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Banco Central lança moeda comemorativa de R$ 1 pelos 60 anos do órgão

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Entra em circulação nesta sexta-feira (25) a moeda comemorativa de R$ 1 em homenagem aos 60 anos do Banco Central (BC). Foram cunhadas 23.168.000 unidades, que poderão ser usadas normalmente para fazer compras e transações.

A edição especial tem duas principais diferenças em relação às moedas atuais de R$ 1. No anverso (frente), a peça apresenta, em destaque, o selo comemorativo dos 60 anos do BC, acompanhado da marca da autoridade monetária e de linhas diagonais. Tradicionalmente, o anverso exibe a efígie da República.

No anel dourado, aparecem as legendas “Banco Central do Brasil” e “1965–2025”. O reverso (parte de trás) seguirá o padrão da segunda família das moedas do tipo, em que aparece o valor de face de R$ 1.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a criação da edição comemorativa da moeda de R$ 1. Na ocasião, foi anunciado que a moeda terá livre circulação na economia.

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Em nota, o BC informou que a moeda comemorativa integra as ações promovidas pelo órgão para “celebrar, documentar, humanizar e compartilhar a sua história”.

Confira as características da moeda:

Denominação: R$ 1;

Material: aço inoxidável (núcleo) e aço carbono revestido em bronze (anel);

Diâmetro: 27 milímetros;

Peso: 7 gramas;

Bordo: serrilha intermitente.

A instituição completou 60 anos no início de abril, numa solenidade com a presença do presidente do BC, Gabriel Galípolo, de nove ex-presidentes do órgão, de ministros e dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. Na cerimônia, também foi lançado um selo comemorativo.

Fonte: Agência Brasil

Delegado da PF nega omissão em 8/1 e diz que PM não cumpriu combinado

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O delegado de Polícia Federal Fernando de Souza Oliveira negou nesta quinta-feira (24) que tenha se omitido durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando era secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e esteve à frente da resposta aos vândalos. 

Ele afirmou que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)  descumpriu o combinado em planejamento prévio, que foi realizado para proteger justamente os prédios públicos que acabaram sendo depredados na Praça dos Três Poderes. 

“Não sei por que a PM não cumpriu nada que foi estabelecido no PAI [Plano de Ação Integrada]”, disse. 

Oliveira prestou depoimento como um dos seis réus do núcleo 2 da trama golpista que teria atuado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, mesmo após derrota eleitoral, conforme narra denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). 

Os seis réus estão sendo ouvidos nesta quinta por videoconferência, em ordem alfabética. Os depoimentos são transmitidos ao vivo nos canais do Supremo Tribunal Federal (STF). A audiência é presidida pelo juiz auxiliar Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que atua no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. 

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O núcleo 2 foi apontado pela PGR como sendo composto por assessores de alto escalão que desempenharam papel de gerenciamento de ações, como a redação de uma minuta de decreto golpista ou o uso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em prol dos objetivos do complô. 

Todos os réus respondem por cinco crimes: 

  • Organização criminosa armada, 
  • Golpe de Estado, 
  • Tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, 
  • Dano qualificado,
  • Deterioração de patrimônio tombado

Somadas, as penas podem superar os 30 anos de cadeia. 

O interrogatório dos réus é uma das principais etapas do processo criminal, em que os acusados têm a oportunidade de falar por contra própria e realizar sua autodefesa das acusações. 

Depoimento

Primeiro a falar, Oliveira buscou detalhar todos os seus passos antes, durante e depois do 8 de janeiro. Ele foi acusado pela PGR de ter se omitido e permitido que os atos golpistas ocorressem, mas o delegado alegou que esteve ativo durante os acontecimentos. 

O delegado afirmou ter inspecionado pessoalmente, por volta da hora do almoço, as contenções colocadas na Esplanada dos Ministérios para impedir o acesso de manifestantes à Praça dos Três Poderes. Na ocasião, foi novamente tranquilizado pelo comando da PM, contou. 

Ele disse ter juntado aos autos áudio que prova a presença dele no local quando começam os atos violentos contra o prédio do Congresso Nacional. “Assumo imediatamente o gabinete de crise, aciono o governador para pedir Força Nacional”, relatou. 

“Eu peço desesperadamente o reforço, já em gabinete de crise, que sejam colocadas todas as tropas no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Palácio do Planalto, porque já estavam entrando no Congresso, e eu queria ali salvar os prédios dos outros poderes”, disse. 

Segundo ele, houve um “erro operacional”, pois a PM não atendeu a nenhum dos comandos feitos pelas autoridades civis. 

Ele disse também ter se surpreendido, assim como o governador distrital Ibaneis Rocha, ao saber que o então secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, havia viajado para fora do país, mesmo tendo sido alertado sobre a possível ocorrência de atos violentos no dia 8 de janeiro. 

“Questionei sobre a viagem, se não seria correto ele adiar”, disse Oliveira. “Ele disse que demonstrava confiança na Polícia Militar do Distrito Federal e no PAI [Plano de Ação Integrada], que julgou perfeito e na sequência mantém a viagem”, disse Oliveira. 

Acusação

Além de se omitir no 8 de janeiro, Fernando de Souza Oliveira foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter atuado em prol do sucesso do golpe quando ocupava um cargo no Ministério da Justiça. Lá, segundo a denúncia, ele teria ordenado a produção de relatórios com o objetivo de relacionar o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, adversário de Bolsonaro na corrida presidencial, ao crime organizado. 

Oliveira negou qualquer direcionamento em seu trabalho. Ele afirmou ter sido convidado a Brasília ainda na gestão do ministro da Justiça André Mendonça, hoje ministro do Supremo, e que o convite se deu por seu perfil técnico-operacional. O delegado da PF alegou ainda não ter filiação partidária ou ideológica, ou mesmo contato com qualquer político. 

Ele alegou ter aceitado o convite para trabalhar em Brasília para poder ter acesso a melhores tratamentos de fertilidade, pois tentava ter filhos com a esposa. 

“Jamais arriscaria a minha vida profissional, a minha família, em prol de qualquer ação de qualquer pessoa que não conheço. Não conheço qualquer militar ou político”, concluiu. 

Após a fala do delegado, a audiência seguiu com o interrogatório de Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais de Bolsonaro. 

Fonte: Agência Brasil

Conta de luz terá bandeira tarifária vermelha patamar 2 em agosto

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O mês de agosto terá um aumento nas contas de energia devido ao acionamento da bandeira tarifaria vermelha, no maior patamar, o 2, anunciou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, os consumidores terão custo extra de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Segundo a agência, a adoção da bandeira no patamar 2, após ter acionado o patamar 1 em junho e julho, ocorreu diante do cenário de chuvas abaixo da média em todo o país, o que reduziu a geração hidrelétrica.

“O cenário de afluências abaixo da média em todo o país reduz a geração por meio de hidrelétricas. Esse quadro eleva os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais caras, como as usinas termelétricas”, disse a Aneel.

Em maio, a Aneel acionou a bandeira amarela por conta do baixo volume de chuvas em razão da transição do período chuvoso para o período seco do ano. Além disso, as previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ficaram abaixo da média.

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Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanecia verde, por causa das condições favoráveis de geração de energia no país. Segundo a Agência, a mudança ocorreu devido à redução das chuvas, com a transição do período chuvoso para o período seco do ano.

“Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, a Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, alertou a agência reguladora.

Bandeiras tarifárias

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 kWh consumidos. Na bandeira amarela, o acréscimo é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Já a bandeira vermelha possui dois patamares. No primeiro, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,463 para cada 100 kWh consumidos. No patamar 2, o valor passa para R$ 7,877 a cada 100 kWh consumidos.

 


Saiba como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de energia
Saiba como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de energia

Saiba como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de energia – Arte/EBC

Fonte: Agência Brasil

Rio, Minas e São Paulo lideram adesões a acordo com o INSS

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São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são as três unidades da federação com o maior número de adesões ao acordo que o governo federal propôs para viabilizar a devolução dos valores descontados ilegalmente dos benefícios previdenciários de milhões de aposentados e pensionistas em todo o Brasil.

Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), 1.052.128 de pessoas já formalizaram o pedido de ressarcimento. Destas, 196.160 residem em São Paulo; 99.949, em Minas Gerais e 93.738 no Rio de Janeiro.


Brasília (DF), 23/07/2025 - Maioria das adesões a acordo com o INSS foi registrada em SP, MG e RJ. Foto: INSS/Divulgação
Brasília (DF), 23/07/2025 - Maioria das adesões a acordo com o INSS foi registrada em SP, MG e RJ. Foto: INSS/Divulgação

Em seguida, vêm os estados do Ceará (56.417); de Pernambuco (50.206); do Rio Grande do Sul (48.316) e do Maranhão (43.116). Até a manhã desta quinta-feira (24), Roraima era o estado com o menor número de adesões (1.960)

O detalhamento divulgado pelo INSS confirma que o esquema de descontos ilegais revelado pela Operação Sem Desconto, que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram em 23 de abril deste ano, fez vítimas nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal (DF).

De acordo com a PF e a CGU, associações civis, sindicatos e outras entidades de classe fraudaram o INSS ao conseguir que a autarquia descontasse, diretamente dos benefícios pagos a milhões de aposentados e pensionistas, as chamadas mensalidades associativas – contribuições que as pessoas pagam periodicamente para fazer parte de uma determinada entidade. Dos cerca de 9,3 milhões de beneficiários consultados pelo INSS sobre os descontos, pouco mais de 2,05 milhões estão aptos a aderir ao acordo.

O reembolso dos valores descontados sem a autorização dos aposentados e pensionistas começou a ser feito hoje.

Cerca de 533 mil beneficiários do INSS que aderiram ao acordo até a última segunda-feira (21) vão ser contemplados ainda esta semana. A partir daí, o cronograma de ressarcimento prevê pagamentos diários, em lotes de até 100 mil pessoas, até que todos sejam ressarcidos. O pagamento seguirá a ordem cronológica da adesão ao acordo, ou seja, aqueles que aderirem primeiro ao acordo vão receber primeiro.


Brasília (DF), 30/05/2025. - Dona Irene Barbosa em uma agência dos correios.
A partir desta sexta-feira (30), aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão consultar, contestar e acompanhar a análise de descontos indevidos em seus benefícios diretamente nas agências dos Correios.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 30/05/2025. - Dona Irene Barbosa em uma agência dos correios.
A partir desta sexta-feira (30), aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão consultar, contestar e acompanhar a análise de descontos indevidos em seus benefícios diretamente nas agências dos Correios.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Os canais de atendimento para contestação dos descontos permanecem abertos e ficarão disponíveis até, pelo menos, 14 de novembro de 2025. Quem ainda não aderiu ao acordo federal, pode fazê-lo pelo aplicativo Meu INSS ou nas agências dos Correios – não é possível fazer a adesão pela Central 135.

A adesão é gratuita, não exige envio de documentos e permite que os beneficiários que sofreram descontos indevidos entre março de 2020 e março de 2025 recebam sem precisar entrar na Justiça, por via administrativa.

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Fonte: Agência Brasil

Ex-assessor de Bolsonaro acusa Cid de usá-lo como bode expiatório

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Filipe Martins, ex-assessor da Presidência da República para Assuntos Internacionais, afirmou nesta quinta-feira (24) ter sido usado como bode expiatório pelo tenente coronel Mauro Cid, delator de uma trama golpista cujo objetivo seria manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após derrota eleitoral. 

Em sua delação, Cid colocou Martins, por exemplo, numa reunião com comandantes das Forças Armadas e Bolsonaro, em 7 de dezembro, na qual Martins teria apresentado aos presentes uma minuta de decreto golpista a ser assinada pelo ex-presidente para impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. 

Em seu depoimento, que durou mais de quatro horas, Martins apontou para pareceres da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) que colocaram em dúvida a credibilidade da delação de Cid, “chegando a dizer inclusive que havia indícios de que ele poderia estar protegendo pessoas”, observou o ex-assessor de Bolsonaro. 

“E eu tenho a convicção de que ele poderia também procurando bodes expiatórios, me colocando numa reunião em que eu nunca estive”, acrescentou. “Somente com base na palavra dele que se criou essa ideia de que eu teria redigido uma minuta de decreto golpista”.

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Martins foi interrogado nesta quinta como um dos seis réus do núcleo 2 da trama golpista que teria atuado para manter Bolsonaro no poder, conforme narra denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). 

Os seis réus estão sendo ouvidos nesta quinta por videoconferência, em ordem alfabética. Os depoimentos são transmitidos ao vivo nos canais do Supremo Tribunal Federal (STF). A audiência é presidida pelo juiz auxiliar Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que atua no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. 

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O núcleo 2 foi apontado pela PGR como sendo composto por assessores de alto escalão que desempenharam papel de gerenciamento de ações, como a redação de uma minuta de decreto golpista ou o uso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em prol dos objetivos do complô. 

Todos os réus respondem por cinco crimes: 

Organização criminosa armada, 

Golpe de Estado, 

Tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, 

Dano qualificado,

Deterioração de patrimônio tombado

Somadas, as penas podem superar os 30 anos de cadeia. 

O interrogatório dos réus é uma das principais etapas do processo criminal, em que os acusados têm a oportunidade de falar por contra própria e realizar sua autodefesa das acusações. 

Reunião e minuta  

Martins chegou a se desculpar aos presentes, ao alertar que desejava ser demorado em sua defesa. Ele disse estar há dois anos sem poder dar entrevistas ou se manifestar de forma pública sobre o caso, devido a restrições impostas por Moraes. 

“Estou sob censura há quase dois anos, não posso conceder entrevistas, não posso me manifestar por redes sociais, não posso ser filmado , não posso ser fotografado”, elencou. “Ainda não tive a oportunidade de fazer isso que eu estou fazendo hoje. Há muita coisa a ser dita”, disse.

Questionado pela procuradora Gabriela Starling, que atua no gabinete do PGR, sobre o registro de sua entrada no Palácio da Alvorada no mesmo horário da reunião do 7 de dezembro, que foi confirmada pelos comandantes das Forcas Armadas à época, Martins negou que tenha estado no local naquele horário. 

Apresentando documentos que disse ter obtido junto à Corregedoria-Geral da União (CGU) sobre os registros de entrada no Alvorada, a defesa de Martins negou que o registro sirva como prova de que o ex-assessor esteve no local, apontando ainda para erros de grafia na anotação de seu nome.

Em sua fala, Martins ressaltou que o general Freire Gomes, comandante do Exército em dezembro de 2022, disse em depoimento como testemunha na ação penal se recordar que o ex-assessor não estava na reunião de 7 de dezembro com Bolsonaro. 

Ele afirmou que a defesa obteve o vídeo do depoimento à PF em que Freire Gomes menciona que “possivelmente” Martins estava presente na ocasião. “‘Possivelmente’ indica dúvida, incerteza. No entanto, a PGR, ao concretizar o texto da denúncia, suprime a palavra ‘possivelmente’”, acusou o ex-assessor de Bolsonaro. 

Prisão 

Martins disse acreditar que foi denunciado pela PGR, apesar da falta de provas de sua participação na trama golpista, para justificar ele ter ficado preso preventivamente por mais de seis meses sem justificativa. 

O ex-assessor ficou preso entre fevereiro e agosto do ano passado. A prisão fora pedida pela Polícia Federal (PF), que apontou uma suposta intenção de fuga após ter encontrado na nuvem de dados de Mauro Cid uma lista de passageiros para o voo de 30 de dezembro de 2022 em que Bolsonaro deixou o país rumo aos Estados Unidos

Em depoimento na ação penal, Cid negou que a lista fosse definitiva e disse que não havia previsão de Martins embarcasse naquele voo. O embaixador André Chermont, ex-chefe do cerimonial da Presidência da República, também afirmou que Martins não constava da lista final de passageiros, tampouco era esperado que embarcasse. 

A defesa de Martins sustenta que a PF agiu “seletivamente” para prender Martins, ignorando provas claras de que o ex-assessor não deixou o país no fim de 2022. 

 

Fonte: Agência Brasil

Dólar sobe para R$ 5,56 puxado pelo mercado externo

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Em mais um dia de receios sobre a política tarifária de Donald Trump, o dólar subiu e voltou a ficar acima de R$ 5,55, mas caiu na semana. A bolsa de valores recuou, mas acumulou variação positiva na semana.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,561, com alta de R$ 0,041 (+0,75%). A cotação operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas disparou à tarde, num movimento global de recuperação do dólar. Na máxima do dia, por volta das 12h40, chegou a R$ 5,57.

Apesar da alta desta sexta, a moeda norte-americana caiu 0,45% na semana, registrando o primeiro recuo semanal desde o anúncio do tarifaço do governo Donald Trump sobre o Brasil. A divisa sobe 2,34% em julho, mas cai 9,98% em 2025.

No mercado de ações, o dia também foi de pessimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 133.524 pontos, com queda de 0,21%. Apesar da queda desta sexta, o indicador subiu 0,11% na semana, mas acumula queda de 3,84% no mês.

O dólar subiu em todo o mercado global após a confirmação de um encontro no domingo (27) entre a presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente estadunidense, Donald Trump. Von der Leyen afirmou que as chances do fechamento de um acordo estão em torno de 50%, e Trump afirmou existir alguns pontos de tensão.

Em relação à bolsa de valores, além da indefinição em torno do tarifaço, o mercado de ações foi afetado pela divulgação de que a prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em 0,33% em julho, pressionada pelas contas de luz. A aceleração do índice diminuiu as chances de o Banco Central começar a cortar os juros ainda este ano, o que estimula a fuga de investimentos da bolsa para a renda fixa.

* com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

PM indiciará policiais acusados de estuprar indígena

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A Polícia Militar do Amazonas vai indiciar quatro policiais militares acusados de estuprar uma indígena de 29 anos que passou nove meses presa em uma delegacia de Santo Antônio do Içá, no sudoeste amazonense.

Segundo a corporação, o Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado para aprofundar as investigações das denúncias está sendo finalizado, mas há provas suficientes de que os abusos relatados pela mulher podem, de fato, ter ocorrido. A identidade da denunciante está sendo preservada por razão de segurança. 

Com o indiciamento, os quatro policiais militares acusados de estuprar a jovem indígena da etnia Kokama serão formalmente considerados suspeitos na investigação criminal. Caberá ao Ministério Público estadual avaliar se os indícios reunidos pelos investigadores são suficientes para sustentar uma denúncia à justiça – a partir da qual os policiais se tornariam réus em um processo criminal.

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Expulsão

Além de serem indiciados, os quatro agentes já estão respondendo a um procedimento administrativo disciplinar que pode resultar nas suas expulsões da instituição.

Suas identidades não foram reveladas, mas a PM assegura que eles foram remanejados para realizar funções administrativas até a conclusão da apuração, e que suas armas funcionais foram recolhidas.

“O Comando da Polícia Militar repudia fortemente os atos relatados pela vítima e reforça que não compactua com quaisquer condutas que fujam aos princípios da legalidade”, informa a corporação, em nota.

Além do IPM – procedimento investigativo que as corporações militares utilizam para apurar os crimes de seus próprios integrantes – há um inquérito policial em curso, a cargo da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (Deccm), da Polícia Civil, e um procedimento aberto pela Corregedoria-Geral de Justiça.

Entenda o Caso

As acusações da indígena contra os quatro policiais militares e um guarda municipal foram reveladas no último dia 18, pelo jornalista Rubens Valente, no site de notícias Sumaúma, e confirmadas pela Agência Brasil nessa quarta-feira (23).

A mulher que, atualmente, cumpre pena pelo crime de homicídio na Cadeia Pública Feminina de Manaus, afirma ter sido estuprada pelos cinco agentes da segurança pública entre novembro de 2022 e agosto de 2023, período que ela esteve detida na 53ª Delegacia de Santo Antônio do Içá, à espera de ser transferida para Manaus.

Documentos oficiais comprovam que, durante os nove meses que esteve presa em Santo Antônio do Içá, a mulher teve que dividir um espaço improvisado com presos do sexo masculino, pois a cidade não dispõe de um local para segregar mulheres em restrição de liberdade. Além disso, a mulher também manteve consigo, na cela improvisada, por cerca de dois meses, o filho recém-nascido.

Condenação

O advogado da denunciante, Dacimar de Souza, contou à Agência Brasil que sua cliente foi condenada pela acusação de, junto com outra mulher, ter matado uma adolescente de 16 anos, em Manaus, em 2018.

Ainda segundo Souza, em 2020 a Justiça a autorizou a cumprir sua pena em prisão domiciliar e ela deixou Manaus para viver com sua mãe, em Santo Antônio do Içá, onde voltou a ser presa em novembro de 2022, por força de um novo mandado de prisão sobre o qual ela garante não ter sido informada.

Cela improvisada

“Como na cidade a polícia não tinha onde colocar minha cliente, que já tinha sido condenada [pela Justiça], o gestor decidiu mantê-la em uma cela improvisada em um corredor, junto com presos do sexo masculino de menor periculosidade. E ali ela permaneceu por nove meses, porque, apesar de o delegado pedir urgência na transferência da minha cliente para a capital, a Seap [Secretaria estadual de Administração Penitenciária] alegou dificuldades logísticas e financeiras para efetivar a transferência”, afirmou Souza, ponderando que, nestas circunstâncias, a presença de um bebê na cela improvisada, junto com outros presos, foi a forma encontrada para possibilitar que a mãe pudesse amamentá-lo

Além disso, a família da minha cliente não tem condições financeiras de cuidar desta criança que necessitava da mãe e que não tinha mais com quem ficar”, comentou o advogado, revelando desconhecer se tal “solução” foi autorizada pelo Poder Judiciário, embora tenha sido verificada por um magistrado que inspecionou a delegacia. 

Fonte: Agência Brasil

Coronel do Exército nega monitoramento ilegal de Moraes

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O coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro, negou nesta quinta-feira (24) ter realizado o monitoramento ilegal do ministro Alexandre de Moraes.

Câmara está preso e foi interrogado, por videoconferência, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como um dos réus do núcleo 2 da ação penal da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente.

O grupo é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de planejar ações para tentar sustentar a permanência ilegítima de Bolsonaro no poder, em 2022. 

Confrontado por um juiz auxiliar de Moraes, relator do caso, sobre mensagens trocadas com Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, delator nas investigações, Câmara disse que não realizou o monitoramento ilegal de Moraes, conforme a acusação, e só respondia às solicitações do militar.

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De acordo com a denúncia da PGR,  em uma das mensagens enviadas em dezembro de 2022, Câmara informou a Cid que Moraes estaria em São Paulo e se referiu ao ministro como “professora”.

“Partiu de Cid o termo professora, inclusive ele fala que foi uma brincadeira e eu ingressei nessa brincadeira. Eu não tinha o objetivo de esconder nada, pelo contrário”, afirmou.

Segundo o ex-assessor, as informações repassadas sobre os deslocamentos do ministro tinham objetivo de “aproximar o presidente” do ministro e para “ajuste de agendas”. 

“O nosso objetivo ao receber essa solicitação era para ajuste de agenda e, principalmente, uma aproximação com o ministro [Moraes]. Nós queríamos evitar uma série de problemas”, completou. 

Durante a audiência, o ex-assessor também negou ter participação no plano “Punhal Verde Amarelo”. Segundo a PGR, o plano consistia em ações para matar Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vice-presidente, Geraldo Alckmin.

O interrogatório dos réus é uma das últimas fases da ação penal. A expectativa é de que o julgamento que vai decidir pela condenação ou absolvição dos acusados do núcleo 2 ocorra ainda este ano.

A denúncia da PGR sobre a trama golpista foi dividida em quatro núcleos. O núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, foi interrogado no mês passado. Essa parte do processo está nas alegações finais, última fase, e deve ser julgada em setembro.

Fonte: Agência Brasil

TV Brasil exibe duelo entre Unimed Campinas e Sesi Araraquara

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TV Brasil exibe ao vivo, neste domingo (27), às 10h45, o confronto entre Unimed Campinas e Sesi Araraquara pela Liga de Basquete Feminino (LBF). As equipes se enfrentam diretamente do Tênis Clube de Campinas, em São Paulo, na primeira partida que garante vaga na final do campeonato. 

Nesta fase, os times disputam séries melhor de três jogos. Ou seja, quem conquistar duas vitórias sobre o mesmo adversário avança para disputar o título da 15ª edição da competição.

Atual bicampeã, a equipe de Araraquara é um dos destaques do torneio, após vencer os dois confrontos das quartas de final contra o Sodiê Mesquita. O rival Unimed Campinas também ganhou por 2 a 0 na fase anterior, ao superar o Corinthians. 

Ambos os jogos foram transmitidos pela TV Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que é a emissora oficial da competição e a única a exibir as partidas em sinal aberto.

A cobertura faz parte das iniciativas para ampliar a visibilidade do esporte feminino na programação. 

Além disso, o canal público transmite o Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol e a Conmebol Copa América Feminina 2025. Torcedores de todas as regiões do país podem acompanhar as transmissões por meio da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

Para saber como assistir à TV Brasil na sua cidade, acesse: tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

Sobre a competição 

Os times Unimed Campinas, Blumenau, AD Santo André, Pontz São José Basketball, Sodiê Mesquita, Sampaio Basquete, Sesi Araraquara, Corinthians e os estreantes ADRM Maringá, Cerrado Basquete e Ourinhos/AOBE são os participantes da LBF 2025. 

O sistema de disputa é com todas as equipes se enfrentando em turno e returno, em 22 rodadas. Os oito melhores seguiram para os playoffs. Nas quartas de final e na semifinal, as equipes se enfrentam em séries de melhor de três jogos. 

Ao vivo e on demand 

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica.  

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone.

O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. 

Serviço 

Semifinais – Liga de Basquete Feminino – Ao Vivo na TV Brasil 

Unimed Campinas X Sesi Araraquara
A partir das 10h45 de domingo (27) 

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Fonte: Agência Brasil

Saúde: Fórum Permanente vai acompanhar impactos da guerra tarifária entre Brasil e EUA

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Fórum Permanente vai acompanhar impactos da guerra tarifária entre Brasil e EUA
Reunião de representantes da saúde, neste sábado (26/07), definiu a criação do Fórum Permanente dos Setores Público e Privado, para acompanhar cenário dos impactos da guerra tarifária entre Brasil e EUA (Fotos: Marco Monteiro)

Durante reunião realizada na manhã deste sábado (26/07), o secretário da Saúde de Goiás, Rasível Santos, e representantes de entidades do setor, definiram pela criação de um Fórum Permanente dos Setores Público e Privado, para acompanhar o cenário diante dos impactos da guerra tarifária entre o Brasil e os Estados Unidos. A proposta é de que o fórum siga os mesmos moldes do comitê que foi criado durante a pandemia de covid-19.

Caso entre em vigor a reciprocidade tarifária, a expectativa é de que as redes pública e privada tenham juntas aumento de custos de mais de US$ 3 bilhões de dólares anualmente.

“A gente teria um impacto estimado de US$ 1,6 bilhão de dólares com relação aos gastos em saúde pública, ou seja, para o Sistema Único de Saúde (SUS), e US$ 1,65 bilhão de dólares no setor privado”, explicou o titular da SES-GO, ao lembrar que o Estado já extrapola os gastos da vinculação constitucional.

“No ano passado, a gente fechou em 14,31%, sendo que o mínimo constitucional é de 12%. Então é mais de 20% do valor inicial que a gente poderia estar gastando”, explicou o secretário.

Rasível Santos ainda falou sobre o temor de que as tarifas inviabilizem a manutenção de unidades de saúde privadas, o que sobrecarregaria ainda mais o SUS no estado.

“A gente já teve cinco hospitais que deixaram de funcionar (em 2025) e eu estava ouvindo agora na reunião que tem em torno de 10 hospitais que estão nessa situação, que podem também se inviabilizar financeiramente e fecharem. Quando fecha um hospital privado, acaba trazendo sobrecarga para o SUS […] Isso traz pressão para os nossos hospitais e nos nossos serviços”, ressaltou.

Saúde estadual e entidades discutem mitigação de impactos do tarifaço americanoSaúde estadual e entidades discutem mitigação de impactos do tarifaço americano
Secretário da Saúde de Goiás, Rasível Santos informou que Ronaldo Caiado tem trabalhado para tentar manter o setor de saúde fora do imbróglio tarifário (Fotos: Marco Monteiro)

Aumento de custos

Segundo o presidente da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), Renato Daher, um dos principais receios gira em torno dos custos de manutenção dos equipamentos, insumos e medicamentos que atendem a alta complexidade, uma vez que a maioria deles são adquiridos principalmente com fornecedores norte-americanos.

“O setor de imagem com aparelhos de ressonância magnética, tomógrafos, equipamentos de hemodinâmica, usados para realizar os cateterismos, dependem de peças e insumos importados. Assim, existe a possibilidade de pacientes ficarem desassistidos”, pontuou. 

O presidente do Conselho de Administração da Ahpaceg, Haikal Helou, destacou que, em Goiás, 22% da população possui plano de saúde e que, com possível aumento no desemprego e crise econômica, haverá um grande risco de colapso da rede pública de saúde.

“Então a iniciativa do secretário e do governador Ronaldo Caiado, de trazer todos os partícipes para dialogar sobre as dificuldades e podermos assim, avaliar uma contingência em conjunto, é extremamente saudável e nos dá uma chance de lutar contra as mudanças que nós não controlamos, pelo menos para que possamos receber esse impacto e sair com alternativas que possam tornar esse risco menor”.

Outros setores

Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas de Goiás (Sinfaego), Marcelo Reis, um impacto desastroso seria no caso da aplicação de reciprocidade de tarifas por parte do governo federal.

“Medicamentos de alto custo como os oncológicos e para as chamadas doenças órfãs (ou raras), além de imunobiológicos, possuem patente norte-americana. Não se faz substituição de maneira simples”, explicou ele.

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego), Rafael Martinez, comenta que um cenário de falta de insumos afeta o trabalho dos profissionais da saúde, além da sobrecarga de trabalho no sistema público, ou redução de postos de trabalho no privado.

Outras entidades participaram da reunião, realizada na sede da Ahpaceg, em Goiânia. Entre elas:

  • Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (Aehg),
  • Unimed Goiânia,
  • Sindicato das Clínicas Radiológicas, Ultrassonografia, Ressonância Magnética, Medicina Nuclear e Radioterapia no Estado de Goiás (Sindimagem),
  • Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Sindihoesg),
  • Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross),
  • Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas de Goiás (Coopanest-GO),
  • Hospital de Olhos,
  • Cerof-UFG,
  • Clínica de Esporte,
  • Halex Istar, J
  • arbas Doles, dentre outros.

Tratativas

Além da abertura de diálogo que está sendo feito com as entidades de saúde de Goiás, com a previsão de criação do fórum e outros planos de contingência, o secretário informou que o governador Ronaldo Caiado tem trabalhado para tentar manter o setor de saúde fora do imbróglio tarifário.

A pauta deverá ser levada ao próximo fórum de governadores, na tentativa de sensibilizar e garantir o apoio de outras unidades da federação.

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Secretaria de Estado da Saúde (SES) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás