Início Site Página 825

Plano de contingência sobre tarifas dos EUA já foi apresentado a Lula

0

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (28) o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pela tarifa de 50% aos produtos brasileiros impostas pelos Estados Unidos, disse nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele reiterou que o Brasil não pretende sair da mesa de negociações e continuará a dar prioridade ao diálogo para tentar reverter a medida.

Formulado pelos Ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; das Relações Exteriores; e pela Casa Civil, o plano de contingência agora está sob análise de Lula, que tomará uma decisão, caso os Estados Unidos não adiem a entrada em vigor da tarifa, prevista para a próxima sexta-feira (1º).

“Nós nos debruçamos sobre isso hoje. Os cenários possíveis já são de conhecimento do presidente [Lula]. Ainda não tomamos nenhuma decisão, porque nem sabemos qual será a decisão dos Estados Unidos no dia 1º. O importante é que o presidente tem na mão os cenários todos que foram definidos pelos quatro ministérios”, declarou Haddad, que não adiantou detalhes sobre o plano de socorro.

Apesar da apresentação do plano de contingência, Haddad informou que a prioridade do governo brasileiro continua a ser o diálogo com os Estados Unidos. Mais cedo, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, informou que o governo brasileiro está tendo diálogos “com reserva” com o governo estadunidense.

“Combinamos de apresentar para ele [Lula] o plano de contingência com todas as possibilidades que estão à disposição do Brasil e dele à frente da Presidência da República. O foco continua sendo as negociações”, afirmou Haddad, em entrevista a jornalistas ao deixar o ministério na noite desta segunda.

O ministro da Fazenda afirmou que Alckmin está em “contato permanente e à disposição permanentemente” das autoridades estadunidenses. “O foco, por determinação do presidente, é negociar, tentar evitar medidas unilaterais, mas, independentemente da decisão que o governo dos Estados Unidos vai tomar, nós vamos continuar abertos à negociação”, reiterou Haddad.

Fonte: Agência Brasil

Morre no Rio o jornalista Marcelo Beraba, fundador da Abraji

0

Morreu nesta segunda-feira (28), no Rio de Janeiro, aos 74 anos, o jornalista Marcelo Beraba, que influenciou gerações de repórteres ao comandar grandes redações de jornais no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília ao longo de mais de 50 anos de carreira. 

Beraba descobriu um câncer no cérebro em março deste ano e chegou a ser operado no Hospital Copa d’Or, onde estava internado, mas não resistiu às complicações da doença.

O jornalista foi o idealizador, fundador e primeiro presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), responsável pela organização dos maiores congressos de jornalismo do hemisfério sul. Ele era um defensor da liberdade de imprensa e promotor do jornalismo investigativo como ferramenta essencial para o fortalecimento da democracia. 

“Sem Beraba não haveria Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. Sem Beraba, a Abraji não teria crescido e se consolidado como uma das maiores organizações de jornalismo investigativo do mundo, indo muito além do que seus fundadores imaginavam naquele dezembro de 2002”, destacou o diretor do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, Rosental Calmon Alves. 

Beraba deixa a esposa, Elvira, duas filhas, dois enteados e três netos. O velório será nesta quarta-feira, (30), no memorial do Carmo, das 12h30 às 15h30.

Trajetória

Marcelo José Beraba nasceu no Rio de Janeiro, em 29 de abril de 1951. Estudou no Colégio Santo Inácio, tradicional escola jesuíta em Botafogo, na zona sul do Rio. Católico, passou quase quatro anos em um seminário, primeiro em Vila Velha, no Espírito Santo, e depois em Mendes, no interior do Rio de Janeiro. 

No final de 1970, ele voltou ao Rio e prestou vestibular para a Escola de Comunicação da UFRJ. E passou em primeiro lugar.

Em 1971, antes do início das aulas na faculdade, Marcelo Beraba conseguiu seu primeiro emprego como estagiário de repórter, no jornal O Globo. Beraba também tornou-se uma referência ética e profissional em grandes redações brasileiras, como as da Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil, TV Globo e O Estado de S.Paulo

Em 2002, após o assassinato do jornalista Tim Lopes, morto por traficantes enquanto fazia uma reportagem investigativa na Vila Cruzeiro, no Rio, Beraba liderou um grupo de colegas de diferentes redações que começaram a se reunir com o objetivo de formar uma associação de jornalistas que pudesse ser uma ferramenta de defesa da liberdade de imprensa, de expressão e da formação de melhores jornalistas investigativos.

Em um destes primeiros encontros, na sede do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, nascia o embrião do que mais tarde seria a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, a Abraji. A Abraji foi fundada naquele ano e Beraba foi o seu primeiro presidente.

Fonte: Agência Brasil

STF encerra interrogatório de 31 réus da trama golpista

0

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou nesta segunda-feira (28) o interrogatório de 31 réus nas ações penais sobre a trama golpista ocorrida no governo de Jair Bolsonaro. Os principais depoimentos foram colhidos ao longo deste mês. 

Com o fim dos interrogatórios, a Corte encerra a instrução das ações penais dos núcleos 1, 2, 3 e 4 da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados da tentativa de golpe do Estado no país para reverter o resultado das eleições de 2022.

O último interrogatório foi realizado hoje. Prestaram depoimento os réus do núcleo 3, grupo acusado de planejar ações táticas para efetivar o plano golpista, entre elas, o monitoramento de Alexandre de Moraes e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A partir de agora, os réus do núcleo 3 têm prazo de cinco dias para apresentarem requerimentos complementares ou solicitar novas diligências. Os prazos para os demais núcleos já está em andamento.

Em seguida, será aberto prazo para as alegações finais dos réus e da PGR, responsável pela acusação. O prazo será de 15 dias.

As alegações representam a última manifestação da defesa e da acusação antes da sentença, que pode condenar ou absolver os acusados.

Os réus respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Bolsonaro

O núcleo 1, que tem como réu o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados, é o mais adiantado.  A PGR já fez o pedido de condenação. Faltam as alegações finais do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e das defesas.

A expectativa é de que o julgamento que vai decidir pela condenação ou absolvição do Bolsonaro e os demais réus trama golpista ocorra em setembro.

A decisão será da Primeira Turma do STF, formada pelo relator da ação penal,  Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Fonte: Agência Brasil

Encceja: consulta a cartão de confirmação de inscrição está disponível

0

Os candidatos que farão o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2025 no próximo domingo (3) já podem consultar o cartão de confirmação de inscrição no Sistema Encceja.

O documento contém o número de inscrição do candidato, bem como data, horário e local da prova, que será aplicada em todos os estados e no Distrito Federal.

O cartão ainda traz orientações para a realização do exame para evitar contratempos e informa se o participante deve ser tratado por nome social ou se precisa de atendimento especializado, caso a solicitação tenha sido feita e aprovada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O porte do cartão de confirmação de inscrição no dia da prova não é obrigatório. Mas o Inep recomenda que o participante o leve no dia do exame.

>> Siga o perfil da Agência Brasil no Facebook 

Provas

As provas serão aplicadas nos turnos da manhã e da tarde de domingo.

No primeiro turno, os portões abrem às 8h e fecham às 8h45, no horário de Brasília. As provas começam às 9h e terminam às 13h.

Já no segundo turno, os portões serão abertos às 14h30 e fechados às 15h15. A aplicação da tarde se inicia às 15h30 e vai até as 20h30.

Os participantes com direito a tempo adicional terão 60 minutos a mais, após os horários previstos para encerramento das provas, para finalizar o exame.

Para o ensino fundamental, haverá quatro provas objetivas que avaliarão as seguintes áreas de conhecimento: ciências, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação, redação, inglês, espanhol, artes e educação física, história, geografia, filosofia e sociologia.

Já o ensino médio cobrará os conhecimentos das seguintes áreas: química, física e biologia, matemática, língua portuguesa com redação, inglês, espanhol, artes e educação física, história, geografia, filosofia e sociologia.

Encceja

Realizado pelo Inep desde 2002, o Encceja avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar dos participantes.

As secretarias de Educação e os institutos federais usam os resultados obtidos pelos participantes como parâmetro para certificar os participantes em nível de conclusão do ensino fundamental e médio.

Para os que desejarem, o exame pode ser a retomada da trajetória escolar. A iniciativa também estabelece uma referência nacional para a avaliação de jovens e adultos, diz o Inep.

Fonte: Agência Brasil

Ações do Governo Lula Aumentam Tensão com os Estados Unidos e Motivam Sanções Históricas

0

Do apoio a regimes autoritários à perseguição judicial de opositores, governo brasileiro é acusado de afrontar soberania americana e provocar retaliações sem precedentes por parte do governo Trump.


Brasília – julho de 2025
A crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos atingiu um dos pontos mais delicados da história recente das relações entre os dois países. Desde que Donald Trump retornou à presidência americana, em janeiro de 2025, medidas tomadas pelo governo Lula têm sido vistas como hostis à soberania americana, resultando em sanções comerciais severas, restrições diplomáticas e o congelamento de acordos bilaterais.

Segundo autoridades americanas, as ações do Planalto extrapolam a política doméstica e se configuram como interferência direta nos interesses estratégicos e institucionais dos Estados Unidos.


1. STF e perseguição a aliados de Trump

O estopim da crise ocorreu com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, vista pelo governo Trump como uma manobra de vingança política articulada entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo Lula. A Casa Branca denunciou a falta de imparcialidade e independência nas instituições brasileiras, alegando que o processo contra Bolsonaro viola garantias fundamentais e serve para eliminar adversários políticos.

Em resposta, os Estados Unidos impuseram restrições de visto a ministros do STF — incluindo Alexandre de Moraes — e sancionaram pessoas ligadas à operação que barrou Bolsonaro das eleições de 2026.


2. Censura a plataformas digitais americanas

Outro ponto sensível foi a postura do governo Lula em relação às big techs norte-americanas. Empresas como X (Twitter), Meta (Instagram e Facebook) e Google vêm sendo alvo de decisões judiciais e administrativas brasileiras que impõem multas milionárias, censura de conteúdos e ameaças de bloqueio de serviços.

Essas ações foram interpretadas como uma violação à liberdade de expressão, contrariando princípios constitucionais americanos. Em relatório do Departamento de Estado, o Brasil foi classificado como “país com ambiente jurídico inóspito para empresas de tecnologia”.


3. Tentativa de impor normas brasileiras a empresas dos EUA

Através de órgãos como o CADE e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o governo Lula tentou impor normas regulatórias unilaterais às operações de empresas americanas em território brasileiro, exigindo alterações em algoritmos, políticas de privacidade e modelos de negócios — medidas consideradas abusivas por Washington.


4. Apoio ao Irã e desrespeito à política de segurança dos EUA

Em fevereiro de 2023, o governo Lula autorizou a atracação de navios militares iranianos no Rio de Janeiro, mesmo após apelos formais do Departamento de Estado dos EUA. A permissão foi encarada como um gesto de desprezo pela política externa americana e uma demonstração de alinhamento com um país sancionado internacionalmente por patrocinar o terrorismo.

A diplomacia americana classificou o ato como grave provocação, incompatível com a parceria histórica entre os dois países.


5. Fortalecimento do BRICS com Irã, China e Rússia

Durante as cúpulas do BRICS, Lula defendeu publicamente o ingresso de Irã, Rússia e outras potências antiocidentais, afirmando que o bloco deve ser um “contraponto à hegemonia do dólar e da política intervencionista dos EUA”.

Nos bastidores, diplomatas americanos acusam o Brasil de usar o BRICS como plataforma de ataque indireto aos Estados Unidos e de colaborar com regimes que promovem censura, autoritarismo e repressão.


6. Ignorância diplomática e recusa ao diálogo

Antes de impor sanções, o governo Trump enviou mais de uma dezena de comunicados diplomáticos ao Palácio do Planalto e ao Itamaraty, solicitando diálogo sobre os temas sensíveis. Nenhum foi formalmente respondido.

A Casa Branca considerou o silêncio como “desrespeito institucional” e autorizou retaliações unilaterais, incluindo o aumento de tarifas de importação para 50% sobre produtos brasileiros, que entram em vigor a partir de agosto.


Impacto e riscos para o Brasil

As sanções já afetam mais de 10 mil empresas brasileiras, especialmente nos setores de alimentos, metalurgia, produtos químicos e tecnologia. O Ministério da Fazenda corre contra o tempo para oferecer linhas de crédito emergenciais e acionar a OMC (Organização Mundial do Comércio) contra as medidas americanas.

Enquanto isso, a imagem internacional do Brasil sofre desgaste. Especialistas apontam que a postura ideológica de Lula está substituindo a diplomacia pragmática, isolando o país e colocando em risco décadas de alianças estratégicas.


Conclusão:

Se por um lado o governo Lula se apresenta como defensor da soberania nacional e da multipolaridade global, por outro, suas ações vêm sendo interpretadas como intervenções indevidas, alinhamentos perigosos e desprezo pelas regras diplomáticas tradicionais, o que coloca o Brasil no centro de uma crise geopolítica com a maior potência econômica e militar do mundo.

Liga Mundial de Surfe terá novo formato em 2026 e final no Havaí

0

Os organizadores da Liga Mundial de Surfe (World Surfe League, em inglês) divulgaram nesta segunda-feira (28) o calendário de 2026, ano em que se comemora os 50 anos do circuito profissional de surfe. A competição terá 12 etapas, com início em abril e término em dezembro. Diferentemente das edições anteriores, o corte por notas ocorrerá na nona etapa do Mundial, e a grande final em Pipeline (Havaí) reunirá todos os competidores, incluindo os que não avançaram após a nota de corte. A etapa brasileira de Saquarema (RJ) ocorrerá entre 12 a 20 de junho.

Outra novidade é o aumento do número de surfistas mulheres no início da temporada regular, que subirá das atuais 18 para 24 participantes. Já o torneio masculino seguirá começando com 36 homens. Após a nona etapa (Lower Trestles), serão contabilizados os sete melhores resultados de cada competidor. Quem se classificar após a nota de corte, disputará a pós-temporada, que inclui as etapas de Abu Dhabi (10ª) e Peniche (11ª). A 12ª e última etapa será a de Pipeline (Havaí), mas não será com o formato do Finals, adotado nas últimas edições, inclusive a atual, com os cinco melhores da temporada na disputa do título.

A etapa de Pipeline terá a maior pontuação: 15 mil pontos no ranking. Já as etapas anteriores distribuirão 10 mil pontos. Para o cálculo da nota final que definirá os campeões (masculino e feminino) de 2026 serão considerados os nove melhores resultados de cada surfista em 12 etapas.

“Essas mudanças refletem nosso compromisso em honrar o legado da modalidade e, ao mesmo tempo, moldar seu futuro. Com os formatos atualizados, veremos desafios maiores desde o primeiro dia, com cada bateria trazendo consequências reais ao longo da temporada. Combinando isso com locais icônicos, a disputa feminina expandida e Pipeline como o ápice, estamos construindo um tour que atende melhor aos nossos atletas e fãs e conduz o surfe para o seu próximo capítulo”, justificou Ryan Crosby, diretor executivo da WSL.

>> Siga o perfil da Agência Brasil no Instagram

Mudanças no formato da disputa

Outra alteração relevante na temporada de 2026 da Liga Mundial de Surfe a exclusão dos rounds não eliminatórios e das repescagens. Na etapa regular (da 1ª à 9ª) os surfistas mais bem colocados no ranking (28 homens e oito mulheres) ficarão de fora da primeira rodada e começarão a competir na segunda, tendo como adversários os vencedores da fase anterior.

A partir da pós-temporada – etapas de Abu Dhabi e Peniche – apenas no torneio masculino os oitos melhores no ranking estão autorizados a prescindir da primeira rodada.

Na final em Pipeline, novamente a melhor colocação no ranking postergará o inicio da disputa para parte dos surfistas. Entre os homens, os oito primeiros colocados competirão a partir da quarta rodada. Já no torneio feminino,  as oito primeiras cairão na água a partir da segunda rodada.

Calendário da WSL 2026

Etapa 1 – Bells Beach, Austrália – de 1 a 11 de abril;

Etapa 2 – Margaret River, Austrália – de 17 a 27 de abril;

Etapa 3 – Snapper Rocks, Austrália – de 2 a 12 de maio;

Etapa 4 – Punta Roca, El Salvador – de 28 de maio a 7 de junho;

Etapa 5 – Saquarema, Brasil – de 12 a 20 de junho;

Etapa 6 – Jeffreys Bay, África do Sul – de 10 a 20 de julho;

Etapa 7 – Teahupoo, Taiti – de 8 a 18 de agosto;

Etapa 8 – Cloudbreak, Fiji – de 25 de agosto a 4 de setembro;

Etapa 9 – Lower Trestles, EUA – de 11 a 20 de setembro;

NOTA DE CORTE

Etapa 10 – Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos – de 14 a 18 de outubro;

Etapa 11 – Peniche, Portugal – de 22 de outubro a 1 de novembro;

 Etapa 12 – Pipeline, Havaí – de 8 a 20 de dezembro (com todos os inscritos)



Fonte: Agência Brasil

Ministro Barroso na mira: empresa nos EUA ligada ao filho levanta suspeitas sobre negócios de família e uso político do STF

0

Documentos oficiais revelam que Bernardo Barroso, filho do presidente do STF, é responsável por empresa ativa na Flórida herdada da mãe. O caso escancara possíveis conflitos de interesse, omissões e um sistema que precisa urgentemente de transparência.

Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) julga e sentencia cidadãos brasileiros por manifestações, opiniões ou por simples compartilhamentos em redes sociais, uma conexão pouco divulgada entre a família do ministro Luís Roberto Barroso e uma empresa registrada nos Estados Unidos levanta sérios questionamentos sobre transparência, ética e possíveis conflitos de interesse.

A TELUBE FLORIDA, LLC, registrada como empresa de responsabilidade limitada (LLC) no estado da Flórida em 9 de junho de 2014, originalmente tinha como responsável legal Tereza Cristina Van Brussel, esposa do ministro Barroso, falecida em 2022. Mas desde 2023, os registros foram atualizados: Bernardo Van Brussel Barroso, filho do ministro e atualmente com cerca de 23 anos, passou a figurar como administrador da empresa — uma LLC com sede num condomínio de luxo em Key Biscayne e representada por um escritório de advocacia em Miami Beach.

A função social da empresa? Genérica. Os registros dizem apenas que está autorizada a exercer qualquer atividade permitida pela legislação da Flórida — uma prática comum entre empresas chamadas “offshore”, muitas vezes utilizadas para movimentações financeiras de difícil rastreio, inclusive evasão fiscal, blindagem patrimonial e negócios pouco transparentes.

O que está em jogo?

  • Barroso é atualmente o presidente do STF, a mais alta Corte do país, que deveria zelar por princípios como moralidade pública, imparcialidade e transparência institucional.

  • Seu filho é o responsável legal por uma empresa ativa no exterior, cujos propósitos são desconhecidos do público e que opera com capital ainda não declarado.

  • A imprensa tradicional, quase em uníssono, silencia sobre esse vínculo.

  • A pergunta que ecoa: por que uma família com atuação pública exclusiva no Brasil precisa manter uma empresa ativa nos EUA?

Outras empresas ligadas à família Barroso

Além da Telube nos EUA, documentos da Receita Federal mostram que Bernardo Barroso é sócio em pelo menos quatro empresas no Brasil, com participações iniciadas ainda na juventude:

  1. LRBT EMPREENDIMENTOS LTDA – Ingressou em 2021 (empresa aberta em 2013)

  2. CHILE 230 PARTICIPAÇÕES LTDA – Ingressou em 2024 (empresa aberta em 2012)

  3. BELUNA – Instituto de Direito e Filosofia Jurídica – Ingressou em 2024

  4. RADIX CAPITAL PARTICIPAÇÕES LTDA – Sócio fundador desde 2022

A origem do capital, a função econômica dessas empresas e seus contratos permanecem, por ora, desconhecidos da opinião pública.

Omissão, conflito ou legalidade?

Embora o nome do ministro Barroso não apareça diretamente nos documentos da Telube Florida LLC, o vínculo familiar direto com a esposa (fundadora) e agora com o filho (atual gestor) é inegável. A presença de um ministro do STF em um contexto como esse, ainda que por interpostas pessoas, exige esclarecimentos públicos e prestação de contas.

A Constituição Federal impõe regras éticas rigorosas a membros do Judiciário, e a própria Lei Orgânica da Magistratura (LOMAN) proíbe envolvimento direto ou indireto de juízes em atividades empresariais incompatíveis com o cargo.

O mínimo que se exige de quem ocupa uma cadeira na Suprema Corte é transparência absoluta — e não o silêncio conveniente de quem julga a moralidade alheia enquanto preserva estruturas empresariais discretas no exterior.

Conclusão

O caso da Telube Florida LLC não é uma teoria conspiratória. É um fato documentado nos registros públicos dos Estados Unidos. Não há crime provado — ainda. Mas há inúmeras perguntas sem resposta. E quando quem julga se recusa a ser julgado, a Justiça perde a credibilidade e a democracia, mais uma vez, sangra.

O brasileiro comum, que muitas vezes é alvo de investigações por erros formais ou simples manifestações políticas, tem o direito de perguntar: quem vigia os vigilantes?


Fontes:

  • Florida Department of State – Division of Corporations

  • Receita Federal do Brasil – CNPJ

  • Portal Mostb.com

  • Legislação Federal Brasileira (LOMAN, Constituição)

João Fonseca cai para qualifier na estreia do Masters 1000 de Toronto

0

O jovem tenista carioca João Fonseca deu adeus precoce ao Masters 1000 de Toronto (Canadá) ao perder a estreia da competição em quadra dura. Na tarde desta segunda-feira (28), o brasileiro de 18 anos, atual número 49 do mundo, foi superado pelo australiano Tristan Schoolkate (103º no raking), por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (5) e 6/4. A vitória do australiano, que avançou à chave principal por meio do qualifying (torneio classificatório), foi a primeira da carreira sobre um tenista top 50.

Fonseca optou por um intervalo de três semanas de treinos, desde que se despediu de Wimbledon, na terceira rodada. A falta de ritmo e erros não forçados atrapalharam o desempenho do brasileiro, que deve cair para a 52ª colocação no ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP, na sigla em inglês), na próxima atualização (sempre às segundas-feiras). Fonseca era o único representante brasileiro no torneio. 

A próxima competição de João Fonseca será o Masters 1000 de Cincinatti (Estados Unidos), com início de agosto. Assim como o Masters de Toronto, o torneio de Cincinatii é preparatório para o US Open, o quarto e último Grand Slam da temporada.


Estrasburgo, França, 21/05/2025 - Tenista Bia Haddad durante partida do pelo WTA 500. Foto: Michel Grasso/Internationaux de Strasbourg
Estrasburgo, França, 21/05/2025 - Tenista Bia Haddad durante partida do pelo WTA 500. Foto: Michel Grasso/Internationaux de Strasbourg

Cabeça de chave número 18, a paulista Bia Haddad estreia na segunda rodada do WTA de Montreal (Canadá) contra a holandesa Suzan Lamens – Michel Grasso/Internationaux de Strasbourg

Bia Haddad estreia em Montreal

A paulista Beatriz Haddad Maia, atual número 21 do mundo, estreia nesta terça-feira (29) na segunda rodada do WTA 1000 de Montreal (Canadá). Cabeça de chave número 18, Bia encara a holandesa Suzan Lamens (64ª no ranking), em horário ainda a ser definido pelos organizadores.

Bia volta a competir após dar adeus ao Torneio de Wimbledon ao ser eliminada na segunda rodada de simples e, depois, nas oitavas de final de duplas femininas. 

Fonte: Agência Brasil

Trump fecha acordos favoráveis aos EUA e evita retaliação por tarifaço

0

Os acordos comerciais fechados pelos Estados Unidos (EUA) com potências econômicas como União Europeia (UE), Japão, Reino Unido e Indonésia, além de Vietnã e Filipinas, foram marcados pela assimetria nas condições impostas às partes. Enquanto Washington elevou as tarifas de importação em índices que vão de 10% e 20%, os países abriram mão de retaliar com tarifas recíprocas.


Nildo Ouriques  - Impactos da vitória de Milei nas eleições argentinas. - Foto: Arquivo Pessoal
Nildo Ouriques  - Impactos da vitória de Milei nas eleições argentinas. - Foto: Arquivo Pessoal

Os acordos firmados desde o início da guerra comercial, iniciada em abril, abrem ainda mais os mercados para os produtos estadunidenses. Os países também se comprometeram a aumentar os investimentos e as compras dos EUA na casa das dezenas de bilhões de dólares.  

O professor de economia e de relações internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Nildo Ouriques, afirmou à Agência Brasil que esses acordos, em especial, com a Europa e o Japão, são importantes vitórias do presidente dos EUA, Donald Trump.

Para Ouriques, que é presidente do Instituto de Estudos Latino-americanos (IELA) da UFSC, os acordos demonstram que são falsas as teses de que Trump seria “louco” devido a sua política tarifária e a de que os EUA seriam uma potência decadente.

“Tudo isso é consequência da concorrência entre EUA e China e o imperialismo estadunidense tem mecanismos de pressão que não deixa de lançar mão. Há uma luta pelo excedente econômico. Essas tarifas permitem que os EUA, que não conseguem competir no chão da fábrica com a China, coloquem barreira para as próprias multinacionais voltarem a operar dentro dos EUA”, comentou Nildo.

União Europeia

Anunciado nesse domingo (27), o acordo fechado pelos EUA com a UE eleva as tarifas de importações dos países europeus para 15% na maioria dos produtos – valor inferior aos 30% inicialmente anunciados por Trump. A tarifa será zero apenas para alguns produtos considerados estratégicos, como aeronaves e peças de aeronaves, certos produtos químicos, semicondutores e alguns medicamentos genéricos.

Em contrapartida, a Europa não aplicará o princípio da reciprocidade. Ao contrário, deve zerar tarifas para produtos estadunidenses. Além disso, a UE se comprometeu a investir US$ 600 bilhões nos EUA, incluindo compra de equipamentos militares, e a comprar energia dos EUA no montante de US$ 750 bilhões. Nenhum recurso dos EUA para União Europeia foi anunciado.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comemorou o resultado, alegando que o acordo evita escalar a guerra comercial e traz previsibilidade para empresas europeias.

Por outro lado, o acordo foi criticado, principalmente, pela França. O primeiro-ministro francês, François Bayrou, disse que o acordo marca um “dia sombrio” para Europa.  

“É um dia sombrio quando uma aliança de povos livres, reunidos para afirmar seus valores e defender seus interesses, resolve se submeter”, disse o líder francês em uma rede social

Especialistas têm apontado que a Europa cedeu às pressões dos EUA. O analista de geopolítica Arnaud Bertrand destacou que, “nem remotamente”, o acordo se assemelha a algo firmado entre potências soberanas equivalentes.

“Parece, sim, o tipo de tratado desigual que as potências coloniais costumavam impor no século 19 — só que, desta vez, a Europa é a vítima”, disse em rede social.

O professor Nildo Ouriques destacou, por sua vez, que a Europa se submete as políticas dos EUA há décadas, não sendo isso uma novidade. “A Europa jamais se comportou como um contrapoder. A Europa é vassala [dos EUA] há muito tempo”, completou.

Ainda segundo Ouriques, as tarifas de Trump tendem ainda a reforçar a concentração de capital ao eliminar empresas que não poderão pagar os aumentos de custos.

“Trump está favorecendo a concentração e centralização de capital. Vão aumentar os monopólios dentro da Europa e dos EUA. Os capitais pequenos não sobrevivem se tiverem que pagar 15% a mais”, avalia.

China

Por outro lado, o especialista Nildo Ouriques comentou que a China tem margem de manobra para resistir ao cerco comercial estadunidense. “Esse movimento não afeta a China porque ela tem uma coisa fundamental, que é um chão de fábrica mais produtivo que os EUA”, finalizou.

Após elevar as tarifas contra a China a 145%, Trump recuou e fechou acordo temporário com o país, mantendo as tarifas em 30% enquanto negocia os termos de novo acordo. Pequim, que havia retaliado os EUA elevando as tarifas para 125%, aceitou reduzir as taxas para 10%

Na semana passada, os EUA afirmaram que a pausa nas tarifas pode se estender por mais 90 dias no caso da China para dar tempo das negociações avançarem.

No caso do Brasil, as tarifas de importação de 50% sobre todos os produtos devem entrar em vigor na próxima sexta-feira (1º) e o governo brasileiro tenta, ainda sem resposta, costurar um acordo com a Casa Branca.

Japão

Na semana passada, foi fechado o acordo com o Japão de tarifas em 15% – inferior ao anunciado inicialmente, de 24%. A potência asiática não aplicará tarifas reciprocas e ainda abrirá seu mercado para carros e arroz estadunidenses. Trump disse ainda que o Japão investirá US$ 550 bilhões nos EUA. 

Como parte do acordo, o Japão deve ainda comprar 100 aviões da Boeing e aumentar os gastos em defesa com empresas dos EUA de US$ 14 bilhões para 17 bilhões anuais. A taxação do setor automotivo japonês, que representa mais de um quarto das exportações para os EUA, também ficará em 15%. Inicialmente, o setor seria taxado em 27,5%.

Indonésia e Filipinas

Junto com o acordo com o Japão, os EUA anunciaram ainda acordos comerciais com a Indonésia, uma das principais economias da Ásia, e as Filipinas. 

Em 22 de julho, Trump fechou acordo para tarifas de importação de 19% para Indonésia, abaixo dos 32% inicialmente anunciados. Além disso, a Indonésia se comprometeu a comprar aeronaves, produtos alimentícios e energéticos dos EUA estimados em US$ 22,7 bilhões.

Em troca, o país do sudeste Asiático se comprometeu a eliminar “aproximadamente 99% das barreiras tarifárias para uma gama completa de produtos industriais, alimentícios e agrícolas dos EUA”, informaram, em declaração conjunta, a Casa Branca e o governo indonésio. 

No caso das Filipinas, o acordo com os EUA também estabeleceu tarifa de importação de 19%, pouco abaixo dos 20% anunciados por Trump, mas acima dos 17% estabelecida em abril. Em contrapartida, o acordo estabeleceu tarifas zero para produtos estadunidenses entrarem nas Filipinas, segundo informou a Reuters.

Vietnã e Reino Unido

No caso do Vietnã, o acordo com os EUA estabeleceu as tarifas de exportação em 20% – menor que os 40% anunciados inicialmente – ao mesmo tempo que abriu o mercado do Vietnã com tarifas zero para produtos estadunidenses.

O primeiro acordo fechado pelos EUA em meio a guerra tarifária foi com o aliado Reino Unido ainda no dia 8 de maio. O acordo elevou as tarifas de importação em 10% para os produtos do país europeu.

Fonte: Agência Brasil

Espera por Margem Equatorial custa R$ 4 milhões por dia, diz federação

0

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) criticou nesta segunda-feira (28) a demora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em decidir sobre a exploração de petróleo na chamada Margem Equatorial. 

Órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ibama reconsidera um pedido da Petrobras para explorar petróleo na região, tida como um novo pré-sal, por causa do potencial reservatório que se acredita haver na região.

Em comunicado à imprensa, a FUP afirma que não há justificativa técnica por parte do Ibama para postergar para 12 de agosto uma reunião com a Petrobras sobre o planejamento da Avaliação Pré-Operacional (APO) na Margem Equatorial. A APO é a última etapa do processo de licenciamento ambiental e simula uma situação de emergência por vazamento de óleo.

“Por que da protelação do Ibama?”, questiona o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar. Para ele,  o Ibama “está retardando o processo de licenciamento e impondo custos adicionais ao país de mais de R$ 4 milhões por dia com o aluguel de sonda de perfuração”.

Bacelar afirma que o equipamento está parado no litoral do Pará há mais de 20 dias, à espera de autorização do Ibama para realização do simulado preventivo.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Para o dirigente da FUP, a reunião poderia ocorrer ainda nesta semana. “Bastaria o Ibama marcar a APO”, disse Bacelar, que reconhece a importância do aval do Ibama. “O Ibama é um órgão importante, com corpo técnico sério e competente.”

Procurado pela Agência Brasil, o Ibama explicou que a Petrobras sugeriu a antecipação da reunião em oito dias, mas o instituto reiterou a data de 12 de agosto, “uma vez que já há inúmeras atividades preparatórias em curso para realização da APO”. 

O Ibama informou ainda que continua empenhado em contribuir para o eficiente andamento do processo de licenciamento ambiental, sempre balizado pelo rigor técnico e processual necessário, sobretudo para uma região com as características ambientais da bacia da Foz do Amazonas.

>> Saiba como se formaram a Margem Equatorial e o petróleo da região 

Petrobras

A Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos por ser tratada como nova e promissora fronteira de exploração de petróleo e gás. Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador.

No Brasil, a área se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá. A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas só tem autorização do Ibama para perfurar dois, na costa do Rio Grande do Norte.

A exploração é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção de especialistas de que se trata de uma contradição à transição energética, que preza por menos combustíveis fósseis e mais energia renovável, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

>> Especialistas alertam para risco de novas frentes de petróleo no país

A busca pela licença de exploração de petróleo no bloco FZA-M-59 começou em 2013, quando a petrolífera multinacional britânica BP arrematou a licitação da área. Por decisão estratégica, a companhia repassou a concessão para a Petrobras em 2021.

Em maio de 2023, o Ibama negou a licença para outras áreas, como a da Bacia da Foz do Amazonas, conhecida como bloco FZ-AM-59. A Petrobras pediu ao Ibama uma reconsideração e espera uma decisão.

A Petrobras insiste que a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo na próxima década. Em entrevista em outubro de 2024, a diretora de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras, Sylvia Anjos, criticou a espera, que aumentava os custos da companhia.

A estatal tem afirmado que seguirá padrões de segurança para evitar acidentes ambientais e frisa que, apesar do nome Foz do Amazonas, o local fica a 540 quilômetros da foz do rio propriamente dita.

Em abril, a Petrobras informou que concluiu uma das últimas exigências do Ibama, a instalação de um centro de tratamento de animais em Oiapoque, no Amapá, para o caso de derramamento de óleo. Uma estrutura similar funciona em Belém

Apesar de não haver ainda a licença ambiental, em junho, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador da atividade, leiloou novos blocos exploratórios na Foz do Amazonas

Fonte: Agência Brasil