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Ações de transporte de resíduos e manutenção de vias no DF têm alta de 35% no período chuvoso

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O Departamento de Transporte (DTR) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) registrou um aumento significativo das demandas no período chuvoso em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Com uma média de 1,3 mil ações diárias, os atendimentos cresceram 35% em relação ao período seco, com reforço nas atividades de transporte de resíduos, limpeza e manutenção de vias.

Entre as demandas mais atendidas estão o transporte de resíduos de construção civil (RCC) e materiais para recuperação de estradas não pavimentadas, principalmente nas regiões de Sol Nascente/Pôr do Sol, SCIA/Estrutural, Recanto das Emas, Fercal, Vicente Pires (Assentamento 26 de Setembro), Ceilândia e Gama. Também se destacam os pedidos de remoção de inservíveis e operações de limpeza para combater a proliferação de demais pragas urbanas.

Para garantir agilidade no atendimento, a companhia conta com uma frota de mais de 850 veículos, máquinas e equipamentos, incluindo caminhões basculantes, pás carregadeiras e retroescavadeiras.

“As ações diretas e indiretas são essenciais para melhorar a qualidade de vida da população e garantir segurança nas vias, especialmente na zona rural, onde o transporte escolar depende dessas manutenções”, destaca o chefe do Departamento de Transporte da Novacap, Rodolpho Diego Tavares Moreira.

A população pode acionar os serviços de emergência por meio de contato direto com administradores regionais e pelo Portal Cidadão. Caso a demanda não exija pronto atendimento, elas ficam agendadas para execução conforme cronograma.

A intensificação das ações assegura a manutenção das áreas urbanas e rurais, contribuindo para prevenir riscos à saúde pública, como a proliferação de arboviroses e de focos do Aedes aegypti, garantindo um ambiente mais seguro e bem cuidado para a população do DF.

*Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

Fonte: Agência Brasília

Saiba como atua o Conselho de Direitos Humanos da ONU

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Rejeitado pelos Estados Unidos e por Israel, que recentemente anunciaram sua saída do órgão, o Conselho de Direitos Humanos (UNHRC) da Organização das Nações Unidas (ONU) completa este ano 19 anos de existência. O foro foi criado em 2006, para substituir a antiga Comissão de Direitos Humanos, que segundo o próprio secretário-geral da ONU na época, Kofi Annan, considerava enfraquecida.

“Ele deixou de ser uma mera comissão, como havia dezenas dentro da ONU, e passou a ser um conselho, equiparado aos outros dois grandes conselhos da ONU, o Conselho de Segurança e o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Então, a própria criação do Conselho de Direitos Humanos já apontava para esse lugar de maior prestígio, de maior destaque do tema dos direitos humanos dentro da organização”, explica o cientista político Mauricio Santoro, professor do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha.

Comandado por um Alto Comissário, escolhido pelo secretário-geral das Nações Unidas, o conselho é composto por 47 países, eleitos pelos 193 membros da ONU, para mandatos de 3 anos. A cada ano, eleições renovam um terço de sua composição. O Brasil, por exemplo, foi eleito em 2023 para ficar no órgão até 2026.

Além do comissário e dos representantes dos países, o órgão conta ainda com um comitê consultivo, grupos de trabalho e especialistas designados para missões específicas.

A função do conselho é reforçar a promoção e proteção dos direitos humanos ao redor do mundo, abordar situações de violações e fazer recomendações sobre elas. Entre seus instrumentos estão as resoluções e decisões, que funcionam como a expressão da vontade da comunidade internacional sobre determinadas situações. Em 19 anos, foram publicadas mais de 1.400 resoluções sobre situações em diversos países.

“A adoção de uma resolução envia um sinal político forte que pode incitar governos a agir de forma a remediar essas situações”, informa o site do próprio órgão.

Segundo Santoro, as resoluções têm um impacto que extrapola o sinal político ou um simples “constrangimento” para alguns países, como aqueles que lidam com tratados internacionais de direitos humanos como instrumentos legais superiores às suas próprias legislações, como é o caso do Brasil, Chile e Argentina.

“Quando você tem uma decisão da ONU, uma resolução, ou algum tipo de debate no Conselho de Direitos Humanos, com muita frequência, eles envolvem também esses compromissos jurídicos que os países assumiram, nos tratados”, destaca.

Além das resoluções, há também as comissões de investigação e de apuração de fatos, que podem ajudar em processos penais internacionais, além da Revisão Periódica Universal (UPR), que avalia periodicamente a situação de direitos humanos de todos os países-membros da ONU. Todos eles já foram avaliados pelo menos três vezes desde 2006 e, neste momento, o conselho faz sua quarta rodada da UPR.

“Ela é universal. Todos os países são examinados. Não é uma coisa que acontece só com alguns violadores. Uma vez a cada quatro ou cinco anos, esses países passam ali por uma rodada de avaliação e o Conselho dos Direitos Humanos publica um relatório com as suas análises e com as suas sugestões do que cada país pode fazer para melhorar suas condições”, explica Santoro.

EUA

Em 3 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma Ordem Executiva que determinava que seu país “não participará” e “nem buscará eleição” para o Conselho de Direitos Humanos, do qual foi um dos 47 membros de 2022 a 2024. Além disso, os EUA não financiarão mais o conselho.

No documento, Trump justificou sua saída afirmando que o conselho “tem protegido violadores de direitos humanos ao permitir que eles usem a organização para se blindar de seu escrutínio”.

Não é a primeira vez que o presidente estadunidense oficializa a saída da organização. Em 2018, em seu primeiro governo, Trump decidiu sair do conselho enquanto seu país tinha mandato, o qual se encerraria apenas no ano seguinte.

“O presidente Trump tem uma perspectiva da inserção dos Estados Unidos no sistema internacional que é muito peculiar. Ele considera que os Estados Unidos são o país mais importante de todos e que não podem ser prejudicados em momento algum, por razão alguma, né? E todos aqueles organismos e acordos que ele considera de alguma forma lesivos aos interesses dos Estados Unidos, ele rejeita”, avalia o professor de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Williams Gonçalves.

Na Ordem Executiva assinada no dia 3 de fevereiro, Trump cita que os Estados Unidos ajudaram a fundar a ONU depois da Segunda Guerra Mundial, para prevenir conflitos globais e promover a paz, mas que “algumas agências e organismos se distanciaram dessa missão e, em vez disso, agem contra os interesses dos Estados Unidos, enquanto ataca seus aliados e propaga o antissemitismo”.

A saída dos EUA do conselho ocorreu na mesma semana em que Trump sugeriu que os palestinos saíssem de Gaza e fossem realocados em outros países. Os habitantes do território palestino sofreram nos últimos 15 meses, com ataques israelenses.

“A principal questão é a questão dos palestinos. A principal denúncia que o conselho faz é o tratamento que o Estado de Israel dispensa aos palestinos. Um tratamento que chegou ao paroxismo após a investida do Hamas contra alguns membros da sociedade de Israel. Trump considera que a crítica a Israel é, de alguma forma, uma crítica aos Estados Unidos. E, de certa forma, ele tem razão, uma vez que os Estados Unidos apoiaram integralmente do início ao fim, toda a ação genocida de Israel na faixa de Gaza”, explica Gonçalves.

Israel, aliás, anunciou que seguiria o exemplo dos Estados Unidos em relação ao conselho. “Israel considera bem-vinda a decisão de Trump de não participar do Conselho de Direitos Humanos da ONU (UNHRC). Israel se junta aos Estados Unidos e não participará do UNHRC”, escreveu o chanceler israelense, Gideon Sa’ar, em suas redes sociais, complementando que o órgão “demoniza obsessivamente” seu país.

Em entrevista para a agência de notícias Reuters, a relatora especial da UNHRC para Israel e os Territórios Ocupados Palestinos, Francesca Albanese, classificou de “arrogância” a decisão dos israelenses de deixar o conselho.

A organização internacional Anistia Internacional condenou a saída dos EUA do conselho em um momento em que “palestinos em Gaza enfrentam genocídio, deslocamento forçada e negação a apoio humanitário crítico”. Em momentos como esse, segundo a entidade, a “comunidade internacional deve reforçar urgentemente, e não abandonar, mecanismos de responsabilização e justiça”.

Consequências

Segundo Mauricio Santoro, mesmo deixando de participar do conselho, os EUA continuam sujeitos ao seu escrutínio. “É um esvaziamento político não ter mais os Estados Unidos, que são a maior economia e que têm o maior peso militar”.

Há ainda a questão do corte do financiamento, que pode atrapalhar os trabalhos do conselho. “A ONU trabalha muitas vezes com orçamentos muito apertados e muito erráticos. Com muita frequência, os dirigentes de cada uma das grandes instituições da ONU, passam um ano ali de chapéu na mão, indo aos grandes doadores, pedindo ajuda, pedindo um financiamento extra para poder lidar com uma situação de crise”, explica Santoro.

Para além dos impactos diretos na representatividade e financiamento do conselho, a saída dos Estados Unidos pode ter efeitos em outros países que têm alinhamento ideológico com Trump.

“O Trump está criando uma espécie de franquia política. Têm presidentes em outras partes do planeta que se apresentam, por exemplo, como Trump latino-americano, Trump africano. Ele criou um modelo político que está encontrando muitos seguidores. Por exemplo, a gente tem visto que a Argentina tem replicado muitas dessas ações do presidente americano. Ele saiu, por exemplo, da Organização Mundial da Saúde. Será que vai sair [do Conselho de Direitos Humanos] também?”, questiona Santoro.

Além do UNHRC, os Estados Unidos também anunciaram sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), o fim do financiamento à agência das Organização das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) e a reavaliação de sua participação na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Novas dinâmicas

Mauricio Santoro destaca que os EUA lideraram a criação das Nações Unidas e é curioso ver, neste momento, o “criador voltando-se contra a criatura”. “Isso é muito inusitado. E vamos dizer, a gente tem uma série de preocupações, porque qual é a alternativa para as organizações internacionais. Elas exercem funções muito importantes, criam um ambiente global que é mais previsível, que é mais estável, onde há mecanismos melhores de transparência, de compartilhar informações”, ressalta.

O professor Antonio Jorge Ramalho da Rocha, da Universidade de Brasília (UnB), considera lastimável que o atual governo estadunidense renegue os valores promovidos por seu país logo após a Segunda Guerra Mundial.

“Eles vão sair perdendo mais do que quaisquer outros países em relação a isso. No longo prazo, isso é a aceleração de sua decadência. Não tenho dúvida de que é um erro do ponto de vista do interesse deles. Os Estados Unidos se fundaram com base nessa convicção compartilhada, nesse valor de que os seres humanos devem ser objeto de proteção pelos Estados. Toda a estrutura política dos Estados Unidos está montada para impedir que os governantes oprimam os cidadãos, para proteger as liberdades individuais”, explica.

Segundo Rocha, o vácuo deixado pelos Estados Unidos no conselho pode ser uma chance para que outros países, como aqueles da União Europeia e do Sul Global, inclusive o Brasil, assumam um papel de liderança na defesa dos direitos humanos no planeta.

“É preciso que os países que prezam esses valores abracem o conselho, financiem suas ações. Hoje há um vácuo de liderança. É uma grande oportunidade para um país como o Brasil, que tem uma tradição de respeito, de defesa e de promoção do multilateralismo. Resta saber se tem energia, recursos e visão clara para ocupar esse espaço”, conclui o professor.

Fonte: Agência Brasil

Cearense 2025: TV Brasil transmite Fortaleza x Ceará neste sábado

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Este fim de semana será de mais futebol com a estreia do Campeonato Cearense na tela da TV Brasil. No sábado (8), a emissora exibe as emoções do clássico Fortaleza x Ceará, com pré-jogo às 16h e apito inicial às 16h30. A partida, válida pela quinta rodada do Campeonato Cearense de Futebol, será disputada na Arena Castelão, em Fortaleza (CE).

A transmissão é uma parceria com a TV Ceará, integrante da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que realiza a narração, comentários e geração de imagens. A TV Brasil retransmite para todo o país. A TV Brasil está transmitindo outros três campeonatos estaduais: o Baiano, em parceria com a TVE, o Paraense, em parceria com a TV Cultura do Pará e o Capixaba, com a TVE Espírito Santo.

A disputa promete, com ambos os times, 12 pontos até o momento. Na liderança do Grupo A, o Ceará entra em campo com vitória em todas as partidas do campeonato até o momento – no último domingo (2), inclusive, venceu o Barbalha com uma goleada de 5 a 0.  Encabeçando o Grupo B, o Fortaleza também segue invicto e chegou a marcar 7 a 0 contra o Cariri na primeira rodada.

Será o primeiro confronto dos dois clubes em 2025. Este ano, eles vão se enfrentar na Série A do Campeonato Brasileiro.

Cearense 2025

Dez clubes participam da edição deste ano do Campeonato Cearense. São eles: Associação Desportiva Iguatu, Barbalha Futebol Clube, Ceará Sporting Club, Cariri Football Club, Centro de Formação de Atletas do Tirol, Ferroviário Atlético Clube, Floresta Esporte Clube, Fortaleza Esporte Clube, Horizonte Futebol Clube e Maracanã Esporte Clube.

Regulamento do campeonato será mantido como na temporada de 2024. Os dez times foram divididos em dois grupos de cinco. Avançam diretamente para as semifinais os primeiros colocados de cada grupo. Os segundos e terceiros colocados disputam as quartas de final. Quartos e quintos lugares participam do chamado Quadrangular da Permanência.


Fonte: Agência Brasil

Faturamento da indústria tem maior crescimento anual desde 2010

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Embalada pelo aquecimento da produção e do consumo, o faturamento real (descontada a inflação) da indústria de transformação cresceu 5,6% em 2024, divulgou nesta sexta-feira (7) a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mesmo tendo caído 1,3% de novembro para dezembro, o setor teve o maior crescimento anual desde 2010.

Segundo a CNI, a demanda por bens industrializados foi estimulada pelo baixo desemprego, pelo aumento de gastos do governo e pela maior concessão de crédito. A combinação desses fatores, aponta a entidade, manteve o consumo e o investimento aquecidos, o que se refletiu no maior faturamento.

O número de horas trabalhadas na produção cresceu 4,2% no ano passado em relação a 2023. Em dezembro, no entanto, o índice diminuiu 1,3%, mostrando desaceleração da indústria no fim de 2024.

A utilização da capacidade instalada (UCI) caiu 0,8 ponto percentual em dezembro, fechando 2024 em 78,2%, na série livre de efeitos sazonais (sem oscilações típicas da época do ano). Na média do ano passado, a UCI cresceu 0,6 ponto percentual em relação a 2023.

O bom desempenho da indústria em 2024 também se reflete no mercado de trabalho. No ano passado, o número de postos de trabalho ativos no setor subiu 2,2%. A massa salarial cresceu 3%, e o rendimento médio do trabalhador industrial aumentou 0,8%.

Em dezembro, porém, os indicadores não foram tão bons. O nível de postos de trabalho manteve-se estável, mas a massa salarial e o rendimento médio do trabalhador recuaram 0,5% no mês.

Realizada desde 1992 em parceria com as federações estaduais da Indústria, a pesquisa identifica, mensalmente, a evolução de curto prazo da atividade da indústria de transformação. Os estados pesquisados respondem por mais de 90% do produto industrial brasileiro.

Fonte: Agência Brasil

Pré-carnaval em São Paulo tem atrações para todas as idades

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A programação pré-carnavalesca de São Paulo traz, neste sábado (8), uma série de eventos gratuitos para a população, com atrações destinadas tanto a adultos quanto a adolescentes e crianças. São shows de música, exposições, apresentações teatrais, contação de histórias e oficinas espalhadas pelos equipamentos públicos da cidade, sob coordenação da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

A série de eventos, que vai de hoje até o dia 28 deste mês, começa com a Ximbalá Micareta – Axé, na Casa de Cultura São Rafael, no Jardim Vera Cruz. A banda apresenta a música baiana para as cidades de São Paulo.

A programação recomeça terça-feira (11), com desfile da Escola de Samba Estrela do Terceiro Milênio, que se apresentará no Sambódromo do Anhembi, com o tema Muito além do Arco-Íris – Tire o preconceito do caminho que nós vamos passar com o amor. Além disso, a Estrela do Milênio vai trazer uma exposição de figurinos, que poderá ser vista até 11 de março.

Crianças e adolescentes

Para as crianças, entre os destaques, estão o Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis, no Centro Cultural da Juventude, no dia 27 de fevereiro. Outra atração é Historietas Carnavalescas, apresentada pelo grupo Casulo Viajante, na quarta-feira (12), que poderá ser acompanhada em 13 bibliotecas da capital.

Outro evento de contação de histórias, Contos Carnavalescos, da Trupe BorboLetras, está previsto para o mesmo 12, em dez bibliotecas. Na Biblioteca Mario de Andrade, haverá baile de carnaval para crianças na Sala Tula Pilar.

Programação

Hoje (8), a partir das 18h, Ximbalá Micareta – Axé, na Casa de Cultura São Rafael, à Rua Quaresma Delgado, 354 – Jardim Vera Cruz. O ingresso é gratuito, e a classificação, livre.

Terça-feira (11), das 9h às 20h, Muito Além do Arco-Íris – Tire o preconceito do caminho que nós vamos passar com o amor, no hall do Centro Cultural Grajaú, Rua Professor Oscar Barreto Filho, 252, no Parque América. A entrada é gratuita, a classificação, livre, e o evento vai até 11 de março.

Quarta-feira (12), às 14h, contação de histórias Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Raul Bopp, Rua Muniz de Souza, 1.155, Aclimação. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (12), às 14h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Padre José de Anchieta, Rua Antônio Maia, 651, Perus. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (12), às 14h30, Bloco dos Palhaços Batutas Flor de Crejoá, na Biblioteca Helena Silveira, Rua João de Barros, 111, Vila Alpina. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (12), às 10h, Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis, Parafuseta Produções, na Biblioteca Amadeu Amaral, Rua José Clovis de Castro, s/n, Vila Maria. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (13), às 10h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Jamil Almansur Haddad, Rua Alba, 251, Vila Santa Catarina. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (13), às 14h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Cora Coralina (Rua Otelo Augusto Ribeiro, 113, Guaianases. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (13), às 13h30, Bloco dos Palhaços Batutas Flor de Crejoá, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Rua Henrique Schaumann, 777, Pinheiros. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sexta-feira (14), às 15h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Viriato Corrêa, Rua Sena Madureira, 298, Vila Mariana. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sexta-feira (14), às 14h30, Historietas Carnavalescas, com Casulo Viajante, na Biblioteca Raimundo de Menezes, Avenida Nordestina, 780, São Miguel Paulista. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sexta-feira (14), às 15h, Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis, Parafuseta Produções, na Biblioteca Álvaro Guerra, Avenida Pedroso de Moraes, 1.919, Pinheiros. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (15), às 15h, Sainha de Chita, baile de carnaval na Sala Tula Pilar da Biblioteca Mário de Andrade, Ru da Consolação, 94, República. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (15), às 18h, com duas horas de duração, apresentação do Bloco Breja no Centro de Culturas Negras, Rua Arsênio Tavolieri, 45, Jabaquara. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (15), às 17h, Avontz no Carnaval do CCJ, no Centro Cultural da Juventude, Avenida Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (15), às 18h, Filhas da Mãe África, Quem Samba Fica, Samba, na Casa de Cultura Brasilândia, Praça Benedicta Cavalheiro, s/n, Freguesia do Ó. Entrada franca e classificação livre.

Sábado (15), às 18h, Anafilática, Cantores de Rádio, O Abre Alas, Música, na Casa de Cultura Brasilândia – Praça Benedicta Cavalheiro, s/n – Freguesia do Ó. Entrada franca e classificação livre.

Sábado (15), às 19h, Dodô Santos, Carnaval, Cultura Cigana, na Casa de Cultura São Mateus, Rua Monte Mandirá, 40, São Mateus. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (15), às 14h, Bloco Afro É Di Santo – Performance, na Casa de Cultura Júlio Guerra – Praça Floriano Peixoto, 131 – Santo Amaro. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (15), às 11h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Ricardo Ramos, Rua Taquari, 549, Mooca. Entrada franca e classificação livre.

Sábado (15), às 11h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca Anne Frank, Rua Cojuba, 45, Itaim Bibi. Entrada franca e classificação livre.

Terça-feira (18), às 14h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Álvares de Azevedo, Praça Joaquim José da Nova, s/n, Vila Maria. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Terça-feira (18), às 14h, Bloco dos Palhaços Batutas Flor de Crejoá, na Biblioteca Jayme Cortez (Centro Cultural da Juventude, Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila dos Andrades. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Terça-feira (18), às 14h30, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Menotti Del Picchia, Avenida Elísio Teixeira Leite, 1470, Freguesia do Ó. Entrada franca e classificação livre.

Quarta-feira (19), às 10h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Brito Broca, Avenida Mutinga, 1.425, Vila Pirituba. Entrada franca e classificação livre.

Quarta-feira (19), às 10h, Historietas Carnavelescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Narbal Fontes, Avenida Conselheiro Moreira de Barros, 170, Santana. Entrada franca e classificação livre.

Quarta-feira (19), às 14h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Nuto Sant’Anna, Praça Tenório de Aguiar, 32, Santana. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (19), às 14h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca Cassiano Ricardo, Avenida Celso Garcia, 4.200, Tatuapé. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (19), às 14h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Sylvia Orthof, Rua José Clovis de Castro, s/n, Jardim das Camélias. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (20), às 14h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Afonso Schmidt, Avenida Elísio Teixeira Leite, 1.470 – Freguesia do Ó/Vila Brasilândia.  A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (20), às 10h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Prefeito Prestes Maia, Avenida João Dias, 822, Santo Amaro. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (20), às 11h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca Pedro Nava, Rua Helena do Sacramento, 100, Vila Maria. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (20), às 10h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Belmonte, Rua Paulo Eiró, 525, Santo Amaro. Entrada franca e classificação livre.

Quinta-feira (20), às 14h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Malba Tahan, Rua Brás Pires Meira, 100, Jardim Susana/Veleiros. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (21), às 10h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Affonso Taunay, Rua Taquari, 549, Mooca. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (21), às 10h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Camila Cerqueira César, Rua Waldemar Sanches, 41, Jardim São Paulo. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (21), às 15h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca José Paulo Paes, Centro Cultural Penha, Rua Barão de Jaceguai, 375, Jabaquara. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (21), às 14h, Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis – Parafuseta Produções, na Biblioteca Sérgio Buarque de Holanda, Rua Vitório Santim, 44, Itaquera. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (21), às 11h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Vicente Paulo Guimarães,Rua Jaguar, 225, Vila Curuçá. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 15h, Bloco Ano Passado Eu Morri Mas Esse Ano Não Morro, na Praça do Centro Cultural Penha, Largo do Rosário, 20, Penha de França. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 17h, Carnaval no CCJ com JabaCharanga, no Centro Cultural da Juventude, Avenida Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 19h, Firma o Ponto – Afoxés e Sambas de Terreiro, no Teatro à Rua Professor Oscar Barreto Filho, 252, Parque América. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 19h, Unidos do Swing, no Palco Éden da Vila Itororó, Rua Maestro Cardim, 60, Bela Vista. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 16h, Cordão das Amoxtradas – Baile de Carnaval – Música, na Casa de Cultura Parelheiros, Rua Nazle Mauad Lutfi, 169, Parque Tamari. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 18h, Afoxé Omí Àiyé – Música, na Casa de Cultura Brasilândia, Praça Benedicta Cavalheiro, s/n, Freguesia do Ó. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 16h, Mamulengo da Folia – Teatro, na Casa de Cultura Itaim Paulista, Rua Monte Camberela, 490, Vila Silva Teles. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 15h, Filhas da Mãe África – Quem Samba Fica – Samba, na Casa de Cultura São Miguel, Rua Irineu Bonardi, 169, Vila Pedroso. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Sábado (22), às 16h, Pagode do Asafe – Daiane – Samba, na Casa de Cultura Santo Amaro, Praça Dr. Francisco Ferreira Lopes, 434, Santo Amaro, Entrada franca e classificação livre.

Domingo (23), a partir das 13h30, com uma hora e meia de duração, Bloco Bateria Descontrole, na Praça da Balança no Polo Cultural Chácara do Jockey, Rua Santa Crescência, 323, Ferreira. Entrada franca e classificação livre.

Domingo (23), às 14h, Cordão Carnavalesco Dona Micaela no Centro Cultural da Penha, Largo do Rosário, 20, Penha de França. Entrada franca e classificação livre.

Domingo (23), às 15h, Bloco Ano Passado eu Morri Mas Esse Ano Não Morro, no Palco Éden da Vila Itororó, Rua Maestro Cardim, 60 – Bela Vista. Entrada franca e classificação livre.

Terça-feira (25), às 14h30, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Rubens Borba Alves de Moraes, Rua Sampei Sato, 440, Ermelino Matarazzo. Entrada franca e classificação livre.

Terça-feira (25), às 10h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca Paulo Setúbal, Centro Cultural Vila Formosa, Avenida Renata, 16, Vila Formosa. Entrada franca e classificação livre.

Terça-feira (25), às 10h, Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis, Parafuseta Produções, na Biblioteca Malba Tahan, Rua Brás Pires Meira, 100, Jardim Susana/Veleiros. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Terça-feira (25), às 10h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Jovina Rocha Álvares Pessoa, Rua Luís Imparato, 564, Vila Prudente. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (26), às 15h, Evoé Cia de Teatro – O Carnaval dos Bichos – Teatro, na Casa de Cultura São Mateus, Rua Monte Mandirá, 40, São Mateus. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (26), às 14h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Lenyra Fraccaroli, Praça Haroldo Daltro, 451, Vila Carrão. Entrada franca e classificação livre.

Quarta-feira (26), às 10h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Amadeu Amaral, Rua José Clovis de Castro, s/n, Vila Maria. Entrada franca e classificação livre.

Quarta-feira (26), às 14h, Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis – Parafuseta Produções, na Biblioteca Vicente Paulo Guimarães, Rua Jaguar, 225, Vila Curuçá. Entrada franca e classificação livre.

Quarta-feira (26)), às 10h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Professor Arnaldo Magalhães Giácomo, Rua José Joaquim, 290, Sapopemba. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quarta-feira (26), às 14h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Sérgio Buarque de Holanda, Rua Vitório Santim, 44, Itaquera. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (27), às 14h, Maria Cristina dos Santos – Máscaras Carnavalescas Reciclagem de Sucata – Cultura Popular, na Casa de Cultura Freguesia do Ó, Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 215, Freguesia do Ó. A entrada é gratuita, e a classificação, livre.

Quinta-feira (27), às 14h, Bloquinho das Princesas e dos Super Heróis, no Centro Cultural da Juventude | Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha. Entrada franca e classificação livre.

Quinta-feira (27), às 10h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Gilberto Freyre, Rua José Joaquim, 290, Sapopemba. Entrada franca e classificação livre.

Quinta-feira (27), às 10h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Hans Christian Andersen, Avenida Celso Garcia, 4.142, Tatuapé. Entrada franca e classificação livre.

Quinta-feira (27), às 14h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca Paulo Sérgio Duarte Milliet (Rua José Clovis de Castro, s/n, Vila Maria. Entrada franca e classificação livre.

Quinta-feira (27), às 14h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca Marcos Rey, Rua Marcus Pereira, 30, Santo Amaro. Entrada franca e classificação livre.

Quinta-feira (27), às 14h30, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Vinicius de Moraes (Rua Tenente Landy, 40, Jardim Três Marias. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (28), às 18h, Bloco do Vietnã – Samba, na Casa de Cultura Santo Amaro, Praça Dr. Francisco Ferreira Lopes, 434, Santo Amaro. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (28), às 14h, Contos Carnavalescos, com a Trupe BorboLetras, na Biblioteca Clarice Lispecto, Rua Jaricunas, 458, Siciliano. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (28), às 14h, Historietas Carnavalescas, com o Casulo Viajante, na Biblioteca José Mauro Vasconcelos, Rua Diógenes Dourado, 101, Jardim Lajeado. A entrada é gratuita, e a  classificação, livre.

Sexta-feira (28), às 14h, Bloco dos Palhaços Batutas – Flor de Crejoá, na Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato, Rua General Jardim, 485, Vila Buarque. A entrada é gratuita, e a  classificação, livre.

Sexta-feira (28), às 14h, Bloquinho das Princesas e dos Super-Heróis, Parafuseta Produções, na Biblioteca Paulo Duarte, Centro de Culturas Negras, Praça Ituzaingó, s/n, Vila Regente Feijó. Entrada franca e classificação livre.

Sexta-feira (28), às 16h, Brincando de carnaval, com a Banda Arteiros, na Biblioteca Álvaro Guerra, Avenida Pedroso de Morais, 1.919 , Pinheiros. Entrada franca e classificação livre.

Toda a programação cultural para o mês de fevereiro pode ser encontrada no site oficial da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
 

Fonte: Agência Brasil

Novas calçadas levam mais acessibilidade e conforto para moradores do Guará

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Cerca de 4 mil metros quadrados de calçadas estão sendo construídos na EQ 30/32 do Guará. As obras são executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com investimento de R$ 1,5 milhão, atendendo a um pedido antigo da comunidade. As passagens foram erguidas em concreto usinado, oferecendo maior durabilidade e resistência, além de manutenção mais em conta, e seguem as normas técnicas de acessibilidade, com largura mínima de dois metros e superfície regular.

Segundo o administrador regional do Guará, Artur Nogueira, após a construção dos passeios, serão executados serviços de drenagem e paisagismo. A execução das travessias começou no final de dezembro e, conforme Nogueira, deve ser finalizada ainda neste mês. “É uma obra que traz mais mobilidade, conforto, segurança e qualidade de vida para a população guaraense. Há mais de 20 anos as pessoas pedem essas calçadas, principalmente os idosos, que desejam passear entre os jardins”, ressalta.

Moradora da região desde 1978, a aposentada Inad de Oliveira, 86 anos, conta que as estruturas anteriores estavam deterioradas e tinham rachaduras. Agora, ela acredita que esse problema chegou ao fim e os cidadãos poderão caminhar, correr ou pedalar com mais tranquilidade. “Como não tenho carro, só ando a pé. E agora está ótimo para caminhar, sem perigo de cair, está tudo lisinho”, diz.

O empresário Luís Felipe Machado, 27, também destaca os benefícios das novas travessias. “Moro aqui perto há dois anos e passeio todo dia com minha filha, meu cachorro e, às vezes, com minha esposa, pelo menos cinco vezes por dia. Aqui ficou ótimo para isso, dá para passar com o carrinho da bebê sem nenhum problema. Tivemos o transtorno inicial, mas agora está bem confortável”, aponta.

Com 134 mil habitantes, o Guará tem recebido investimentos do GDF em diversas ações. No quesito modernização, são mais de R$ 354 milhões em construções em andamento, como o Hospital Clínico Ortopédico (HCO), a duplicação da via de ligação entre a Avenida Contorno e a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) e a urbanização do Park Sul.

Além disso, em 2024, o GDF concluiu as obras de infraestrutura urbana das oito novas quadras do Guará II: as QEs 38, 44, 48, 50, 52, 54, 56 e 58. Com investimento de R$ 17 milhões, foram feitos os serviços de drenagem pluvial ,com a construção de mais de 11 mil metros de rede e de 116 bocas de lobo, de pavimentação de 8,6 km, de implantação de mais de 70 vagas de estacionamentos e de assentamento de 24,9 mil metros meios-fiso, além da sinalização.

08/02/2025 - Novas calçadas levam mais acessibilidade e conforto para moradores do Guará

Fonte: Agência Brasília

Pix tem instabilidade no início da tarde desta sexta-feira

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Um problema na rede do Sistema Financeiro Nacional provocou instabilidades no Pix no início da tarde desta sexta-feira (7). O sistema de transferências instantâneas ficou fora do ar em alguns bancos e para alguns usuários. Segundo o Banco Central (BC), a situação está sendo normalizada ao longo da tarde.

Em nota, o BC – responsável por administrar o Pix – informou que o problema não atingiu os sistemas do órgão, mas afetou a rede do Sistema Financeiro Nacional, que interliga as instituições financeiras ao Banco Central.

“Os sistemas do BC funcionam normalmente. Alguns participantes enfrentaram dificuldades de acesso aos sistemas do BC por conta de problemas na Rede do Sistema Financeiro Nacional. Os planos de contingência de rede foram acionados. A situação já está retornando à normalidade”, informou o BC em nota.

Reclamações

Segundo o site Down Detector, que monitora em tempo real reclamações sobre empresas, as queixas sobre instabilidades no Pix começaram pouco depois das 12h30.

O pico foi registrado às 13h17, com 1.519 reclamações apenas naquele minuto. 

Em seguida, o volume de queixas caiu e estava em 172 às 14h17. Normalmente, o Down Detector registra uma reclamação por minuto em relação ao Pix.

Ainda de acordo com o Down Detector, os clientes das seguintes instituições tiveram problemas com o Pix: Itaú, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Nubank, Bradesco, Inter, C6 Bank, Santander e Sicoob, entre outros.

Fonte: Agência Brasil

Morre, no Rio de Janeiro, o jornalista e professor Dênis de Moraes

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O jornalista e professor Dênis de Moraes foi cremado na tarde desta sexta-feira (7) no Cemitério do Caju, região portuária do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi informada. O intelectual foi autor, coautor e organizador de vários livros no país e no exterior. Os mais recentes foram A esquerda e o golpe de 1964 (2024) e Sartre e a imprensa (2022).

Dênis Roberto Villas Boas de Moraes era Doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), com pós-doutorados na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS, França, 2015) e no Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO, Argentina, 2004-2005). Era especialista em políticas de comunicação, teoria crítica da mídia e economia política da comunicação. Era também professor associado aposentado do Instituto de Arte e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Nas redes sociais a família compartilhou a mensagem “uma enorme perda neste momento difícil em que Dênis e sua lucidez farão enorme falta”.

Em nota, o Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF lamentou a morte do professor e se solidarizou com a família e amigos.


Fonte: Agência Brasil

Superávit da balança comercial cai 65,1% em janeiro

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O aumento das importações e a queda das exportações fizeram o superávit da balança comercial cair em janeiro. No primeiro mês do ano, o país exportou US$ 2,164 bilhões a mais do que importou, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

O resultado é o mais baixo para meses de janeiro desde 2022, quando a balança comercial tinha registrado déficit de US$ 59,1 milhões. Em relação a janeiro de 2024, o superávit caiu 65,1%.

Em janeiro, o país exportou US$ 25,18 bilhões, queda de 5,7% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado e o segundo melhor janeiro da série histórica, só perdendo para 2024. As importações somaram US$ 23,016 bilhões, alta de 12,2% na mesma comparação e atingindo volume recorde para o mês.

Do lado das exportações, a redução no preço internacional da soja, do milho, do ferro, do petróleo e do açúcar foram os principais fatores que provocaram a queda no valor vendido. Paralelamente, a entressafra de milho e de soja piorou a situação. As vendas de alguns produtos, como café e celulose, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.

Do lado das importações, as aquisições de motores, máquinas, compostos orgânicos, componentes de veículos, adubos e fertilizantes químicos subiram. A maior alta ocorreu com as máquinas e motores, cujo valor comprado aumentou 56,7% em janeiro na comparação com janeiro do ano passado.

No mês passado, o volume de mercadorias exportadas caiu 0,9%, puxado pela entressafra de diversos produtos e pela redução do preço do minério de ferro por causa da oscilação da demanda na China. Os preços caíram 5,2% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 19,5%, mas os preços médios recuaram 6,1%, indicando o aumento das compras externas decorrentes da recuperação da economia.

Setores

No setor agropecuário, a queda na quantidade pesou mais na redução das exportações. O volume de mercadorias embarcadas caiu 6,7% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio caiu 4%. Na indústria de transformação, a quantidade caiu 2,7%, com o preço médio subindo 2,5%, refletindo a crise econômica na Argentina, o maior comprador de bens industrializados do Brasil. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 6,1%, enquanto os preços médios recuaram 18,3%.

Estimativa

Em janeiro, o Mdic divulgou estimativas para a balança comercial do ano. A pasta prevê que o Brasil terá superávit entre US$ 60 bilhões e US$ 80 bilhões em 2025, com as exportações ficando entre US$ 320 bilhões e US$ 360 bilhões, e as importações entre US$ 260 bilhões e US$ 280 bilhões. Tradicionalmente, a pasta divulgava as projeções para o ano a partir de abril, com revisões em julho e em outubro.

O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit comercial de US$ 75,7 bilhões neste ano. Em 2024, a balança comercial registrou superávit de US$ 74,176 bilhões, com as exportações somando US$ 337,046 bilhões e as importações atingindo US$ 262,869 bilhões, segundo os dados revisados pelo Mdic.

 

Fonte: Agência Brasil

Cidade de São Paulo tem novo alerta para alagamentos

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo soltou no início da tarde desta sexta-feira (7) alerta de atenção para alagamentos nas próximas horas, principalmente na zona norte da capital e áreas próximas à Marginal Tietê. Conforme o órgão, o calor e a entrada da brisa marítima favoreceram a formação de áreas de instabilidade que podem provocar chuvas isoladas, de moderada a forte intensidade.

Tais precipitações podem se generalizar, segundo o alerta. Já há registros de chuva forte na própria zona norte, nos bairros da Casa Verde, Freguesia do Ó, Perus e Jaçanã. Há possibilidade de tais instabilidades se espalharem pela cidade ainda hoje.

Ontem (6) à noite, houve um temporal de grande intensidade na região metropolitana, atingindo as cidades do ABC e regiões norte e oeste da capital. Por volta das 21h, foram registrados 21 alagamentos no município.

Além disso, cerca de 151 mil domicílios ficaram sem energia elétrica, sendo 118 apenas na capital do estado.

Fonte: Agência Brasil