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Curaçao conquista primeiro ponto nas Copas ao frear o Equador: 0 a 0

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Um roteiro parecido com o do confronto entre Espanha e Cabo Verde, na rodada inaugural da Copa do Mundo de 2026, rendeu a Curaçao seu primeiro ponto na história das Copas. Na noite deste sábado (20), com grande atuação de um goleiro (no caso Eloy Room, de 37 anos), a seleção estreante segurou o 0 a 0 com o Equador, em Kansas City e chega à última rodada da chave ainda com chances de classificação. Tanto Curaçao quanto Equador somam um ponto, a Costa do Marfim tem três e a Alemanha, já classificada, tem seis.

O jogo foi uma grande exibição de Eloy Room, que depois de sofrer sete gols da Alemanha na estreia, teve atuação espetacular, com 15 defesas, sendo escolhido o melhor em campo. A defesa mais impressionante foi no primeiro tempo, quando Enner Valencia surgiu livre, dentro da área e o goleiro defendeu o chute forte do atacante do Internacional.

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Na segunda etapa, o Equador seguiu tendo a posse (75% do tempo) e finalizando (26 chutes a gol no total), mas sem eficiência. Curaçao até se arriscou no ataque e teve algumas chances de marcar.

Mas o 0 a 0 se manteve no placar, para alegria de um lado e decepção do outro. Na última rodada, no dia 25, o Equador encara a Alemanha em Nova Jersey, enquanto Curaçao enfrenta a Costa do Marfim na Filadélfia.

Fonte: Agência Brasil

João Fonseca fica com o vice na chave de duplas do ATP 500 de Halle

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Na manhã deste domingo (21), a parceria formada pelo brasileiro João Fonseca e pelo alemão Daniel Altmaier acabou derrotada na decisão da chave de duplas do ATP 500 de Halle, na Alemanha, obra dos franceses Theo Arribage e Albano Olivetti, que venceram por 2 sets a 0, parciais de 7/6(7/2) e 6/4, em 1h22 de partida.

Fonseca e Altmaier inicialmente haviam sido derrotados ainda no qualificatório pelo americano Robert Galloway e o australiano John Peers, mas acabaram herdando uma vaga com a desistência do tenista australiano Nick Kyrgios, que fazia dupla com Mattia Bellucci, da Itália. Daí em diante, emendaram três vitórias até chegar à final.

Na chave de simples, Fonseca foi eliminado na estreia, ao perder para o alemão Yannick Hanfmann, número 59 do mundo, por 2 sets a 0. 

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Fonte: Agência Brasil

Rebeca Andrade volta com ouro no Pan de ginástica artística

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O retorno de Rebeca Andrade às competições foi em grande estilo. A campeã olímpica na ginástica artística ficou longe dos campeonatos por quase dois anos, mas retornou neste domingo (21) e trouxe logo o ouro no salto durante o campeonato Pan-Americano de ginástica artística, no Rio de Janeiro. A performance de Rebeca foi o ponto alto de um dia que teve mais seis medalhas do Brasil.

Rebeca Andrade conquistou o ouro no salto – algo inédito para o Brasil em um Pan – com uma média de 14.266, resultado de dois saltos notas 14.433 (a nota mais alta da competição) e 13.700.

A prata ficou com a canadense Lia Monica (14.249) e o bronze com a estadounidense Claire Pease (13.916).


Brasília (DF), 21/06/2026 – Rebeca Andrade volta com ouro no Pan de ginástica artística
Foto: Melogym/CBG
Brasília (DF), 21/06/2026 – Rebeca Andrade volta com ouro no Pan de ginástica artística
Foto: Melogym/CBG

Rebeca Andrade volta com ouro no Pan de ginástica artística Foto: Melogym/CBG – MeloGym/CBG

Na final das barras paralelas masculina, o Brasil conseguiu prata com Diogo Soares (13.933).

Na barra fixa, Diogo conquistou mais uma prata (14.133) e Arthur Nory trouxe o bronze (14.033), empatado com o canadense Felix Dolci.

Foram mais três bronzes para o Brasil no domingo: Thaís Fidélis na trave, Sophia Weisberg nas barras assimétricas e Vitaliy Guimarães no solo.

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Fonte: Agência Brasil

Bolívia: caem bloqueios após estado de exceção e acordo com sindicato

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O número de bloqueios de rodovias na Bolívia, em protesto às políticas do governo de Rodrigo Paz, diminuiu após um acordo com a Central Operária da Bolívia (COB), firmado na sexta-feira (19), e o estado de exceção decretado nesse sábado (20).

Confirmado pelo Parlamento na madrugada deste domingo (21), o estado de exceção permite ao governo decretar toque de recolher em determinadas áreas do país e usar as Forças Armadas para reprimir manifestantes após 50 dias de bloqueios e protestos contra as políticas do governo consideradas “neoliberais”.  

Chegando a registrar mais de 80 bloqueios em determinados dias, nas últimas semanas, a Bolívia amanheceu este domingo com 31 bloqueios de rodovias em La Paz, Cochabamba, Oruro e Santa Cruz, informou a Administradora de Estradas Bolivianas (ABC).

Ao longo deste domingo, o número de estradas bloqueadas caiu para 12, segundo painel de monitoramento em tempo real da ABC, responsável pela gestão das rodovias do país andino.

A doutoranda em ciência política na Universidade de São Paulo (USP) Alina Ribeiro explicou à Agência Brasil que o desgaste de 50 dias de bloqueios, que levaram a escassez de alimentos e medicamentos em diversas cidades, tem favorecido a redução das mobilizações. 

“As mobilizações custaram algumas vidas, inclusive, e paralisaram as cidades. Acho que a negociação com o governo aparece com uma saída que teria mais sentido, que beneficiaria os dois lados, ainda que não garanta a renúncia do Rodrigo Paz”, disse a especialista que estuda a realidade boliviana.

Os protestos vêm escalando na Bolívia desde janeiro, chegando ao ápice em maio e junho, após a promulgação de uma lei de terras criticada pelos camponeses. Desde então, grupos passaram a pedir a renúncia do direitista Rodrigo Paz, que está há apenas sete meses no poder após quase 20 anos de governos de esquerda na Bolívia

A pesquisadora Alina Ribeiro, que atua no Núcleo de Democracia e Ação Coletiva do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (NDAC-Cebrap), explicou que o bloqueio de rodovias é uma prática antiga na Bolívia, que vem da época da luta contra a colonização espanhola.

“É uma estratégia de atuação muito eficaz porque você realmente paralisa as cidades. Mas, ao mesmo tempo, é uma coisa que também exige das pessoas um tempo quase que integral e um sacrifício grande”, completou.

Acordo com Central Sindical

Um dia antes de decretar estado de exceção, o presidente Rodrigo Paz firmou um acordo com a COB, principal central sindical do país, que aderiu aos protestos pedindo reajustes salariais e denunciando o alto custo de vida.

O presidente da COB, Mario Argollo, informou que o acordo prevê um período de 90 dias para testar os compromissos com o governo. Ele pediu o fim dos bloqueios aos demais grupos para “pacificar o país”.

“Isso tem passos definidos de 90 dias. Agora a bola está do lado do governo. Se ele conseguir trabalhar nos aspectos centrais nacionais e estruturais, seguramente o povo vai aplaudir. Se faltar a isso, o povo o buscará”, disse Argollo à jornalistas após encontro com o presidente Paz.

Entre os pontos do acordo, estão a não criminalização dos protestos pelo governo; e não perseguição de lideranças de grupos sociais ou sindicais; e a formação de uma comissão com representantes do governo e da COB para liberação de lideranças presas durante os protestos.  

Pelo acordo, o governo ainda se comprometeu a não privatizar empresas públicas estratégicas, nem entregar recursos nacionais a interesses privados nacionais ou estrangeiros. Os pontos do acordo foram divulgados pela mídia estatal boliviana

Em uma rede social, o presidente Rodrigo Paz comemoro o acordo firmado com a COB.

“Vamos fortalecer a mineração estatal e a criação de empregos, sem privatizações e com coordenação permanente com a COMIBOL [Corporação Mineira de Bolívia]”, disse o chefe de Estado.

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Estado de exceção

No dia seguinte ao acordo com a COB, Paz decretou estado de exceção na Bolívia, decisão que o governo vinha preparando há semanas, o que incluiu a revogação da legislação de estado de exceção anterior e a  aprovação de novo texto pelo Parlamento.  

Ao anunciar a medida, o presidente boliviano voltou a criminalizar os protestos, argumentando, sem apresentar provas, que os bloqueios são financiados pelo narcotráfico, mesmo discurso usado pelos Estados Unidos (EUA) para defender o governo de La Paz.  

“O que a Bolívia enfrenta hoje é uma estratégia organizada de desestabilização contra a democracia e um governo constituído, e devemos chamá-la pelo seu nome: uma tentativa de golpe de Estado por parte do narcoterrorismo”, disse Rodrigo Paz.

O governo de La Paz ainda responsabiliza o ex-presidente Evo Morales pelos protestos e bloqueios no país. Em resposta, Morales afirma que esse é um movimento do povo boliviano, unindo professores, minérios, camponeses, indígenas e outros grupos sociais, os quais ele não tem controle.  

Divergências no movimento social

Parte das organizações seguem defendendo os bloqueios até a renúncia de Rodrigo Paz, como a Confederação Nacional de Mulheres Camponesas Indígenas “Bartolina Sisa”.

Na última quinta-feira, um ato de camponeses na província Ingavi, no departamento de La Paz, defendeu a manutenção dos bloqueios e protestos.

“Reafirmamos que as decisões são tomadas em conjunto com o povo, e não pelas suas costas. A Bolívia não merece líderes que traem o mandato popular, violam os direitos da maioria e tentam entregar o nosso país a interesses estrangeiros”, disse comunicado da organização camponesa Bartolina Sisa.

A dirigente da organização Virgínia Antiñapa denunciou o assassinato de manifestantes e a perseguição de lideranças nas últimas semanas, rejeitando as acusações do governo Rodrigo Paz.

“Esta luta é uma luta pelas nossas reivindicações de anos atrás. O governo está politizando isso; dizendo que apoiamos o MAS [partido de Evo Morales], mas esta luta não deve ser politizada. Nossa luta é justa. Não temos nada a ver com o senhor Morales”, afirmou Virgínia, em coletiva de imprensa.

A pesquisadora da USP Alina Ribeiro acrescentou à Agência Brasil que as mobilizações são formadas por grupos heterogêneos, sendo difícil que eles assumam uma posição unificada para encerrar ou não os bloqueios de rodovias.

“Existe um nível de cisão interna que é muito definidora de toda essa mobilização. As organizações menos unificadas têm o processo de decisão mais difícil. Com isso, decidir continuar ou não no conflito se torna mais complexo”, completou.

Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

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As seis dezenas do concurso 3.021 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 42 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas lotéricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

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O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 


Fonte: Agência Brasil

Lucas Paquetá: "Ficamos muito felizes com a volta do Neymar"

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O meio-campo Lucas Paquetá, autor de uma assistência na vitória do Brasil sobre o Haiti por 3 a 0, na última sexta-feira (19), concedeu entrevista coletiva neste domingo (21) e, dentre outros assuntos, abordou o retorno de Neymar aos treinos com o restante do grupo.

“Estamos todos muito felizes com a volta dele, é um cara muito importante para a história da seleção. Esperamos que ele possa estar em campo para nos ajudar o quanto antes”, revelou Paquetá.

O camisa 10 participou pela primeira vez de uma atividade em grupo, já que antes vinha trabalhando em separado do grupo. O treino deste domingo teve apenas três titulares do último jogo presentes – Paquetá, Alisson e Vini Jr. Uma ausência importante foi o atacante Raphinha, que saiu da partida contra o Haiti ainda no primeiro tempo e teve uma lesão no músculo posterior da coxa direita constatada. Perguntado sobre a possibilidade de ocupar a faixa do campo e realizar a função destinada a Raphinha, Paquetá se limitou a dizer que, se preciso, fará isso.

“Eu sempre me coloco à disposição para ajudar e fazer o melhor, mas essa é uma dúvida para o professor (Ancelotti). É ele quem decide. Mas com certeza todo mundo está preparado para entrar e fazer o seu melhor”, disse Paquetá, que não disse se foi passado algum prazo para o retorno do atacante.

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A respeito das comparações com outras seleções que estrearam com resultados melhores do que o Brasil (empate em 1 a 1 com o Marrocos), Paquetá garantiu que o grupo vem crescendo de produção.

“A gente sabe que as expectativas foram um pouco quebradas no primeiro jogo. Trabalhamos e melhoramos. Temos que focar no que a gente pode fazer. Somos a seleção brasileira e trabalhamos para conquistar o objetivo de vencer mais uma Copa. Se no final o objetivo for alcançado, nenhuma comparação vai importar”, opinou.

Fonte: Agência Brasil

Defesa do Irã brilha e segura 0 a 0 contra a Bélgica em Los Angeles

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Virou tendência nesta Copa do Mundo de 2026: o goleiro de uma seleção considerada inferior tem uma grande atuação para segurar o empate sem gols diante de uma favorita.

Neste domingo (21), isto aconteceu em Los Angeles, onde Irã – de Beiranvand – e Bélgica empataram por 0 a 0, resultado que deixa o grupo G completamente em aberto para a última rodada. No momento, as duas seleções têm dois pontos em duas partidas, enquanto Egito e Nova Zelândia, que ainda se enfrentam na noite deste domingo, somam um cada.

A Bélgica teve quase o dobro do tempo de posse de bola do adversário (56% contra 32% do Irã e 12% do tempo em disputa) e finalizou o triplo de vezes (21 contra 7). No entanto, quem balançou as redes foi o Irã, com Taremi, no primeiro tempo, em jogada que foi anulada por impedimento na cobrança ensaiada de falta.

No segundo tempo, a Bélgica correu riscos após a expulsão de Ngoy, que fez uma falta para impedir um gol quase certo do adversário. No entanto, fiel à proposta defensiva, o Irã continuou segurando o resultado e contou com grande atuação do goleiro Beiranvand, que fez várias defesas difíceis e garantiu que o placar não fosse alterado.

Na última rodada do grupo G, na madrugada de sábado (27), a Bélgica tenta a primeira vitória contra a Nova Zelândia, em Vancouver, enquanto o Irã busca se classificar pela primeira vez ao mata-mata diante do Egito, em Seattle.

Fonte: Agência Brasil

EUA e Irã negociam na Suíça em meio ao impasse com Israel no Líbano

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Representantes dos Estados Unidos (EUA) e do Irã realizaram, neste domingo (21), na Suíça, a primeira reunião de negociações após assinatura de memorando de entendimento para um acordo de paz abrangente no Oriente Médio

Com duração de 80 minutos, a reunião ocorreu em meio ao impasse da guerra no Líbano entre o Hezbollah e Israel. A delegação iraniana afirmou aos norte-americanos que o acordo final só poderá ser alcançado com o fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano.

Após Israel atacar o Líbano nesse sábado (20), Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz que, de acordo com o memorando de entendimento, deveria ficar com o tráfego livre pelos próximos 60 dias. 

O porta-voz do ministério das relações exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou que o encontro na Suíça visou implementar os acordos previstos no memorando, destacando a necessidade de acabar com o conflito no Líbano.

“Sem a implementação dessas disposições, especialmente o parágrafo 1 (encerramento da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano), não é possível prosseguir para a fase de negociação do acordo final”, disse o porta-voz, em uma rede social.

Baqaei informou ainda que foram discutidas as isenções para exportação de petróleo do Irã, hoje bloqueadas por sanções dos EUA, assim como as medidas para liberação de fundos iranianos congelados no exterior, também alvo de sanções econômicas.

Trump ameaça Irã

Em meio às negociações na Suíça, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar bombardear o Irã, responsabilizando o Hezbollah pela situação no Líbano.

“O Irã deve impedir imediatamente que seus agentes bem pagos no Líbano causem problemas. Se não o fizerem, atacaremos o Irã com muita força novamente, assim como fizemos na semana passada, só que com mais força!”, disse o presidente estadunidense.

O chefe do Parlamento iraniano, MB Ghalibaf, que lidera as negociações na Suíça, reagiu à declaração de Donald Trump.

“Não levamos em conta as ameaças dos americanos. É melhor que tomem cuidado com suas declarações; nossas forças armadas estão prontas para responder de outra maneira. Por mais que falem, somos nós que agimos”, respondeu Ghalibaf, também em uma rede social.

Antes de Trump ameaçar o Irã, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, que lidera a delegação da Casa Branca na Suíça, afirmou que as negociações tiveram “grande progresso” nos últimos dias, demostrando otimismo na “diplomacia” para “transformar” o Oriente Médio.

“O que o presidente [Trump] nos pediu foi que virássemos a página, que transformássemos nosso relacionamento com o povo do Irã”, disse Vance à jornalistas antes da reunião com a delegação iraniana.

Israel promete manter ocupação no Líbano

Enquanto o Irã cobra os EUA para forçar o aliado Israel a sair do Líbano, o governo de Tel Aviv segue mantando a posição de que o exército israelense vai manter suas posições no sul do Líbano.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que o país tem liberdade para agir no Líbano “sem restrições” para eliminar “ameaças”, com a manutenção de tropas no território libanês.

“Como o primeiro-ministro Netanyahu e eu esclarecemos – Israel não se retirará da zona de segurança no Líbano”, disse Katz, em uma rede social.

Hezbollah

O grupo político militar libanês Hezbollah afirmou, também nesse domingo, que qualquer violação da ocupação de Israel no Líbano será respondida pelo grupo.

O secretário geral do grupo xiita, Sheikh Naim Qassem, divulgou comunicado afirmando que Israel deve deixar o Líbano.

Qassem ressaltou que os Estados Unidos são capazes, se quiserem, de obrigar Israel a interromper suas agressões, considerando que é o apoio dos EUA que permitiu que a ocupação de Israel avançasse no Líbano.

Fonte: Agência Brasil

Sistema da Defesa Civil é suspenso após invasão e disparo falso

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A plataforma de envios do sistema Defesa Civil Alerta foi tirada do ar preventivamente na madrugada deste sábado (20/6), por volta de 1h30.

A medida foi tomada após o sistema sofrer uma invasão cibernética e disparar uma notificação falsa para diversas regiões do país.

O comando do disparo foi realizado remotamente por um usuário externo, sem qualquer ligação com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Mensagem assusta usuários

A notificação enviada aos celulares da população foi classificada na categoria de “alerta extremo” — normalmente reservada para desastres naturais iminentes. No entanto, o texto continha apenas a palavra “misantropia” (termo que significa aversão ou ódio à humanidade).

A principal linha de investigação aponta para um ataque hacker coordenado.

Em nota, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), informou que já acionou a Polícia Federal para investigar a autoria e a extensão do ataque cibernético.

A secretaria informa ainda que trabalha para religar o sistema o mais rápido possível, o que ocorrerá assim que todas as condições de segurança digital forem restabelecidas e garantidas.


Fonte: Agência Brasil

Hugo Calderano cai na final e perde chance do tri no WTT da Eslovênia

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Hugo Calderano lutou muito, mas acabou derrotado na grande final do WTT Star Contender de Ljubljana, na Eslovênia. O mesatenista japonês Shunsuke Togami venceu a partida – que teve 1h05 de duração – por 4 sets a 3, parciais de 7/11, 12/10, 11/8, 4/11, 11/5, 7/11 e 11/7.

Calderano havia vencido esta mesma competição em 2024 e 2025 e buscava o tricampeonato. O brasileiro, que conquistou a Copa do Mundo nesta temporada, vive a expectativa de subir novamente no ranking mundial da WTT (Federação Internacional de Tênis de Mesa). Atualmente, ele é o oitavo colocado.

Na chave feminina, Bruna Takahashi parou nas oitavas de final, quando perdeu para a japonesa Miwa Harimoto, cabeça-de-chave número 1 da competição e terceira colocada no ranking mundial, por 3 sets a 1 (13/11, 11/13, 11/7 e 11/8). A campeã em Ljubljana foi outra japonesa: Hina Hayata, que derrotou Yuling Zhu, de Macau, na final.

Fonte: Agência Brasil