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Basquete: Minas e Flamengo jogam de olho nas quartas da Champions

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Os dois melhores times da temporada 2024/2025 do Novo Basquete Brasil (NBB) estreiam, neste domingo (12), na segunda janela da primeira fase da Champions League das Américas, equivalente a Libertadores da modalidade entre os homens.

O Minas Tênis Clube, atual líder do NBB, visita o Biguá no Ginásio 8 de Junio, em Paysandú, no Uruguai, às 20h10 (horário de Brasília). Mais tarde, às 22h40, o Flamengo, segundo colocado na competição nacional, joga na Arena Roberto Durán, na Cidade do Panamá, contra o anfitrião Toros de Chiriquí.

Os brasileiros estão com 100% de aproveitamento no torneio após as respectivas primeiras janelas, disputadas em dezembro. O Minas lidera o Grupo B, com quatro pontos, graças às vitórias sobre Biguá e Quimsa, da Argentina, alcançadas na casa deste último, Santiago del Estero. O Flamengo, por sua vez, encabeça o Grupo C, também com quatro pontos, depois dos triunfos em cima do Toros e do argentino Boca Juniors, ambos no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, do Rio de Janeiro.

Minas e Flamengo ainda voltam à quadra na segunda-feira (13). Às 20h10, os minastenistas encaram o Quimsa, enquanto o Rubro-Negro pega o Boca Juniors às 22h40. Se mantiverem o desempenho perfeito na competição, os brasileiros chegam à terceira e última janela da primeira fase com a vaga nas quartas de final assegurada. Os dois primeiros colocados dos quatro grupos (de três times cada) avançam à etapa final.

Quem já está classificado é o Sesi Franca. Na noite de sábado (11), o atual campeão das Américas e mundial venceu o Leones de Quilpué, do Chile, por 83 a 71 O duelo ocorreu no Centro de Deportes Colectivos, em Santiago, capital chilena, sede da segunda janela do Grupo D. Na sexta-feira (10), os brasileiros já tinham superado o Instituto de Córdoba, da Argentina, por 91 a 83, no mesmo local.

O ala/pivô Lucas Dias foi o cestinha da partida, com 20 pontos. Outro destaque foi o armador Georginho, com seis assistências e oito rebotes, além de 10 pontos anotados. Apesar do aproveitamento inferior a 45% no total de arremessos, a equipe brasileira liderou o placar desde a primeira cesta e foi superior em três dos quatro períodos, chegando a abrir uma diferença de 16 pontos no último quarto.

Com quatro vitórias em quatro jogos, a equipe paulista lidera a chave com oito pontos, dois à frente do Instituto e quatro do Leones. A terceira janela do grupo será disputada no Ginásio Pedrocão, em Franca (SP).

Fonte: Agência Brasil

Morre advogado Marcello Lavenère, que pediu impeachment de Collor

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O advogado alagoano Marcello Lavenère Machado, de 86 anos, morreu, neste domingo (12), em Brasília (DF). Ele se tornou nacionalmente conhecido por ter, como presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), assinado o pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.

Confira os documentos do pedido de impeachment.

Em notas de pesar, seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil destacaram o papel de Lavenère na defesa da democracia, da justiça social e dos direitos humanos. O jurista era natural de Maceió e se tornou membro vitalício do Conselho Federal da OAB.

Contra a ditadura

O advogado foi presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, entre 2003 e 2007, onde se dedicou à análise das reparações às vítimas da ditadura militar, em atuação pelos direitos dos perseguidos políticos.

Em nota publicada no X, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o legado do jurista que foi “sempre atuante na defesa da democracia e da justiça social”, além de ter se dedicado “à luta pela reparação às vítimas da ditadura”.  

Lula transmitiu sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos, colegas e admiradores do advogado, que também foi membro da Comissão de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

No âmbito acadêmico, Lavenère foi professor na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), na Universidade de Brasília (UnB) e na Escola Superior do Ministério Público. 

Ele deixa esposa, 6 filhos, 15 netos e 7 bisnetos. O velório e cremação serão realizados na segunda-feira (13), em Brasília.


Fonte: Agência Brasil

Incêndio no centro do Rio atinge lojas do camelódromo da Uruguaiana

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Mais de 60 bombeiros de 10 quartéis diferentes foram mobilizados na manhã deste domingo (12) para combater um incêndio no camelódromo da Uruguaiana, polo de comércio popular no centro do Rio de Janeiro.

Pelas redes sociais, moradores compartilham imagens das chamas e da fumaça, que podem ser vistas de diversos pontos da cidade.

“Não há vítimas na ocorrência”, informou em nota o Corpo de Bombeiros. De acordo com o texto, o fogo atinge parte dos boxes do camelódromo. As lojas afetadas se situam no cruzamento da Rua dos Andradas com a Rua Senhor dos Passos, próximo à entrada da estação do metrô.

Ainda não há informações sobre as causas do incêndio. As lojas do camelódromo da Uruguaiana vendem uma grande variedade de produtos, tais como celulares e outros equipamentos eletrônicos, itens de papelaria e de festa, roupas, calçados e alimentos.

Pelas redes sociais, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro informou que a Guarda Municipal, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) e a concessionária dos serviços de energia Light também estão no local. “Rua Uruguaiana interditada e o trânsito sendo desviado pela Rua Buenos Aires”, registra a postagem.

De acordo com nota divulgada pelo governo estadual, policiais militares também foram destacados para auxiliar o Corpo de Bombeiros e isolar a área para perícia. “A Polícia Civil investiga as causas do incêndio”, diz o texto. A nota acrescenta ainda que o governador Cláudio Castro está acompanhando a situação.

 


Fonte: Agência Brasil

Diretores de escolas têm até este domingo para enviar diagnóstico

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Diretores de unidades de ensino brasileiras devem preencher o “Questionário Diagnóstico das Escolas de 2024” até este domingo (12). O envio dessas informações precisa ocorrer por intermédio da ferramenta interativa do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). “Com a ferramenta, o MEC conhecerá as necessidades de cada escola, favorecendo a construção de um planejamento de acordo com sua realidade”, apontou a Pasta. 

Um alerta do governo é que a atualização dos dados torna-se necessária para evitar restrições de repasses, especialmente do PDDE. Essa ferramenta, segundo defende o Ministério da Educação (MEC), tem a finalidade de oferecer informações para o processo de planejamento e serão utilizados para tomada de decisões mais assertivas na elaboração de ações e políticas. 

O diagnóstico tem 11 blocos e 26 temas que proporcionam a identificação da situação e das necessidades de cada escola. “Essa ferramenta é fundamental para subsidiar o gestor na tomada de decisões”, defendeu o MEC.

O questionário traz, segundo avalia o MEC, recortes conceituais da realidade da escola que direcionam o olhar para aspectos relevantes do funcionamento da instituição. O governo entende que esse processo busca a melhoria da educação básica e da gestão educacional no país. 

*com informações do MEC

Fonte: Agência Brasil

Planetário de Brasília traz sessões especiais para público durante as férias

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Juntar aprendizado com diversão no período das férias da criançada. É com essa proposta que o Planetário de Brasília Luiz Cruls oferece uma programação especial durante o mês de janeiro para despertar ainda mais o espírito explorador sobre o cosmos e a ciência, não só dos pequenos, mas de toda a família.

Durante a visita, o público pode conferir uma projeção do céu estrelado e um vídeo sobre astronomia, com 35 minutos de duração, por meio do projetor central astronômico SpaceMaster. São cinco sessões, de terça a domingo, nos horários das 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h. A entrada é gratuita e os ingressos são distribuídos pessoalmente 30 minutos antes da sessão. A capacidade máxima é de 80 lugares.

No local, os visitantes podem ver a exposição Uma viagem no espaço-tempo, com visita guiada, além de conhecer um local destinado à Agência Espacial Brasileira. “Nesse período nós fazemos atividades que são mais recreativas, então utilizamos a parte do ensino com jogos e brincadeiras e o importante é a difusão científica”, destaca o diretor do Planetário, Junior Berbet.

A estimativa é que, ao todo, mais de 10 mil pessoas visitem a instalação neste mês. “Por isso, a gente pede para que os interessados cheguem com a antecedência de 30 a 60 minutos para conseguir pegar senha e assistir as atrações na cúpula” orienta Berbet.

Para o diretor, o local é um espaço onde as crianças podem instigar a curiosidade pela astronomia e aprofundar os conhecimentos na ciência. “É uma chance única de se conectar com aspectos que vão além da percepção visual humana, oferecendo também a oportunidade de aprofundar o conhecimento em astronomia”, destaca.

Astronomia em família

Com muita cultura, história e entretenimento, a visita ao local promove sensações diversas em quem passa por lá. O pequeno Nycolas, de 7 anos, por exemplo, chegou ansioso para conhecer os mistérios dos astros e da astronomia. Acompanhado dos pais, a criança queria saber mais sobre o sistema solar. “Ele tem muita curiosidade no assunto e gosta de assistir planetas, então meu pai deu a ideia da gente vir conhecer o Planetário”, relata a mãe Iara Ramos, 28, que também aproveitou a ida para levar os outros dois filhos, de 6 e 2 anos. Foi a primeira vez da família no Planetário e a expectativa era vivenciar um local que é referência em Brasília. “Aproveitar para conhecer e também gastar um pouco de energia das crianças”, conta a mãe animada.

Pessoas de outros estados e países, que vivenciam as experiências educativas e imersivas sobre astronomia e ciências espaciais também aprovam a experiência, como Onésima Aguiar Campos, 41. Ela saiu de Palmas, no Tocantins, com o marido, o filho e a sobrinha para conhecer a capital federal durante as férias, uma das atividades era conhecer o Planetário de Brasília. “Meu filho tem um encantamento muito grande pela astronomia. Ele gosta e é muito curioso com relação aos planetas, aos meteoros, meteoritos e ao sistema solar como um todo. Então um dos passeios que escolhemos fazer aqui era o Planetário”, contou a professora. A ida possibilitou a família a ter mais conhecimentos sobre o espaço. “Nós viemos para tornar esse contexto mais prático para as crianças”, destacou Onésima.

Planetário de Brasília

O icônico espaço brasiliense completou 50 anos em 2024, com mais de 102 mil visitantes em 2024. O equipamento público é espaço cultural, histórico e de entretenimento, voltado à educação e divulgação científica e o possui três pavimentos.

O visitante é consultado na recepção sobre o modelo de visitas que prefere ter, podendo ser livres ou guiadas. Não é necessário agendamento prévio para ter acesso à exposição, basta comparecer ao local. A visita é gratuita e atende a todas as idades. Para grupos organizados, escolas e outros é solicitado agendamento antecipado pelo telefone: (61) 98199-2692.

12/01/2025 - Planetário de Brasília traz sessões especiais para público durante as férias

Fonte: Agência Brasília

Microrrevestimento asfáltico na Epia prolonga vida útil da pista e beneficia cerca de 70 mil motoristas diariamente

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12/01/2025 às 14:05, atualizado em 12/01/2025 às 14:35

Com investimento de R$ 7 milhões, intervenção será feita em trecho de 8,8 km que vai do viaduto do Catetinho até a saída para o Aeroporto de Brasília; técnica oferece maior conforto e segurança aos usuários que circulam pela via

Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Cerca de 8,8 km da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia/DF-003) passarão pelo serviço de microrrevestimento asfáltico do viaduto do Catetinho até a saída para o Aeroporto de Brasília, nos dois sentidos. A ação do Governo do Distrito Federal (GDF) visa a aumentar a fluidez do trânsito, beneficiando aproximadamente 70 mil condutores diariamente. A obra começou no último dia 6 e é executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com investimento de R$ 7 milhões.

“É um serviço para acabar com a trepidação dos veículos, para que o motorista não caia em buracos, não perca o controle na via e possa trafegar de forma mais harmônica”

Mozer de Castro, engenheiro civil do DER-DF

A técnica, considerada econômica e duradoura, prolonga a vida útil do asfalto. Além disso, oferece mais aderência dos veículos com a pista, principalmente no período chuvoso. Segundo o engenheiro civil do DER-DF Mozer de Castro, trata-se da recomposição funcional da pista, com o objetivo de melhorar a experiência do condutor sem refazer a base do asfalto. “É um serviço para acabar com a trepidação dos veículos, para que o motorista não caia em buracos, não perca o controle na via e possa trafegar de forma mais harmônica”, resume.

O método tem início com a fresagem da área, que é a retirada do pavimento desgastado. Em seguida, ocorre o preenchimento da via com uma nova camada de capa asfáltica do tipo Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e, posteriormente, há a implantação do microrrevestimento asfáltico. O material é depositado na pista por uma usina móvel, cuja produção diária estimada é de 9 mil m² de camada dupla da composição, uma mistura de brita, cal e emulsão especial.

Para evitar congestionamentos e interferências na rotina dos usuários da rodovia, máquinas e operários trabalham no período noturno, das 22h às 3h. Em menos de uma semana, as equipes já executaram o trecho inicial próximo ao viaduto do Catetinho. Outras vias importantes da capital já contam com o tipo de revestimento, como o Pistão Norte, em Taguatinga, a Estrada Parque das Nações, tanto na L4 Sul quanto na L4 Norte, e a Estrada Parque Dom Bosco, que contorna o Lago Sul.

12/01/2025 - Microrrevestimento asfáltico na Epia prolonga vida útil da pista e beneficia cerca de 70 mil motoristas diariamente

 

Fonte: Agência Brasília

Desafios no subsolo: o trabalho essencial dos operários nas obras do Drenar DF

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O principal diferencial do Drenar DF, maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), é a metodologia utilizada no projeto. Chamado de tunnel liner, o método concentra os serviços no subterrâneo, gerando impacto e transtorno mínimo à população de Brasília. Desde o início das obras, mais de 300 funcionários enfrentam os desafios de construir uma infraestrutura que promete solucionar os problemas de enchentes e alagamentos do início da Asa Norte.

Um deles é o operador de máquina José Fábio Alves da Silva, que participou da perfuração dos túneis de um dos cinco lotes da obra. Ele conta sobre a satisfação de fazer parte do projeto. “Fazer esse serviço é legal porque vamos deixar um legado. Futuramente vamos dizer: ‘Eu participei dessa obra do GDF’. Isso é muito bacana”, destaca.

Diante do desafio de realizar uma obra subterrânea, também era de se esperar a descoberta de diferentes tipos de solo durante a fase de escavação dos túneis do Drenar DF. Nos levantamentos que antecederam as obras, foram identificados dois tipos de solo. O mais comum deles, o solo mole, esteve presente em quase todo o trecho de 7,7 quilômetros que receberá o sistema de drenagem. Os estudos também previram outra categoria de solo, um pouco rígido. Nos dois casos, os técnicos chegaram à conclusão que a escavação poderia ser manual, com uso de pá, picareta e martelete elétrico.

Foi no segundo lote que as equipes descobriram, durante a escavação de um túnel de mais três quilômetros, um solo mais rígido do que o previsto. Para lidar com o problema, foi preciso trocar o processo de escavação com o uso de escavadeiras e furadeiras hidráulicas – equipamentos especializados, munidos de brocas, capazes de perfurar e romper solos resistentes.

“Foram feitos vários estudos técnicos para saber como vencer esse tipo de solo mais rígido. Optamos por uma mini escavadeira e adaptamos um rompedor hidráulico. Agora, as frentes se dedicam à escavação dos últimos metros de solo muito rígido”, explica o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho.

Equipamentos de proteção

Além das máquinas, os equipamentos de proteção individual (EPIs) também fazem parte da rotina dos operários que trabalham no Drenar DF, e são essenciais para garantir a segurança de quem atua na execução do programa. O kit de proteção conta com capacetes, luvas, óculos, cinto de proteção, botas e máscaras.

Foi seguindo todas as normas técnicas de segurança que o projeto não registrou, até o momento, acidentes envolvendo os 300 funcionários que atuaram e ainda atuam nas várias frentes do Drenar DF. O uso dos EPIs é indispensável e protege, por exemplo, contra quedas e exposição à poeira.

“Tanto a equipe da Terracap quanto a equipe que supervisiona a obra atuam para que as empresas obedeçam esse planejamento. Tudo isso contribui para que seja um projeto sem acidentes”, ressalta Lourenço Filho.

O mestre de obras do Lote 5 do Drenar DF, Ulisses de Jesus Silva, não começa o dia de trabalho sem antes checar se está bem equipado e protegido. “Temos todos os equipamentos exigidos. A empresa é obrigada a fornecer, para evitar acidentes. A questão de segurança segue todas as normas técnicas”, diz o engenheiro. “Todos os dias, nós somos informados do trabalho que vamos executar e recebemos orientações para que não ocorram acidentes”.

Fim de alagamentos e enchentes

Com investimento na ordem de R$ 180 milhões, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes e é executado pela Terracap. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.

Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

Fonte: Agência Brasília

Brasileiros iniciam disputa na chave principal do Aberto da Austrália

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O paranaense Thiago Seyboth Wild estreia neste domingo (12) na chave principal masculina de simples do Aberto da Austrália, um dos quatro principais torneios de tênis da temporada chamados de Grand Slams.

Brasileiro mais bem colocado no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), na 76ª posição, ele terá pela frente o húngaro Fábián Marozsán, número 57 do mundo. A previsão é de que o jogo comece por volta das 22h30 (horário de Brasília), na quadra oito do complexo do Melbourne Park.

Esta será a segunda participação de Wild na chave principal do torneio australiano. No ano passado, ele caiu na primeira rodada, superado pelo russo Andrey Rublev, quinto colocado do ranking da ATP à época, por 3 sets a 2. O brasileiro chegou a ficar duas parciais atrás, empatou a partida, mas perdeu o quinto e decisivo set, disputado no formato super tie-break, em que vence o atleta que atingir dez pontos primeiro.

Atualmente em nono no ranking da ATP, Rublev será justamente o adversário de João Fonseca na estreia do carioca, de 18 anos, na chave principal de um Grand Slam adulto. A partida entre o russo e o brasileiro, 113º do mundo e considerado um dos fenômenos da nova geração do tênis, ainda não foi marcado, mas a expectativa é de que ocorra entre a noite de segunda-feira (13) e a madrugada de terça-feira (14).

Quem também deve jogar entre segunda e terça é Beatriz Haddad Maia. A paulista, número 17 do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), estreará contra a argentina Julia Riera (146ª). É a primeira vez que o Brasil tem três homens e uma mulher nas chaves principais de simples do Grand Slam da Austrália.

Olho nas duplas

Bia também disputará o torneio de duplas femininas ao lado da alemã Laura Siegmund, que está no 19º lugar do ranking da WTA. A parceria da brasileira, número 60 do mundo entre as duplistas, enfrentará a holandesa Suzan Lamens (360ª) e a norte-americana Quinn Gleason (sem ranking), em data e horário a serem confirmados.

A chave de duplas femininas terá ainda um confronto entre brasileiras. De um lado, a paulista Luísa Stefani, medalhista olímpica de bronze e 27ª colocada do ranking da WTA, que tem como parceira a estadunidense Peyton Stearns (115ª do mundo nas duplas, 46ª em simples). Do outro, a carioca Ingrid Martins (82ª), que atua com a romena Irina Camelia-Begu (1.200ª nas duplas, 80ª em simples). O duelo ainda será marcado.

O Brasil também terá três representantes nas duplas masculinas. Dois deles, inclusive, formando parceria: o gaúcho Rafael Matos (35º do ranking de duplas da ATP) e o mineiro Marcelo Melo (38º). Na estreia, que ainda será agendada, eles terão pela frente o monegasco Hugo Nys (24º) e o francês Edouard Roger-Vasselin (39º).

Já o gaúcho Orlando Luz (66º) disputará o Aberto da Austrália junto do francês Gregoire Jacq (64º). Eles enfrentarão a parceria do australiano Jordan Thompson, número três do mundo, com o canadense Vasek Pospisil, atualmente na 1397ª posição do ranking, mas que chegou a ocupar o quarto lugar da lista de duplistas em 2015.

Monteiro perde

O cearense Thiago Monteiro deu adeus ao Aberto da Austrália na madrugada deste domingo. O número dois do tênis brasileiro, na 106ª colocação do ranking da ATP, não resistiu ao japonês Kei Nishikori, que venceu por 3 sets a 2, de virada, com parciais de 4/6, 6/7, 7/5, 6/2 e 6/3. Monteiro abriu 2 a 0 na Arena John Cain, uma das principais quadras do Melbourne Park, mas sucumbiu à reação do adversário, 74º do mundo, depois de mais de quatro horas de jogo.

 


Fonte: Agência Brasil

Pesquisadora defende parceria internacional para regular redes sociais

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O Brasil precisa se aliar a outros países para conseguir regular as plataformas de redes sociais, na opinião da pesquisadora Débora Salles, coordenadora geral de pesquisa do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Netlab. 

Em entrevista à Agência Brasil, a doutora em Ciência da Informação analisa os impactos da decisão da empresa americana Meta de diminuir a moderação de mensagens potencialmente mentirosas ou ofensivas em suas plataformas. Para a especialista, as falas do fundador da empresa, Mark Zuckerberg, comprovam que as redes sociais podem decidir quais conteúdos serão produzidos e vistos por seus usuários, mas preferem não dar transparência a essas decisões.

Agência Brasil: As redes sociais sempre foram consideradas lenientes na moderação de conteúdos prejudiciais. O que muda na prática com o anúncio da Meta? 

Débora Salles: Na prática, houve um anúncio de menor moderação de conteúdo e a ideia, pelo que ele diz, é tentar diminuir a quantidade e a variedade de conteúdos que são removidos das plataformas. Primeiro tem uma coisa muito importante que está aí nas entrelinhas, que é a Meta admitindo que determina aquilo que a gente pode ou não pode ver nas suas redes sociais e que essa decisão não é transparente. Então a gente está lidando com uma decisão arbitrária e a partir de agora os critérios vão ser menos rigorosos para a remoção de conteúdo.

Pelo que ele [Mark Zuckerberg] fala, conteúdos Ilegais e obviamente criminosos vão continuar sendo removidos mas, em contrapartida, coisas que entram na seara de liberdade de expressão, opiniões, questões mais subjetivas, a tendência é que isso continue no ar.

E a gente pode se preparar, eu acho, para um cenário de menor transparência, ao invés de mais transparência, o que, em alguma medida, a gente tinha expectativa que fosse melhorando. A Meta deixou claro que isso não deve acontecer, pelo menos não no futuro próximo. 

Agência Brasil: Ou seja, a Meta confirma as críticas que sempre foram feitas, de que eles têm poder para moderar conteúdo com desinformação, por exemplo, mas não o fazem… 

Débora Salles: Sim. E também que existem várias ferramentas que eles poderiam usar para tentar melhorar a qualidade da informação nas plataformas. E que, na verdade não é uma limitação técnica, é muito mais uma questão de retorno de investimento e de objetivos de negócios.

Eles ganham muito e pretendem diminuir os custos sempre para ganhar mais. Então quando eles reclamam da legislação europeia e das obrigações que a União Europeia colocou para as empresas, isso tudo gera custo para eles, né? E ele [Zuckerberg] deixou claro que eles vão agir fortemente para tentar limitar a regulação em outros territórios, como no caso do Brasil.

Agência Brasil: Por que é mais interessante pra essas empresas ter um ambiente digital menos regulado e menos transparente? 

Débora Salles: Tem algumas questões. A primeira delas é que é rentável manter a gente atento e engajado. Então, quanto mais polêmica, quanto mais engajamento a gente tiver com o conteúdo, melhor para eles. E a gente tende a polemizar, a ter mais controvérsia diante de conteúdos que são falsos ou que podem nos deixar indignados. Isso é interessante para a plataforma porque ela ganha dinheiro com a nossa interação, com a nossa presença ali.  

Quanto à transparência, é o caminho para a gente chegar a algum tipo de responsabilização. A gente fala de regulação, mas até para saber quais são os problemas a gente precisa de transparência. E as empresas vêm, há alguns anos, diminuindo as ferramentas que elas ofereciam para acesso a dados e elas só oferecem essas ferramentas quando são obrigadas, como é o caso agora na Europa. A transparência incomoda, né? A gente entender porque e o que está sendo moderado ou recomendado dá munição pra sociedade lidar melhor com os impactos dessas plataformas. 

Agência Brasil: A Meta também decidiu encerrar a parceria que tinha com organizações pra fazer a checagem e a moderação dessas informações e delegar aos usuários. Como você vê isso? 

Débora Salles: É bem complicado a gente dizer que vai ficar a cargo dos usuários fazer essa moderação porque não tem transparência do que é feito com as denúncias. Então, se eu vou no Instagram e falo que um post desrespeitando os termos de uso, não fica claro quem avalia, como avalia e se aquilo ali vai sair do ar ou não. É uma decisão arbitrária e que muitas vezes é ignorada, dificilmente algo sai do ar.

E as notas da comunidade, que é como ele {Zuckerberg] diz que vai administrar informações falsas, inspirado no que o X hoje oferece, é uma ferramenta facilmente manipulável, pelo menos no X. Apesar de ser algo que poderia ser interessante, como a Wikipedia, que a comunidade vai lá e constrói o conhecimento, a gente vê, na verdade, como uma ferramenta que em várias situações é sequestrada por aqueles que querem disseminar desinformação. E como não é algo orgânico, e não é algo transparente, a gente não sabe muito bem o que faz uma nota da comunidade ser aceita, nem sabe o que faz aquilo emplacar de verdade. Então é diferente do da checagem que a gente sabe como, por quem tá sendo feita, e quais são os procedimentos. E muitas dessas agências de checagem [que trabalham em parceria com a Meta] são dependentes dessas plataformas, do ponto de vista financeiro, não só porque o conteúdo delas circula nessas plataformas, mas porque muitas tem financiamento direto por meio de programas de parceria.

Então, sem dúvida, para essas agências vai ser um baque. E eu acho que pra integridade da informação das plataformas vai ser uma uma perda grande. A checagem não dá conta de tudo, mas sem dúvida é uma ferramenta muito importante, especialmente em momentos de crise, que você precisa ter acesso à informação de qualidade. 

Agência Brasil: E o que os posicionamentos da Meta, inclusive a respeito de se aliar ao governo Trump para pressionar contra a regulação em outros países, podem ter de consequência aqui no Brasil? 

Débora Salles: Fica bem claro que se não for por meio de regulação, a gente não vai poder contar com essas empresas para garantir segurança nas plataformas. Eu acho que a regulação da Europa tem se mostrado forte em alguns pontos, mas ainda deficitária em outros. Ela não é a bala de prata que vai resolver todos os nossos problemas, mas ela é sem dúvida, um marco que deveria nos inspirar. Porque ficou explícita a vontade de usar o poder dessas plataformas, que são mais poderosas do que muitos países, e o poder do próprio Governo dos Estados Unidos, para garantir a não regulação.

E é algo que a gente precisa se perguntar: por que tanta vontade de não regular, quando a gente está vendo na Europa que não virou censura? Ninguém na Europa está dizendo que não pode mais falar o que pensa. Na verdade, a gente está vendo, pela primeira vez, o que é tirado do ar, e porque é tirado do ar. Que tipo de ferramenta a plataforma usa para tirar do ar, como as pessoas podem reclamar de algum tipo de ação que elas sofreram ali dentro. A gente não está vendo em momento algum na Europa o fim da liberdade de expressão. Então esse argumento é retórico. Ele não tem lastro na realidade.

Acho que a gente vê de alguma forma um alinhamento no discurso dessas empresas e de atores políticos que estão tentando confundir um pouco as coisas. Falar de liberdade de expressão sem falar na garantia de direitos é complicado. E se a gente não tem transparência, a gente não consegue garantir direito nenhum ali naqueles espaços. Então acho que a gente pode se preparar para uma resistência muito feroz dessas empresas a qualquer iniciativa que atribua responsabilidade a elas, seja pelo conteúdo orgânico ou pela publicidade. 

Agência Brasil: Aqui no Brasil, as redes sociais da Meta são as que tem a maior penetração. Considerando isso, você acha possível alguma ação coercitiva, como aconteceu no caso da suspensão do X? 

Débora Salles: É bem complicado, porque as pessoas, em geral, faz parte de como elas fazem relações públicas e as plataformas têm os usuários do seu lado. Os usuários não querem ficar sem Instagram. Então você tirar um Instagram do ar não é tão fácil quanto tirar o Twitter. Eu acho também que ficar tirando as plataformas do ar não é o que vai resolver o problema. A gente vai precisar de muita força institucional e talvez só o Brasil não vai ter essa força sozinho. A gente talvez precise falar de América Latina para conseguir fazer frente essas plataformas, porque elas juntas são mais poderosas do que um Estado-Nação hoje em dia.

Agência Brasil: E o que é possível fazer, considerando essas tendências? 

Débora Salles: A gente precisa criar critérios vinculativos de transparência e de responsabilidade para essas empresas que estão atuando no Brasil. Criar esses critérios, essas obrigações é essencial. E a gente precisa de uma movimentação institucional muito forte para conseguir fazer frente a isso, e pedir acesso a dados, pedir por direitos dos usuários, que hoje em dia ficam à mercê dessas empresas. Às vezes, as pessoas excluídas de uma plataforma de forma errada e não podem fazer muita coisa, por exemplo. E também criar parâmetros para que elas se responsabilizem de forma mais contundente,  porque atualmente nem com a publicidade existe um cuidado. Tem crimes sendo cometidos nessas plataformas e gerando receita para elas, então a gente precisa responsabilizar certas situações que acontecem diariamente nesses ambientes e que ainda não tem consequências.

A gente vê que o modelo europeu funcionou porque ele não foi feito por países individualmente. Imagina somente a Espanha, ou Portugal…São dezenas de milhares de pessoas e isso não faz verão. Mas quando você coloca a Europa inteira enquanto bloco pleiteando alguma coisa, tem muito peso.

Sem dúvida, o Brasil é um país enorme, um mercado muito relevante, mas do ponto de vista institucional, não tem tanta força. Então a gente se unir com outros países da América Latina, por exemplo, pode ser um caminho, porque enquanto bloco a gente ganha mais força. E as plataformas agem em blocos quando precisam. Na tramitação do PL 2630, existia uma campanha em que todas elas se envolveram, para garantir que o PL não fosse para frente. Então acho que a gente precisa fazer alianças, talvez transnacionais.

A Meta foi procurada para se posicionar a respeito das críticas mas não respondeu à reportagem. 

Fonte: Agência Brasil

Veja as cidades que tiveram inflação em 2024 acima da média do país

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Das 16 localidades nas quais o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pesquisa preços para apurar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sete tiveram inflação acima da média nacional.

 O IPCA – conhecido como inflação oficial – fechou 2024 em 4,83%, superando a meta estipulada pelo governo – de 4,5% – com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos.

São Luís, no Maranhão, teve o maior índice no ano passado – 6,51% -, 1,68 ponto percentual acima da média nacional. Segundo analistas do IBGE, as maiores pressões nos preços da capital maranhense foram causadas pelo reajuste da gasolina (14,24%) e das carnes (16,01%).

Apesar de maior variação, a inflação de São Luís impacta menos na média nacional do que a de regiões  como São Paulo (5,01%), Belo Horizonte (5,96%) e Rio de Janeiro (4,69%).

A explicação está no peso em que cada uma das localidades tem no IPCA geral. O impacto é calculado  considerando a variação e o peso da região. São Paulo responde quase por um terço (32,28%) do peso nacional, seguido por Belo Horizonte (9,69%) e Rio de Janeiro (9,43%).

A região metropolitana de Porto Alegre teve a menor inflação em 2024 (3,57%), sob influência de recuo nos preços da cebola (-42,47%), tomate (-38,58%) e passagens aéreas (-16,94%). 

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Distrito Federal, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Percentuais por cidades

Veja a inflação de 2024 nas cidades pesquisadas pelo IBGE:

São Luís: 6,51%

Belo Horizonte: 5,96%

Goiânia: 5,56%

Campo Grande: 5,06%

São Paulo: 5,01%

Fortaleza: 4,92%

Rio Branco: 4,91%

Aracaju: 4,81%

Belém: 4,70%

Rio de Janeiro: 4,69%

Salvador: 4,68%

Curitiba: 4,43%

Recife: 4,36%

Vitória: 4,26%

Brasília: 3,93%

Porto Alegre: 3,57%

Fonte: Agência Brasil