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Queniano vence e brasileiro chega em quarto lugar na São Silvestre

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Mais uma vez, os africanos mostraram domínio na mais tradicional prova de rua do Brasil: a Corrida Internacional de São Silvestre. No masculino, a prova foi vencida pelo queniano Wilson Too, que completou a corrida com o tempo de 44 minutos e 21 segundos.

O segundo lugar foi conquistado por Joseph Panga, da Tanzânia, com o tempo de 44m51. Já a terceira posição é do também queniano Reuben Poghisho, que terminou com o tempo de 45m26.

O melhor brasileiro na prova foi Johnatas de Oliveira Cruz, que chegou na quarta posição, colado no queniano, com o tempo de 45 minutos e 32 segundos. O quinto colocado foi o queniano Nicolas Kiptoo Kosgei, com 45m41.

A última vez que o Brasil conquistou a São Silvestre no masculino foi em 2010, com a vitória de Marilson Gomes dos Santos.

 


São Paulo (SP), 31/12/2024 - Wilson Too (01) cehga na primeira posição na disputa da 99ª Corrida Internacional da São Silvestre. A tradicional corrida de rua tem expectativa de receber cerca de 37.500 corredores, público recorde.
O percurso da São Silvestre tem largada na Avenida Paulista (entre as ruas Frei Caneca e Augusta), vai até o Centro histórico e volta para a Paulista pela subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio - difíceis quilômetros finais. Acaba em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
São Paulo (SP), 31/12/2024 - Wilson Too (01) cehga na primeira posição na disputa da 99ª Corrida Internacional da São Silvestre. A tradicional corrida de rua tem expectativa de receber cerca de 37.500 corredores, público recorde.
O percurso da São Silvestre tem largada na Avenida Paulista (entre as ruas Frei Caneca e Augusta), vai até o Centro histórico e volta para a Paulista pela subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio - difíceis quilômetros finais. Acaba em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Queniano Wilson Too chega na primeira posição na disputa da 99ª Corrida Internacional da São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

Projeto do GDF transforma áreas que eram usadas para descarte irregular

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De Cara Nova. O nome do projeto do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) reflete o objetivo da ação: transformar espaços que antes eram usados como ponto de descarte irregular de lixo. Além de limpar os locais, a autarquia também investe na ornamentação, exatamente para evitar que se despejem resíduos nessas áreas.

“O projeto surgiu no início do ano passado, em decorrência do grande número de casos de dengue”, lembra o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo. “Houve uma determinação para que o SLU intensificasse a limpeza dos locais de descarte irregular, e nós iniciamos também um projeto de revitalização, com plantio de árvores e ornamentação, colocando pneus justamente para tentar inibir o descarte.”

Desde então, 21 locais receberam o De Cara Nova. O 21º ponto foi inaugurado recentemente, no Riacho Fundo II. A avaliação tem sido positiva. “A gente viu que a população abraçou a ideia, deixou de fazer o descarte, e houve uma procura maior pelos papa-entulhos”, aponta o gestor.

Descarte adequado

Os papa-entulhos a que ele se refere são espaços adequados para descarte de materiais volumosos, como restos de obra, móveis velhos e restos de poda. Há 23 desses equipamentos espalhados pelo Distrito Federal, bem como 625 papa-lixos — para resíduos menores — e 616 papeleiras, que são as lixeiras convencionais. Placas nas áreas do De Cara Nova indicam para o descarte correto nesses equipamentos. O SLU adverte: descarte irregular é crime ambiental que pode render multa de R$ 2,7 mil a R$ 27 mil.

E, de fato, a população abraçou a iniciativa. “Tinha muito lixo antes, mas agora está bem melhor, pararam de jogar”, relata Letícia Moreira, que mora próximo à Estrada Parque Contorno (DF-001), no Paranoá, um dos primeiros locais a receber o De Cara Nova. “Colocavam fogo, e essa fumaça incomodava demais a gente”, emenda a aposentada Glória Martins, também moradora da região. “Tenho um vizinho que tem falta de ar, e ele sofria. Tinha dia que a gente fechava porta e janela, porque só respirava fumaça”.

Fonte: Agência Brasília

Governo nomeou mais de 2,5 mil servidores efetivos em 2024

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O Governo de Goiás nomeou, em 2024, mais de 2,5 mil servidores efetivos aprovados em concursos públicos realizados pelo Estado. A medida contribuiu para a melhoria na prestação do serviço público em áreas prioritárias, como segurança, saúde, educação e administração.

O governador Ronaldo Caiado determinou o provimento de concursados para o Corpo de Bombeiros, polícias Civil e Militar, Educação e de outras secretarias estratégicas.

“As nomeações realizadas em 2024 reforçam o compromisso do governador Ronaldo Caiado com a valorização do serviço público e com a melhoria da qualidade de vida dos goianos. Esse esforço para preencher vagas estratégicas reflete uma gestão responsável, que prioriza a eficiência e a prestação de serviços essenciais nas áreas de segurança, educação e saúde,” ressalta o Secretário da Administração, Alan Tavares.

Polícia Civil conta com 867 novos profissionas empossados (Foto: Secom)

No total, o Governo de Goiás empossou 2.535 servidores concursados em 2024. Foram 989 profissionais para a Secretaria de Estado da Educação; 867 para a Polícia Civil; 308 no Corpo de Bombeiros, entre cadetes e soldados; e 200 para a Universidade Estadual de Goiás (UEG).

O Governo de Goiás nomeou, em 2024, mais de 2,5 mil servidores efetivos aprovados em concursos públicos realizados pelo Estado. A medida contribuiu para a melhoria na prestação do serviço público em áreas prioritárias, como segurança, saúde, educação e administração.

O governador Ronaldo Caiado determinou o provimento de concursados para o Corpo de Bombeiros, polícias Civil e Militar, Educação e de outras secretarias estratégicas.

“As nomeações realizadas em 2024 reforçam o compromisso do governador Ronaldo Caiado com a valorização do serviço público e com a melhoria da qualidade de vida dos goianos. Esse esforço para preencher vagas estratégicas reflete uma gestão responsável, que prioriza a eficiência e a prestação de serviços essenciais nas áreas de segurança, educação e saúde,” ressalta o Secretário da Administração, Alan Tavares.

No total, o Governo de Goiás empossou 2.535 servidores concursados em 2024. Foram 989 profissionais para a Secretaria de Estado da Educação; 867 para a Polícia Civil; 308 no Corpo de Bombeiros, entre cadetes e soldados; e 200 para a Universidade Estadual de Goiás (UEG).

Também houve nomeações na Polícia Militar, Secretaria de Segurança Pública, Administração, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes, Diretoria-Geral de Polícia Penal, Procuradoria-Geral do Estado, Secretaria de Desenvolvimento Social e Saúde.

A nomeação de aprovados em concursos públicos tem sido adotada sempre que há demanda. Desde 2022, mais de 5 mil servidores efetivos ingressaram no funcionalismo público estadual, incluindo 3.160 novos professores da Educação.

Na Segurança Pública, além das nomeações, o Governo de Goiás promoveu 504 policiais civis em julho de 2024, contemplando delegados, agentes, escrivães e papiloscopistas. Essas promoções reforçaram o reconhecimento dos profissionais em exercício e contribuíram para a valorização do setor.

E para 2025, estão programadas novas nomeações, incluindo cerca de 1,6 mil aprovados no concurso da Polícia Penal. O certame foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), sob coordenação da Secretaria de Estado da Administração (Sead), e contou com mais de 50 mil inscritos.

Saiba mais

UEG realiza concurso para docentes da área de Direito

Governo antecipa convocação de 631 professores aprovados em concurso

Fonte: Portal Goiás

Serasa: número de pessoas endividadas no país chega a 73 milhões

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Levantamento mais recente feito pelo Serasa mostra que, pelo menos, 73,10 milhões de pessoas estavam endividadas no país. Os dados são de outubro e registram a segunda maior marca do ano, atrás apenas do volume registrado em abril. Para a entidade, esse número é um indicativo de que a inadimplência está crescendo.

De acordo com a pesquisa, os brasileiros com idades entre 41 e 60 anos representam a maior fatia da população com nome restrito, com 35,1%. Na sequência estão as faixas etárias de 26 a 40 anos (34,0%), acima de 60 anos (19,2%) e os jovens entre 18 e 25 anos (11,8%).

De acordo com a professora de administração e finanças da FEA-USP, Liliam Carrete, será difícil começar o ano de 2025 sem dívidas, principalmente porque este é o pior momento para contrair dívidas por conta da taxa de juros chegando ao seu pico dos últimos anos.

“Então me endividar significa que eu vou ter um compromisso de pagamento de altos juros e isso vai consumir minha renda futura. O ideal é o tentar diminuir ao máximo o consumo e pagar o máximo das minhas dívidas, para entrar em 2025 com a menor endividamento possível”, explicou.

Segundo Lílian, mesmo sendo extremamente necessário diminuir o consumo, o fato é que isso é muito difícil porque há muitos estímulos de fim de ano para que as pessoas comprem, além da vontade individual em sermos recompensados pelo esforço de um ano inteiro. “Mas é melhor que a gente pense em fazer um sacrifício agora do que pagar os juros muito altos ao longo do ano de 2025”, orienta.

Renegociação

A segunda ação necessária é tentar renegociar a dívida já no começo de 2025, porque quando se chega em um valor muito alta em comparação com a renda e que comprometa mais de 30% do salário, já se acende um sinal de alerta. “Se eu chego nesse nível é bom que eu comece a negociar, começando sempre pelas mais custosas, normalmente o cartão de crédito”.

Lílian ressaltou que muitas vezes as dívidas chegam ao limite deixando a pessoa sem opção. Nesse caso, é preciso avaliar quais as dívidas mais importantes e de pagamento essencial. “Eu preciso manter a minha capacidade de alimentar minha família, preciso ter casa para morar, então eu escolho pagar o financiamento da casa, por exemplo. A partir daí se tiver um financiamento de carro é possível parar de pagar, mesmo que se perca esse bem, ou vender o carro”.

Os empréstimos podem ser uma opção, mas mesmo utilizando o consignado, que tem a menor taxa de juros do mercado, começa-se pagando 15% de juros porque essa é a taxa básica do mercado. “E o banco vai pedir mais do que isso, então o custo também vai ser muito caro. Então mesmo com o consignado vai ser muito alto. Minha sugestão é evitar o endividamento”.

Fonte: Agência Brasil

Retrospectiva: prata olímpica é o destaque do futebol feminino

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“Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”. Os versos de “Sujeito de Sorte”, de Belchior, viraram a marca da torcida do Botafogo em 2024. Inquestionável, mas também até que poderiam ser adotados pela seleção feminina de futebol. Em 2023, o Brasil foi eliminado pela Jamaica ainda na fase de grupos da Copa do Mundo Feminina da Austrália e da Nova Zelândia. Uma decepção, já que o esperado era ver o Brasil ao menos avançar às fases finais da competição. Em setembro do mesmo ano, a mudança técnica que colocou Arthur Elias no lugar da sueca Pia Sundhage já estabeleceu um novo esquema de jogo, mas foi em 2024 a consagração do trabalho da comissão técnica da seleção feminina com a celebrada medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris. Melhor resultado do Brasil em 16 anos. Há que se ressaltar nessa comissão a entrada de Cris Gambaré na coordenação do futebol de feminina da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em março de 2024. Gambaré e Arthur retomaram a dobradinha vitoriosa que alçou o Corinthians feminino à potência da modalidade na América do Sul.

Internamente a seleção acreditava no pódio olímpico, mas o favoritismo estava mais direcionado às equipes europeias e aos Estados Unidos. O ponto de virada do roteiro épico do Brasil na França começou justamente diante das donas da casa, nas quartas de final, na vitória sobre as francesas por 1 a 0. Na semifinal o Brasil reencontrou uma Espanha para a qual já havia perdido na fase de grupos. E, novamente, as atletas brasileiras foram surpreendentes, superando as campeãs do mundo por 4 a 2. O ouro olímpico inédito ficou muito próximo da realidade na final contra os Estados Unidos. Por isso, o magro revés de 1 a 0 para as norte-americanas sugeriu, a princípio, uma decepção, mas logo a medalha de prata foi muito bem recebida por voltar a trazer o prestígio ao futebol de mulheres brasileiro.

A confirmação do novo patamar foram as indicações e premiações internacionais. No Prêmio Fifa The Best, entregue em dezembro, a atacante Gabi Portilho foi escolhida para seleção ideal. A então jogadora do Corinthians, peça fundamental na conquista da medalha de prata, também encerrou o ano como a 18ª jogadora pelo ranking da Bola de Ouro da revista francesa France Football, apresentado em outubro. Além disso, a brasileira foi anunciada no penúltimo dia de 2024 como nova contratada do premiado Gotham FC, time da cidade de New Jersey que disputa a liga norte-americana.

Ainda pela premiação da Fifa, Marta recebeu o troféu de gol mais bonito. Sim, o Prêmio Marta da entidade máxima do futebol ficou para Marta. Indicado entre os técnicos da modalidade, Arthur Elias ficou em terceiro lugar, enquanto na Bola de Ouro ele foi considerado o segundo melhor técnico de futebol feminino do mundo atrás da britânica Emma Hayes, que comanda a seleção dos Estados Unidos, e que também garantiu a premiação da Fifa.

A trajetória pós-olímpica permaneceu positiva pelas vitórias do Brasil perante Colômbia e Austrália em amistosos. Das quatro partidas, a seleção brasileira venceu três e empatou uma, esta contra as colombianas, principais adversárias sul-americanas. A renovação implantada por Arthur Elias tem encontrado consolidação e agora as atenções se voltam para a disputa da Copa América de 2025, que será disputada entre julho e agosto no Equador.

Copa do Mundo no Brasil

Antes da consagração olímpica, em maio de 2024, o Brasil foi escolhido durante o Congresso da Fifa, na Tailândia, para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. A candidatura brasileira venceu a proposta europeia formada por Holanda, Alemanha e Bélgica. Esta será a primeira vez que o Mundial feminino será realizado na América do Sul e no país. O Brasil, por ser anfitrião do evento, já está classificado. O torneio será o segundo com 32 seleções participantes, repetindo o formato da Copa de 2023, que teve a Espanha como campeã. A proposta da CBF, alinhada à Estratégia Nacional de Desenvolvimento do Futebol Feminino, lançada pelo Ministério do Esporte, em 2023, é investir na evolução da modalidade para o Brasil estar entre as referências do esporte nos próximos anos.

Campeonatos Nacionais e Libertadores

Enquanto a seleção feminina se renova, o Corinthians se firmou em 2024 como força do futebol de mulheres. O time, que passou a ser capitaneado por Lucas Piccinato este ano, conquistou o a Série A1 do Campeonato Brasileiro (uma das várias competições de futebol feminino que tiveram partidas transmitidas pela TV Brasil) e a Libertadores feminina. Nas duas competições as brabas corinthianas se mantiveram na liderança desde o início. Na série A1, o Timão somou o sexto título, enquanto na competição sul-americana levantou a taça pela quinta vez.

Ainda na Série A1, Santos, Botafogo, Atlético-MG e o tradicional Avaí Kindermann foram rebaixados para a série A2. Há rumores de que a CBF mude as regras do calendário feminino e volte a ter 20 clubes na primeira divisão. Atualmente são 16 times que disputam o principal campeonato nacional. Caso as mudanças sejam confirmadas, os rebaixados esse ano poderão voltar a jogar na elite ainda em 2025. A conferir em janeiro.

Na série A2, o campeão em 2024 foi o Bahia, que garantiu o acesso à série A1 ao lado dos classificados para as semifinais Instituto 3B, Juventude e Sport.



Fonte: Agência Brasil

Organizações sociais denunciam violência policial em São Paulo à OEA

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Mais de 80 organizações e movimentos da sociedade civil, grupos periféricos e de defesa dos direitos humanos e grupos familiares de vítimas de violência policial encaminharam um documento à Organização dos Estados Americanos (OEA) denunciando o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, pelo aumento da violência policial no estado paulista. O documento foi protocolado no dia 20 de dezembro e é assinado por 81 organizações.

Citando a Operação Escudo e a Operação Verão, que provocou a morte de dezenas de pessoas, além do caso recente de um rapaz que foi jogado de uma ponte por um policial, as entidades afirmam que houve agravamento da violência policial no estado de São Paulo e que é necessário que a OEA responsabilize o secretário e o governador de São Paulo. O documento pede também à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) que acompanhe os casos e faça recomendações oficiais ao Estado brasileiro para agir pela diminuição da violência policial em todo país.

“Esses episódios exemplificam a atuação racista e autoritária da polícia no estado, e cabe a nós exigir o fim da violência racial promovida em São Paulo pelo governador Tarcísio de Freitas e o Secretário de Segurança Público, Guilherme Derrite! Nos últimos dois anos, os índices de letalidade policial no estado só aumentaram. As chacinas ocorridas na Baixada Santista resultaram na morte de mais de 70 civis. No ano de 2023, 460 pessoas foram mortas pela Polícia Militar de São Paulo. Até novembro de 2024, esse número subiu para 673 vítimas, sendo que a maioria, pessoas negras”, escreveram as entidades no documento.

Para essas organizações, a principal vítima dessa violência policial é a população periférica e negra. “A criminalidade não tem endereço, nem rosto, ou identidade, no entanto, a atuação da polícia militar incide sistematicamente em territórios das periferias, contra pessoas negras e pobres”, afirmam.

Por causa desse aumento dos casos violentos praticados por agentes do Estado, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, determinou o uso obrigatório de câmeras por policiais militares em operações no estado de São Paulo. Na semana passada, Barroso definiu as regras para o uso obrigatório dessas câmeras, determinando que os agentes deverão utilizar o equipamento em “operações de grande envergadura”, incursões em comunidades vulneráveis e em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais.

Governo

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria de Segurança Pública informou que tem compromisso com “a legalidade, transparência e respeito aos direitos humanos” e que “não compactua com excessos ou desvios de conduta, punindo exemplarmente aqueles que infringem a lei e desobedecem aos protocolos estabelecidos pelas forças de segurança”.

Por meio de nota, a secretaria disse ainda que todas as ocorrências de violência policial são apuradas “com a máxima atenção, inclusive pela Polícia Civil, com acompanhamento da Corregedoria, Ministério Público e Poder Judiciário”.

A secretaria também negou que os casos de mortes em decorrência de ação policial tenham crescido nos últimos anos. “Nos dois primeiros anos da atual gestão (2023 e 2024) houve redução de 32,2% nas mortes em decorrência de intervenção policial, se comparado aos dois primeiros anos da gestão anterior (2019 e 2020). Em igual período, 281 policiais militares foram expulsos e demitidos e 342 presos. Também foram instaurados 684 processos demissórios pela Corporação, reforçando o rigor das investigações conduzidas por sua Corregedoria, que atua de forma estruturada e independente para garantir que nenhuma irregularidade fique impune”.

Já sobre as câmeras corporais, o órgão informou que a atual gestão tem trabalhado pela “ampliação do programa”. 

“Deste modo, ampliou em 18,5% as Câmeras Operacionais Portáteis (COPs), com a aquisição de 12 mil novos dispositivos. Importante ressaltar que a PM adotou rígidos protocolos com relação ao uso dos equipamentos e as punições previstas para quem descumpri-los. Deste modo, qualquer policial que não cumpra as regras de utilização, incluindo o acionamento da câmera, será devidamente responsabilizado”, informou a SSP.

Fonte: Agência Brasil

Lula assina decreto que eleva salário mínimo para R$ 1.518

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira (3), decreto que eleva o salário mínimo para R$ 1.518 a partir de 1º de janeiro de 2025.

O aumento de R$ 106 em relação ao valor anterior supera a inflação acumulada no período.

Lula havia sancionado a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030.

O cálculo para o novo salário mínimo considerou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 4,84% nos últimos 12 meses até novembro mais os 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o representa ganho real acima da inflação.

“É importante lembrar, e o presidente Lula destacou hoje, durante a assinatura do decreto, que em seu governo o salário mínimo terá reajuste acima da inflação em todos os anos, ou seja, ganho real. Um compromisso com o processo de distribuição de renda, que é o papel do salário mínimo”, ressaltou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, segundo divulgou a pasta.

Para o ministro, seria uma “tragédia” se não houvesse a política de valorização do salário mínimo que foi aprovada em 2023. A expectativa de Marinho é que em 2025 o país continue com o seu ciclo de crescimento.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), cerca de 59 milhões de pessoas no Brasil têm rendimento ligado ao salário mínimo. Cerca de 19 milhões de aposentados e pensionistas recebem o valor do salário mínimo.

Fonte: Agência Brasil

TV Brasil apresenta musicais do Sem Censura na semana de Ano Novo

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Assim como na semana de Natal, a TV Brasil exibe os melhores programas musicais da temporada do Sem Censura na semana de Ano Novo, de segunda a sexta, às 16h. Os programas especiais reúnem entrevistas divertidas da apresentadora Cissa Guimarães com os convidados e performances marcantes dos artistas no palco da produção da emissora pública veiculadas ao longo de 2024.

As atrações temáticas combinam tributo a personalidades da cena musical que já partiram e destacam astros na bancada. As homenagens mesclam conversas descontraídas e apresentações de ícones da cultura brasileira com repertório de sucessos que passaram pelo programa nas edições de sexta ao longo do ano. Os especiais valorizam a música nacional, do samba ao rock e soul, passando pela MPB.

Na segunda semana da sequência, a programação do Sem Censura resgata a passagem pelo programa da TV Brasil de nomes como Alceu Valença, Chico César, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Ney Matogrosso, Sandra Sá, Zeca Baleiro e Zélia Duncan. Também recorda ícones como Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia. As bandas The Fevers e As Frenéticas também brilham no palco do canal público.

Com transmissão de segunda a sexta, às 16h, a roda de conversa pode ser acompanhada pelo app TV Brasil Play e no YouTube da emissora. O conteúdo também fica disponível em formato de podcast no Spotify. O Sem Censura tem horário alternativo na telinha mais tarde no mesmo dia, às 23h30.

Destaques da semana de Ano Novo

“Liberdade: Substantivo Feminino” é a pauta do último programa de 2024, na terça (31), às 16h. A apresentadora Cissa Guimarães recebe Laila Garin na TV Brasil para homenagear Elis Regina. Ney Matogrosso e Mel Lisboa prestam tributo à rainha do rock nacional, a inesquecível Rita Lee.

O Sem Censura abre 2025 em festa com o grande encontro que tem a participação de Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Alceu Valença na quarta (1º). Com o título “Geração MPB”, Zélia Duncan, Chico César e Zeca Baleiro agitam a edição de quinta (2). Já o último especial reúne The Fevers e As Frenéticas para recordar “Good Times” na sexta (3).

Sem Censura

O Sem Censura faz parte da programação da TV Brasil desde 1985, quando estreou na então TV Educativa do Rio de Janeiro, com Tetê Muniz como apresentadora – mas ficou mais conhecido com o rosto de Leda Nagle na bancada, que apresentou o programa de 1996 a 2016. O Sem Censura promovia debates sobre temas variados e era diário, passando a ser semanal em 2021, e retorna repaginado em 2024 com Cissa Guimarães como titular. 

Idealizada pelo jornalista Fernando Barbosa Lima no período da reabertura política, a produção também foi apresentada por profissionais como Gilsse Campos, Lúcia Leme, Claudia Cruz, Beth Camarão, Marcia Peltier, Liliana Rodriguez, Eliana Monteiro, Carla Ramos, Vera Barroso e Marina Machado.

Fonte: Agência Brasil

Irmã tenta levar equipamento eletrônico a tenente-coronel preso

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão do direito de visitas ao tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo, oficial do Exército, preso desde novembro pela Operação Contragolpe da Polícia Federal.

A decisão do ministro foi tomada após o Comando Militar do Planalto informar que irmã do tenente-coronel, Dhebora Bezerra de Azevedo, tentou levar ao oficial detido uma caixa de panetone que também continha “um fone de ouvido, um cabo USB e um cartão de memória”.

O episódio ocorreu na tarde do último sábado (28), na carceragem do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília (BPEB), onde Rodrigo Bezerra Azevedo está em prisão preventiva.

A defesa do tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo deve apresentar uma petição para que o ministro Alexandre de Moraes reveja a decisão. Em áudio enviado à Agência Brasil, o advogado Jeffrey Chiquini afirmou que “provavelmente” vai entrar com pedido “para que haja uma individualização das condutas. Suspender todas as visitas é demais”, disse, se referindo ao propósito de evitar a proibição de visita da esposa e da filha.

Chiquini também comentou que havia feito contato com a Dhebora Bezerra de Azevedo. “Conversei com a irmã dele agora, ela me contou o mal-entendido. De fato, ela confirmou a informação, mas que não chegou a acessar o presídio. Ela não chegou a entrar com o fone.”

Ação clandestina 

O tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo é integrante das Forças Especiais do Exército, também conhecidos como “kid pretos”, especializados em ações de guerrilha, infiltração e outras táticas militares de elite.

Inquérito da Polícia Federal descreve que Azevedo é um dos militares que participaram da ação clandestina de 15 de dezembro de 2022 para executar em Brasília o ministro Alexandre de Moraes.

Conforme a PF, o tenente-coronel respondia pelo codinome “Brasil” em mensagens interceptadas pelos investigadores em aparelho de celular, que posteriormente foi reabilitado com outro número de linha em nome do próprio Azevedo.

À época de revelação dos inquéritos da PF, o advogado Jeffrey Chiquini negou que Rodrigo Bezerra Azevedo respondesse pelo codinome “Brasil” e ainda disse ter provas de que no dia da ação clandestina o militar estava em casa com a família, em Goiânia, pois é sua data de aniversário.

Fonte: Agência Brasil

Caixas-pretas de jato da Embraer que caiu no Cazaquistão chegam amanhã

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Chegam nesta terça-feira (31), a Brasília, os gravadores de voo do jato da Embraer 190 de matrícula 4K-AZ65, que caiu, no último dia 25 de dezembro, próximo da cidade de Aktau, no Cazaquistão. Conhecidos como caixas-pretas, os gravadores são do tipo Cockpit Voice and Flight Data Recorder (CVFDR).

Os gravadores da aeronave serão examinados no Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo (LABDATA) do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), na capital federal. A Força Aérea Brasileira (FAB) não informou o horário da chegada do material a ser periciado.

O Cenipa é o órgão brasileiro responsável pela investigação de acidentes aeronáuticos e representante acreditado das aeronaves produzidas pela Embraer. Além dos técnicos brasileiros envolvidos na degravação dos dados, o centro da Aeronáutica receberá investigadores do Cazaquistão, do Azerbaijão e da Rússia (três de cada país).

O avião da Embraer pertencia à frota comercial da companhia Azerbaijan Airlines e tinha 67 pessoas a bordo, incluindo cinco tripulantes. O jato voava de Baku, no Arzeibaijão, para Grozny, capital da região da Chechênia, no sul da Rússia.

A aeronave acabou desviando da rota original até cair do lado oposto do Mar Cáspio. Segundo agências de notícias internacionais, o jato foi atingido pelas defesas antiaéreas russas, que atacavam drones ucranianos.

DE acordo com nota da FAB, “ao término dos trabalhos, os dados extraídos serão entregues à Autoridade de Investigação de Acidentes Aeronáuticos do Cazaquistão, agência responsável pela análise e investigação do acidente em pauta, conforme os protocolos internacionais de investigação de acidentes aeronáuticos.”

Fonte: Agência Brasil