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Mauro Cid começa a prestar novo depoimento ao Supremo Tribunal Federal

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O tenente-coronel Mauro Cid começou a prestar novo depoimento ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A oitiva começou às 14h15.

Cid foi chamado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para depor como testemunha de acusação dos réus dos núcleos 2,3 e 4 do processo sobre a trama golpista ocorrida no governo de Jair Bolsonaro.

Por ter assinado acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF), o militar responde ao processo em liberdade, mas é obrigado a prestar os esclarecimentos.

O depoimento é realizado por videoconferência. Por determinação do ministro, não são permitidas fotos, gravações de áudio e vídeo nem transmissão ao vivo. Contudo, os advogados dos acusados e a imprensa podem acompanhar o depoimento.

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O processo da trama golpista entra em uma nova fase nesta semana. A partir de amanhã (15), começam a depor as testemunhas indicadas pelos réus que fazem parte dos três núcleos. Os depoimentos devem seguir até o dia 23 de julho.

No mês passado, o STF realizou os depoimentos das testemunhas do núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados.

Confira os acusados que fazem parte dos núcleos da trama golpista:

Núcleo 1

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  • Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
  • Walter Braga Netto, general do Exército e ex-ministro de Bolsonaro.

Núcleo 2

  • Filipe Martins (ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro);
  • Marcelo Câmara (ex-assessor de Bolsonaro); Silvinei Vasques (ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal);
  • Mário Fernandes (general do Exército);
  • Marília de Alencar (ex-subsecretária de Segurança do Distrito Federal)
  • Fernando de Sousa Oliveira (ex-secretário-adjunto de Segurança do Distrito Federal).

Núcleo 3

  • Bernardo Romão Correa Netto (coronel do Exército);
  • Cleverson Ney Magalhães (tenente-coronel);
  • Estevam Theophilo (general);
  • Fabrício Moreira de Bastos (coronel);
  • Hélio Ferreira (tenente-coronel);
  • Márcio Nunes De Resende Júnior (coronel);
  • Nilton Diniz Rodrigues (general);
  • Rafael Martins De Oliveira (tenente-coronel);
  • Rodrigo Bezerra De Azevedo (tenente-coronel);
  • Ronald Ferreira De Araújo Júnior (tenente-coronel);
  • Sérgio Ricardo Cavaliere De Medeiros (tenente-coronel);
  • Wladimir Matos Soares (policial federal).

Núcleo 4

  • Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército);
  • Ângelo Martins Denicoli (major da reserva);
  • Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente);
  • Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel);
  • Reginaldo Vieira de Abreu (coronel),
  • Marcelo Araújo Bormevet (policial federal);
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal).

Fonte: Agência Brasil

Retomada doa moletons infantis a entidades filantrópicas e Cras de 11 cidades goianas

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Retomada doa agasalhos infantis a entidades filantrópicas e Cras de 11 cidades goianas
Colégios Tecnológicos de Goiás realizam entrega de 1525 conjuntos de agasalhos infantis para entidades filantrópicas e centros de assistência social em 11 cidades do estado (Foto: Retomada-GO)

Os Colégios Tecnológicos de Goiás realizam a entrega de 1525 conjuntos de agasalhos infantis para entidades filantrópicas e centros de assistência social em 11 cidades do estado. O projeto de Confecção de Moletons da rede de ensino mobilizou, em apenas 20 dias, 290 estudantes dos cursos de Corte e Costura, que se juntaram para produzir as peças.

A campanha que finaliza o projeto solidário é realizada até o dia 19 deste mês, nas cidades onde os cursos foram realizados. Parte da produção será entregue, ainda, à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) para distribuição em Goiânia.

O Cotec é uma rede de ensino profissionalizante do Governo de Goiás, com gestão pedagógica da Universidade Federal de Goiás, por meio da Fundação RTVE. O projeto de Confecção de Moletons foi planejado a partir da demanda dos próprios estudantes e professores dos diversos cursos de moda oferecidos nas unidades dessa rede.

Retomada doa agasalhos infantis a entidades filantrópicas e Cras de 11 cidades goianasRetomada doa agasalhos infantis a entidades filantrópicas e Cras de 11 cidades goianas
Projeto de Confecção de Moletons foi planejado a partir da demanda dos próprios estudantes e professores dos diversos cursos de moda oferecidos nos Colégios Tecnológicos. Esta é a primeira vez que várias unidades se unem para desenvolver uma ação em rede (Fotos: Retomada-GO)

Projeto solidário

Motivada ainda por notícias sobre a chegada de frentes frias em Goiás, a equipe de ensino decidiu colocar o projeto solidário em prática, como explica o gerente de Ensino do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (Cett), Alex Vieira.

“Com a chegada do período de inverno, encontramos a oportunidade perfeita para tirar o projeto do papel. Assim, fizemos a alteração dos insumos que já são disponibilizados para a execução dos cursos de Corte e Costura, trocando os tecidos de algodão cru por moletom. Sem custos adicionais, a ação permitiu alinhar o ensino e a prática dos estudantes a uma demanda das comunidades locais”, afirma.

A iniciativa, além de proporcionar a formação técnica e profissional dos estudantes, cumpre um importante papel social, um dos pilares dos Colégios Tecnológicos de Goiás. Apesar de algumas unidades já terem promovido ações semelhantes, como a produção de brindes têxteis, camisetas e blusas, essas iniciativas foram pontuais.

Retomada entrega de moletons infantis para entidades de filantropia e Cras no estadoRetomada entrega de moletons infantis para entidades de filantropia e Cras no estado
Iniciativa, além de proporcionar formação técnica e profissional dos estudantes, cumpre importante papel social, um dos pilares dos Cotecs (Fotos: Retomada_GO)

Esta é a primeira vez que várias unidades se unem para desenvolver uma ação em rede. O projeto envolveu turmas de:

  • Catalão,
  • Campo Alegre de Goiás,
  • Cidade de Goiás,
  • Faina,
  • Cabeceiras,
  • Goianésia,
  • Jaraguá,
  • Trindade,
  • Uruana,
  • Itapuranga
  • Santa Terezinha de Goiás. 

“Já tivemos ações pontuais em algumas unidades, mas nenhuma teve a dimensão desta. Esta é a primeira ação desenvolvida em rede, e foi muito bem aceita. Gestores, professores e estudantes abraçaram a ideia e a desenvolveram com muito sucesso. Neste momento, chegamos ao ponto alto do trabalho em equipe. A motivação é poder atender as crianças dessas comunidades”, ressalta o gerente de Ensino do Cett, ao tratar da importância da iniciativa.

Com cursos voltados para a capacitação profissional e técnica, o Cotec promove a geração de emprego, renda e empreendedorismo em todo o estado. Atualmente, a rede é formada por 17 unidades, presentes em 16 cidades goianas, além de polos que oferecem aulas presenciais e a distância, incluindo as Unidades Descentralizadas de Educação Profissional e Inovação (Udepis), que também disponibilizam cursos nas duas modalidades.

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Cotecs participam da maior feira de agricultura familiar do Centro-Oeste 

Secretaria de Estado da Retomada – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Governo publica decreto regulamentando Lei de Reciprocidade Comercial

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O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, regulamentando a Lei de Reciprocidade Comercial, foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (15). A norma autoriza o governo brasileiro a suspender concessões comerciais, de investimentos e de obrigações a países que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil no mercado global.

O decreto cria o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais. Esse comitê será o responsável por decidir sobre a aplicação das providências comerciais em resposta às medidas unilaterais de outros países.

A edição do decreto ocorre dias após o governo dos Estados Unidos anunciar a imposição de tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras para aquele país. Segundo o presidente norte-americano Donald Trump, a nova tarifa passará a valer a partir de 1º de agosto.


Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala sobre a investigação do FBI a respeito da influência da Rússia nas eleições
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala sobre a investigação do FBI a respeito da influência da Rússia nas eleições

O Comitê Interministerial será composto pelos ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que o presidirá, da Casa Civil da Presidência, da Fazenda e das Relações Exteriores. A Secretaria-Executiva do Comitê será exercida pela Secretaria-Executiva do MDIC. Outros ministros podem participar das reuniões de acordo com os temas tratados.

As contramedidas a serem decididas pelo comitê terão caráter de excepcionalidade e rito mais célere e podem ser aplicadas a países ou blocos de países que:

  • Interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil, procurando impedir ou obter a cessação, a modificação ou a adoção de ato específico ou de práticas no Brasil, por meio da aplicação ou da ameaça de aplicação unilateral de medidas comerciais, financeiras ou de investimentos.
  • Violem ou sejam inconsistentes com as disposições de acordos comerciais ou, de outra forma, neguem, anulem ou prejudiquem benefícios ao Brasil sob qualquer acordo comercial
  • Configurem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais que sejam mais onerosos do que os parâmetros, as normas e os padrões de proteção ambiental adotados pelo Brasil.

Lei de Reciprocidade

Aprovada em março pelo Congresso Nacional e sancionada em abril, a nova lei é justamente uma resposta à escalada da guerra comercial desencadeada por Donald Trump contra dezenas de países.

No caso do Brasil, a tarifa inicialmente imposta pelos EUA foi de 10% sobre todos os produtos exportados para o mercado norte-americano. A exceção nessa margem de tarifas são o aço e o alumínio, cuja sobretaxa imposta pelos norte-americanos está em 25%, afetando de forma significativa empresas brasileiras, que constituem os terceiros maiores exportadores desses metais para os norte-americanos.

A Lei da Reciprocidade Comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”.

A norma valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.

No Artigo 3º do texto, por exemplo, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.

Fonte: Agência Brasil

PM do Rio apreende fuzis e granadas em ação contra o crime organizado

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A Polícia Militar apreendeu nesta segunda-feira (14) sete fuzis, duas pistolas e 11 granadas em ação contra o crime organizado em três comunidades da zona norte da capital e na Baixada Fluminense. Catorze pessoas ligadas ao tráfico também foram presas. Desde o início do ano, a PM já retirou 360 fuzis de circulação.

Por determinação do comando da Secretaria de Polícia Militar e com base em informações da área de inteligência da corporação, militares de unidades operacionais de área e do Comando de Operações Especiais (COE) foram mobilizados para atuar nas comunidades da Serrinha, em Madureira; Primavera, em Cavalcante; Pedreira, em Costa Barros; e Vila Norma, em São João de Meriti, na Baixada.

“Essas operações representam um esforço estratégico e diário da Polícia Militar para enfraquecer e combater organizações criminosas que promovem violência e ameaçam a rotina da população. Neste ano, somente os policiais militares já apreenderam mais de 360 fuzis utilizados por criminosos para dominar territórios e aterrorizar a sociedade” afirmou o secretário de Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira.

 

Fonte: Agência Brasil

No STF, servidor diz que governo Bolsonaro tentou ligar Lula a facção

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O analista de inteligência Clebson Ferreira de Paula Vieira, lotado no Ministério da Justiça durante o governo de Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (14) ter recebido ordens para compilar dados que pudessem ligar o então candidato à Presidência da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva, a facções criminosas. 

“Chegou um pedido para tentar ver essa análise de correlação estatística da concentração de votos em territórios do CV [Comando Vermelho] no Rio de Janeiro, para saber se havia correlação, para ver se o candidato à época, Lula, tinha maior concentração de votos em áreas dominadas por facção criminosa”, disse Vieira. 

O servidor prestou depoimento como testemunha de acusação, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), em uma das ações penais abertas no Supremo para apurar uma tentativa de golpe de Estado que teria sido colocada em curso por Bolsonaro e aliados. 

Clebson Vieira contou que as demandas sobre dados eleitorais começaram a ser feitas em 2022, quando era chefiado pela delegada Marília de Alencar, então diretora de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça. Marília é ré na ação penal. 

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Em uma das demandas, pediu-se a Vieira que identificasse em quais localidades do país cada candidato havia recebido mais de 75% dos votos no primeiro da eleição presidencial, mas, de acordo com o analista, somente os dados sobre Lula foram de fato considerados pela chefia. 

A testemunha confirmou que costumava contar à sua esposa na época, por aplicativo de mensagem, a chegada de demandas com “algum tipo de viés político, referente a tentar ajudar o governo”.  Em uma dessas mensagens, ele confirmou ter dito à esposa que ficava “muito mal” com “uma demanda daquelas, diretamente da diretora”.

Ações da PRF 

Também foi ouvido nesta segunda-feira Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Conforme já havia declarado em depoimento anterior, Alcântara voltou a confirmar que ocorreram orientações de “policiamento direcionado” durante as eleições de 2022. 

Segundo ele, a impressão é que tais ações para a abordagem de vans em ônibus foi intensificada em estados como Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, de onde normalmente partem muitos eleitores para o Nordeste, região onde Lula tradicionalmente concentra maior votação. 

“Foram orientações gerais, mas para esses estados [RJ, SP, MG e GO], [onde] a fiscalização foi mais intensificada”, disse Alcântara, repetindo o que já havia dito como testemunha em outra ação penal do golpe. 

Depoimentos 

As testemunhas de acusação foram ouvidas na ação penal que tem como alvo o Núcleo 2 da trama golpista, aquele apontado pela PGR como tendo sido responsável por ações estratégicas, como o monitoramento de opositores e a elaboração de minutas e dados para subsidiar a tomada de poder. 

Fazem parte desse núcleo Filipe Martins (ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro); Marcelo Câmara (também ex-assessor de Bolsonaro); Silvinei Vasques (ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal); Mário Fernandes (general de Exército); Marília de Alencar (ex-diretora de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça) e Fernando de Sousa Oliveira (ex-secretário-adjunto de Segurança do Distrito Federal).

Na tarde desta segunda, está sendo novamente ouvido o tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista. De manhã, a audiência foi conduzida pelo juiz Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que atua como auxiliar no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator das ações penais.

Fonte: Agência Brasil

Saúde alerta para déficit do tipo sanguíneo O negativo e convoca população a realizar doações

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Saúde alerta para déficit do tipo sanguíneo O negativo e convoca população a realizar doações
Hemocentro de Goiás está com níveis críticos de sangue O negativo (Foto: Divulgação/Idtech)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), alerta que os estoques de sangue O negativo da Rede Estadual de Serviços Hemoterápicos (Rede Hemo) estão em nível crítico e convoca a população a realizar doações. O déficit do tipo sanguíneo tem gerado impacto significativo nas 223 unidades de saúde atendidas pela rede estadual.

O objetivo é garantir a manutenção do estoque de sangue e manter a continuidade do atendimento ininterrupto aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O sangue O negativo é considerado universal para transfusões de emergência, podendo ser utilizado em pacientes de qualquer outro tipo sanguíneo. Essa característica o torna vital em situações críticas, como acidentes graves, cirurgias de urgência e atendimentos onde não há tempo hábil para identificar o tipo sanguíneo do paciente. No entanto, apesar de sua importância, é considerado um dos tipos mais raros na população.

Segundo a diretora de Captação e Atendimento ao Doador, Daynara Vilar, as doações são fundamentais para garantir o atendimento seguro de pacientes em todo o estado.

“A doação de sangue é um gesto solidário, rápido e seguro, e pode salvar até quatro vidas. As tipagens sanguíneas A -, B -, O – e AB – são as mais usadas em emergências. Pedimos o apoio da população para nos ajudar com as doações. Para quem ainda não veio fazer sua doação nesses últimos três meses, ou ainda não é doador, venham doar. O tempo entre a triagem e a coleta dura menos de uma hora”, ressalta.

Condições básicas para doar sangue

  • estar em boas condições de saúde;
  • ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos, precisam de autorização);
  • pesar no mínimo 50 kg;
  • estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);
  • apresentar documento com foto emitido por órgão oficial.

Onde doar

Em Goiânia, o Hemocentro Coordenador Estadual Prof. Nion Albernaz funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas. Nas unidades da Rede Hemo localizadas no interior (Rio Verde, Catalão, Jataí, Ceres, Iporá, Quirinópolis, Formosa e Porangatu), o funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

A Rede Hemo disponibiliza o agendamento prévio das doações por meio do site agenda.hemocentro.org.br ou pelo telefone 0800 642 0457. Empresas ou instituições também podem solicitar a unidade móvel do Hemocentro para realização de ações de coletas de sangue e cadastro de doadores de medula óssea.

Para o agendamento da ação é necessário ter a confirmação de 120 pessoas interessadas em participar e fazer uma solicitação via e-mail, por meio do endereço hemocentro.captacao@idtech.org.br ou pelo telefone (62) 3231-7925.

Saiba mais

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Fonte: Portal Goiás

PF e Polícia Civil apuram assassinato de filho de cacique no Paraná 

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A Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil do Paraná estão investigando o assassinato de uma jovem liderança indígena na cidade de Guaíra, no oeste do estado, na fronteira com o Paraguai.

O corpo da vítima, Everton Rodrigues, 23 anos, foi encontrado no último sábado (12), abandonado em meio a um milharal e, segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), decapitado.

Rodrigues era filho de Bernardo Rodrigues Diegro, cacique da Aldeia Yvyju Avary. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, junto ao corpo foi deixada uma carta com graves ameaças às comunidades indígenas e a agentes da Força Nacional de Segurança Pública que atuam na região.

“Everton foi brutalmente assassinado”, afirma o Cimi, cobrando das autoridades competentes uma investigação imediata e rigorosa, “com a identificação e punição exemplar dos responsáveis por mais este crime bárbaro”.

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Em nota, a PF informou que, tão logo foi informada do caso, adotou as medidas necessárias, realizando as primeiras diligências, a cargo da delegacia em Guaíra. Também em nota, a Polícia Civil confirmou que instaurou um inquérito, que a apuração está em andamento e materiais foram recolhidos no local do crime e estão sendo periciados.

Já no sábado (12), o ministério afirmou que acompanha o caso, que classificou como um “bárbaro assassinato”.

“Reiteramos nosso compromisso em defender a vida, a dignidade e os direitos dos povos indígenas, certo de que nenhuma ameaça silenciará a luta ancestral por justiça e território”.

O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) lamentou, em nota, o assassinato do indígena e informou que acompanha a situação dos territórios indígenas do Paraná. Segundo a pasta, o Ministério da Justiça e Segurança Pública renovou a presença da Força Nacional até o fim de agosto.

“O MPI também atua em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e seu Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), com vistas à proteção de lideranças indígenas, mantendo um diálogo com os indígenas Avá-Guarani inseridos no programa, que sofrem ameaças constantes por sua atuação em defesa da terra, da cultura e dos direitos fundamentais de seu povo”, diz o comunicado.

Consultada nesta segunda-feira (14), a Funai ainda não se manifestou.

Fonte: Agência Brasil

MPF questiona na Justiça plano para fiscalização de armas de CACs

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O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação em que alega falta de comprovação, por parte da União, na transferência do controle de armas de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) para a Polícia Federal (PF). O caso tramita na 20ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Desde o dia 1º de julho, a Polícia Federal (PF), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), assumiu a responsabilidade pelo registro das licenças, controle e fiscalização das atividades de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs). Antes, os CACs estavam sob responsabilidade do Comando do Exército.

Um acordo foi firmado, em setembro de 2023, entre os ministérios da Justiça e Defesa com quatro fases para transferência progressiva da responsabilidade, sendo a primeira iniciada em novembro de 2023 e a última prevista para terminar em janeiro de 2026. 

De acordo com o MPF, as datas do cronograma foram alteradas sem comunicação adequada e a União não apresentou dados sobre o andamento da transição, qual estágio atual

Em abril, o MPF já havia acionado a União na Justiça em relação ao processo. Na ocasião, o governo argumentou que a Instrução Normativa nº 311 da Polícia Federal, em vigor desde 1º de julho de 2025, já regulamenta as atividades dos CACs, tornando a ação do MPF sem objeto.

De acordo com o governo, até o mês passado, 600 servidores da PF foram qualificados para assumir as atividades que ainda são coordenadas no âmbito militar. Foram destinados R$ 20 milhões para a transição, conforme o Ministério da Justiça. 

O MPF argumenta que a normativa é apenas uma etapa do processo e não prova que houve transferência real de atribuições

 

Fonte: Agência Brasil

Parceria entre EBC e UniRV leva nova rádio pública para Goiás

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A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Universidade de Rio Verde (UniRV) inauguraram, na manhã desta segunda-feira (14), a Rádio UniRV 87.1 FM, na cidade de Rio Verde (GO), que passa a integrar a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

A cerimônia de inauguração contou com a presença do diretor-geral da EBC, Bráulio Ribeiro, representantes do governo federal e autoridades locais.

A Rádio UniRV é um novo canal universitário, que se  soma à Rede Nacional encabeçada pela EBC e vai retransmitir parte da programação da Rádio Nacional na cidade.

A nova emissora vai ampliar o acesso à informação, educação e cultura no sudoeste goiano, chegando a alcançar mais de 238 mil pessoas na região.

Durante a solenidade, o diretor-geral da EBC, Bráulio Ribeiro, destacou a força do rádio como veículo de comunicação: “O rádio continua sendo atual, mesmo em meio a todas as inovações tecnológicas que vêm acontecendo”, frisou.

“Para nós da EBC, a Rede Nacional de Comunicação Pública de Rádio é fundamental. Ela é a forma pela qual a comunicação pública chega até as pessoas de maneira concreta”, acrescentou.

“Nosso compromisso institucional é difundir a atuação da Universidade para além dos muros, mostrando que a UniRV tem presença atuante junto à comunidade e desenvolve um importante papel no ensino, na extensão, na pesquisa e na inovação, contribuindo significativamente com a sociedade em geral”, comentou o reitor da UniRV, Alberto Barella Netto.

Expansão

A Rádio UniRV integra o plano de expansão da Rede Nacional de Comunicação Pública e tem parceria com o Ministério da Educação (MEC) e Ministério das Comunicações (MCom).

A EBC tem a consignação do canal, colaborou com o projeto técnico, a escolha dos equipamentos e o envio da programação nacional. Já a UniRV é responsável pela programação local, pela implantação e pela operação da infraestrutura de transmissão, que inclui transmissor de 10 quilowatts (kW), sistema irradiante, antena, nobreak, ar-condicionado, receptor de satélite e estúdio de produção.

Prevista na Lei de Criação da EBC, a RNCP é atualmente formada por 167 emissoras de televisão e 165 de rádio, que atuam por todo o país propiciando cultura e informação para milhões de brasileiros.

Fonte: Agência Brasil

PGR pede condenação de Bolsonaro e mais 7 réus por golpe de Estado

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e faz parte das alegações finais, a última fase antes do julgamento dos acusados, que deve ocorrer em setembro deste ano.

No documento, que tem 517 páginas, o procurador-geral, Paulo Gonet, defende que Bolsonaro e os demais réus sejam condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

As penas máximas para os crimes passam de 30 anos de prisão

Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação dos seguintes réus

  • Walter Braga Netto, general de Exército, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;
  • General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência – Abin;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa;
  • Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Em caso de condenação, Cid deverá ter a pena suspensa devido ao acordo de delação premiada assinado com a Policia Federal (PF) durante as investigações. 

Bolsonaro

Na manifestação, o procurador-geral descreveu o papel do ex-presidente Jair Bolsonaro na trama golpista.

Segundo ele, Bolsonaro figura como líder da organização criminosa e foi o “principal articulador e maior beneficiário” das ações para tentar implantar um golpe de Estado no país em 2022.

Nas palavras de Gonet, o ex-presidente instrumentalizou o aparato estatal e operou em “esquema persistente” de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório após o resultado das eleições presidenciais.

“Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias”, disse o procurador.

Próximos passos

Com a apresentação da manifestação da PGR, começa a contar o prazo de 15 dias para que a defesa de Mauro Cid, delator na investigação, apresente suas alegações finais ao STF.

Em seguida, será a vez das defesas dos réus apresentarem suas alegações no mesmo prazo.

Após receber todas as manifestações, a data do julgamento será marcada pela Primeira Turma da Corte.

Nos bastidores do STF, a expectativa é de que o julgamento seja realizado em setembro deste ano.

Fonte: Agência Brasil