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Vem aí a Caminhada do Bem 2025

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Gracinha Caiado na Caminhada do Bem
Em celebração ao Dia Nacional do Voluntariado, OVG e Goiás Social promovem a 3ª edição da Caminhada do Bem; vagas são limitadas (Foto: OVG)

Um dos momentos mais aguardados do ano por voluntários de todo o estado é a Caminhada do Bem, que chega à sua terceira edição com expectativa de recorde de público. Promovida pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e pelo Goiás Social, a ação será realizada no dia 23 de agosto, como parte das comemorações pelo Dia Nacional do Voluntariado, celebrado em 28 de agosto.

A concentração começará às 16 horas, na sede da OVG, que fica na Avenida T-14, no Setor Bueno, em Goiânia. O ponto de chegada será a Praça Cívica, na região Central da capital, onde haverá uma recepção com atividades recreativas e de bem-estar.

A expectativa é que o percurso de cerca de 5 km seja feito em uma hora. Em suas duas primeiras edições, o evento mobilizou mais de 2 mil voluntários. Somente em 2024, mais de 1,5 mil pessoas participaram do trajeto.

Inscrição

A inscrição deve ser feita pelo site da OVG, com a entrega de seis litros de leite longa vida como forma de participação. Todo o leite arrecadado será destinado a entidades sociais cadastradas na OVG, que atendem crianças, idosos, pessoas com deficiência, gestantes e famílias em situação de vulnerabilidade. As vagas são limitadas e cada participante inscrito receberá um kit exclusivo do evento.

“A Caminhada do Bem é uma forma bonita e simbólica de celebrar o poder transformador do voluntariado. É um momento de união, de fé, de alegria, e, acima de tudo, de amor ao próximo, onde não só celebramos, mas arrecadamos muitos litros de leite para serem doados a quem precisa”, afirma a presidente de honra da OVG e coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.

Voluntariado que transforma

Desde 2019, mais de 18 mil pessoas já foram capacitadas para o voluntariado por meio da OVG, em parceria com o Goiás Social. Com esse apoio, quase 400 iniciativas sociais já beneficiaram milhares de goianos, nos quatro cantos do Estado.

Os interessados em se tornar volutnários podem se inscrever pela Plataforma do Voluntariado, além de participar de capacitações virtuais e descobrir oportunidades de atuação.

Saiba mais

Goiás Social e OVG oferecem capacitações em todo o estado

Organização das Voluntárias de Goiás (OVG)

Fonte: Portal Goiás

Senadores brasileiros buscam diálogo sobre tarifas impostas por Trump

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Um grupo de oito senadores brasileiros estão em Washington, capital dos Estados Unidos (EUA), para tentar abrir um canal de diálogo com congressistas estadunidenses e discutir soluções para o tarifaço de 50% anunciado pelo presidente americano por Donald Trump sobre as importações do Brasil.

Os senadores se reuniram com representantes da Embaixada do Brasil, com empresários e devem se reunir nesta terça-feira (29) com seis congressistas, entre Republicanos e Democratas, para discutir soluções para as tarifas, previstas para começar a ser aplicadas na próxima sexta-feira (1º).

Não foram anunciados os nomes dos congressistas que vão receber os senadores brasileiros. 

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) (Foto), que lidera a missão em Washington, explicou que o objetivo é “distensionar” a relação com os Estados Unidos no âmbito parlamentar.

“A partir do momento que a gente conquistar isso [o distensionamento], eu penso que a missão já vai ter o seu primeiro ponto no sentido de proporcionar ambiente e caminho para que quem tenha prerrogativa de negociar, que não somos nós, e sim o governo federal, possa assim fazer”, disse Trad após a reunião com membros da U.S. Chamber of Commerce, que representa as empresas de todos os setores dos EUA.

A assessoria da missão do Senado informou ainda que os parlamentares se reuniram com representantes de executivos das multinacionais Cargill, ExxonMobil, Johnson & Johnson, Caterpillar, entre outras.

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Diálogo

Na segunda-feira (28), o vice-presidente Geraldo Alckimin disse que o governo está conversando com o governo dos Estados Unidos.

“Estamos dialogando neste momento pelos canais institucionais e com reserva”, disse.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que também está em Washington, destacou que a missão busca soluções para proteger a economia brasileira e as relações diplomáticas de mais de 200 anos entre Brasil e EUA. 

“O objetivo é chegar a um acordo e defender o Brasil perante as tarifas unilaterais impostas pelo presidente dos Estados Unidos”, escreveu em uma rede social.

Participam da missão do Senado Tereza Cristina (PP-MS), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), Rogério Carvalho (PT-SE), Carlos Viana (Podemos-MG), Fernando Farias (MDB-AL) e Esperidião Amin (PP-SC). 

A missão tem agenda até esta quarta-feira (30), quando devem se reunir com representantes da Americas Society/Council of the Americas, entidade que reúne lideranças da sociedade civil e do setor empresarial com foco no fortalecimento das relações interamericanas. 

Entenda

No dia 9 de julho, Trump anunciou tarifas adicionais de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil, a partir de 1º de agosto. O chefe da Casa Branca cita uma suposta relação “injusta” nas relações comerciais entre os dois países, apesar de o Brasil ter déficit comercial com os EUA há 17 anos

Trump também cita restrições impostas às plataformas digitais americanas e o processo por tentativa de golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro como outros motivos para a tarifa de 50%. 

As autoridades norte-americanas ainda abriram investigação contra o Pix por considerarem possível prática “desleal” de mercado, o que prejudicaria as bandeiras de máquinas de crédito estadunidense Visa e MasterCard, além do Whatsapp Pay, da gigante da tecnologia Meta.

Fonte: Agência Brasil

Haddad diz que pode haver conversa entre Lula e Trump sobre tarifas

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (foto), afirmou, nesta terça-feira (29), em Brasília, que pode haver uma conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump para tratar das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados para aquele país. Segundo Haddad, não há obstrução dos canais de diálogo entre os negociadores das duas nações, entretanto, esse contato direto entre os chefes de Estado exige uma preparação protocolar mínima.

“É papel nosso, dos ministros, justamente azeitar os canais para que a conversa, quando ocorrer, seja a mais dignificante e edificante possível”, disse Haddad sobre o trabalho que vem sendo feito por ele; pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que está nos Estados Unidos; e pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que também vem dialogando com o setor produtivo.

“Tem que haver uma preparação antes para que seja uma coisa respeitosa, para que os dois povos se sintam valorizados à mesa de negociação, não haja um sentimento de viralatismo, de subordinação”, acrescentou, ao criticar as pressões da oposição para que haja pressa nas decisões.

“[Temos que] virar um pouquinho a página da subserviência e, com muita humildade, nos colocar à mesa, mas respeitando os valores do nosso país”, disse o ministro em conversa com jornalistas no Ministério da Fazenda.

Um grupo de oito senadores brasileiros também está em Washington, capital do país norte-americano, para tentar abrir um canal de diálogo com congressistas estadunidenses e discutir soluções para o tarifaço.

No último dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos enviou uma carta a Lula anunciando a imposição da tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros a partir do dia 1º de agosto [https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/em-carta-lula-trump-anuncia-tarifa-de-50-produtos-brasileiros].

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Há sinais

Para Haddad já há “algum sinal de interesse” e “sensibilidade” de autoridades dos Estados Unidos para conversar. “Alguns empresários estão fazendo chegar ao nosso conhecimento que estão encontrando maior abertura lá, não sei se vai dar tempo até dia 1º”, avaliou o ministro, afirmando que não está fixado na data e que as negociações vão continuar mesmo com a entrada em vigor das tarifas.

“Estão ficando mais claros, agora, os pontos de vista do Brasil em relação a alguns temas que não eram de fácil compreensão por parte deles. A relação sempre foi amistosa entre os países, então não há razão nenhuma para que isso mude, deixar que temas alheios ao governo brasileiro sejam motivo para o recrudescimento, assim, de tensões”, afirmou o ministro da Fazenda.

O ministro contou, ainda, que o vice-presidente Geraldo Alckmin tem feito “um esforço monumental” em suas conversas com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick. “Ontem mesmo houve uma conversa mais longa, terceira e mais longa conversa que tiveram”, observou.

O foco do governo brasileiro, segundo Haddad, é que eles se manifestem oficialmente para que possa ser mapeado o que, de fato, está em jogo e para que os negociadores encontrem uma solução, considerando o que é importante para os dois países.

Contingenciamento

Enquanto isso, já está na mesa do presidente Lula o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pelo tarifaço. O documento foi formulado pelos ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; das Relações Exteriores; e pela Casa Civil.

Vários cenários foram apresentados e, segundo o ministro Haddad, Lula tomará a decisão sobre “a escala, o montante, a oportunidade, a conveniência e a data” do pode ser colocado em vigor. Um dos cenários inclui um programa de manutenção do emprego com o mesmo propósito do que vigorou durante a pandemia de covid-19.

“Eu não sei qual é o cenário que o presidente vai optar”, afirmou o ministro da Fazenda, sem adiantar as medidas.

“O Brasil vai estar preparado para cuidar das suas empresas, dos seus trabalhadores e, ao mesmo tempo, se manter permanentemente numa mesa de negociação, buscando racionalidade, buscando respeito mútuo e estreitamento das relações”, completou o ministro. 

Fonte: Agência Brasil

Lula veta redução de pena para crime de lavagem de dinheiro

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A proposta que reduzia a pena mínima para crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, a pena prevista é de três a dez anos de prisão e, pelo texto aprovado pelo Congresso Nacional, seria alterada para dois a 12 anos de reclusão.

“A proposição legislativa contraria o interesse público ao reduzir o limite mínimo da pena estabelecida para crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, uma vez que tal medida significaria enfraquecimento do arcabouço legal brasileiro no combate a essas atividades ilícitas”, diz a mensagem de Lula enviada aos parlamentares, nesta terça-feira (29), publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O texto altera a Lei nº 9.613/1998 que trata sobre o crime de ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal A referida lei criou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e é instrumento para a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos.

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Furto de cabos

A alteração da pena de crimes de lavagem de dinheiro foi incluída pelo Congresso no texto que trata sobre furto, roubo e receptação de fios, cabos e equipamentos de energia, telefonia, transferência de dados, bem como equipamentos ou materiais ferroviários ou metroviários. Agora, as penas serão maiores com o objetivo de inibir a prática desses crimes.

O presidente Lula sancionou o projeto que foi publicado, hoje, no DOU sob a forma da Lei nº 15.181/2025. Em 2024, cerca de 100 toneladas de cabos e equipamentos foram furtadas ou roubadas no país, de acordo com a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel).

A pena por furto desses bens passará para dois a oito anos de reclusão; hoje, é de um a quatro anos. No caso de roubo, ou seja, quando o crime envolver ameaça ou violência, a pena, que é de quatro a dez anos de reclusão, será elevada entre um terço e metade.

Se a subtração do material comprometer o funcionamento de órgãos que prestem serviços públicos essenciais, como saneamento básico e transporte, a pena passará a ser de seis a 12 anos. O texto ainda dobra as penas se o crime for cometido durante situação de calamidade pública na localidade.

No caso de receptação de fios e cabos, a pena, variável de um a oito anos, será aplicada em dobro em caso de receptação qualificada. A receptação inclui ações como comprar, guardar, ocultar ou vender o material roubado.

Em outros pontos, o projeto prevê a aplicação de sanções administrativas para empresas que tenham concessão, autorização ou permissão para oferecer serviço de telecomunicações e que usarem fios e cabos roubados.

Já os órgãos responsáveis pela regulação dos serviços de telecomunicações e de energia elétrica estabelecerão, em regulamento próprio, os atenuantes ou a extinção de punição para as empresas que suspenderem ou interromperem os serviços em razão dos furtos dos cabos ou equipamentos.

Por outro lado, o presidente Lula vetou o trecho que isentava as empresas de cumprir as obrigações regulatórias nesses casos, bem como considerar a interrupção do serviço nos indicadores de qualidade.

“A proposição contraria o interesse público, tendo em vista que aumentaria o risco regulatório ao impor, de forma ampla e automática, a suspensão de obrigações regulatórias e a desconsideração de indicadores de qualidade em decorrência de eventos de roubo ou furto, o que compromete os incentivos à melhoria contínua da qualidade e da segurança do abastecimento”, explicou Lula na mensagem de veto.

Os vetos ao texto deverão analisados pelos parlamentares em até 30 dias, que poderão mantê-los ou derrubá-los.

Fonte: Agência Brasil

Astronomia: duas chuvas de meteoros vão iluminar o céu no fim de julho

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Duas atrações no céu vão marcar a despedida do mês de julho. São chuvas de meteoros que poderão ser vistas principalmente na noite de quarta-feira (30) e madrugada de quinta-feira (31). A divulgação é do Observatório Nacional (ON), unidade de pesquisa sediada no Rio de Janeiro e ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Os meteoros são corpos celestes pequenos que cruzam o espaço e invadem a atmosfera terrestre. No momento de transição, a interação com a atmosfera e o oxigênio provoca o incendiamento parcial ou total dos meteoros, criando uma luminosidade, popularmente chamada de estrela cadente.

Quando diversos meteoros atravessam a atmosfera, formam-se as chuvas de meteoros. Os meteoros são detritos de cometas, fenômeno formado por poeira, pedras, gelo e gases.

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Alpha Capricornídeos

A chuva de meteoros Alpha Capricornídeos atingirá o ápice na noite de quarta-feira. Essa chuva é conhecida por meteoros brilhantes com taxa de cinco meteoros por hora.

“O que é notável sobre esta chuva é o número de meteoros com aspectos de bolas de fogo brilhantes produzidas durante seu período de atividade”, descreve o astrônomo do ON, Marcelo de Cicco.

A velocidade dos meteoros é de 23 quilômetros por segundo (km/s). A localização é na Constelação de Capricórnio. O melhor horário para visualizar, segundo o ON, é a partir da meia noite até próximo ao amanhecer.

Delta Aquáridas do Sul

A chuva Delta Aquáridas do Sul tem o pico esperado para a madrugada de 31 de julho. Esse fenômeno é caracterizado por uma taxa de 15 a 25 meteoros por hora no momento de pico. A velocidade é bem maior que a Alpha Capricornídeos: 41 km/s.

A localização no céu é na Constelação de Aquário. O melhor horário para visualizar também é a partir da meia noite até próximo ao amanhecer.

Observação

Para aproveitar ao máximo esses eventos astronômicos, o Observatório Nacional sugere como dicas procurar locais com céus escuros, longe da poluição luminosa das cidades.

“Olhe para qualquer lugar no céu, pois os meteoros podem aparecer em qualquer parte, mas focar nas constelações de Capricórnio e Aquário pode aumentar suas chances de observar essas maravilhas celestes”, completa o astrônomo Cicco.

Além de satisfazer apreciadores dos fenômenos, chuvas de meteoro são relevantes para estimar a quantidade e período de maior incidência de detritos provenientes de correntes de meteoroides que a Terra atravessa periodicamente.

Missões espaciais e centros de controle de satélites podem aprimorar estratégias de proteção para naves e equipamentos em órbita próxima à Terra e à Lua.

As chuvas de meteoros também ajudam a compreender a formação do nosso Sistema Solar, conforme explica Cicco, “pois ao investigar as propriedades dos detritos, é possível entender mais sobre os cometas e até mesmo fragmentos lunares e marcianos, resultantes de impactos antigos, assim como objetos próximos à órbita terrestre com atividade (Neos, sigla em inglês para Near Earth Objects).

Fonte: Agência Brasil

Justiça manda Deltan pagar R$ 135 mil a Lula por caso do PowerPoint

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Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou que o ex-procurador Deltan Dallagnol pague em 15 dias o valor de R$ 135.416,88 ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a título de indenização por danos morais pelo que ficou conhecido como “caso do PowerPoint”. 

O valor inclui também correção monetária, juros e honorários advocatícios. A execução do pagamento foi determinada pelo juiz Carlos Brito na última sexta-feira (25), após o processo de Lula contra Dallagnol ter transitado em julgado, isto é, não haver mais possibilidade de recursos contra a condenação. O ex-procurador pode ainda contestar os cálculos judiciais. 

Dallagnol foi processado por Lula em 2016, após uma entrevista coletiva para apresentar denúncia na qual apontava o político como líder da organização criminosa investigada pela Operação Lava Jato. 

Na ocasião, o então coordenador da operação fez uma apresentação de slides com um diagrama em que o nome de Lula aparece no centro, como alvo de diversas setas que partem de expressões como “proprinocracia”, “perpetuação criminosa no poder” e “grande general”. 

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O então advogado de Lula, Cristiano Zanin, hoje ministro do Supremo, ingressou com o pedido de dano moral ainda naquele ano. O presidente perdeu na primeira e segunda instâncias, onde pediu R$ 1 milhão de indenização. Em 2022, entretanto, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reverteu o caso em favor do petista, por maioria. 

O colegiado entendeu que Dallagnol extrapolou os limites de suas funções ao ter feito um juízo de culpa antecipado de Lula, além de ter atribuído ao petista, durante a entrevista, a culpa por fatos e crimes que não constavam da denúncia formalmente apresentada à Justiça. Os ministros estabeleceram a indenização em R$ 75 mil, mais custas e honorários. 

Em junho de 2024, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão do STJ. Na ocasião, a relatora do processo, ministra Cármen Lúcia, entendeu que o recurso extraordinário do ex-procurador não poderia ser provido e demonstrava apenas “inconformismo e resistência” em cumprir a sentença. 

Lula chegou a ser condenado e preso por corrupção na Lava Jato. As condenações foram confirmadas na segunda instância e mantidas pelo STJ, mas acabariam anuladas em 2021 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

Na ocasião, o plenário do Supremo reconheceu diversas irregularidades na condução da Lava Jato, incluindo a usurpação da competência para julgar Lula, que devia ter sido investigado e processado não pela Justiça Federal do Paraná, mas do Distrito Federal, de acordo com a Corte. 

Fonte: Agência Brasil

Pernambuco x Santa Catarina: Uma Radiografia do Brasil que Avança e do Brasil que Parou

Enquanto Santa Catarina prospera com gestões conservadoras e visão estratégica, Pernambuco afunda em décadas de populismo, aparelhamento estatal e falta de planejamento — e perde espaço no cenário nacional.

Durante boa parte da história do Brasil, Pernambuco foi protagonista. Desde os movimentos de resistência à Coroa portuguesa no século XVIII até o papel político fundamental no Brasil Império e República, o estado figurou entre os mais influentes da Federação. Mas nas últimas décadas, o que se vê é um cenário de declínio, empobrecimento e perda de representatividade nacional. Pernambuco, que já esteve entre os estados mais ricos e produtivos do país, hoje ocupa posições medíocres em praticamente todos os rankings de desenvolvimento humano, educação e participação no PIB nacional.

Em contrapartida, um estado do sul do Brasil, Santa Catarina, nunca teve o mesmo protagonismo histórico, mas conseguiu, ao longo das últimas décadas, ultrapassar Pernambuco em todos os indicadores econômicos e sociais. A diferença? Gestão eficiente, políticas públicas voltadas à produtividade e uma postura ideológica pragmática e conservadora, enquanto Pernambuco mergulhou num ciclo de governos de esquerda populista e técnicas falhas de gestão.


Pernambuco: De potência regional à estagnação nacional

Pernambuco ainda detém o 2º maior PIB do Nordeste, mas representa hoje apenas 2,7% do PIB nacionalmenos que Santa Catarina (4,6%), que tem uma população menor e um território mais compacto. O PIB per capita pernambucano gira em torno de R$ 27 mil, enquanto o catarinense ultrapassa R$ 48 mil, segundo dados do IBGE de 2022.

Nas últimas décadas, Pernambuco foi governado majoritariamente por partidos de esquerda — especialmente o PSB, em parceria com o PT. A hegemonia começou com Miguel Arraes e se consolidou com Eduardo Campos e Paulo Câmara, em gestões que priorizaram programas sociais e políticas de redistribuição, mas deixaram de lado a diversificação econômica, o estímulo ao empreendedorismo e a eficiência estatal.

Durante esses governos, o Estado passou a depender excessivamente de transferências federais. Faltaram políticas de infraestrutura de longo prazo, incentivos à indústria pesada, inovação tecnológica e qualificação profissional compatível com o mercado moderno.

Apesar de iniciativas pontuais — como o Porto Digital e o Complexo de Suape —, Pernambuco não conseguiu transformar esses projetos em motores de desenvolvimento sustentado, como Santa Catarina fez com suas cadeias industriais, agropecuárias e tecnológicas.


Santa Catarina: O Brasil que planeja, trabalha e cresce

Santa Catarina, por sua vez, adotou uma trajetória totalmente distinta. Com governos de perfil liberal-conservador e tecnocrático, o estado investiu em educação técnica, infraestrutura rodoviária, estímulo ao setor produtivo e incentivo à industrialização desde a década de 1960.

Os sucessivos governos estaduais criaram um ambiente propício ao investimento privado. A economia catarinense é diversificada, altamente exportadora e sustentada por um setor industrial robusto, com polos metalúrgicos, têxteis, de eletrodomésticos, móveis e tecnologias de ponta — com destaque para empresas como WEG, Embraco e Havan.

Além disso, o estado figura entre os melhores índices de IDH do Brasil, possui baixa desigualdade de renda e os menores índices de analfabetismo do país. Tudo isso com governos que jamais se renderam ao populismo de esquerda, mantendo o foco em resultado, gestão pública e responsabilidade fiscal.


⚖ Comparativo direto: números que não mentem

Indicador Santa Catarina Pernambuco
PIB estadual (2022) R$ 430 bilhões (4,6%) R$ 288 bilhões (2,7%)
PIB per capita R$ 48.159 R$ 27.139
Índice de Desenvolvimento Humano Alto (0,82) Médio (0,72 – 0,77)
Posição no IDEB nacional Topo do ranking Médio/baixo
Estrutura econômica Industrial e diversificada Agro + serviços + emergente
Espectro político dominante Centro-direita/conservador Centro-esquerda/populista

Conclusão: Pernambuco perdeu o rumo

A estagnação de Pernambuco não se deve apenas à geografia ou à desigualdade histórica do Nordeste. A comparação com Santa Catarina evidencia que a ideologia dominante nos governos estaduais influenciou diretamente o desempenho econômico, a eficiência da máquina pública e o futuro da população.

Enquanto o Sul caminhou com os pés no chão, investindo em produção, gestão e empreendedorismo, Pernambuco optou por políticas de curto prazo, amarradas a discursos populares e dependentes de Brasília. O resultado é visível: o que era líder regional hoje amarga taxas de pobreza, violência, desemprego e falência estrutural.

É hora de Pernambuco repensar seu modelo de gestão, sua cultura política e sua visão de futuro. O exemplo de Santa Catarina mostra que é possível — desde que se abandone o populismo e se adote a eficiência.

Pesquisa com auxílio do ChatGPT

Inscrições para Prova Nacional Docente (PND) terminam nesta quarta

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As inscrições para a primeira edição da Prova Nacional Docente (PND) terminam nesta quarta-feira (30) e devem ser realizadas unicamente pelo Sistema PND. A ampliação do prazo foi anunciada na sexta-feira (25) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que fará a aplicação do exame.

Os pedidos de atendimento especializado, que incluem, por exemplo, pessoas com deficiência, idosos, gestantes e lactantes, assim como a solicitação de tratamento por pessoas trans pelo nome social, também devem respeitar a data limite de 30 de julho.

A prova unificada, mesmo não sendo um concurso público, representa uma oportunidade para os interessados em ingressar no magistério público, uma vez que estados e municípios podem adotar a nota do candidato com parte do processo seletivo de professores de suas redes de ensino. Por esse motivo, a PND vem sendo chamada de “CNU dos Professores“, em alusão ao processo seletivo do Concurso Nacional Público Unificado. 

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Quem pode se inscrever

Os estudantes que se formam em cursos de Licenciaturas, em 2025, e que estão inscritos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas podem fazer a PND. Basta acessar o Sistema PND, preencher os dados e confirmar a participação na prova. Estes alunos têm direito à isenção de pagamento da taxa de inscrição automaticamente.

Além dos estudantes concluintes inscritos no Enade 2025, podem realizar a PND todos os professores com formação em cursos de licenciatura que tenham interesse em participar de concursos ou processos seletivos promovidos pelas redes de ensino que adotem o resultado da avaliação como etapa de admissão, em 2026. 

Pagamento da taxa

Os participantes inscritos na PND não isentos ou que tiveram o pedido de isenção reprovado, terão até esta sexta-feira (1º) para pagar a taxa de inscrição de R$ 85. A Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento da taxa de inscrição é gerada no momento da inscrição. Quem precisa reimprimir a GRU deve acessar o Sistema PND, com login do portal Gov.br. A taxa pode ser paga em qualquer agência bancária, casa lotérica ou aplicativos de bancos.

O que é a PND?

A prova foi criada neste ano com o objetivo de melhorar a qualidade da formação e estimular a realização de concursos públicos pelas redes de ensino estaduais, do Distrito Federal e dos municípios e, desta forma, estimular o ingresso de profissionais qualificados no magistério público. O exame é parte do programa Mais Professores para o Brasil, criado em 2024 para fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério. A iniciativa pretende atender 2,3 milhões de docentes em todo o país.

A edição de 2025 do exame teve a pré-adesão de 22 estados e 1.508 municípios de todas as regiões do país, dos quais 18 são capitais. A PND não substitui o processo seletivo das redes de educação, que poderão optar por usar a nota obtida pelo participante em seus concursos públicos ou processos simplificados de contratação local de professores.

Os gestores podem adotar o exame como etapa única ou avaliação complementar e, podem, por exemplo, estabelecer provas práticas e avaliação de títulos dos professores candidatos.

Prova

A data de aplicação será no dia 26 de outubro, conforme o edital

Oficialmente, a PND terá como base a avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas. O exame será aplicado a cursos de licenciaturas de 17 áreas de conhecimento.

1.      artes visuais

2.      ciências biológicas

3.      ciências sociais

4.      computação

5.      educação física

6.      filosofia

7.      física

8.      geografia

9.      história

10.  letras – inglês

11.  letras – português

12.  letras – português e espanhol

13.  letras – português e inglês

14.  matemática

15.  música

16.  pedagogia

17.  química

 

 

 


Fonte: Agência Brasil

A direita que se divide e o povo que perde – Pernambuco em crise de liderança

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A disputa interna pelo poder entre Anderson Ferreira e Gilson Machado pode estar selando a derrota da
direita em Pernambuco – e pior, prejudicando diretamente o presidente Jair Bolsonaro. De um lado,
Anderson, político tradicional, herdeiro de uma dinastia que tem se mantido nos corredores do poder há
décadas. De outro, Gilson, ex-ministro, ex-candidato derrotado e autoproclamado representante de
Bolsonaro, que coleciona mais derrotas do que votos.

Anderson Ferreira, presidente estadual do PL, representa uma velha política que sobrevive mudando de lado conforme o vento do poder. Sua família – com o irmão André Ferreira e o cunhado Fred Ferreira – sempre ocupou espaços em governos diversos, sendo peça comum em palanques petistas, socialistas e agora bolsonaristas. Declara-se o candidato de Bolsonaro ao Senado, mas seu histórico aponta mais para a conveniência do que para a lealdade ideológica.

Gilson Machado, por sua vez, nunca venceu uma eleição. Em 2020, na disputa pela Prefeitura do Recife,
contrariou a estrutura da direita local ao apoiar a delegada Patrícia Domingos contra o então candidato
Mendonça Filho, fragmentando a direita e facilitando a vitória de João Campos. Em 2022, perdeu para
Tereza Leitão, figura pouco expressiva, e agora, em 2024, novamente saiu derrotado para o mesmo João
Campos, agora reeleito com folga.

Ambos os lados reivindicam a bênção de Bolsonaro, ambos dividem o mesmo eleitorado e ambos, na
prática, enfraquecem a direita em Pernambuco. Um busca perpetuar sua família no poder; o outro busca
notoriedade à custa de divisões internas.

Enquanto isso, o povo de Pernambuco amarga índices de miséria, insegurança e estagnação econômica. O
Estado, que já foi potência política e cultural no Nordeste, hoje clama por lideranças que saibam unir forças em prol do desenvolvimento, e não por brigas de vaidade e projetos pessoais.

O presidente Bolsonaro precisa intervir, unir a base e pôr fim a essa disputa que só interessa à esquerda. O
povo de Pernambuco merece mais. Merece seriedade, competência e liderança de verdade – e não o eterno
retorno das mesmas figuras políticas que insistem em manter o Estado no atraso.

Outra liderança política que poderia descontar o cenário de direita em Pernambuco seria o ex-deputado
André de Paula, que, ao assumir a presidência em Pernambuco do Partido Social Democrata do Kassab, se juntou a Lula, traindo seus correligionários políticos, migrando de uma direita conservadora para uma esquerda ultrapassada. André de Paula, que hoje é ministro do governo Lula, fez parte do pacotão Kassab. Por um lado, conseguiu um ministério. Por outro lado, perdeu sua base eleitoral em Pernambuco. O retrato disso foi o mesmo não ter conseguido nem eleger sua filha como vereadora da cidade do Recife, mesmo investindo muito em sua campanha.

Outras lideranças de direita têm disputado no cenário político local. O vereador Eduardo Moura, se posicionando como um defensor do povo e verificando todas as ações do prefeito do Recife, tem mostrado a
face do que é a esquerda pernambucana. Outros políticos, como Medina, em Olinda o novo vereador Sarmento, e em outros municípios outras lideranças, vêm trazendo um pouco de esperança à direita pernambucana.

Mas, fica também uma pergunta. Será que a inexperiência política desses novos políticos e a máfia do velho patriarcado político pernambucano não vai impedir que essas novas lideranças surjam como uma solução? Ou será que o povo pernambucano acordou e vai migrar e dar uma oportunidade a essas novas lideranças de reconduzirem Pernambuco para um desenvolvimento tão esperado?

Pernambuco chora. Pernambuco grita por mudança. E a direita precisa parar de cavar sua própria cova.

 

Goiás Social abre 360 vagas para curso gratuito de inclusão digital para idosos

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Curso gratuito de inclusão digital para idosos oferece 360 vagas
Cursos gratuitos oferecem aos idosos a oportunidade de aprender utilizar aplicativos bancários, de transporte e localização, entre outros (Fotos: André Bianchi)

O Goiás Social, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), oferece 360 vagas para o curso gratuito de inclusão digital destinado a pessoas com mais de 60 anos em situação de vulnerabilidade social.

As inscrições para o programa Cidadão Tech 60+ podem ser feitas até 17 de agosto, pelo link abre.go.gov.br/cidadaotech60 ou nos locais destinados às inscrições nos 11 municípios onde haverá aulas.

A lista completa dos endereços pode ser acessada pelo site goias.gov.br/inovacao. Dúvidas podem ser tiradas pelo WhatsApp 61 3559-1111.

O curso é oferecido em:

  • Goiânia,
  • Aparecida de Goiânia,
  • Aporé,
  • Catalão,
  • Cristalina,
  • Jaraguá,
  • Jussara,
  • Mineiros,
  • Santo Antônio do Descoberto,
  • Senador Canedo
  • Rio Verde.

São 60 vagas para a capital e 30 vagas para cada uma das outras cidades. As aulas terão início a partir do dia 18 de agosto. Todos os cursos são gratuitos.

“Esse público é um dos principais afetados pelos serviços públicos que são totalmente digitais ou híbridos, mas, em Goiás, provamos que a tecnologia é para todos”, afirma José Frederico Lyra Netto, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás.

O programa faz parte da estratégia de transformação digital do Governo de Goiás e tem o objetivo de promover a cidadania digital no estado, oportunizando o letramento digital e o uso seguro de tecnologias digitais para a população com mais de 60 anos de idade.

O curso tem 60 horas de carga horária, em que os alunos aprendem a manusear aplicativos bancários, de transporte, de localização; conteúdos sobre questões de segurança na rede e como se proteger de golpes na internet, além de redes sociais.

Goiás Social abre 360 vagas para curso gratuito de inclusão digital para idososGoiás Social abre 360 vagas para curso gratuito de inclusão digital para idosos
“Agora não tenho mais medo do computador e me sinto mais segura para fazer as coisas”, afirma Tânia Blanco Nunes, de 67 anos, que concluiu o curso ano passado (Foto: André Bianchi)

Líder

Desde seu início, em 2024, o programa Cidadão Tech 60+ já formou mais de 300 idosos, tornando a inclusão digital uma realidade para esta faixa etária.

“Tinha muita vontade de mexer com computador e com celular, mas não achava quem ensinasse. Quando comecei o curso, achei bom demais, porque agora não tenho mais medo do computador e me sinto mais segura para fazer as coisas”, afirma Tânia Blanco Nunes, de 67 anos, que concluiu o curso ano passado.

Neste ano, outros 700 idosos devem ser formados.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados na última quinta-feira (24/07) pelo IBGE, mostram que Goiás é líder nacional no acesso à internet por idosos. Em 2024, 77,3% da população com mais 60 anos de idade já utilizavam a rede, contra 69,8% na média nacional. O percentual, que faz parte do levantamento feito ao longo do quarto trimestre de cada ano, cresceu 3,6 vezes nos últimos oito anos.

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Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás