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Dupla “Calderashi” põe Brasil em final inédita no Smash de Singapura

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A parceria dos brasileiros Hugo Calderano com Bruna Takahashi, número cinco do mundo, avançou à inédita final do WTT Smash de Singapura nesta quinta-feira (26) e tornou-se a primeira dupla não asiática na história a assegurar presença na decisão do título.

Os torneios Smash de tênis de mesa são similares aos Grand Slams no tênis, pois distribuem maior pontuação no ranking. A competição em Singapura garantirá 4 mil pontos aos vencedores. Até a edição deste ano, apenas duplas chinesas haviam subido ao topo do pódio em torneios Smash.

Os adversários dos brasileiros na final serão os atuais líderes do ranking, os sul-coreanos Jong-hoon Lim e Yubin Shin, que foram bronze na Olimpíada de Paris 2024. A partida será na sexta (27), às 9h15 (horário de Brasília), com   tem transmissão ao vivo online (on streaming) no canal da Federação Internacional de Tênis de Mesa (World Table Tennis).

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Na manhã de hoje (26), a dupla “Calderashi” – apelido dado pela torcida brasileira – alcançou vaga na decisão ao vencer a semifinal contra a parceria número 4 no ranking mundial, formada por Wong Chun Ting com Doo Hoi Kem (Hong Kong). Os brasileiros levaram a melhor por 3 sets a 1, com parciais de 9-11, 11-8, 11-9 e 11-8. Foi a terceira vitória seguida da dupla Amarelinha no torneio: na estreiam eles bateram os os egípcios Oussef Abdelaziz e Mariam Alhodaby.(3 sets a 2 e depois despacharam os indianos Manush Shah e Diya Chitale (3 sets a 0), 

Rodada dupla de Calderano nesta sexta (27)

Antes da decisão do título de duplas, Calderano competirá às 2h30 de sexta (27) nas oitavas de final da chave de simples do torneio asiático. Número 2 do mundo, o carioca enfrentará o o  chinês Chen Yuanyu (30º no ranking).

Fonte: Agência Brasil

CLDF discute melhorias estruturais e legais para a agricultura urbana no Distrito Federal

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Em audiência pública realizada no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nesta quinta-feira (26), produtores que atuam em hortas comunitárias, quintais produtivos, hortas escolares e hortas em lotes vagos debateram as necessidades de melhorias para o setor da agricultura urbana do DF. O evento foi conduzido pela deputada Doutora Jane (Republicanos). Ela abriu o encontro destacando o papel essencial desse tipo de agricultura na segurança alimentar, na geração de renda e no fortalecimento social de comunidades vulneráveis.

“Quando investimos na agricultura urbana, estamos fortalecendo a dignidade das famílias envolvidas, a geração de renda, a segurança alimentar e a sustentabilidade. A agricultura urbana no DF não é tendência passageira, é necessidade, oportunidade e política pública estratégica”, afirmou a deputada.

A parlamentar argumentou que o DF tem um enorme potencial para ampliar esse setor, mas que esse crescimento depende de investimentos em organização, apoio técnico, acesso à água potável, regularização fundiária, crédito facilitado e canais de comercialização. “Não basta reconhecer o valor da agricultura urbana, é preciso investir nela”, frisou.

Prática majoritariamente feminina, social e transformadora
Uma das tônicas do debate foi o reconhecimento da liderança feminina na agricultura urbana. Mulheres de diferentes regiões administrativas relataram o impacto de suas hortas na geração de renda, na criação de espaços de convivência e até na prevenção da violência.

A agricultora Sil Caribé, do coletivo Prato Verde Sustentável, lembrou que muitas hortas nasceram “de um trabalho voluntário invisibilizado”, apesar de atuarem diretamente em desertos alimentares, recuperarem áreas degradadas e atenderem adolescentes em conflito com a lei.

“Quando a gente não passa pela lógica econômica da sociedade, a gente é invisibilizado. Onde tinha morte, a gente produz vida. Mas como fazer política pública sem dotação orçamentária? Não queremos política de papel, queremos política que produz vidas”, afirmou.

Eduardo Abreu, da Horta Cantinho da Coruja, falou das dificuldades de implementar uma horta comunitária sem apoio do Estado e das carências enfrentadas pelos grupos voluntários. Ele mencionou que, no Paranoá, há diversas áreas públicas aptas a receber hortas e que grupos interessados esbarram na burocracia do GDF, que não autoriza o plantio.

“A gente quer trabalhar, mas não tem terra para plantar. Hoje, nosso maior desejo é terra. Que o governo facilite a regularização das áreas urbanas”, cobrou.

A mesma realidade foi compartilhada por Larissa Brenda, do Instituto Filhas da Terra, que relatou a destruição completa de uma horta em Samambaia, mesmo com ordem de serviço prevendo apenas a retirada de cercas. Ela lembrou que algumas iniciativas esperaram até 17 anos para obter autorização para perfurar um poço artesiano e que, durante todo esse período, só conseguiam plantar na temporada de chuvas.

Juarez Martins, da Horta Linda, trouxe uma perspectiva histórica, lembrando que a agricultura urbana já fazia parte da concepção original de Brasília, descrita por Lúcio Costa, que previa áreas amplas entre quadras residenciais justamente para que famílias pudessem manter quintais produtivos. Ele ressaltou que hortas domésticas, escolares e comunitárias prestam serviços ambientais e sociais de grande alcance e que, apesar de existir uma lei distrital desde 2012, a ausência de fomento e apoio continuado impede sua plena implementação.

“Todas as hortas que estão aqui representadas cumprem um serviço ambiental, um serviço social para a cidade. Isso precisa ser valorizado, precisa ter apoio”, afirmou.

A Universidade de Brasília, representada pela professora Flaviane de Carvalho Canavesi, reforçou que a agricultura urbana é também uma política de saúde e de proteção social, especialmente para mulheres periféricas. Ela defendeu a profissionalização do trabalho nas hortas e a remuneração de agentes comunitários que atuam diariamente nesses espaços, destacando que universidades podem apoiar, mas que são as instituições comunitárias que sustentam o trabalho no longo prazo.

“Precisamos pensar como agricultores de assentamentos de reforma agrária chegam com seus produtos na cidade, porque temos áreas imensas de vulnerabilidade”, afirmou.

 

Apoio dos entes públicos

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apresentou um panorama de políticas e ações voltadas à agricultura urbana. O superintendente federal Lukas Nunes destacou que a retomada do ministério permitiu recompor programas e ampliar investimentos no setor, resultando em 17 hortas comunitárias apoiadas no DF por meio de parceria com a UnB e a UFRN.

Ele ressaltou avanços como a emissão do Cadastro do Agricultor Familiar (CAF) Urbano, que viabiliza o acesso ao crédito, e apontou para linhas do Pronaf voltadas a mulheres e à produção agroecológica. Lucas também enfatizou que políticas de crédito e fomento só terão efeito se houver segurança jurídica, alertando para o risco de investir em hortas vulneráveis a despejos, como já ocorreu no DF.

O presidente da Emater-DF, Cleyson Medas Duval, apresentou dados para demonstrar que o órgão está atento às demandas da agricultura urbana na capital. Segundo ele, apenas no último ano, a Emater apoiou 94 hortas escolares, 26 instituições sociais, instalou mais de 130 sistemas de captação de água de chuva e distribuiu mais de 700 kits de insumos a agricultores urbanos e rurais.

Duval destacou que a continuidade desses programas depende de orçamento estável e de segurança jurídica para atuar em áreas públicas ainda não regularizadas, embora tenha reafirmado o compromisso da Emater com o fortalecimento das hortas comunitárias. “A gente quer que todas as propriedades do DF tenham fossas sépticas. Assim, estaremos, de fato, preservando a água e a saúde das famílias”, afirmou.

Já o representante da Secretaria de Agricultura (Seagri), João Ricardo Ramos Soares, reforçou que a pasta reconhece a importância da agricultura urbana e vem buscando melhorar os instrumentos legais que permitam dar segurança e estabilidade às iniciativas. Ele explicou que a Seagri já possui cerca de 30 processos formalizados relacionados às hortas comunitárias, mas reconheceu limitações na aplicação efetiva da legislação vigente, especialmente no que diz respeito à precariedade das autorizações de uso de áreas públicas. Destacou ainda oportunidades de participação das hortas em programas de compras governamentais, como o PAPA/DF, e defendeu maior aproximação entre agricultores, secretaria e parlamento.

Encaminhamentos

Diante desse cenário, a deputada Doutora Jane anunciou a elaboração de um projeto de lei que altera a legislação atual para facilitar o uso de áreas públicas, garantir acesso à água e fortalecer o apoio técnico às hortas comunitárias. O projeto foi construído com base nas demandas apresentadas pelos coletivos e ainda receberá contribuições antes de seguir para análise das comissões.

A parlamentar destacou que a audiência não seria um ponto final, mas o início de um processo para consolidar políticas públicas que respeitem e fortaleçam o trabalho das agricultoras e agricultores urbanos.

 

 

Fonte: Agência CLDF

Quase 8 mil pessoas morreram em rotas migratórias em 2025

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Quase 8 mil pessoas morreram ou desapareceram no ano passado em rotas migratórias perigosas, como o Mediterrâneo e o Chifre da África, mas o número real provavelmente é muito maior, pois cortes no financiamento afetaram o acesso humanitário e o rastreamento de mortes, informou a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

As vias legais para a migração estão diminuindo, empurrando mais pessoas para as mãos de contrabandistas, afirmou a OIM, à medida que a Europa, os Estados Unidos (EUA) e outras regiões intensificam a fiscalização e investem pesadamente em medidas de dissuasão.

“A perda contínua de vidas nas rotas migratórias é uma falha global que não podemos aceitar como normal”, disse a diretora-geral da organização, Amy Pope, em comunicado divulgado nesta quinta-feira.

“Essas mortes não são inevitáveis. Quando as vias seguras estão fora de alcance, as pessoas são forçadas a empreender viagens perigosas e a cair nas mãos de contrabandistas e traficantes. Devemos agir agora para expandir as rotas seguras e regulares e garantir que as pessoas necessitadas possam ser protegidas, independentemente de seu status.”

Embora as mortes ao longo das rotas migratórias tenham caído para 7.667 em 2025, de quase 9.200 em 2024, à medida que menos pessoas tentaram viagens irregulares perigosas — particularmente nas Américas —, o declínio reflete o acesso cada vez menor à informação e a falta de financiamento que têm dificultado os esforços para rastrear as mortes, disse a OIM.

A organização, com sede em Genebra, está entre vários grupos de ajuda humanitária afetados por grandes cortes de financiamento dos EUA, o que a obrigou a reduzir ou encerrar programas de uma forma que, segundo ela, terá impacto grave nos migrantes.

As rotas marítimas continuaram entre as viagens mais letais, com pelo menos 2.108 pessoas mortas ou desaparecidas no Mediterrâneo no ano passado e 1.047 na rota atlântica para as Ilhas Canárias, na Espanha, informou a agência.

Cerca de 3 mil mortes de migrantes foram registradas na Ásia, mais da metade delas de afegãos, e 922 morreram ao cruzar o Chifre da África, do Iêmen aos Estados do Golfo, um aumento acentuado em relação ao ano anterior. Quase todos eram etíopes, muitos dos quais morreram em três naufrágios em massa.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

Dólar cai para R$ 5,12 e atinge menor valor em 21 meses

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Em dia favorável aos países emergentes, o dólar aproximou-se de R$ 5,10 e atingiu o menor valor em 21 meses. A bolsa de valores teve um pequeno recuo, com investidores vendendo ações para embolsarem os lucros um dia após bater recorde.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 5,125, com recuo de R$ 0,031 (-0,6%). A cotação oscilou bastante ao longo do dia, caindo para R$ 5,12 na primeira hora de negociação, subindo para R$ 5,16 por volta das 12h50 e caindo de forma consistente durante a tarde, até encerrar próxima da mínima do dia.

No menor nível desde 21 de maio de 2024, a moeda estadunidense recua 2,33% em fevereiro. Em 2026, a divisa cai 6,63%.

O mercado de ações teve um dia de realização de lucros. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 191.247 pontos, com queda de 0,13%. Embora ações de mineradoras tenham subido, por causa da alta da cotação internacional do minério de ferro, a realização de lucros (venda para embolsar ganhos) em outros papéis empurrou o índice para baixo.

Por mais uma sessão, o fluxo de capitais estrangeiros a países emergentes continuou forte. O movimento ocorre após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar o tarifaço do governo de Donald Trump e após a imposição de uma tarifa unilateral de 10% sobre todas as importações do país, abaixo dos 15% anunciados.

Na terça-feira (24), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) divulgou que a tarifa de 10% atingirá somente 25% das vendas do Brasil aos Estados Unidos. Um total de 46% das exportações para o país ficaram isentas de tarifas com o novo regime tarifário estadunidense.

* com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura

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Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), as quebras de sigilos bancários e fiscais do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O pedido de elaboração de relatórios de inteligência financeira e de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi solicitado pelo deputado Alfredo Gaspar (União/AL)

Silva é citado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) a realizarem, em 18 de dezembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados que lesou milhões de aposentados e pensionistas de todo o Brasil.

Mensagens que a PF extraiu do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal operador do esquema criminoso, citam o repasse de ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz” – que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.

“A quebra dos sigilos bancário e fiscal, bem como o acesso ao Relatório de Inteligência Financeira (RIF) de Fabio Luis Lula da Silva, tornam-se imperativos técnicos para a CPMI do INSS”, afirmou o deputado Alfredo Gaspar ao justificar seu requerimento.

Em nota divulgada ontem (25), a defesa de Silva afirmou que o cliente não tem nenhuma relação com as fraudes contra os beneficiários do INSS, não tendo participado de desvios nem recebido quaisquer valores de fontes criminosas.

“Diante da incessante campanha midiática reproduzindo dados parciais e sigilosos de uma investigação em andamento, entendi ser necessário requerer ao STF acesso à investigação”, revelou o advogado Guilherme Suguimori Santos. 

O advogado informou que Silva se colocou à disposição do Supremo para prestar esclarecimentos, tão logo a defesa tenha acesso aos autos do processo. “O acesso aos autos ainda não foi concedido a Silva, o que impede qualquer outra manifestação atual, uma vez que trabalhamos com fatos e provas, não com o combate contra conjecturas inverificáveis”, argumentou o advogado.

Requerimentos

Durante a 32ª reunião da CPMI, os deputados e senadores que integram o colegiado votaram outros 86 requerimentos, incluindo a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master e novas convocações, como a do ex-executivo e sócio do Banco Master Augusto Ferreira Lima.

“Lima deixou a sociedade no Banco Master em 2024”, disse a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em seu requerimento, no qual lembra que, segundo a PF, o ex-executivo do Master e atual controlador do Banco Pleno é suspeito de ter “atuado na estrutura interna da instituição financeira [Master] e participado de manobras operacionais voltadas a ocultar irregularidades [posteriormente] identificadas pelo Banco Central”.

Também foram aprovadas várias outras convocações, como a do ex-deputado federal André Luis Dantas Ferreira, o André Moura; da empresária Danielle Miranda Fontelles e de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA), entre outros.

Segundo o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), um dos autores do requerimento para convocar Ferreira, o ex-deputado federal vem sendo “apontado como um dos possíveis articuladores do esquema de fraude no INSS, sobretudo no estado do Sergipe”.

Danielle é apontada como “responsável por operar estruturas dos fraudadores no exterior, facilitando a circulação internacional de capitais e a lavagem de dinheiro por meio de uma de suas empresas”, e de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

Gaspar foi um dos alvos da operação que a PF e a CGU deflagraram em 18 de dezembro do ano passado, por supostas “relações do investigado com diversos integrantes do esquema de descontos associativos fraudulentos.

Os 87 requerimentos foram votados em bloco, sem discussão do mérito individual de cada solicitação. Proclamado o resultado, houve um início de tumulto, com empurra-empurra e trocas de socos, motivando a interrupção da reunião.

Depoimentos 

Além de votar os requerimentos, a CPMI do INSS vai ouvir o depoimento do empresário Paulo Camisotti. Filho e sócio do também empresário Maurício Camisotti – que está preso, acusado de envolvimento nas fraudes contra aposentados e pensionistas -, Filho está sendo investigado por suposta participação na fraude bilionária.

Os parlamentares também pretendiam ouvir o deputado estadual Edson Cunha de Araújo (PSB/MA) e o advogado Cecílio Galvão, mas eles não compareceram. De acordo com o presidente da comissão, o deputado Carlos Viana (Podemos/MG), Araújo alegou motivo de saúde e a proibição de deixar a capital maranhense, São Luís, e de se aproximar do deputado federal Duarte Junior (PSB), que integra a CPMI, conforme determinado pelo ministro do STF, André Mendonça.

Galvão alegou estar impedido de prestar depoimento nesta quinta-feira por ter compromissos profissionais – justificativa que motivou o presidente da CPMI a determinar que a secretaria do Senado adote as providências necessárias para, tão logo possível, realizar a condução coercitiva de Galvão.

Fonte: Agência Brasil

Vale do Paraíba e litoral paulista estão em alerta de perigo hoje

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo informou, nesta quinta-feira (26), que as regiões do Vale do Paraíba e do Litoral Paulista estão em alerta vermelho de perigo em decorrência das chuvas. O órgão prevê que o dia será marcado por grande volume de água.

A passagem de uma frente fria nas regiões em alerta tem causado grandes crises de segurança na última semana, especialmente no município de Peruíbe. A cidade teve um acúmulo de chuva de 234 milímetros (mm) em três dias, o que fez 384 desabrigados e outras 100 desalojadas.

Também houve complicações em São Manuel, onde 200 pessoas ficaram desalojadas, e em Ubatuba, em que as chuvas atingiram 408 residências e causou a morte de duas pessoas em um naufrágio no último sábado (21)

Devido à situação crítica no Vale do Paraíba e no litoral norte do estado, representantes da Defesa Civil vão estabelecer medidas a serem tomadas no dia de hoje. A pauta inclui a apresentação do panorama meteorológico atualizado, avaliação de eventuais situações de anormalidade, planejamento da logística humanitária e definição de encaminhamentos operacionais.

O Gabinete de Crise seguirá mobilizado com monitoramento 24 horas e pronta resposta às ocorrências registradas.

Ajuda humanitária

Em Peruíbe, o Governo de São Paulo tem enviado ajuda humanitária para a cidade. Na última terça (24), a Defesa Civil enviou colchões, kits de higiene pessoal, travesseiros e cobertores.

*Estagiário da  Agência Brasil sob  supervisão de Odair Braz Junior

Fonte: Agência Brasil

Caso Marielle e Anderson: STF condena irmãos Brazão a 76 anos

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu há pouco as penas dos condenados pela participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro.  

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram condenados a 76 anos e três meses pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao atentado. 

Eles estão presos preventivamente há dois anos e podem recorrer da condenação. 

Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu pena de 18 anos de prisão pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção. Apesar de ter sido denunciado pelos homicídios de Marielle e Anderson, Barbosa foi absolvido dessa acusação.

Ronald Alves de Paula, major da Policia Militar, recebeu pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto, ex-policial militar, foi condenado a 9 anos. 

Perda dos cargos

Pela decisão, os acusados também devem perder os cargos públicos após o trânsito em julgado da condenação, ou seja, após o fim da possibilidade de recursos. 

Indenização 

Todos dos condenados também deverão pagar indenização de R$ 7 milhões por danos morais, sendo R$ 1 milhão para Fernanda Chaves, R$ 3 milhões aos familiares de Marielle e mais R$ 3 milhões para a família de Anderson Gomes.

Confira as informações sobre o julgamento do caso no Repórter Brasil, da TV Brasil

Matéria atualizada às 14h45

Fonte: Agência Brasil

Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica

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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. Segundo os dados, e, 2025, foram registrados 46,018 milhões de estudantes, distribuídos em 178,76 mil escolas públicas e privadas, considerando todas as etapas da educação básica. Houve uma redução de 2,29% nas matrículas, em comparação a 2024, quando foram registradas 47.088.922 estudantes. A queda corresponde a 1, 082 milhão de alunos a menos.

 De acordo com o coordenador de Estatísticas Educacionais da Diretoria de Estatísticas do Inep (DEED), Fábio Pereira Bravin, a queda não representa um problema. Segundo o órgão, o dado relevante é que o atendimento educacional da população está aumentando. A explicação para a queda das matrículas, de acordo com Bravin, é a redução da população em idade escolar, especialmente entre 0 a 4 anos e a 15 a 17 anos. 

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentados pelo Inep, a projeção para a população de 0 a 3 anos recuou 8,4% entre 2022 e 2025. Em relação à frequência escolar, na faixa etária até 3 anos de idade, a taxa de atendimento subiu 4,3 pontos percentuais entre 2019 e 2024, atingindo 39,8%. A matrícula na creche, que compreende crianças até 3 anos, não é obrigatória. Já  na faixa etária de 4 a 17 anos, quando a frequência à escola é obrigatória, a frequência chega a 97,2%, apontam os dados do IBGE de 2024.

Redução da distorção idade-série

Outra explicação para a queda no número de matrículas, de acordo com a MEC, é a redução das taxas de repetência e a melhoria dos indicadores de distorção idade-série. Este parâmetro avalia a quantidade de alunos que frequentam a série adequada à sua idade e não estão “atrasados” nos estudos. 

 “Os alunos estão repetindo menos. Antes, a retenção inchava o sistema. Passando ano a ano, à medida que eu reduzo a distorção idade-série e dou oportunidades aos alunos que estão atrasados para eles concluam, eu reduzo o número de matrículas.”, apontou o ministro da Educação, Camilo Santana. 

Os dois fenômenos, segundo ele, indicam maior eficiência do sistema educacional do país. Para o ministro, o Censo Escolar mostrou que a educação brasileira conquistou avanços significativos em 2025.

Segundo Camilo, a distorção idade-série no ensino médio, por exemplo, teve uma redução de 61% de 2022 a 2025. “Nós saímos de 27,2% para 13,99% só no 3° ano do ensino médio”, destacou.

“O Brasil praticamente universalizou o acesso à escola. Precisamos garantir a qualidade, a equidade”, disse o ministro do MEC.

Educação infantil

Segundo o Censo, em 2025, a educação infantil alcançou o maior patamar de crianças de 0 a 3 anos com acesso à creche (41,8%), aproximando-se da meta de 50% estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE).

De acordo com o MEC, apenas em 2025, foram criadas 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas, com apoio do governo federal.  O MEC informOU que o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) prevê investir R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas creches.

Conectividade nas escolas

O Censo também apontou aumento da conectividade nas escolas da educação básica. O percentual de escolas com acesso à internet na educação básica passou de 82,8%, em 2021, para 94,5%, em 2025. 

O ministro Camilo Santana destaca que o maior desafio para garantir a conectividade está concentrado na região Norte. Segundo o ministério, foram investidos R$ 3 bilhões, de 2023 a 2025, em escolas estaduais e municipais, alcançando um avanço de 45% para 70% das escolas com conectividade adequada para fins pedagógicos.

Sobre o Censo Escolar 

O levantamento, realizado anualmente pelo Inep, abrange dados sobre todas as escolas da educação básica, professores, gestores e turmas, além das características dos estudantes. As informações incluem todas as etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

Participam escolas públicas e privadas de todas as etapas da educação básica de todas as redes de ensino no país.

*texto ampliado às 13h01


Fonte: Agência Brasil

Prêmio de R$ 50 mil do Nota Goiana sai para moradora de Goiânia

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Sorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Fotos Denis Marlon / Economia
Sorteio de fevereiro do Nota Fiscal Goiana foi realizado no Complexo Fazendário, sede da Secretaria da Economia, em Goiânia (Fotos Denis Marlon/Economia)

Uma moradora de Goiânia ganhou o prêmio principal no sorteio de fevereiro do programa Nota Fiscal Goiana, realizado nesta quinta-feira (26/02), na Secretaria da Economia. Silvana V. Veiga está inscrita desde 2015 e levou R$ 50 mil (valor bruto).

Outros R$ 150 mil foram distribuídos entre consumidores de 42 municípios. A lista completa dos 158 vencedores está disponível em https://goias.gov.br/nfgoiana/sorteio-no-112/.

Além do prêmio principal de R$ 50 mil, o Governo de Goiás distribuiu três de R$ 10 mil, que saíram para Natália T. Guimarães (Goianésia), Nara Maria Soares B. de Oliveira e Edimar G. Duarte, ambos de Goiânia. Há também quatro premiações de R$ 5 mil, 50 de R$ 1 mil e 100 de R$ 500. Os valores são brutos, ainda sem a incidência de Imposto de Renda.

A capital teve 83 ganhadores, e também estão entre os municípios mais contemplados em fevereiro Aparecida de Goiânia (8), Anápolis (5), Rio Verde (4), Valparaíso de Goiás (4), Jataí (4), Goianésia (3), Planaltina (3), Senador Canedo (3), Águas Lindas de Goiás (3), Luziânia (2), Mineiros (2), Caiapônia (2), Itumbiara (2), Aruanã (2) e Inhumas (2).

Como requerer o prêmio

Sorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Denis MarlonSorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Denis Marlon
Contemplados têm até 90 dias para requerer o prêmio (Foto: Denis Marlon/Economia)

Os vencedores devem acessar www.goias.gov.br/nfgoiana, fazer login e inserir os dados bancários na área Premiação.

“O pedido de resgate do dinheiro é feito exclusivamente no site oficial do Nota Goiana”, destaca o coordenador do programa, Leonardo Vieira de Paula.

Os contemplados têm até 90 dias após a publicação do resultado do sorteio no Diário Oficial para requerer o prêmio.

Na edição nº 112, concorreram quase 460 mil consumidores inscritos no programa que pediram CPF na nota em janeiro e que tinham documentos fiscais não pontuados nos sorteios anteriores.

Para participar dos próximos sorteios, que distribuem R$ 200 mil em prêmios todos os meses, o cidadão que ainda não é inscrito deve fazer o cadastro gratuito uma única vez no site do programa e pedir nota fiscal com CPF nas compras realizadas no comércio varejista, em Goiás.

Os inscritos também podem receber até 10% de desconto no IPVA. Confira a lista completa dos ganhadores do sorteio nº 112 (fevereiro).

Fonte: Portal Goiás

Rádio Nacional transmite decisão da Recopa entre Flamengo e Lanús

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A Rádio Nacional transmite, nesta quinta-feira (26), a partida entre Flamengo e Lanús (ARG) pelo jogo de volta da Conmebol Recopa, valendo a taça. A bola rola às 21h30 e a emissora entra com o pré-jogo 15 minutos antes, às 21h15. O palco da disputa será o Maracanã, no Rio de Janeiro.

A transmissão da Rádio Nacional contará com equipe especializada para levar aos amantes de futebol todas as emoções do confronto. A narração será de André Luiz Mendes. Os comentários ficarão por conta de Rodrigo Ricardo e Bruno Mendes comandará a reportagem e o plantão da rodada.

A partida entra no ar para parte da rede em AM e ondas curtas (OC), além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões, Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e parceiros. A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.

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No jogo de ida que foi disputado em solo argentino na quinta-feira (19), o Lanús venceu o Flamengo por 1 a 0. Diante desse cenário, a equipe carioca precisará vencer por dois gols de diferença para levantar o troféu no tempo normal. Empate dá o título ao Lanús. Caso o Flamengo vença por um gol de diferença, haverá prorrogação e, em caso de novo empate, o campeão será definido nos pênaltis.

Conmebol Recopa

A Recopa é uma competição de futebol organizada anualmente pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) que define o “campeão dos campeões” do continente. A competição coloca frente a frente, em jogos de ida e volta, os vencedores dos dois principais torneios da América do Sul da temporada anterior: o campeão da Copa Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana.

A Recopa é uma decisão direta de título, servindo como uma consagração final para os clubes que dominaram o cenário sul-americano no ano anterior. O título é decido pelo placar agregado dos jogos de ida e volta.

Cobertura

Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há nove décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.

Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional.

A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia. Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, às 12h30, e de terça a sexta, às 18h30.

Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece uma ampla cobertura dos principais resultados do dia.

Fonte: Agência Brasil