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TSE tem maioria para cassar mandato do governador de Roraima

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou nesta terça-feira (28) maioria de votos para cassar o mandato do governador de Roraima, Edilson Damião (União), e determinar a realização de novas eleições no estado.

Na mesma sessão, o tribunal também formou maioria para tornar o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) inelegível pelo prazo de oito anos.

Apesar do entendimento, o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quinta-feira (30), quando o resultado deve ser proclamado. 

Até o momento, o TSE entendeu que a chapa que elegeu os políticos cometeu abuso de poder durante a campanha eleitoral de 2022.

O tribunal negou um recurso protocolado pela defesa de Denarium. Em 2023, o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) cassou os mandatos de Denarium e Damião por entender que houve ilegalidade na distribuição de cestas básicas e benefícios para reforma de casas durante o ano eleitoral.

No início deste mês, Denarium, que foi eleito governador, deixou o cargo para cumprir o prazo de desincompatibilização e se candidatar ao Senado.

Com a saída, Damião, que era vice-governador, assumiu o comando o governo estadual.

Defesa

Durante a tramitação do processo, a defesa do ex-governador Denarium pediu a anulação da decisão que cassou o mandato e disse que não houve irregularidades na distribuição dos benefícios. Segundo os advogados, não houve a criação de novos programas sociais, mas a reunião dos já existentes. 

Fonte: Agência Brasil

Governo abre consulta pública para construir legado da Copa de 2027

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O Brasil sedia em 2027 a primeira edição de uma Copa do Mundo de futebol feminino disputada na América do Sul. E o Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, iniciou uma consulta pública para ouvir a população brasileira sobre as mudanças que devem ser priorizadas a partir da realização do megaevento esportivo.

Segundo comunicado à imprensa emitido pelo Ministério do Esporte, “mais do que promover uma competição histórica dentro de campo, o Governo Federal quer garantir que o torneio deixe impactos positivos e duradouros para toda a sociedade”.

Na consulta pública sobre os legados da competição, a proposta é avaliar as transformações que permanecem após o final do evento, como avanços sociais, esportivos e econômicos que vão além dos jogos e que contribuem para o desenvolvimento do país.

“Entre os possíveis legados estão o aumento do investimento e da visibilidade no futebol feminino, a criação e o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres, a ampliação da participação de meninas e mulheres no esporte, além da formação de treinadoras e gestoras. Também estão em pauta o fortalecimento do futebol como um ambiente seguro, o combate à violência e ao assédio, e o desenvolvimento econômico e turístico das cidades-sede”, diz o comunicado.

Para participar da consulta pública os interessados devem acessar a plataforma Brasil Participativo e responder à pergunta: “Qual legado você quer para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027?”. As respostas servirão de orientação para a construção do Plano Nacional do Legado Social e Esportivo da Copa do Mundo 2027.

A Copa Feminina de 2027 será disputada entre 24 de junho e 25 de julho. Oito estádios receberão jogos da competição: Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Fonte Nova (Salvador), Arena Itaquera (São Paulo), Mineirão (Belo Horizonte), Estádio Nacional (Brasília), Arena Castelão (Fortaleza), Estádio Beira-Rio (Porto Alegre), Arena Pernambuco (Recife).

Histórico

O Mundial sediado pelo Brasil será a décima edição do torneio. Antes de chegar à Austrália e à Nova Zelândia, em 2023, a competição já havia sido sediada por China, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França.

Fonte: Agência Brasil

Brasileiro feminino: Grêmio derrota Bahia no fechamento da 8ª rodada

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Na partida que fechou a 8ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino, o Grêmio derrotou o Bahia por 2 a 0, na noite desta terça-feira (28) na Arena Cajueiro, em Feira de Santana.

Os três pontos conquistados fora de casa deixaram as Gurias Gremistas com dez pontos, na 12ª colocação. Já as Mulheres de Aço permanecem com 15 pontos, na 4ª posição da classificação.

E o confronto teve uma protagonista, a volante Camila Pini, que marcou duas vezes em cobrança de falta, a primeira aos 11 da etapa inicial e a segunda aos 51 do segundo tempo.



Fonte: Agência Brasil

Morte de brasileiros expõe rotina de ataques no Líbano, diz jornalista

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A brasileira Manal Jaafar e seu marido, o libanês Ghassan Nader, que morreram em ataque israelense ao sul do Líbano no último domingo (26), estavam no país em busca de uma vida melhor e mais estável para a família, depois de passar 12 anos no Brasil. 

O casal tinha dois filhos brasileiros. Um deles, de 11 anos, também morreu no bombardeio. O outro filho do casal estava no local, mas sobreviveu e foi hospitalizado.

“A gente recebeu a notícia com muito sofrimento e muita tristeza. É essa notícia que a comunidade [libanesa] recebe todos os dias sobre familiares, parentes e amigos. O Líbano já perdeu mais de 2,5 mil vítimas. A grande maioria são civis, não tem nada a ver com essa guerra, não tem culpa nenhuma”, disse o jornalista libanês Ali Farhat, que era amigo de Ghassan Nader.


28/04/2026 - FAMÍLIA BRASILEIRA MORTA NO LÍBANO - A brasileira Manal Jaafar, de 47 anos, mãe do menino Ali Ghassan Nader, de 11 anos, e o pai da família, o libanês Ghassan Nader, de 57 anos. Foto: Manal Jaafar/Arquivo Pessoal
28/04/2026 - FAMÍLIA BRASILEIRA MORTA NO LÍBANO - A brasileira Manal Jaafar, de 47 anos, mãe do menino Ali Ghassan Nader, de 11 anos, e o pai da família, o libanês Ghassan Nader, de 57 anos. Foto: Manal Jaafar/Arquivo Pessoal

Ele afirmou que a notícia foi recebida pela comunidade libanesa com muita decepção e que o caso revela o sofrimento de tantos outros parentes e amigos que moram nas áreas de guerra. A família da brasileira Manal chegou a deixar a residência por conta dos ataques, mas havia retornado por conta do cessar-fogo que estava vigente.

Farhat classificou como massacre os ataques israelenses ao povo libanês. “Israel está bombardeando a geografia do Líbano, a memória do Líbano, mesquitas, cemitérios, casas civis. Não tem nenhum ponto protegido no sul do Líbano, tampouco na capital Beirute. Israel está tentando praticar o genocídio parecido com o que praticou na Faixa de Gaza”, ressaltou o jornalista à Agência Brasil.

Farhat contou que a família de Ghassan e Manal fez parte da comunidade libanesa em Foz do Iguaçu (PR), onde eram bastante queridos. Na última conversa entre eles, antes de deixar o Brasil, Ghassan falou que a família queria se estabelecer no Líbano.

“O plano dele era fazer uma vida estável no Líbano, com a renda que ele tinha conseguido [trabalhando no comércio aqui no Brasil]. Ele queria cuidar mais da vida dele e da família dele, queria fazer algo bem leve para conseguir dar mais tempo para os estudos e para a vida social”, contou Farhat, que vive no país há 25 anos e integra a comunidade libanesa em Foz do Iguaçu.

O jornalista relatou que Ghassan gostava de pesquisar, fazer artigos e que não tinha envolvimento em questões de governo nem militares. “Eles moravam aqui de 1998 a 2010, mais ou menos. Eu conheci eles aqui, ele tinha feito um livro sobre a crise da economia global, eu tinha entrevistado ele, e a gente teve uma relação de amizade”, disse.

“Ele era um empresário aqui e era um ativista na comunidade libanesa, ativista humanitário, participava dos eventos sociais. Ele era uma pessoa intelectual, uma pessoa culta, sabia muito da área cultural e da área econômica. Ele era bem conhecido aqui na comunidade e todo mundo gostava dele”, mencionou.

Ataques israelenses contra o Líbano

O Líbano tem sofrido ataques israelenses, no contexto da ofensiva promovida por Estados Unidos e Israel contra países da região. Foi um desses ataques israelenses que matou a família em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano. A informação foi confirmada na noite de segunda-feira (27) pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

“O bombardeio israelense não diferencia entre militares e civis. E, sem aviso nenhum, eles estão atacando cidades, casas. Os números do Ministério da Saúde do Líbano indicam que a grande maioria são civis. O caso de Ghassan e sua família é de pessoas civis que estavam em casa quando ela foi bombardeada, como muitas famílias”, disse Farhat, que mora há 25 anos no Brasil e tem parentes vivendo no Líbano.

Melina Manasseh, que também pertence à comunidade libanesa no Brasil e integra a Federação Árabe da Palestina no Brasil, avalia que a atual ocupação israelense no Líbano se dá nos moldes do que acontece na Palestina. “Fiquei muito triste em saber que essa família com brasileiros foi ceifada, assim como tantas outras, dada a política bélica expansionista de Israel.”

“Não é a primeira vez que um brasileiro é morto pelas forças da ocupação. Israel nunca cumpriu uma única resolução da ONU quanto à Palestina e ocupou de forma militar o sul do Líbano por 18 anos. A ocupação militar não é a mesma que hoje se preconiza. Essa ocupação de hoje é a mesma que se dá na Palestina, ocupação de assentamento”, disse. 

Manasseh, que tem familiares vivendo no norte do Líbano e em Beirute, diz que a notícia da morte dos dois brasileiros não levou, no entanto, à grande mobilização por aqui. 

“Os libaneses são, assim como os palestinos, orgulhosos e otimistas. Sempre acham que em breve irá passar. Infelizmente, a diáspora libanesa, que conta com 9 milhões de descendentes no Brasil, não se organiza o suficiente”.

Fonte: Agência Brasil

Cade investiga possível alinhamento de preços entre Latam e Gol

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai apurar possíveis condutas anticoncorrenciais no mercado brasileiro de transporte aéreo doméstico de passageiros, envolvendo as empresas aéreas Gol e Latam. O processo administrativo examina indícios de um possível alinhamento de preços em rotas de elevada relevância comercial.  

As duas empresas serão notificadas para apresentar suas defesa. A decisão final caberá ao Tribunal do Cade. 

Segundo o Cade, a abertura do processo não representa julgamento definitivo e tem por finalidade aprofundar a apuração, assegurar o contraditório e permitir o exame completo do conjunto de evidências. 

A investigação do Cade foi iniciada em 2023 e analisou o uso de ferramentas de precificação e de bases de dados de mercado. As apurações indicam a existência de padrão persistente de interdependência entre os movimentos de preços das empresas. 

“A análise buscou verificar se esse comportamento era compatível com dinâmica concorrencial independente ou refletia mecanismos de colusão tácita facilitada pelo uso de algoritmos e compartilhamento de dados”, diz o Cade.

Também foram analisados os contratos firmados por Latam e Gol com empresas fornecedoras de serviços de inteligência tarifária, distribuição de conteúdo e soluções de precificação dinâmica. 

O Cade identificou que “essas ferramentas trazem riscos de troca de informações comercialmente sensíveis, reduzindo a incerteza concorrencial e ampliando a capacidade coordenação”. 

“Em mercados concentrados e com alta transparência informacional, o uso convergente de ferramentas algorítmicas e de infraestruturas comuns de dados pode aumentar riscos concorrenciais”, diz o Conselho. 

Outro lado

A Gol informou que apresentou todas as informações solicitadas pelo Cade e que continua à disposição do órgão. 

“A Companhia reitera que sempre defendeu a livre concorrência e a liberdade tarifária entre todos os competidores. A GOL nega e repudia qualquer prática que fira tais princípios”, diz a empresa.

A Latam disse que sempre atua em conformidade com as melhores práticas de compliance, transparência e integridade.

“A Latam repudia categoricamente qualquer hipótese de postura contrária à livre concorrência, valor inegociável para a companhia”, informou. 

Fonte: Agência Brasil

Fercomércio-RJ: redistribuição de royalties seria uma ameaça ao estado

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O presidente da Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ), Antonio Florencio de Queiroz Junior, afirmou nesta terça-feira (28) que a possível redistribuição dos royalties do petróleo representa uma grave ameaça à economia fluminense e pode gerar consequências irreversíveis para o estado.

Em audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Antonio Queiroz disse que a mudança nas regras pode provocar uma retração de quase R$ 20 bilhões no PIB do Rio e eliminar até 311 mil postos de trabalho no comércio.

“Esta lei, além de ser inconstitucional, também não resolverá a crise estrutural das finanças municipais e estaduais pelo país afora, mas certamente, vai provocar uma tragédia econômica para o Rio de Janeiro”.

Antonio Queiroz reforçou que a perda de arrecadação teria efeito imediato sobre o consumo, com reflexos diretos no comércio, nos serviços e na geração de empregos. “Não há estado que resista a uma perda dessa magnitude”, afirmou.

O presidente da Fecomércio RJ avaliou que o aumento do desemprego tende a ampliar a pressão sobre os serviços públicos, ao mesmo tempo em que reduz a arrecadação das prefeituras, agravando ainda mais o cenário fiscal em todo o estado.

De acordo com Antonio Queiroz, o Rio de Janeiro sempre respeitou o pacto federativo, inclusive em momentos em que foi prejudicado por decisões semelhantes. Para ele, a atual proposta compromete não apenas as contas públicas, mas toda a dinâmica econômica do estado.

Outro ponto destacado pelo presidente da Fecomércio RJ é a natureza dos royalties, que, segundo ele, não podem ser tratados como receita comum de arrecadação, mas como reparação pelos impactos da exploração petrolífera.

Royalties não são receita, são compensação. Dizer o contrário é uma desonestidade intelectual”.

Debate

A audiência na Alerj discutiu o direito do estado de continuar recebendo os royalties do petróleo diante do julgamento, marcado para o próximo dia 6 de maio, no Supremo Tribunal Federal (STF), da Lei 12.734/12. A norma altera as regras de redistribuição desses recursos entre os estados.

Convocada pela Comissão de Orçamento da Alerj, o encontro reuniu representantes do governo estadual, parlamentares e prefeitos de municípios afetados pela possível mudança.

Segundo o procurador-geral do estado, Renan Miguel Saad, caso a nova regra seja confirmada, o estado poderá perder cerca de R$ 8 bilhões, enquanto os municípios fluminenses terão impacto estimado em R$ 13 bilhões. O procurador classificou a legislação como inconstitucional e afirmou que a aplicação traria desequilíbrios severos para a administração pública estadual e municipal.

Durante a audiência pública, o presidente da Comissão de Orçamento da Alerj, deputado André Corrêa (PSD), apresentou um manifesto que será encaminhado ao STF. O documento, assinado por entidades do setor produtivo, prefeitos e parlamentares, sustenta que a alteração das regras pode gerar efeitos gravíssimos e irreversíveis, com amplas repercussões econômicas e sociais. O texto reforça que o Rio de Janeiro não pleiteia privilégios, mas justiça federativa.

Fonte: Agência Brasil

PF prende suspeito de distribuir imagens de abuso sexual infantil

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Agentes da Polícia Federal prenderam nesta terça-feira (28), em Conceição da Barra, no Espírito Santo, um homem suspeito de aliciar crianças para adquirir, armazenar e compartilhar imagens de abuso sexual infantojuvenil.

O suspeito foi detido pela Operação Anjo Mal, em que agentes da Delegacia de Polícia Federal em São Matheus cumpriram um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão em endereço ligado ao investigado.

Segundo a PF, este mesmo homem já era investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro pela prática de estupro de vulnerável.

Nas buscas, foram apreendidos dois celulares e um pendrive, que serão submetidos à perícia técnica criminal. No endereço, ainda havia roupas infantis, que, de acordo com a PF, ajudam a corroborar as suspeitas de abuso.

O preso foi encaminhado à Delegacia da PF em São Matheus, onde foi autuado em flagrante e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional capixaba.

Fonte: Agência Brasil

Tenente-coronel acusado de matar esposa será julgado na justiça comum

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O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado da morte de sua esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, será julgado na justiça comum. A decisão é do ministro Reinaldo Soares, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). 

Soares havia solicitado esclarecimento, no último dia 17, ao Juízo de Direito da 5ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de São Paulo, à qual foi oferecida denúncia pelo Ministério Público Estadual.

O tenente-coronel será julgado por feminicídio. 

“Ao definir a competência, o relator aplicou o entendimento recente da Terceira Seção do STJ segundo o qual crimes dolosos contra a vida praticados por militares só se submetem à Justiça Militar quando houver vínculo direto com a atividade castrense e com a tutela da hierarquia e da disciplina. Ausente esse nexo funcional, prevalece a competência do Tribunal do Júri”, informou o STJ. 

Nesta terça-feira (28), o advogado que representa a família de Gisele, José Miguel da Silva Junior, disse que a família sempre defendeu que a morte não se trata de um crime da esfera militar. A decisão de Soares será publicada na próxima quinta-feira (30). 

Fonte: Agência Brasil

Tênis de mesa: Brasil sai na frente no Mundial por equipes em Londres

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O tênis de mesa brasileiro estreou com vitória nas disputas feminina e masculina da fase de grupos do Campeonato Mundial de tênis de mesa por equipes, em Londres (Inglaterra). Nesta terça-feira (28), a seleção feminina liderada por Bruna Takahashi superou o Cazaquistão por 3 jogos a 1, no primeiro jogo do Grupo 5, que tem ainda República Tcheca, Cazaquistão e Mongólia. As demais integrantes da equipe Amarelinha são Giulia Takahashi (irmã mais nova e Bruna), Laura Watanabe e Victoria Strassbourger. 

O Mundial também começou bem para o escrete masculino, comandado pelo carioca Hugo Calderano, número 5 do mundo, com triunfo por 3 partidas a 1 sobre Porto Rico, pelo Grupo 4 (Hungria, Porto Rico e Uzbequistão completam a chave). O time Amarelinho conta também com Leonardo Iizuka, Guilherme Teodoro e Felipe Doti Arado.

O Brasil volta à quadra mesta quarta (29). A partir das 13h (horário de Brasília), a seleção feminina encara a República Tcheca. Na sequência, às 15h30, o quarteto Amarelinho enfrenta a Hungria. Os jogos têm transmissão ao vivo online na conta da Federação Internacional (World Table Tennis) no YouTube.

A competição reúne ao todo 64 equipes em cada gênero (masculino e feminino), divididas em 16 chaves. Na primeira fase, todos os times jogam entre si dentro do grupo. A classificação à fase seguinte (mata-mata) seguirá critérios distintos até completar 32 seleções. Os grupos 1 e 2, que abarcam as oito equipe mais bem ranqueadas, já têm classificação assegurada no mata-mata.

A partir da chave 3 até a 16, somente os primeiros colocados seguirão para a fase eliminatória. O regulamento também prevê a classificação dos seis melhores segundos colocados. Já os demais oito segundos lugares disputarão uma etapa preliminar, da qual apenas quatro avançarão ao mata-mata.

Ao todo, 32 seleções disputarão a fase eliminatória, quando terão início as partidas individuais. O Brasil busca um título inédito no Mundial por equipes.

Resultados desta terça (28)

Chave feminina (Brasil x Cazaquistão)

Bruna Takahashi venceu Sarvinoz Mirkadirova por 3 sets a 0 (11/0, 13/11, 11/7);

Giulia Takahashi foi superada por Zauresh Akasheva por 3 a 2 (11/8, 7/11, 11/6, 5/11, 9/11);

Laura Watanabe derrotou Zhanelke Koshkumbayeva por 3 a 2 (11/4, 7/11, 11/9, 7/11, 11/9)

Bruna Takahashi voltou ganhou de Akasheva por 3 a 0 (11/6, 12/10, 11/6).

Chave masculina (Brasil x Porto Rico)

Hugo Calderano venceu Seven Moreno por 3 sets a 0 (11/4, 11/6, 11/5);

Leonardo Iizuka perdeu para Angel Naranjo por 3 a 1 (11/7, 8/11, 9/11, 9/11);

Guilherme Teodoro ganhou de Enrique Rios por 3 a 0 (13/11, 11/9, 11/7);

Hugo Calderano bateu  Naranjo por 3 a 0 (11/7, 11/3, 11/3).

Programação

Quarta-feira (29)
13h – Brasil x República Tcheca (feminino)
15h30 – Brasil x Hungria (masculino)

Quinta (30)
13h – Brasil x Mongólia (feminino)
15h30 – Brasil x Uzbequistão (masculino)



Fonte: Agência Brasil

Após visita à Colômbia, distrital reforça papel do transporte como vetor de mudanças

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O deputado Max Maciel (Psol) subiu à tribuna da Câmara Legislativa, na tarde desta terça-feira (28), para relatar visita que fez à Medellín, segunda maior cidade da Colômbia, onde conheceu projetos na área de mobilidade e distritos criativos. “Estas são duas pautas importantes e a viagem reafirmou o transporte como orientador de mudanças”, comentou, lembrando as transformações naquela localidade, antes, lembrada pela violência e, agora, conhecida como “centro de inovação”.

Presidente da Comissão de Transporte e Mobilidade da CLDF, o distrital reforçou o papel do transporte público na qualidade de vida da população, observando que Brasília registra o maior deslocamento semiurbano do país. “São cerca de 200 mil trabalhadores e 44 mil estudantes que se deslocam diariamente do Entorno”, acrescentou, citando dados do Instituto de Pesquisas do DF. Destes, segundo ele, 140 mil pessoas chegam de ônibus. Analisando os dados, Maciel insistiu: “O que desafoga o trânsito é investir em transporte coletivo”.

Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

Fonte: Agência CLDF