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Classificado, Brasil projeta duelo contra Colômbia pela Copa América

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O Brasil chegou à terceira vitória pela Copa América Feminina, disputada no Equador, ao derrotar o Paraguai por 4 a 1 na última segunda-feira (22), no Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito. A partida foi transmitida ao vivo pela TV Brasil.

Com o resultado, a seleção verde e amarela garantiu vaga às semifinais da competição. As brasileiras lideram o Grupo B com nove pontos.

A uma rodada do fim da primeira fase, elas não podem mais serem ultrapassadas por Venezuela (quatro), Paraguai (três) e Bolívia (zero) – os dois primeiros da chave se classificam. A única equipe que pode superar o time comandado por Arthur Elias na tabela é a Colômbia, que foi a sete pontos ao golear as bolivianas por 8 a 0, também na segunda.

As colombianas, aliás, são as próximas adversárias do Brasil. O duelo será na sexta-feira (25), às 21h (horário de Brasília), no Estádio Banco Guayaquil, em Quito, novamente com transmissão ao vivo da TV Brasil. O empate basta para as brasileiras confirmarem o primeiro lugar. As rivais têm que ganhar para encerrar na liderança, mas a igualdade já bastaria para a classificação.

Em caso de triunfo verde e amarelo, a Colômbia terá que torcer contra a Venezuela, que enfrenta o Paraguai no mesmo horário, no Gonzalo Pozo Ripalda. Se vencerem, as venezuelanas também vão a sete pontos e a decisão da vaga às semifinais pode ficar para o saldo de gols.

O compromisso de sexta é considerado o mais difícil do Brasil nesta Copa América. A Colômbia foi vice-campeã de três das últimas quatro edições e fez a melhor campanha sul-americana da Copa do Mundo passada, em 2022, na Austrália e na Nova Zelândia, parando nas quartas de final.

O elenco conta com jogadoras em evidência na Europa, como a jovem Linda Caicedo, 20 anos, que atua no Real Madrid, da Espanha; a goleadora Mayra Ramírez, do Chelsea, da Inglaterra; e a veterana Catalina Usme, do Galatasaray, da Turquia. Há, ainda, três atletas no Campeonato Brasileiro Feminino, transmitido ao vivo pela TV Brasil: Kate Tapia (Palmeiras), Lorena Bedoya (Cruzeiro) e a capitã Daniela Montoya (Grêmio).

“Temos um grande adversário para a gente realmente ser testado”, projetou Duda Sampaio, eleita a melhor em campo na goleada sobre o Paraguai, em depoimento ao site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“A Colômbia é uma seleção com um trabalho bastante sólido. Uma equipe muito bem organizada taticamente. Tem suas jogadoras do meio para frente em destaque no nível internacional. Vejo que fisicamente, assim com a gente no começo [da Copa América], sofreu um pouco com a adaptação, mas estarão melhores. Vai ser um grande jogo, como sempre têm sido os confrontos entre Brasil e Colômbia. Esperamos classificar em primeiro e merecer vencer essa seleção qualificada”, disse Arthur Elias, em entrevista coletiva.

Como foi a goleada

O Brasil foi letal nas bolas paradas diante do Paraguai e abriu 2 a 0 em lances quase idênticos, aos 27 e aos 39 minutos do primeiro tempo. Em ambos, Yasmin cobrou falta pela direita, a bola cruzou toda a área, em direção à meta, e surpreendeu a goleira Belotto.

Na etapa final, aos 10, Camila Arrieta foi expulsa após falta em cima de Marta, deixando a missão paraguaia ainda mais difícil. Quatro minutos depois, Amanda Gutierrez recebeu de Angelina pela direita, dentro da área, e bateu cruzado para marcar o terceiro.

Aos 16 minutos, Cláudia Martínez aproveitou bobeada defensiva, ganhou de Isa Haas na velocidade e finalizou na saída de Lorena, vazando o Brasil pela primeira vez nessa Copa América. A atacante paraguaia, de 17 anos, artilheira da competição com cinco gols, deu trabalho à zaga verde e amarela, mas o restante da equipe não acompanhou e as brasileiras aproveitaram para liquidar o confronto aos 29, em um golaço de Duda Sampaio, da entrada da área.

 

Fonte: Agência Brasil

Anunciadas medidas em auxílio a empresas goianas afetadas pelo tarifaço

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Governo de Goiás anuncia medidas em auxílio a empresas afetadas pelo tarifaço
Em meio à crise comercial entre Brasil e Estados Unidos, Caiado promove primeiro encontro oficial após formação de grupo de trabalho composto por representantes do governo e do setor produtivo goiano (Fotos: Lucas Diener e Cristiano Borges)

O governador Ronaldo Caiado apresentou, em reunião com empresários na tarde desta terça-feira (22/07), as linhas de crédito lançadas pelo Governo de Goiás para minimizar os impactos financeiros decorrentes da tarifação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil. A reunião ocorreu no Palácio das Esmeraldas e contou com a presença de representes de diversos setores de Goiás.

Primeiro Estado a anunciar medidas para amenizar os possíveis efeitos do tarifaço anunciado pelo presidente Donald Trump, Goiás contará com três fundos que poderão ser acessados por empresas atingidas.

“Somos um Estado que busca todos os mecanismos para auxiliar os empresários e os trabalhadores goianos. Essa é minha primeira preocupação como governador”, enfatizou.

O primeiro é o Fundo Creditório, a nova linha de crédito criada pelo Governo de Goiás para apoiar os segmentos da economia goiana que mais exportam para os Estados Unidos.

A medida foi antecipada pelo governador no último sábado (19/07), por meio das suas redes sociais, e beneficia o setor produtivo já a partir do mês de agosto, com estimativa de pelo menos R$ 628 milhões em créditos de Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços (ICMS) passíveis de utilização como garantia para acesso à linha de crédito.

Nesta modalidade, são previstos R$ 314 milhões em créditos de ICMS e R$ 314 milhões provenientes de apoiadores do mercado financeiro que queiram aportar no fundo. A proposta será apresentada, oficialmente, em um leilão na Bolsa de Valores B3 em São Paulo, no dia 5 de agosto.

A taxa de juros da nova medida será de 10% ao ano, pelo menos três pontos percentuais abaixo das linhas subsidiadas por programas federais, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Plano Safra e fundos constitucionais.

A outra opção apresentada pelo governador é a utilização do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), um fundo público de natureza financeira vinculado à Goiás Fomento, criado em 2020 durante a pandemia de covid-19, com o objetivo de fornecer recursos financeiros para subsidiar o pagamento de encargos em operações de crédito.

A terceira alternativa é a utilização do Fundo de Estabilização Econômica do Estado de Goiás, uma reserva financeira que pode ser utilizada em momentos de crise econômica para garantir a continuidade de serviços essenciais.

Reunião ocorreu no Palácio das Esmeraldas e contou com presença de representes de diversos setores da economia goiana. Objetivo, segundo o governador, é buscar alternativas, de forma conjunta (Fotos: Lucas Diener e Cristiano Borges)

Representando o empresariado, os presidentes das entidades de classe goianas endossaram as propostas do Governo de Goiás, parabenizando Caiado pela iniciativa e agilidade em buscar soluções para o problema.

Vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Flávio Rassi, comentou que é “impressionante a ferramenta apresentada e muito importante ter um governador que pensa com antecipação”.

Já o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para o Centro-Oeste, Paulo Afonso Ferreira, ressaltou que “Goiás está sendo o primeiro estado a debater o enfrentamento a esse momento e sai na frente”.

O ex-presidente da Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial), Zé Garrote, parabenizou a rapidez e eficácia da iniciativa.

“É uma inovação que abre oportunidade e nos dá novas visões e formas de negociar e de buscar mercado”, afirmou.

Clodoaldo Calegari, presidente da Aprosoja Goiás, comentou que gostou do posicionamento da gestão estadual. “Uma opção corajosa do Governo de Goiás, saindo à frente dos demais estados”, disse.

“Somos um Estado que busca todos os mecanismos para auxiliar empresários e trabalhadores goianos. Essa é minha primeira preocupação como governador”, enfatizou Caiado (Fotos: Lucas Diener e Cristiano Borges)

Medidas

Caiado sublinhou que o setor empresarial sempre foi parceiro do governo e é peça importante nos avanços alcançados na gestão, que consolidaram Goiás como uma referência em liquidez, educação, saúde, segurança e programas sociais.

“Se hoje temos um Estado cada vez mais industrializado e moderno, é graças a vocês. O nosso objetivo é resgatar a condição de tranquilidade de trabalhadores e empresários”, disse o goverandor.

Caiado explicou ainda que o intuito do encontro é reunir entidades de classe e poderes para, de forma conjunta, buscar alternativas para o desafio.

As empresas interessadas nas soluções devem realizar o processo junto à Secretaria-Geral do Governo (SGG) e, como contrapartida, devem assumir o compromisso de manter os empregos durante o período de acesso ao crédito.

O objetivo é proteger a economia local dos impactos das sobretaxas de 50% sobre commodities como soja, carne e derivados do aço.

Segundo o Instituto Mauro Borges (IMB), os valores serão destinados a novos investimentos e ampliação de capacidade produtiva, mas podem também ser utilizados como capital de giro, com objetivo de manter os negócios em funcionamento em períodos de queda nas vendas.

As atividades econômicas contempladas incluem produção e beneficiamento de minerais, setor agrícola (como cultivo de café, algodão e soja), indústria de alimentos, pesquisa científica, criação de bovinos, entre outras.

Comitê

O Governo de Goiás também criou um comitê para garantir um contato diário e permanente com os empresários para que, junto à gestão estadual, busquem soluções e definam ações a serem tomadas para minimizar o impacto das tarifas impostas.

Caiado garantiu que realizará, a partir desta quarta-feira, reuniões com seis setores: Fármacos e Saúde; Carne, derivados e pescados; Mineração; Sucroenergético; Soja e cítricos e Curtume para entender as demandas específicas de cada área e alinhar a atuação de cada secretaria de governo para auxiliar o empresariado.

Titular da SGG, Adriano da Rocha Lima, explicou como funcionará o comitê.

“O conselho de governo formado por seis secretarias e que hoje já faz as autorizações de suplementação orçamentária em Goiás vai ter essa incumbência de definir exatamente quais são as áreas estratégicas que devem receber esse recurso de financiamento através desse fundo, sempre de forma a manter o desenvolvimento do Estado, preservando empregos e evitando os impactos dessas tarifas norte-americanas”, explicou.

Já a Secretaria da Economia será responsável por validar os créditos acumulados de ICMS e autorizar a transferência dos valores entre os contribuintes, garantindo a regularidade fiscal da operação.

A expectativa é que a liberação desses recursos comece a partir de 6 de agosto.

Balança comercial

Os Estados Unidos são, hoje, o segundo principal destino das exportações goianas, atrás da China. Somente de janeiro a junho deste ano, o Estado comercializou US$ 337.429.031 em produtos, com destaque para carnes (61%), ferro fundido, ferro e aço (11%).

No mesmo período, Goiás comprou US$ 289.676.841 em produtos americanos, principalmente máquinas e instrumentos mecânicos (38%) e itens farmacêuticos (29%).

Também participaram da reunião a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado; secretários de governo e representantes da:

  • Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg),
  • Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarnes),
  • Organização das Cooperativas Brasileiras em Goiás (OCB-Goiás),
  • Associação dos Produtores de Soja e Grãos de Goiás (Aprosoja),
  • Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg),
  • Associação Comercial, Industrial e Serviços de Goiás (Acieg),   
  • Câmara de Dirigentes Lojistas  (CDL),  
  • Fecomércio,
  • Sebrae,
  • Senar,
  • Sesc/Senac,
  • Associação Goiana de Municípios (AGM)
  • Federação Goiana de Municípios  (FGM).

Além dos prefeitos de Goiânia, Sandro Mabel, e de Formosa, Simone Ribeiro.

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Secretaria de Comunicação (Secom) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Governo libera R$ 20,6 bi do Orçamento de 2025

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Com a manutenção parcial do decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o Orçamento de 2025 terá R$ 20,6 bilhões liberados, informaram há pouco os Ministérios da Fazenda e do Planejamento. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento enviado ao Congresso a cada dois meses que orienta a execução do Orçamento.

Em maio, o governo tinha congelado R$ 31,3 bilhões do Orçamento. Com a decisão, o volume de recursos congelados cai para R$ 10,6 bilhões.

Todo o dinheiro liberado vem das verbas que estavam contingenciadas, bloqueadas temporariamente para cumprir a meta de resultado primário. Embora a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 estabeleça meta de resultado primário zero (nem déficit nem superávit), a equipe econômica considerou o limite inferior de tolerância, que permite déficit de R$ 31 bilhões para este ano.

Apesar de liberar os recursos, o governo bloqueou R$ 100 milhões de gastos discricionários (não obrigatórios) para cumprir o limite de gastos do arcabouço fiscal, que prevê crescimento dos gastos até 2,5% acima da inflação para este ano. O volume de recursos bloqueados no Orçamento aumentou de R$ 10,6 bilhões para R$ 10,7 bilhões.

A liberação dos R$ 10 bilhões por órgãos e ministérios será detalhada no próximo dia 30, quando o governo publicar um decreto presidencial com os limites de empenho (autorização de gastos).

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Resultado primário

Para justificar o descontingenciamento, o relatório elevou em R$ 27,1 bilhões a previsão de receitas líquidas (receitas federais, descontadas as transferências obrigatórias para estados e municípios). A previsão de gastos subiu R$ 5 bilhões.

Com a combinação da elevação de receitas e de despesas, a estimativa de déficit primário em 2025 caiu de R$ 97 bilhões para R$ 74,1 bilhões. Esse valor considera gastos fora do arcabouço fiscal, como precatórios e créditos extraordinários. Ao considerar apenas as despesas dentro do arcabouço fiscal, a previsão de déficit primário cai de R$ 51,7 bilhões para R$ 26,3 bilhões.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública.

IOF e receitas

Em maio, o governo tinha congelado R$ 31,3 bilhões. Sem o decreto do IOF, o governo teria de congelar mais R$ 20,5 bilhões, elevando a retenção de gastos discricionários para R$ 51,8 bilhões. O congelamento desse montante ameaçaria o funcionamento da máquina pública.

Após sucessivas desidratações e uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o governo reduziu para R$ 8,6 bilhões a previsão de arrecadação com o decreto do IOF no restante do ano. A previsão de receitas líquidas, no entanto, subiu R$ 27,1 bilhões e permitiu a reversão completa do contingenciamento anunciado em maio.

Originalmente, o governo tinha divulgado que a previsão de arrecadação ficaria em R$ 11,55 bilhões, mas retirou cerca de R$ 1,4 bilhão por causa do período em que o decreto foi suspenso pelo Congresso Nacional e mais cerca de R$ 700 milhões por causa da arrecadação do IOF durante um mês, entre o fim de maio e o fim de junho.

Em relação à elevação de receitas, a maior parte R$ 17,9 bilhões, vem da elevação da previsão de royalties neste ano, que inclui a aprovação do projeto de lei que autoriza R$ 15 bilhões de leilões adicionais do petróleo na camada pré-sal. Em seguida, vêm R$ 2,4 bilhões da elevação de estimativas de arrecadação da Receita Federal, associada à elevação de R$ 12,2 bilhões em receitas do Imposto de Renda, descontada a desidratação de R$ 10,2 bilhões do decreto original do IOF.

Em relação ao Imposto de Renda, as estimativas foram revisadas por causa do desempenho melhor do tributo no primeiro semestre e das arrecadações com offshores (empresas de investimento no exterior) e de fundos exclusivos, da alta dos juros, que elevou o imposto retido na fonte, e do emprego recorde. O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas esclareceu que a medida provisória que eleva a tributação de investimentos financeiros em até R$ 10,5 bilhões não foi incluída no relatório.

Também contribuiu para a elevação da estimativa de receitas a entrada de R$ 1,8 bilhão de contribuições para a Previdência Social, decorrente da recuperação do emprego formal.

*Texto alterado às 18h para alterar números sobre a previsão de arrecadação com o decreto do IOF

* Texto alterado às 18h54 para inclusão de novas informações sobre imposto de renda

Fonte: Agência Brasil

MP denuncia quatro policiais por morte de jovem em Paraisópolis

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Quatro policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público de São Paulo pela morte de Igor Oliveira de Moraes Santos, de 24 anos, jovem que foi executado após uma operação policial realizada no dia 10 de julho na comunidade de Paraisópolis, na zona sul da capital. Imagens da câmera corporal de um dos policiais mostrou que a vítima foi baleada quando já estava rendida, com as mãos na cabeça.

Dois desses policiais acabaram sendo presos em flagrante pelo crime. Em entrevista realizada no dia 11 de julho, o coronel Emerson Massera, porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, informou que eles foram presos por homicídio doloso (intencional) após as câmeras corporais terem apontado que os disparos foram feitos enquanto Igor Oliveira já estava rendido.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a morte do jovem ocorreu após policiais terem recebido uma denúncia sobre a presença de homens armados em um ponto de venda de drogas em Paraisópolis. “Quando os policiais entraram nessa rua, quatro pessoas com mochilas nas costas começaram a correr e entraram numa casa. Os policiais foram atrás e conseguiram localizar a casa em que eles estavam. Ali foram presas três pessoas e uma foi morta pelos policiais”, explicou Massera.

Segundo o Ministério Público, os dois policiais que atiraram em Igor foram denunciados por homicídio doloso. Outros dois agentes foram denunciados por terem colaborado com o ato ilícito.

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Em entrevista à reportagem da Agência Brasil um dia após a morte de Igor Oliveira, o vice-presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, Janilton Jesus Brandão de Oliveira, mais conhecido como China, criticou a ação policial na comunidade.

“A verdade é que não podemos falar mais em operação [policial] porque isso já é rotineiro”, afirmou o vice-presidente da associação. “Eles estão executando e estão matando aleatoriamente, só que é aquela história: é a palavra do Estado contra a palavra da população ou de quem perdeu o seu ente. Não é de hoje que o 16 Batalhão [responsável pela região] mata e executa”, afirmou.

*texto alterado às 18h14 para correção de informação no quarto parágrafo. 


Fonte: Agência Brasil

Cora oferece vagas para mais de 20 cargos

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Cora oferece vagas para mais de 20 cargos
Processo seletivo do Cora oferece salários que variam de R$ 1.449,30 (após primeiros seis meses) a R$ 6.292,47, e abrange níveis fundamental, médio, técnico e superior. Há também vagas destinadas a pessoas com deficiência (PcD) (Foto: SES-GO)

O Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) está com processo seletivo aberto para contratação de profissionais para início imediato e formação de cadastro reserva.

Ao todo, são ofertadas 41 vagas, distribuídas entre 24 cargos diferentes. As inscrições terminam nesta quarta-feira (23/07), e o edital está disponível em: https://cora.hospitaldeamor.com.br/editais.

O processo seletivo será composto por triagem, avaliação específica (para alguns cargos), entrevista ou dinâmica de grupo, e entrevista técnica.

Os salários variam de R$ 1.449,30 (após os primeiros seis meses) a R$ 6.292,47, abrangendo os níveis fundamental, médio, técnico e superior. Há também vagas destinadas a pessoas com deficiência (PcD).

Processo seletivo do Cora – cargos disponíveis

  • Assistente Administrativo I
  • Assistente Financeiro I
  • Assistente Manutenção Predial I
  • Auxiliar Administrativo
  • Auxiliar Cozinha
  • Auxiliar Farmácia
  • Auxiliar Limpeza
  • Coletor Resíduos I
  • Controlador Acesso
  • Copeiro
  • Encarregado Ouvidoria I
  • Motorista Carreta
  • Recreador
  • Técnico Nutrição I
  • Técnico Radiologia I
  • Técnico Segurança Trabalho I
  • Telefonista
  • Enfermeiro
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Nutricionista Clínico I
  • Psicólogo I
  • Técnico Enfermagem I
  • Terapeuta Ocupacional I

Secretaria de Estado da Saúde (SES) – Governo de Goiás

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Feirão de Empregos oferta mais de 5 mil vagas

Fonte: Portal Goiás

Justiça suspende cláusulas de contratos de vítimas de Mariana

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A Justiça Federal em Minas Gerais concedeu liminar que suspende cláusulas de contrato dos escritórios que representam pessoas atingidas no rompimento da barragem de rejeitos da Samarco Mineração S.A. em Mariana (MG) em 2015. A 13ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte entendeu que as práticas são “abusivas” e atendeu à demanda do Ministério Público Federal (MPF)

Conforme a decisão, estão suspensas cláusulas de contrato como a cobrança de honorários sobre indenizações já obtidas no Brasil, a imposição de foro estrangeiro e a restrição à liberdade de acordo ou desistência do processo dos escritórios são Felipe Hotta Sociedade Individual de Advocacia e Pogust Goodhead Law (Inglaterra), com quem o escritório brasileiro mantém “colaboração institucional”. Cabe recurso da liminar.

A Justiça determinou que os dois escritórios não façam publicidade que desestimula a adesão aos programas de indenização brasileiros, e ordenou que os honorários sobre indenizações brasileiras sejam depositados em conta judicial.

De acordo com a juíza federal substituta Fernanda Martinez Silva Schorr, é competência da Justiça brasileira julgar o caso, e que, portanto, não têm validade cláusulas contratuais estabelecidas pelos escritórios de advocacia que previam foro em Londres (Inglaterra).

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Em seu julgamento, a juíza aplicou o Código de Defesa do Consumidor – reconhecendo “hipervulnerabilidade” das pessoas atingidas e a necessidade de proteção especial. 

Além do MPF, assinam a ação a Defensoria Pública da União, a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais; o Ministério Público do Estado de Minas Gerais e o Ministério Público do Estado do Espirito Santo.

Em nota à Agência Brasil, o escritório Pogust Goodhead Law informou que os contratos “são regidos pela legislação inglesa, estão em vigor desde 2018 e jamais foram questionados por qualquer uma das mais de 600 mil pessoas representadas pelo escritório, tampouco pelas instituições de Justiça”.

O escritório afirma ainda que o “suposto risco de dano (periculum in mora) que fundamenta a concessão das liminares ignora o fato de que o prazo para adesão ao PID [programa de indenização] já se encerrou em 4 de julho. Além disso, a ordem para depósito em juízo de valores eventualmente recebidos a título de honorários é inócua, uma vez que o PG nunca recebeu qualquer valor de nenhum de seus clientes”.
 
A reportagem tenta contato com o escritório Hotta Sociedade. 

Entenda o caso

O rompimento da barragem de rejeitos de mineração, conhecida como “Fundão”, ocorreu em 5 de novembro de 2015 no distrito de Bento Rodrigues, a 35 km do centro de Mariana. A barragem era controlada pela Samarco Mineração S.A.

O desastre causado pela mineradora teve o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo se considerada barragens de rejeitos. Sessenta e dois milhões de metros cúbicos de rejeitos em lama foram despejados e atingiram a bacia hidrográfica do rio Doce, que abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

O escritório Pogust Goodhead Law Ltd faz a representação de mais de 600 mil pessoas e mais de 45 prefeituras de municípios atingidos pelo rompimento da barragem na Justiça britânica contra a multinacional anglo-australiana BHP Billiton, sócia da brasileira Vale na Samarco. 

* Texto atualizado às 19h01 para inclusão do posicionamento do escritório Pogust Goodhead Law

Fonte: Agência Brasil

Em 7 meses, Goiás alcança mesmo número de casos de Srag de todo o ano passado

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Em 7 meses, Goiás alcança mesmo número de casos de Srag de todo o ano passado
Casos de Srag em 2025 em Goiás já ultrapassam a quantidade registrada em 2024. Cobertura vacinal para influenza no estado está em 41,68% (Foto: Iron Braz)

Goiás chegou, nesta terça-feira (22/07), ao número de 7.475 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) – 1.320 por influenza e 320 por covid-19. Essa é a mesma quantidade de casos registrados no estado durante todo o ano de 2024.

O alerta é da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que já confirmou 471 óbitos em 2025. O aumento expressivo de casos em poucos meses também reflete no número de solicitações de internação pela síndrome nos hospitais estaduais.

Em todo o ano passado, foram contabilizadas 13.934 solicitações de internação por Srag. De janeiro a julho de 2025, esse número já chega a 11.957 solicitações. A ocupação das unidades estaduais é superior a 80% para os leitos de enfermaria e ultrapassa 90% para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Apesar do aumento, a SES tem conseguido atender à demanda de internação, em conjunto com unidades municipais, particulares e federais.

Diante desse cenário, a subsecretária de Vigilância em Saúde da SES, Flúvia Amorim, alerta mais uma vez a população para que busque a proteção contra as doenças que possuem vacina disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Temos em 7 meses, a quantidade de casos de todo o ano de 2024. A vacina evita os casos graves e óbitos por Srag, principalmente por influenza. Temos vacina para covid-19 e influenza e precisamos que as pessoas busquem a proteção, principalmente para idosos, gestantes e crianças, que são os que mais agravam e vão a óbito”, ressalta.

Além da vacina, evitar locais com grandes aglomerações, higienizar as mãos, usar máscara caso apresente sintomas e buscar imediatamente atendimento em uma unidade de saúde, – principalmente em caso de falta de ar – são outras recomendações para evitar o agravamento da doença.

Medidas adotadas

Desde o dia 15 de maio, a SES-GO instalou a Sala de Situação de Doenças Respiratórias para o acompanhamento estratégico das SRAGs, avaliando os dados de ocupação das unidades de saúde estaduais e a evolução dos casos em tempo real.

Em função do aumento sustentado no número de casos, o Governo de Goiás decretou estado de emergência por Srag, no dia 30 de junho e a Sala de Situação foi convertida em Centro de Operações de Emergências em Saúde por Síndrome Respiratória Aguda Grave (COE-Srag).

O decreto possibilitou a implantação de leitos destinados ao atendimento de pacientes com Srag, ação imprescindível diante do aumento expressivo da demanda por internações hospitalares associadas a quadros respiratórios graves, verificado de forma progressiva nos últimos meses.

A vacinação contra a gripe (Influenza) está disponível para toda a população, a partir de 6 meses de idade. A cobertura vacinal no país está em 45,03% e em Goiás em 41,68%, com 1.652.418 doses aplicadas. A SES já distribuiu aos municípios goianos 2.251.600 doses da vacina. Em 2024, a cobertura em Goiás ficou em 48,74% para os grupos prioritários.

A SES alerta ainda que a baixa vacinação aumenta a chance de os grupos de risco desenvolverem as formas graves da doença, o que pode comprometer a capacidade de resposta do sistema de saúde. Quando se observa os dados por faixa etária, a maior parte ocorre em crianças. Já em relação aos óbitos, a maioria é de idosos.

Dos 7.475 casos de Srag até o momento, 2.831 são de menores de 2 anos, 827 de crianças de 2 a 4 anos e 710 de crianças de 5 a 9 anos e 1.658 em maiores de 60 anos. Já em relação aos óbitos, dos 471 registrados até o momento, 310 são de maiores de 60 anos, 41 em menores de 2 anos, 45 de pessoas de 50 a 59 anos e 30 de pessoas de 40 a 49 anos.

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Secretaria de Estado da Saúde (SES) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Tarifaço não é "problema comercial" com EUA, diz presidente da Apex

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O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Jorge Viana, disse nesta terça-feira (22) que o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil não se trata de um “problema” de comércio, mas da ação de grupos políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Eu não consigo achar o problema que nós temos com os Estados Unidos, para poder agir. Porque o que está vindo para nós não é um problema de comércio, é uma ação perversa de família, de grupos extremistas que querem danificar o país, querem danificar quem trabalha, danificar as empresas e danificar a soberania do nosso país. E diante disso devemos estar unidos como nunca antes”, disse Viana.

A afirmação foi feita durante cerimônia de assinatura de um convênio da Apex com a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), voltado para a exportação de produtos agroindustriais produzidos pelas cerca de 1,5 mil cooperativas ligadas à organização.

Cooperativas

Batizado de Projeto de Extensão Industrial Exportadora (Peiex), a ação é destinada exclusivamente às cooperativas e visa dar os subsídios para que elas consigam atingir mercados externos, por meio de capacitações.

Segundo dados da Unicafes, 92,6% das cooperativas adotam práticas sustentáveis na produção; 75% são agroindústrias e 73,4% promovem a inclusão de jovens e mulheres. A valorização das mulheres é um dos eixos do projeto, como reconhecimento ao trabalho desenvolvido e a dedicação ao cultivo de suas terras e ao desenvolvimento das comunidades onde atuam.

A presidente da Confederação Unicafes, Fátima Torres, destacou que a iniciativa vai ajudar a aumentar a força e a competitividade das cooperativas na abertura de novos mercados, tanto fora quanto dentro do país.

“Nós vamos estar disponibilizando capacitação para as nossas cooperativas e essa formação serve para os mercados. Claro que a Apex tem um foco no mercado internacional, mas essa capacitação vem para promover, cada vez mais, o amadurecimento da gestão das nossas cooperativas. E aí, a outra coisa é que, a partir desse convênio, nós vamos poder cada vez mais internacionalizar o nosso cooperativismo solidário”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

RJ capacita rede hoteleira para atender vítimas de violência de gênero

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A Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro, em parceria técnica com a organização Livre de Assédio, está investindo em capacitação no setor de hotelaria para atendimento a vítimas de violência de gênero. O objetivo é prevenir, acolher e encaminhar mulheres que sofram algum tipo de violência na rede hoteleira do estado. 

“O Rio de Janeiro já é reconhecido mundialmente por suas belezas naturais e riquezas culturais. Agora, queremos que ele também seja referência em acolhimento e segurança para todas as mulheres que nos visitam. Essa formação é um passo fundamental para que o setor hoteleiro esteja preparado para agir com responsabilidade diante de situações de violência contra a mulher. Nosso compromisso é garantir que cada turista se sinta segura, respeitada e bem recebida em nosso estado”, afirmou, em nota, a secretária de Estado da Mulher, Heloisa Aguiar.

No primeiro semestre de 2025, o Rio de Janeiro bateu recorde de turistas de outros países, com aproximadamente 1,1 milhão de visitantes, uma alta de 51,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. A expectativa do governo do estado é que este número chegue a 2 milhões até dezembro de 2025. 

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Capacitação

O treinamento atende ao protocolo “Não é Não! Respeite a decisão” e pode ser feito por meio da plataforma www.naoenaorj.com.br. No curso, a prevenção é ensinada através de protocolos, sinalizações e práticas essenciais para a proteção nesses ambientes. 

Os profissionais aprendem a identificar situações de risco, a agir de forma adequada e também o que evitar durante a abordagem e o acolhimento à vítima. Também está disponível a introdução aos conceitos essenciais sobre violência de gênero, assédio e as leis que amparam a proteção contra essas situações.

A próxima etapa do protocolo será a implementação do Selo Mulher+Segura, que poderá ser concedido a estabelecimentos que tiverem, anualmente, ao menos 70% das equipes capacitadas e um plano contínuo de formação. A fiscalização será feita pela Secretaria de Estado da Mulher, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Agência Brasil

Bolsonaro nega ter descumprido proibição de uso de redes sociais

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A defesa de Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o ex-presidente não descumpriu a medida cautelar que proíbe o uso de redes sociais, incluindo postagens de suas falas em perfis de terceiros.  

A manifestação da defesa foi motivada pela decisão do ministro, que, nesta segunda-feira (21), deu prazo de 24 horas para Bolsonaro explicar o descumprimento da cautelar, uma das medidas impostas contra ele na semana passada. O descumprimento pode levar à prisão preventiva de Bolsonaro. 

Na tarde de ontem, Bolsonaro exibiu a tornozeleira eletrônica e deu entrevista ao visitar a Câmara dos Deputados, e as imagens foram publicadas em diversos perfis nas redes sociais e na imprensa. O uso do equipamento faz parte de outra medida estabelecida contra o ex-presidente.

Os advogados de Bolsonaro afirmaram que o ex-presidente não tem controle sobre postagens realizadas por terceiros e pediram que o ministro esclareça se sua decisão envolve a proibição da concessão de entrevistas. 

“Desta forma, ao tempo que refuta veementemente qualquer descumprimento, o ora embargante, a fim de que não haja qualquer equívoco na compreensão da extensão pretendida pela medida cautelar imposta, por meio dos presentes embargos, requer que a decisão seja esclarecida, a fim de precisar os exatos termos da proibição de utilização de mídias sociais, esclarecendo, ademais, se a proibição envolve a concessão de entrevistas”, diz a defesa. 

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Na sexta-feira (18), as medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, é investigado por sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista.

Confira as medidas determinadas contra Bolsonaro:

  • Uso de tornozeleira eletrônica;
  • Recolhimento domiciliar noturno entre 19h e 6h, de segunda a sexta-feira, e integral nos fins de semana e feriados;
  • Proibição de aproximação e de acesso a embaixadas e consulados de países estrangeiros;
  • Proibição de manter contato com embaixadores ou autoridades estrangeiras;
  • Proibição de uso de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
  • Proibição de manter contato com Eduardo Bolsonaro e investigados dos quatro núcleos da trama golpista. 

Fonte: Agência Brasil