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Relator da PEC da Segurança defende continuidade do debate na CCJ

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O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (União-PE), apresentou nesta quarta-feira (9) parecer favorável à admissibilidade do projeto de autoria do governo federal que busca modificar trechos da Constituição Federal relativos à questão. 

Apesar de criticar a proposta, que classificou de “insuficiente”, “tímida” e “centralizadora”, Mendonça concluiu que, no geral, o texto enviado pelo Poder Executivo não fere aspectos como constitucionalidade, legalidade, regimentalidade e técnica legislativa. Ainda assim, sugeriu duas emendas ao projeto original.

Uma das recomendações do relator é que os membros da CCJ suprimam do texto inicial um trecho que busca estabelecer a competência privativa da União para legislar sobre normas gerais de segurança pública, defesa social e sistema penitenciário – competência que, atualmente, a União compartilha com os estados.

“Qualquer que seja o aperfeiçoamento que se tente fazer nesta estratégia [de segurança pública], nunca será justificável sacrificar a autonomia dos estados e do Distrito Federal, visto que são estes os entes que, historicamente, acumularam expertise na matéria e cotidianamente batalham na linha de frente contra o crime organizado e a violência”, ponderou Mendonça.

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A segunda emenda elimina a palavra exclusiva do trecho que trata das competências da nova Polícia Viária Federal que, caso a PEC seja aprovada, substituirá a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

“A mudança pretendida pela Presidência da República, a pretexto de redistribuir competências entre os entes federativos, desnatura o núcleo essencial da estrutura institucional federativa da segurança pública”, afirmou Mendonça. Segundo o deputado, medidas centralizadoras como esta “violam a identidade do arranjo federativo previsto para a segurança pública e devem ser inadmitidas de pronto”.

Ao fim da leitura do relatório, um pedido de vista conjunto interrompeu a votação do parecer. Se, ao retomar o tema, a CCJ votar com Mendonça pela admissibilidade da PEC, o assunto será encaminhado para uma comissão especial onde será discutido o mérito da proposta, que será arquivada se não houver recurso.

“A discussão de mérito nós faremos dentro da comissão especial. Não será missão do atual governo definir os parâmetros desta PEC. Ela será redesenhada, construída a quatro mãos pelos membros da comissão especial, e depois será debatida em plenário”, lembrou o relator, ao criticar a estratégia inicial de parlamentares da oposição que, para evitar a aprovação da PEC, tentaram obstruir o debate, impedindo o prosseguimento dos trabalhos da comissão.

“A PEC é insuficiente, mas abre um debate importante. Ela pode ser considerada cosmética, tímida, algo que não vai mudar a realidade brasileira, mas precisamos avançar”, afirmou Mendonça. “Dada a realidade e tendo em vista que todos temos o compromisso público de assegurar e oferecer ao povo brasileiro alternativas de caminhos que possam significar combater a violência e promover a segurança pública, a omissão do Poder Legislativo seria a pior das opções. Simplesmente dizer não à PEC seria, talvez, o mais confortável, o mais conveniente […], mas considero um erro esta posição”, concluiu o relator.

Mendonça Filho disse que, com as duas emendas sugeridas, o colegiado se opõe a “pontos da PEC flagrantemente inconstitucionais”, como os que, segundo ele, afrontam o princípio da separação entre poderes e interferem na competência do Poder Legislativo de investigar, bem como na autonomia dos estados.

Fonte: Agência Brasil

OAB-SP repudia abuso da força policial no Estado de São Paulo

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Após a morte do marceneiro Guilherme Dias Santos, de 26 anos, assassinado por engano com um tiro na cabeça por um policial militar fora de serviço em 4 de julho, na Estrada Turística de Parelheiros, a seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, soltou nota de repúdio contra os casos de abuso policial no estado.

No comunicado, a OAB escreve que a morte de Guilherme não é um caso isolado:  “Trata-se de ação abusiva, desnecessária e guiada por um modelo de má conduta que se repete. Por falta de orientação, treinamento e controle institucional, o agente agiu como se pudesse resolver a situação à margem da lei, ignorando a legalidade e a justiça.”

A entidade também defendeu a apuração rigorosa de casos como o do marceneiro.  “Casos como esse vêm se repetindo de forma inaceitável no Estado de São Paulo. É urgente investir em formação e capacitação do efetivo policial, adotar protocolos que priorizem o uso de instrumentos com menor potencial ofensivo, garantir o cumprimento da obrigatoriedade do uso de câmeras corporais e investigar com agilidade e rigor os casos de má conduta, escreveu a OAB”.

Na sexta-feira passada (4), Guilherme foi baleado na cabeça pelo agente policial Fábio Anderson Pereira de Almeida enquanto corria para alcançar um ônibus para voltar a casa após um dia de trabalho.

O policial militar alega que havia sofrido uma tentativa de assalto e disparou contra supostos assaltantes, alvejando a vítima pelas costas. Guilherme estava desarmado e não tinha relação com o crime.

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Almeida chegou a ser preso por homicídio culposo, mas foi solto após pagamento de fiança. A Secretaria de Segurança Pública afirmou que o PM foi afastado das funções operacionais enquanto o caso é investigado.

*Estagiário sob supervisão de Eduardo Luiz Correia

Fonte: Agência Brasil

Encceja Exterior: recurso para atendimento especializado vai até sexta

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Os inscritos no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos brasileiros residentes no exterior (Encceja Exterior) de 2025 que tiveram reprovada a solicitação de atendimento especializado podem entrar com recursos até esta sexta-feira (11).

O procedimento deve ser feito exclusivamente na Página do Participante no sistema do exame. Neste caso, é necessário anexar novo documento que comprove a necessidade do atendimento especializado, como pessoas com deficiência (PCD), lactante ou pessoa idosa.

De acordo com o edital público, o resultado dos recursos estará disponível a partir de 16 de julho. Se o novo documento for aceito, o participante terá direito ao tempo adicional de 60 minutos em cada turno de aplicação do exame.

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Quem pode participar

A participação no Encceja Exterior é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram seus estudos na idade apropriada para cada nível de ensino.

Para participar, a idade mínima é de 15 anos para o ensino fundamental e de 18 anos completos para o ensino médio, na data de realização do exame.

Encceja Exterior PPL

Os pedidos para participantes em Penas Privativas de Liberdade no exterior (Encceja Exterior PPL) 2025 também estão disponíveis. Nesses casos, o recurso deve ser solicitado pelo responsável no Consulado-Geral do respectivo país de aplicação.

A aplicação do Encceja Exterior e do Encceja Exterior PPL será realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e com as respectivas representações diplomáticas do Brasil nos países de aplicação.

Provas

O exame é constituído de quatro provas objetivas, por nível de ensino, cada uma delas com 30 questões de múltipla escolha e uma redação.

O Encceja Exterior 2025, na modalidade regular, será aplicado em 28 de setembro em Frankfurt (Alemanha); Bruxelas (Bélgica); Barcelona e Madri (Espanha); Boston, Miami e Nova York (Estados Unidos); Paris (França); Amsterdã (Holanda); Roma (Itália); Hamamatsu, Nagoia e Tóquio (Japão); Lisboa (Portugal); Genebra (Suíça) e Paramaribo (Suriname).

Já as provas do Encceja Exterior PPL 2025 serão aplicadas em unidades prisionais das cidades de Nagoia e Tóquio, no Japão, e Madri, na Espanha, nos dias 29 de setembro a 3 de outubro.

A divulgação dos resultados nas duas modalidades do Encceja ocorrerá em 15 de dezembro.

Encceja

Realizado pelo Inep desde 2002, o exame avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar dos participantes.

As secretarias de Educação e os institutos federais usam os resultados como parâmetro para certificar os participantes em nível de conclusão do ensino fundamental e médio.

O exame também estabelece uma referência nacional para a avaliação de jovens e adultos.

Fonte: Agência Brasil

”A CAVALARIA ESTÁ CHEGANDO”

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Por Eduardo Platon
Na manhã de hoje, o mundo político brasileiro foi sacudido por uma carta direta e estrondosa: Donald Trump anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, como resposta ao que ele classificou como “perseguição judicial” ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mas o gesto vai além da economia. Ele é claramente um ato político com endereço certo: uma declaração pública de apoio internacional a Bolsonaro. E, com isso, o tabuleiro das eleições de 2026 acaba de mudar dramaticamente.
Trump apoia Bolsonaro. E isso pode virar voto.
O ex-presidente dos Estados Unidos, nome central do conservadorismo global, faz uma jogada ousada ao intervir no cenário brasileiro. Ao usar tarifas como forma de protesto contra decisões do STF — que ele considera arbitrárias — Trump sinaliza ao eleitorado de direita no Brasil: “Bolsonaro é meu aliado. Ele é um perseguido político. E eu estou com ele.”
Para uma parcela do eleitorado que se sente desamparada ou acuada, essa mensagem internacional tem um peso emocional e simbólico muito forte. E, em tempos de polarização e redes sociais, apoios externos de figuras fortes podem catalisar engajamento interno.
O “tarifaço” como catalisador político
Trump não apenas acende um pavio no setor exportador brasileiro — especialmente no agronegócio e na indústria — mas também coloca fogo nas estratégias de campanha dos presidenciáveis.
•Para a base governista, o gesto é visto como um ataque frontal à soberania nacional.
•Para a oposição bolsonarista, é uma bênção eleitoral: o apoio do maior nome da nova direita global pode reacender sua narrativa de resistência e martírio.
A cavalaria, então, é real?
Sim. E ela chega em várias formas:
•Na retórica inflamada que já começa a circular nas redes;
•Na mobilização do agro, que pode ser pressionado a se posicionar;
•E, principalmente, no campo simbólico — onde Trump surge como o estrangeiro poderoso que levanta a espada ao lado de Bolsonaro.
Para muitos, isso será interpretado como a chegada da “cavalaria” — aquele reforço decisivo que muda a maré da guerra.
2026 começa hoje
A carta de Trump a Lula é, na verdade, uma carta aberta ao Brasil inteiro. Ela marca o início de uma nova fase do embate político: agora internacionalizado, mais emocional e com ecos do que está em jogo para o mundo todo — liberdade de expressão, soberania digital, e os rumos do conservadorismo.
Quem souber ler os ventos, verá que a campanha já começou. E o galope da cavalaria pode ser ouvido ao longe.

𝙄𝙢𝙥𝙖𝙘𝙩𝙤 𝙣𝙚𝙜𝙖𝙩𝙞𝙫𝙤 𝙙𝙖𝙨 𝙏𝙖𝙧𝙞𝙛𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝟱𝟬% 𝙄𝙢𝙥𝙤𝙨𝙩𝙖𝙨 𝙥𝙤𝙧 𝙏𝙧𝙪𝙢𝙥 𝙨𝙤𝙗𝙧𝙚 𝙤𝙨 𝙋𝙧𝙤𝙙𝙪𝙩𝙤𝙨 𝘽𝙧𝙖𝙨𝙞𝙡𝙚𝙞𝙧𝙤𝙨.

Em julho de 2025, a decisão de Donald Trump de aplicar tarifas de 50% sobre produtos brasileiros marca uma ruptura significativa nas relações comerciais entre Brasil e EUA. O setor agropecuário será o mais afetado, com impactos diretos na balança comercial e no agronegócio nacional:

𝙄𝙢𝙥𝙖𝙘𝙩𝙤 𝙣𝙖 𝘽𝙖𝙡𝙖𝙣𝙘̧𝙖 𝘾𝙤𝙢𝙚𝙧𝙘𝙞𝙖𝙡 𝘽𝙧𝙖𝙨𝙞𝙡𝙚𝙞𝙧𝙖:
Em 2024, as exportações para os EUA totalizaram US$ 12,1 bilhões, com 30% desse valor vindo do agronegócio. Produtos como café, carne bovina, suco de laranja e soja têm grande participação nesse mercado. Com as novas tarifas, estima-se uma redução significativa nas exportações. O suco de laranja, por exemplo, pode perder cerca de US$ 100 milhões anuais devido à queda nas exportações. A carne bovina cairá de 73 mil toneladas para 45 mil toneladas, comprometendo a competitividade do Brasil frente a outros fornecedores.
Essa perda afetará a balança comercial brasileira, ampliando o déficit e exigindo a busca por novos mercados para compensar a perda do mercado americano.

𝘾𝙤𝙣𝙨𝙚𝙦𝙪𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙤 𝘼𝙜𝙧𝙤𝙣𝙚𝙜𝙤́𝙘𝙞𝙤 𝘽𝙧𝙖𝙨𝙞𝙡𝙚𝙞𝙧𝙤:
O agro brasileiro enfrentará grandes desafios com a tarifa de 50%. Produtos como carne e suco de laranja perderão competitividade, afetando diretamente os produtores. As consequências incluem:

Perda de empregos: A redução nas exportações deve levar a cortes de empregos no campo e em indústrias de processamento e transporte.

Inadimplemento e Renegociação de dívidas: Produtores que dependem do mercado americano terão dificuldades financeiras, podendo haver inadimplência e renegociação de dívidas.

Falências: Pequenos e médios produtores poderão enfrentar falências, já que têm menos capacidade de diversificação de mercados.

𝘾𝙖𝙪𝙨𝙖𝙨 𝙙𝙖 𝙍𝙪𝙥𝙩𝙪𝙧𝙖 𝘿𝙞𝙥𝙡𝙤𝙢𝙖́𝙩𝙞𝙘𝙖:
As tarifas de 50% não são uma resposta a práticas comerciais desleais, mas sim uma retaliação política. Trump criticou o julgamento de Jair Bolsonaro e as ações do STF contra plataformas de mídia social dos EUA. Isso indica que a medida é motivada mais por questões ideológicas e políticas e menos por disputas estritamente comerciais.

𝙊 𝘾𝙖𝙢𝙞𝙣𝙝𝙤 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙍𝙚𝙘𝙤𝙣𝙘𝙞𝙡𝙞𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤:
Para reverter essa situação e restaurar as boas relações comerciais com os EUA, é crucial mudar a liderança política do Brasil. O impeachment de Lula, com apoio do agronegócio, seria a medida necessária para sinalizar aos EUA que o Brasil está pronto para retomar sua posição de parceiro confiável no comércio internacional.

Sem essa mudança, nós enfrentaremos perdas econômicas substanciais e comprometeremos o futuro do nosso agro. A única maneira de garantir a estabilidade e o crescimento do setor é garantir uma nova postura política, capaz de restabelecer as relações comerciais com os EUA.
Ative para ver a imagem maior.

Governo lança canal direto de comunicação da Saúde com o cidadão

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Com objetivo de abrir uma comunicação direta e eficaz com a população, o governador Ronaldo Caiado lançou, nesta quinta-feira (10/07), o Canal Saúde Goiás. Por meio dele, o cidadão terá acesso a campanhas de saúde, como vacinação e conscientização contra a dengue, via WhatsApp, SMS ou ligação telefônica, e até informações sobre consultas, exames e regulação da rede.

Caiado afirmou, durante cerimônia de lançamento, que o objetivo é promover uma comunicação direta e eficaz com a população. “Essa central trabalha especificamente para simplificar a vida da pessoa. Vai dar dinâmica, resultado e eficiência. Por meio da inteligência artificial, vamos gerenciar tudo, desde a ocupação de vagas até cirurgias, internações e consultas”, pontuou.

O vice-governador Daniel Vilela classificou o Canal Saúde como um mecanismo que aproxima ainda mais o Estado da população. Ele também ressaltou o uso da tecnologia para auxiliar na gestão da demanda.

“Por meio da inteligência artificial, vamos gerenciar tudo, desde a ocupação de vagas até cirurgias, internações e consultas”, revelou.

O cidadão também poderá solicitar informações sobre atendimentos diversos pelo número (62) 3201-3797 (WhatsApp) e 155 (ligação). A situação sobre medicamentos de alto custo, posição em listas de espera, exames e cirurgias, informações sobre como proceder com animais peçonhentos, bem como cuidados na atenção materno-infantil também estão disponíveis na ferramenta.

“Essa ferramenta é de uma importância ímpar. O cidadão vai controlar a data da consulta, do exame, e vai ter acesso à regulação da internação”, explicou Caiado.

Titular da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), Rasível dos Reis explicou que o canal será aliado do Estado na gestão do atendimento em saúde, o que pode contribuir com a redução da lista de espera e o rápido preenchimento das vagas para consultas ou exames que, porventura, o cidadão não poderá comparecer.

A primeira ação é voltada à Campanha de Vacinação contra a Influenza, com o objetivo de conscientizar e incentivar a população a se imunizar contra o vírus da gripe. “O objetivo é salvar vidas em qualquer município em que o cidadão estiver. Com essa iniciativa, a SES-GO dá um passo importante rumo à modernização da saúde pública, aliando tecnologia e humanização para qualificar o atendimento ao cidadão e ampliar o acesso à informação e ao cuidado”, afirmou Rasível Santos.

Segurança de dados

Secretário da Saúde no lançamento do Canal Saúde Goiás
Rasível dos Reis explicou que o canal será aliado do Estado na gestão do atendimento em saúde, o que pode contribuir com a redução da lista de espera (Foto: Wesley Costa)

O secretário também informou que o sistema foi criado dentro das diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Para a segurança do usuário, as mensagens serão enviadas a partir de números verificados.

Rasível ressaltou, ainda, que os canais oficiais da Saúde não solicitam dados pessoais sensíveis, como senhas ou quaisquer outras informações sigilosas, e nem pedem doações. O acompanhamento individual será feito via CPF ou Cartão Nacional de Saúde (CNS), o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

Canal Saúde Goiás

O Canal Saúde Goiás será permanente e funcionará em duas frentes diferentes. A primeira consiste no envio de mensagens e alertas à população de maneira contínua sobre campanhas diversas, como, por exemplo, de combate ao mosquito Aedes aegypti e da vacinação contra a dengue.

A outra garantirá maior interatividade e aproximação da SES com o cidadão, que poderá consultar, via ligação ou whatsapp, a situação de medicamentos de alto custo, posição na lista de espera por consultas, exames e cirurgias, o que fazer em caso de acidentes com animais peçonhentos, com destaque ao serviço do Centro de Informação e Assistência Toxicológica do Estado de Goiás (Ciatox), entre outros.

Outras ações estratégicas e políticas de saúde, como a Rede Nascer, que prevê o fortalecimento da atenção materno-infantil no estado, também farão parte do projeto.

Contatos do Canal Saúde Goiás

  • As mensagens de texto serão enviadas, via WhatsApp, a partir dos números: (62) 3413-2700 / 62 3201-3797/ 62 3201-3768.
  • Já as chamadas de voz chegarão pelo telefone (62) 3413-2700.
  • A SES-GO também vai utilizar o número 27399 para disparos de SMS.
  • Já os canais para o cidadão buscar informações e tirar dúvidas serão o 155 (ligação) e o (62) 3201-3797 (WhatsApp).

Saiba mais

Municípios ampliam cobertura vacinal contra influenza

Reforço da vacina contra meningite para bebês terá proteção ampliada em Goiás

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Para Nobel de Economia, Trump usa tarifas para proteger ditadores

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As tarifas de 50% aos produtos brasileiros anunciadas nessa quarta-feira (9) por Donald Trump têm reverberado também nos Estados Unidos.

O economista norte-americano Paul Krugman, colunista do jornal The New York Times e vencedor do Nobel de Economia de 2008, classificou o presidente do seu país como “mau e megalomaníaco”.

“Eu não costumo fazer postagens noturnas, mas a última carta de Trump, impondo tarifas de 50% ao Brasil, merecem um boletim especial. Afinal, [a medida] é diabólica e megalomaníaca”, disse ele na abertura de uma postagem cujo título é Programa de Trump de Proteção a Ditadores, seguido de “Usando tarifas para combater a democracia”.

Krugman afirmou que não há razões econômicas que justifiquem tal medida e que se trata, essencialmente, de uma tentativa de livrar Jair Bolsonaro da condenação por tentativa de golpe de Estado.

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“Note que Trump mal finge que há uma justificativa econômica para sua ação. É sobre punir o Brasil por julgar Jair Bolsonaro”, afirmou o economista em publicação em seu blog, na noite dessa quarta-feira (9).

Em seu post, ele faz um resumo de quem é Bolsonaro, na sua opinião.

“É o presidente anterior do Brasil, que perdeu a última eleição – mas tentou se manter no poder através de um golpe para reverter aquela eleição. Claro que soa familiar”.

Krugman faz menção ao episódio da invasão do Capitólio, em 2021, por apoiadores de Donald Trump após sua derrota nas urnas para Joe Biden. Esses invasores foram condenados em 2023, mas Trump concedeu a eles perdão presidencial no início de seu segundo mandato.

Em sua mensagem ao governo brasileiro, Trump demonstrou preocupação em livrar seu aliado político da condenação no inquérito no qual é réu no Supremo Tribunal Federal (STF).

“A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!”.

Na avaliação de Krugman, Trump é um “projeto de ditador” que tenta ajudar outros como ele.

“Agora, Trump está tentando usar tarifas para ajudar outro projeto de ditador. Se você ainda pensa nos Estados Unidos como um dos mocinhos do mundo, isso deve te mostrar de qual lado nós estamos atualmente”.

Comércio Internacional

O economista norte-americano usa dados de 2022 da Organização Mundial do Comércio (OMC) que mostram que o Brasil tem na China seu maior parceiro comercial, com 26,8% dos seus produtos exportados.
Os Estados Unidos aparecem com 11,4%.

“Trump realmente imagina que ele pode usar tarifas para intimidar uma nação gigante, que sequer é muito dependente do mercado dos Estados Unidos, para que eles abandonem a democracia?”.

Na visão do Nobel de Economia, as medidas anunciadas por Trump também são argumentos para a abertura de um processo de impeachment contra ele.

“Como eu disse, diabólico e megalomaníaco. Se ainda temos uma democracia funcional, essa jogada com o Brasil poderia fundamentar o impeachment. Claro, isso deveria esperar na fila, atrás de outros argumentos”.

Fonte: Agência Brasil

Crise nas exportações: tarifa de 50% dos EUA expõe irresponsabilidade do governo Lula e autoritarismo do STF

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Por Redação | Diagnóstico Conservador 2026 | Julho de 2025

O Brasil está prestes a enfrentar uma de suas maiores crises comerciais das últimas décadas. O ex-presidente americano Donald Trump, em campanha para retornar à Casa Branca, anunciou que pretende aplicar uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos. O impacto será direto: mais de 400 mil empregos em risco, bilhões em perdas e empresas brasileiras sem competitividade.

Mas o que causou essa reação tão dura dos EUA? A resposta é clara: a irresponsabilidade do governo Lula e o autoritarismo escancarado do ministro Alexandre de Moraes.


STF, censura e perseguição: o estopim da crise

Nos últimos meses, o Brasil passou a ser visto internacionalmente como uma ameaça à liberdade de expressão. Alexandre de Moraes, ministro do STF, transformou sua caneta em arma política. Mandados secretos derrubaram redes sociais inteiras. Empresas americanas como o X (antigo Twitter), liderado por Elon Musk, foram multadas sem justificativa, censuradas e pressionadas judicialmente.

A perseguição aberta ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a criminalização de vozes conservadoras acenderam um alerta vermelho nos EUA. Para muitos analistas americanos, o Brasil se tornou um exemplo de como a “defesa da democracia” virou pretexto para calar opositores.


Governo omisso e cúmplice

Enquanto isso, o governo Lula se omitiu — ou pior: aplaudiu a censura. Nenhum esforço diplomático foi feito para conter o desgaste com os EUA. Ao contrário, a retórica ideológica petista e o alinhamento com regimes autoritários colocaram o Brasil em rota de colisão com o maior mercado consumidor do planeta.

Agora, as consequências estão chegando: carne, papel, aço, etanol e autopeças brasileiros serão taxados em 50% nos EUA, inviabilizando exportações e colocando em risco setores inteiros da economia nacional.


Empresas em colapso e empregos ameaçados

As principais exportadoras do Brasil aos EUA, como JBS, Marfrig, Klabin, Raízen e Iochpe-Maxion, somam mais de 400 mil empregos diretos. Com o novo imposto, produtos brasileiros ficarão até duas vezes mais caros no mercado americano — tornando-os impraticáveis frente à concorrência.

O resultado? Demissões em massa, fechamento de fábricas e colapso das cadeias produtivas. Tudo isso provocado por um governo que prefere brigar com empresários do que defender o povo.


A conta da irresponsabilidade chegou

O Brasil não está sendo punido por produzir mal — mas por agir mal politicamente. O governo Lula e o STF transformaram o país em um ambiente de insegurança jurídica, perseguição ideológica e censura internacionalmente repudiada.

Trump não é o problema — é a consequência. Quem causou essa crise foram os abusos do Judiciário e a omissão covarde do Executivo.


Solução: afastamento já!

A única saída para evitar o colapso econômico é clara:
Afastamento imediato do ministro Alexandre de Moraes por abuso de autoridade e violação das liberdades civis.
Renúncia ou impeachment de Lula, cuja incapacidade de governar está colocando em risco a soberania nacional, os empregos e o futuro do Brasil.

O país não pode ser refém de ideologias. A liberdade de expressão, a ordem econômica e a dignidade do trabalhador brasileiro valem mais do que o autoritarismo disfarçado de democracia.


Compartilhe. Reaja. O Brasil está sob ataque – e o inimigo está dentro do Palácio.

Desequilíbrio tributário faz governo perder R$ 200 bi anuais

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No momento em que o governo trava batalhas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança de impostos, aumento de arrecadação e justiça tributária, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão subordinado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, aponta que discrepâncias permitidas nas regras de cobrança de impostos fazem com que o governo deixe de arrecadar, anualmente, mais de R$ 200 bilhões.

O documento Ineficiências e Iniquidades do Imposto de Renda: Da Agenda Negligenciada para a Próxima Etapa da Reforma Tributária, é do pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea Sérgio Wulff Gobetti, cedido à Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul.

Gobetti explica que o estudo se propõe a mostrar que “iniquidades perpetuadas” nas regras de cobrança de impostos geram ineficiência econômica, além de enfraquecer o princípio da progressividade, isto é, ricos pagarem mais que os pobres, proporcionalmente.

O estudo, disponível no site do Ipea, fomenta o debate sobre justiça tributária enquanto tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL) que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil e prevê tributação mínima das altas rendas, pessoas com rendimento superior a R$ 600 anuais.

No STF, foi parar uma discussão sobre decreto do governo que aumenta a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), após o Congresso ter derrubado a medida, alegando que o esforço para adequar as contas públicas deve ser feito por meio de corte de gastos.

Regime tributário

Uma das principais críticas apontadas pelo estudo é a diferença entre os regimes de tributação do lucro empresarial, o Simples, lucro presumido e lucro real.  

O Simples Nacional é direcionado a micro e pequenas empresas que faturam no máximo R$ 4,8 milhões anuais. O lucro presumido é para empresas que têm como limite uma receita de R$ 78 milhões. O regime lucro real se aplica a todas as demais empresas.

O Simples e o lucro presumido são regimes optativos. Essas empresas pagam Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) não proporcional ao seu lucro, mas ao seu faturamento.

A diferenciação dos regimes é uma forma de incentivar e simplificar negócios menores mas, segundo Gobetti, “houve desvirtuamento do propósito”, o que permite injustiças tributárias a partir do momento em que o sistema perde o vínculo com a real capacidade contributiva de cada indivíduo. 

“Entre os proprietários de micro e pequenas empresas, há pessoas com capacidades contributivas muito diferentes. Duas ‘pequenas empresas’ de igual faturamento podem revelar graus muito distintos de remuneração e de capacidade contributiva dos respectivos sócios completamente distintos”, aponta o estudo.

Para Gobetti, a proposta não é eliminar o regime simplificado, é resgatar a vocação original, tentando proporcionar simplificação e não uma vantagem. 

“Essa vantagem beneficia menos o empresário empreendedor, aquele que está investindo, se arriscando. Estou beneficiando o menos empreendedor, aquele que investe menos e lucra mais”.

Lucro menor

Outra falha, segundo o autor do estudo, é que empresas podem buscar brechas para fazer com que o lucro presumido seja bem menor que o real.

“Na atualidade, muitos conglomerados são formados por empresas que estão enquadradas no lucro real e outras no lucro presumido. E há evidências de que por trás dessa organização empresarial existe uma estratégia de alocar o máximo de custos nas unidades submetidas ao lucro real e, por outro lado, registrar o máximo de faturamento possível nas unidades sujeitas ao lucro presumido. Assim, por meio de uma divisão artificial de custos e receitas entre empresas do mesmo grupo, consegue-se minimizar o pagamento de impostos”, explica.

O técnico do Ipea aponta que o percentual médio de presunção do lucro é de 15,8%, enquanto o percentual médio efetivo aferido pela Receita Federal foi de 30,4% entre 2015 e 2019.

Gobetti estima que a diferença entre o imposto devido e o imposto teórico representa a renúncia de receita decorrente da política tributária especial, e totalizou em 2019, ano mais recente do cálculo, mais de R$ 200 bilhões, sendo R$ 87,7 bilhões para o Simples e R$ 115,9 bilhões para o lucro presumido.

O pesquisador conclui que, assim como diz o jargão da economia, “não existe almoço grátis”, isto é, alguém tem que pagar pelo benefício. Nesse caso, “quanto mais tratamentos favorecidos forem mantidos para certos bens e serviços maior teria de ser a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA, novo imposto previsto na reforma tributária) sobre os não favorecidos para manter a arrecadação atual”.

“Uma alíquota mais baixa e uniformemente aplicada ou com menos exceções e discrepâncias do que temos hoje seria extremamente positiva para a competitividade da economia brasileira”, avalia Sérgio Gobetti.

Dividendos

Outro ponto destacado pelo pesquisador é a não tributação de dividendos, a fatia do lucro que as empresas distribuem para os acionistas. No Brasil os dividendos não são alvo do IR. Gobetti sugere que tributar esse valor tornaria o sistema de cobrança de impostos mais progressivo e permitiria compensações de forma a diminuir tributos em cima das empresas, melhorando o ambiente de negócios, inclusive atraindo investidores estrangeiros.

“Pode proporcionar mais competitividade à economia brasileira e maior progressividade ao Imposto de Renda, ao transferir o foco da empresa para o acionista”, defende o autor do estudo.

Segundo a pesquisa, dos 38 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir as economias mais desenvolvidas do mundo, apenas Estônia e Letônia mantêm a isenção dos dividendos. O Brasil é candidato a entrar para a organização.

Gobetti alerta também para que, caso o país decida tributar os dividendos, sejam pensadas formas de evitar que as empresas encontrem outros meios de distribuir recursos aos acionistas, assim como acontece atualmente pelo chamado juros sobre capital próprio (JCP). Com o JCP, a empresa distribui valor ao acionista como se fosse uma despesa, ou seja, são deduzidas do lucro tributável.

De acordo com o estudo do Ipea, o efeito fiscal do JCP foi uma perda de receita da ordem de R$ 24 bilhões em 2023.

Para ilustrar o efeito de concentração de renda, Gobetti aponta que a renda apropriada pelo 1% mais rico cresceu de 20,5% para 24,4% nos últimos 6 anos. Desse aumento de concentração, 88% foram “abocanhados” pelo 0,1% mais rico.

“O lucro das empresas cresceu muito, então podemos imaginar que passamos para um novo patamar de concentração de renda”, avalia Gobetti.

Petróleo

O pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas aproveita o estudo para sugerir uma forma de aumentar a arrecadação de um setor específico da economia, o petrolífero, descrito por ele como de “obtenção de lucros extraordinários”. 

Gobetti aconselha que haja uma cobrança extraordinária adicional quando o preço do barril de petróleo encostar na média histórica de US$ 70. Ao longo de 2025, o petróleo tipo Brent tem sido negociado em um intervalo de US$ 64 e US$ 75.

Segundo ele, na faixa de US$ 45 e US$ 57 por barril, as companhias do setor obtêm “retornos atrativos”, de pelo menos 10% sobre o capital investido. Ele aponta que poderia haver a cobrança adicional a cada patamar de alta do petróleo, com a alíquota variando de 10% a 20%.

“Com o preço internacional em torno da média histórica, o ganho de receita seria moderado, em torno de R$ 8 bilhões anuais, mas em situações extremas, como a de 2022, com Brent a US$ 100, o ganho poderia chegar a R$ 40 bilhões”, calcula.

Para ele, essa cobrança adicional “não eliminaria o ganho extraordinário dos investidores em momentos de alta do preço do petróleo, mas apenas capturaria uma pequena parte desse lucro extraordinário”.

Fonte: Agência Brasil

Senado aprova PEC que define educação como vetor de progresso do país

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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (9), por 55 votos a favor e nenhum contra, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 137/2019, que define a educação como “vetor de progresso do país” no texto da Constituição. A PEC agora segue para análise da Câmara dos Deputados e, se for aprovada, altera o texto do Artigo 205 da Constituição para inserir a expressão, mantendo em inteiro teor o restante da redação do dispositivo em vigor.

“A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, é vetor do progresso do país, e será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, diz o texto da PEC.

Segundo o autor da proposta, senador Confúcio Moura (MDB-RO), a educação precisa ser vista não só como um importante direito dos indivíduos, mas também como instrumento de progresso econômico e do desenvolvimento sustentável do país

Na visão da relatora, Professora Dorinha Seabra (União-TO), a proposta pode despertar na sociedade um compromisso com a realização do ideal de uma educação de qualidade.

Apesar de todo o esforço que tem sido feito para a qualificação do ensino nos últimos anos, “ainda não conseguimos debelar uma visão restrita e economicista do orçamento público, que conduz à precarização da própria escolarização formal”, afirmou a relatora.

“Nesse sentido, a PEC sob exame se mostra alvissareira. Conquanto não represente, do ponto de vista prático, uma mudança de monta no ordenamento jurídico e no concerto das políticas públicas, a medida agrega novo valor ao conceito de educação, ao anunciar a articulação do setor com as premências e as condições que determinam a própria continuidade do país”, argumentou.

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A relatora acrescentou que a PEC detém potencial para despertar na sociedade compromisso com a realização de um ideal de educação que, calcado no direito de acesso de todos a um ensino de qualidade, “é também assecuratório de um Brasil que avança, de maneira sustentável e com um padrão de distribuição de riqueza mais equitativo”.

Para ser aprovada, uma PEC precisa dos votos favoráveis pelo menos três quintos dos parlamentares de cada Casa, em dois turnos.

Fonte: Agência Brasil