciam transformação social no Residencial JK, em Goiânia
Iniciativa terá duração de dois anos e beneficiará diretamente cerca de 600 famílias do bairro, com infraestrutura, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva (Fotos: André Bianchi)

O Goiás Social e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) firmaram parceria com o Instituto Gerando Falcões para iniciar o projeto Favela 3D no Residencial JK, em Goiânia.

A ação inédita na região Centro-Oeste vai atuar por dois anos na comunidade com ações de infraestrutura, educação, qualificação profissional e geração de oportunidades, unindo o poder público, o terceiro setor e a sociedade civil para romper o ciclo da pobreza. 

A iniciativa terá duração de dois anos e beneficiará diretamente cerca de 600 famílias do bairro, com foco na melhoria da infraestrutura, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva. A cerimônia de lançamento foi realizada na sede da ONG De Mãos Dadas, que passa a ser o polo de articulação do projeto.

O espaço sediará permanentemente ações voltadas à qualidade de vida da comunidade, com a oferta de cursos, serviços públicos e programas sociais.

Durante o evento, os moradores tiveram acesso a atendimentos do Centro de Referência em Assistência Social (Cras), inscrições para cursos de capacitação da Secti, Educação de Jovens e Adultos (EJA), atividades esportivas, gibiteca, distribuição de frutas desidratadas do projeto Mix do Bem e mudas da Saneago. 

“A gente está aqui no Residencial JK, celebrando o lançamento da parceria entre a Secti, o Goiás Social e o Instituto Gerando Falcões, que é referência no terceiro setor no Brasil. O Governo de Goiás vai trazer para a comunidade os cursos de informática do programa Sukatech e a conexão com a Escola do Futuro de Goiás”.

“É um momento de transformação por meio da ciência, da tecnologia e da inovação”, afirmou o subsecretário de Inovação e Desenvolvimento Sustentável da Secti, Raphael Martins.

Projeto, parceria do Governo de Goiás e com o Instituto Gerando Falcões, atuará por dois anos no bairro, com foco em infraestrutura, qualificação, educação e inclusão socialProjeto, parceria do Governo de Goiás e com o Instituto Gerando Falcões, atuará por dois anos no bairro, com foco em infraestrutura, qualificação, educação e inclusão social
Favela 3D é a principal tecnologia social do Gerando Falcões, ecossistema de desenvolvimento social que atua em mais de 6 mil favelas brasileiras (Fotos: André Bianchi)

Favela 3D

O Favela 3D, sigla para Digna, Digital e Desenvolvida, é a principal tecnologia social do Gerando Falcões, um ecossistema de desenvolvimento social que atua em mais de 6 mil favelas brasileiras.

O projeto promove intervenções estruturais e sociais por meio de uma metodologia replicável, baseada em dados, inovação e participação comunitária. O objetivo é, ao final de dois anos, entregar ao poder público um território redesenhado e sustentável, com infraestrutura adequada e políticas públicas consolidadas.

Projeto Favela 3D tem início no Residencial JK, em GoiâniaProjeto Favela 3D tem início no Residencial JK, em Goiânia
Diretor de Relações Governamentais do Gerando Falcões, Lucas Cepeda, esclarece: “proposta é impactar mais de 600 famílias que vivem hoje no Residencial JK” (Fotos: André Bianchi)

“A gente está aqui hoje, o Gerando Falcões, juntamente com o Governo de Goiás, por esse marco que é o lançamento oficial do projeto Favela 3D, o primeiro aqui do Centro-Oeste”, destacou o diretor de Relações Governamentais do Gerando Falcões, Lucas Cepeda.

“Vamos trazer soluções de saneamento, qualificação profissional e trabalho social com o programa Decolagem. A proposta é impactar mais de 600 famílias que vivem hoje no Residencial JK”, pontuou Cepeda.

A representante do Gabinete de Políticas Sociais, Uiara Pimenta, lembrou o processo de escuta realizado nos últimos meses na região.

“Passamos aqui três meses fazendo um diagnóstico no bairro, levantando as demandas. Hoje, começamos a implementar a metodologia do Favela 3D com ações voltadas para educação, saúde, esporte e lazer. É mais uma proposta do Governo de Goiás dentro do programa Goiás Social”, explicou.

Moradora há 12 anos do Residencial JK, Telma Leão falou com emoção sobre o impacto do projeto para a comunidade.

“Essa união do Gerando Falcões com o Estado de Goiás nos enche de esperança de que teremos um JK melhor para nós, para nossas famílias e para toda a comunidade”, frisou.

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Fonte: Portal Goiás

Entregue pavimentação da GO-447 entre Divinópolis e GO-118

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Caiado inaugura pavimentação da GO-447 entre Divinópolis e GO-118
Obra da GO-447 vai facilitar ligação entre rodovias radiais como BR-020, BR-153 e GO-118 (Fotos: Hegon Correa)

O governador Ronaldo Caiado inaugurou, nesta terça-feira (08/07), as obras de pavimentação da GO-447, no trecho entre Divinópolis até a GO-118 no sentido Monte Alegre de Goiás. Com aporte de R$ 142 milhões, a rodovia recebeu serviços em um trecho de 60,5 quilômetros.

“Vejam a dimensão do nosso avanço por aqui. Nós estamos transformando a região. Isso é levar desenvolvimento para a população”, afirmou ao anunciar a entrega da primeira grande transversal construída no Nordeste goiano.

A construção da nova pista de rodagem – com pavimento em microrrevestimento – compreende ainda a construção de uma ponte sobre o Riacho Seco. A obra estruturante facilita a ligação entre rodovias radiais como BR-020, BR-153 e GO-118.

Com aporte de R$ 142 milhões, rodovia recebeu serviços em trecho de 60,5 quilômetros (Fotos: Hegon Correa)

A entrega também irá facilitar o escoamento da produção agroindustrial entre Goiás, Tocantins, Bahia e Distrito Federal, além de favorecer o deslocamento no roteiro turístico entre destinos como a Chapada dos Veadeiros e o Parque Estadual de Terra Ronca.

Caiado vistoriou a obra e pontuou aos moradores da região como as ações atuais contrastam significativamente com o cenário de décadas passadas.

“Nós governamos com transparência e seriedade. São obras de infraestrutura, é rodovia, é condição de implantar um maior número de pontes nesse estado de Goiás”, destacou.

“É só comparar 20 anos com sete anos e vocês veem o que esse Nordeste é hoje”, comparou ao citar o potencial da localidade.

“Nós temos aqui as maiores minas de terras raras do mundo”, lembrou.

O presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Pedro Henrique Ramos Sales, reforçou que, desde o ingresso de Caiado no Estado, a região Nordeste passou a ser assistida por investimentos.

“Não tem obra que deixa um gestor mais feliz do que aquela que combate as desigualdades regionais e puxa o desenvolvimento para quem ainda estava esquecido”, endossou.

Inaugurada pavimentação da GO-447 entre Divinópolis e GO-118Inaugurada pavimentação da GO-447 entre Divinópolis e GO-118
Construção da nova pista de rodagem – com pavimento em microrrevestimento – compreende ainda a construção de ponte sobre Riacho Seco (Fotos: Hegon Correa)

O projeto viário beneficia 20 municípios da região: Alto Paraíso de Goiás, Alvorada do Norte, Buritinópolis, Cavalcante, Colinas do Sul, Damianópolis, Divinópolis de Goiás, Flores de Goiás, Guarani de Goiás, Iaciara, Mambaí, Nova Roma, Monte Alegre de Goiás, São Domingos, São João D’Aliança, Simolândia, Sítio d’Abadia, Vila Boa, Teresina de Goiás e Posse.

A prefeita de Divinópolis, Isteiner Abreu, reforçou a relevância da pavimentação.

“Essa obra é extremamente aguardada pela população do Nordeste goiano e representa mais do que uma via de ligação. Representa desenvolvimento, integração regional, mais segurança e qualidade de vida para o nosso povo”, enalteceu.

“O governador está ligando as cidades que antigamente eram abandonadas”, afirmou o prefeito de Monte Alegre, Felipi Campos, ao lembrar que a espera se prolongou por décadas.

Infraestrutura viária

O Governo de Goiás tem realizado, desde 2019, constantes investimentos na melhoria viária da região Nordeste do estado.

Foram concluídas a sinalização da GO-118, entre Teresina de Goiás e Monte Alegre; e a implantação de uma ponte de 12 metros na GO-549, entre Campos Belos, Monte Alegre de Goiás e o distrito de Vazante, em Divinópolis. Juntas, as intervenções somam mais de R$ 900 milhões.

Já a construção da ponte de 190 metros sobre o Rio Paranã, entre Nova Roma e Monte Alegre, também concluída, demandou aporte de R$ 2,8 milhões.

“A ponte do Paranã, tão sonhada e tão importante dentro de um projeto e de uma determinação do governador Ronaldo Caiado de acabar com as balsas aqui em Goiás para fazer com que o progresso do nosso Estado continue avançando”, afirmou o vice-governador Daniel Vilela.

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Fonte: Portal Goiás

Preços das apostas das Loterias Caixa aumentam a partir desta quarta

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As apostas das Loterias Caixa aumentam de preços, a partir desta quarta-feira (9). O reajuste alcança as modalidades como a Dupla Sena, Quina, Lotofácil, Mega-Sena, Loteca e Super Sete.

De acordo com a Caixa, o aumento busca ampliar as premiações e fortalecer os repasses sociais, contribuindo para o desenvolvimento do país.

“A atualização tem como objetivo manter a sustentabilidade das modalidades, ampliar os valores das premiações e aumentar os repasses sociais que beneficiam milhões de brasileiros”, informa o banco, em comunicado.

Confira abaixo o cronograma de ajuste e os novos valores por modalidade:

Modalidade

Novos Valores

Nº do Concurso

Abertura de Apostas

Sorteio

Dupla Sena

    R$ 3,00

     2.832

        09/07/2025

 11/07/2025

Quina

    R$ 3,00

     6.770

        09/07/2025

 10/07/2025

Lotofácil

    R$ 3,50

     3.439

        09/07/2025

 10/07/2025

Loteca

    R$ 4,00

     1.202

        09/07/2025

 14/07/3035

Mega-Sena

    R$ 6,00  

      2.887

        10/07/2025

 12/07/2025

Super Sete

    R$ 3,00

      0.727

         30/07/2025

  01/08/2025


Fonte: Agência Brasil