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Eleição presidencial do Equador terá 2º turno entre Noboa e esquerda

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Com 92% das urnas apuradas, está confirmado o segundo turno da eleição presidencial do Equador entre o atual presidente, o direitista Daniel Noboa, e a candidata da oposição de esquerda, Luisa González, do partido do ex-presidente Rafael Correia, o Revolução Cidadã.

Na manhã desta segunda-feira (10), o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador dava 44,31% dos votos para Noboa e 43.83% para Luisa. O resultado contrariou diversas pesquisas que davam vitória folgada para Noboa. Outras enquetes, contudo, previam uma vitória da advogada e ex-deputada Luisa González.  

Em terceiro colocado, ficou Leonidas Iza, candidato da principal coalização indígena do país, com 5,26% dos votos. Ao todo, 16 candidatos disputaram os votos de mais de 12 milhões de eleitores.

Com esse resultado, Luisa González e Daniel Noboa voltam a se enfrentar nas urnas no dia 13 de abril, quando será definido o próximo presidente do país para o período 2025-2029. O cenário repete, portanto, o segundo turno de 2023, quando Noboa venceu Luisa por cerca de 52% dos votos.

O presidente Noboa, herdeiro de megacorporação do setor de exportação de bananas, foi eleito para um mandato tampão de 15 meses depois que o então presidente Guilherme Lasso dissolveu o parlamento e convocou eleições antecipadas após sucessivas crises políticas.

O índice de comparecimento às urnas neste domingo (9) foi de 82%. No Equador, o voto é obrigatório. Dos votos computados, 91,1% foram válidos e outros 8,8% foram brancos ou nulos.

Os equatorianos votaram também para as 151 cadeiras da Assembleia Nacional. Até o início da manhã, com mais de 90% das urnas apuradas, o Movimento Ação Democrática Nacional (ADN), do presidente Noboa, estava com 43,52% dos votos e o Revolução Cidadã, da Luisa, registrava 41,15% dos votos. Os demais partidos não passavam da marca dos 2% dos votos para Assembleia Nacional.

Em discurso na noite de ontem (9), a candidata do correísmo, Luisa González, sustentou que havia vencido o primeiro turno e acusou o presidente Noboa de violar a lei eleitoral do país ao não se licenciar do cargo para disputar o pleito.

“[Daniel Noboa] cometeu um ato ilegal ao usar fundos e bens públicos para fazer campanha e utilizou seu poder para emitir decretos para nomear um vice-presidente. Em uma semana tivemos três vice-presidentes e a Corte Constitucional disse que isso é ilegal”, enfatizou.

O presidente Daniel Noboa não se manifestou desde o final da votação no Equador.

Violência

Em cinco anos, os homicídios aumentaram 588%, tornando o Equador um dos países mais violentos da América Latina. De uma taxa de sete assassinatos por 100 mil habitantes, em 2019, o pequeno país de 17 milhões de pessoas registrou, em 2024, 38 homicídios a cada 100 mil pessoas, segundo dados do Ministério do Interior e Justiça do país. A título de comparação, a taxa de homicídios no Brasil foi de 18 por 100 mil habitantes em 2024.

Ao menos desde 2021, o Equador é sacudido por rebeliões, motins e guerras entre facções do crime organizado. Menos de três meses após Noboa assumir o governo, explosões, sequestros e até a invasão de um telejornal ao vivo por criminosos levaram o presidente a declarar o país em conflito armado interno, classificar os grupos criminosos como terroristas e ampliar os poderes dos militares na segurança pública.

As medidas resultaram no aumento das denúncias de torturas, execuções e prisões arbitrárias no país, vitimando principalmente a população mais pobre. Em janeiro deste ano, foram achados os corpos de quatro adolescentes que tinham sido presos por militares, em Guayaquil, fato que chocou a opinião pública equatoriana e levou à prisão 16 agentes das Forças Armadas. 

Fonte: Agência Brasil

Na Índia, tecnologia e biocombustíveis são tema de reunião bilateral

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Caiado inicia Missão Índia com reunião sobre tecnologia, inovação, IA e combustíveis renováveis
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, é recebido pelo ministro indiano de Comércio e Indústria, Jitin Prasada, em Nova Delhi (Fotos: Júnior Guimarães)

Tecnologia, inovação, inteligência artificial e combustíveis renováveis foram os principais temas abordados durante a primeira agenda oficial do governador Ronaldo Caiado na Missão Índia, nesta segunda-feira (10/2).

Horas depois de desembarcar no país asiático, o chefe do Executivo goiano teve audiência com o ministro de Comércio e Indústria da Índia, Jitin Prasada, ocasião em que formalizou a intenção de firmar parcerias para a troca de experiências.

Acompanhado de secretários e auxiliares de governo, Caiado liderou o encontro que resultou na designação, por parte de Prasada, de três servidores indianos para acompanhar as tratativas junto ao Governo de Goiás. “Foi uma reunião extremamente produtiva”, definiu o governador sobre a audiência que durou mais de uma hora.

Durante a reunião, os indianos detalharam à comitiva goiana os avanços na fabricação local de biocombustível, já que não possui petróleo, como a produção de etanol a partir dos resíduos de arroz. “E nós mostramos a eles nossa capacidade produtiva em Goiás, avançando agora também para o biometano”, explicou.

Caiado e Prasada também discutiram sobre o mecanismo do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) da Índia, bem como o microcrédito que vigora no país. Outro assunto destacado pelo governador foi a tecnologia aplicada na área da saúde. “Chegam a quase 1 bilhão de pessoas monitoradas por celular”, comentou.

Missão Índia

Missão ÍndiaMissão Índia
O objetivo é fortalecer relações comerciais e atrair investimentos para Goiás (Foto: Júnior Guimarães)

A Missão Índia começou nesta segunda-feira (10/2) e segue até o próximo dia 21 de fevereiro. O objetivo da delegação liderada por Caiado é fortalecer as relações comerciais e atrair investimentos para Goiás. Somente na primeira semana, estão previstos cerca de 20 compromissos oficiais.

Entre eles, reuniões com os ministros indianos Shri Shivraj Singh Chouhan (Agricultura) e Shri S. P. Singh Baghel (Pecuária). O governador também participará do Painel de Lideranças da India Energy Week 2025 e de uma rede de negócios com a Federação Indiana de Exportação e líderes da indústria (FIEO).

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Caiado inicia Missão Índia com foco na atração de investimentos para Goiás

Invest Goiás mostrará potencialidades do Estado durante a Missão Índia

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Calor leva Justiça a adiar início das aulas no Rio Grande do Sul

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As altas temperaturas registradas no Rio Grande do Sul resultaram na suspensão do início das aulas da rede estadual pela Justiça do estado, atendendo a pedido do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers). A previsão inicial era de que o ano letivo começasse nesta segunda-feira (10). Caso a decisão não seja revista, a expectativa é de que as aulas iniciem no dia 17 de fevereiro.

Diante da situação, o governo do estado já recorreu da decisão liminar, por meio da Procuradoria-Geral. O caso, agora, aguarda decisão da Justiça, no sentido de definir qual será a data exata para o início das aulas.

Seguindo a determinação do Tribunal de Justiça, o governo do estado informou que estavam suspensas as aulas nesta segunda-feira nas 2.320 escolas da rede estadual, mas que, considerando que há possibilidades de a decisão ser revertida, disponibilizará informações atualizadas sobre a data de início do ano letivo.

Justificativa

Na justificativa para o pedido de adiamento do início das aulas, o Cpers cita o alerta emitido pela MetSul Meteorologia sobre o “alto risco de calor extremo, com previsão de temperaturas excepcionalmente altas e raramente registradas”, e que por esse motivo o adiamento das aulas “visa o bem-estar e a segurança de toda a comunidade escolar”.

“Retomar as aulas em meio a um evento climático extremo, com temperaturas que podem ultrapassar os 40°C e sensação térmica de 50°C em diversas regiões do estado, além de salas de aula e demais ambientes escolares sem a estrutura necessária para enfrentar tal situação, é colocar em risco a vida de professoras(es), funcionárias(os) e estudantes”, disse, por meio de nota, o Cpers.

A entidade classificou como “vergonhosa” a recomendação apresentada pelo governador Eduardo Leite, sugerindo à comunidade escolar “se hidratar, vestir roupas leves, usar protetor solar e ficar atenta a possíveis situações de mal-estar”.

Calor

O alerta da MetSul informa que o começo do período mais crítico de calor coincide com o dia da retomada das aulas. A expectativa é de que, em algumas localidades, o calor chegue a 43ºC. “A terça-feira (11) pode ser o pior dia de calor deste episódio extremo”, alerta o Cpers.

A fim de evitar a suspensão do início das aulas, o governo gaúcho acionou a procuradoria estadual, de forma a recorrer da decisão liminar. Em nota, diz que as 2.320 escolas na rede estadual atendem a 700 mil alunos, e que 42% dos estudantes encontram-se em situação de vulnerabilidade social, “sendo a escola um espaço de acolhimento e segurança, onde os pais confiam no aprendizado de seus filhos enquanto trabalham”.

De acordo com a secretária de Educação, Raquel Teixeira, as situações de infraestrutura das escolas, e até mesmo do calor, são diferentes em cada região e que, por isso, o mais indicado seria que o monitoramento e a avaliação sobre o adiamento ou não das aulas fosse feito pelas coordenadorias regionais, caso a caso.

Fonte: Agência Brasil

Mercado projeta inflação em 5,58% para 2025; PIB fica em 2,03%

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O mercado financeiro aumentou a projeção da inflação e do crescimento da economia para este ano. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 5,58%, ante os 5,51% da semana passada.

O boletim também trouxe nova redução na projeção do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma dos bens e serviços produzidos no país, para 2025. Agora, os agentes do mercado financeiro projetam o crescimento de 2,03% para 2025, ante os 2,04% da semana anterior.

A pesquisa Focus é feita com economistas do mercado financeiro e divulgada semanalmente pelo BC. Para 2026, o Focus mostra projeção de crescimento do PIB de 1,7%. Já para 2027, a projeção é de 1,96% e, em 2028, expansão de 2% da economia.

Em relação à inflação, o boletim projeta índice de 4,3% para 2026, ante os 4,28, da semana passada. Para 2027, o mercado financeiro tem a projeção de IPCA de 3,9% e, de 3,78% em 2028.

No ano passado, o IPCA, que leva em conta a variação do custo de vida de famílias com rendimento de até 40 salários mínimos, fechou o ano passado em 4,83%, acima do teto da meta, que era de 4,5%.

Taxa de juros

Em relação à taxa básica de juros, a Selic, o Focus manteve a projeção da semana passada, de 15%, para 2025, a mesma das últimas quatro semanas. Para 2026, a projeção do mercado financeiro é que a Selic fique em 12,5%, também a mesma projetada na semana passada. Para 2027 e 2028, as projeções são de que a taxa fique em 10,5% e 10%, respectivamente.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

No final de janeiro, o colegiado aumentou a Selic em 1 ponto percentual, com a justificativa de que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta.

O Copom destacou que os preços dos alimentos se elevaram de forma significativa, em função, dentre outros fatores, da estiagem observada ao longo do ano passado e da elevação de preços de carnes, também afetada pelo ciclo do boi.

Com relação aos bens industrializados, o comitê apontou que movimento recente de aumento do dólar pressiona preços e margens, sugerindo maior aumento em tais componentes nos próximos mes, o que tornou o cenário inflacionário mais adverso, demandando uma política econômica contracionista.

Ainda de acordo com o Copom, o cenário mais adverso para a convergência da inflação à meta para 2025, de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5% pode demandar aumento de 1 ponto percentual na Selic na próxima reunião do comitê nos dias 18 e 19 de março.

Câmbio

Em relação ao câmbio, a previsão de cotação do dólar ficou em R$ 6,00 para 2025. Nesta segunda-feira a cotação da moeda está em R$ 5,75. No fim de 2026, a previsão é que a moeda norte-americana também fique em R$ 6,00. Para 2027, o câmbio também deve ficar, segundo o Focus, em R$5,93 e para 2028, a projeção é de R$ 5,99.

Fonte: Agência Brasil

PGE abre inscrições para estágio de pós-graduação em Direito

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Interessados podem se inscrever até próxima sexta-feira (Foto: PGE)

A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) abriu as inscrições do processo seletivo de estagiários de pós-graduação em Direito (lato ou stricto sensu). Os interessados podem se inscrever até às 17 horas da próxima sexta-feira (14/02), pelo site da PGE.

A bolsa de estágio é de R$ 3.750, além de auxílio-transporte no valor de R$ 250, para uma carga horária de 5 horas diárias. Serão selecionados até 450 candidatos para a formação de cadastro de reserva, com convocações previstas conforme a demanda e a disponibilidade orçamentária da PGE.

Para efetivar a inscrição, é necessário que o candidato faça a doação de 5 quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal e açúcar), conforme o local da vaga escolhida. A entrega também deverá ser feita até às 17 horas da próxima sexta-feira.

Os candidatos deverão escolher a localidade da vaga de estágio: Goiânia (Procuradoria-Geral do Estado e demais unidades na Capital), Brasília (Procuradoria do Estado na Capital Federal) ou Anápolis (Procuradoria Regional).

Também haverá reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência, que deverão apresentar laudo médico especificando a espécie e o grau ou nível da deficiência.

A seleção será realizada em duas fases, prova objetiva e prova discursiva, aplicadas no dia 9 de março, em Goiânia, das 8 às 13 horas, com duração máxima de 5 horas. O conteúdo programático pode ser consultado no edital, disponível no site da PGE.

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Fraude Radioativa: PGE celebra acordos para devolução de isenções indevidas de IR

Evento celebra Dia do Procurador e 60 anos da PGE

Fonte: Portal Goiás

MPRJ investiga incêndio em fábrica de lubrificantes

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu uma investigação para apurar as causas, consequências ambientais e responsabilidades em relação ao incêndio que atingiu neste fim de semana uma fábrica de lubrificantes na capital fluminense. O MPRJ solicitará, nesta segunda-feira (10), ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) um relatório técnico detalhado sobre a operação da fábrica e sobre os impactos ambientais na região.

O MPRJ informou que acompanha a situação da fábrica, hoje pertencente à Cosan desde 2013, quando ainda era da ExxonMobil. Naquele ano, foi ajuizada uma Ação Civil Pública (ACP) em razão da contaminação ambiental provocada pela fábrica.

Em 2024, a empresa Cosan manifestou interesse em firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPRJ, segundo o próprio Ministério Público, com a finalidade de reparar danos ambientais causados pela operação da fábrica. Mas as negociações não foram concluídas, devido à indefinição, até o momento, em relação ao valor da indenização.

Suspensão

Com o incêndio, as tratativas do TAC estão suspensas “até que sejam apuradas integralmente as causas do acidente e seus impactos ambientais”, informou o MPRJ, por meio de nota.

O incêndio, que começou no último sábado (8), levou 28 horas para ser extinto, segundo o Corpo de Bombeiros. O Inea enviou uma equipe de técnicos para o local para avaliar possíveis danos ambientais. 

Fonte: Agência Brasil

Saúde pede participação da população em pesquisa Vigitel

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Participação na pesquisa é voluntária e a pessoa pode interromper a ligação a qualquer momento (Imagem: Freepik)

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás alerta a população para o período da realização de sua pesquisa Vigitel 2025, que é feita por meio de perguntas estruturadas por telefone. Em função disso, é importante que a população participe da entrevista para que a pesquisa tenha eficácia.

Parte das ligações tem recebido recusa e isso pode prejudicar no levantamento de dados das condições de saúde da população. As informações são importantes para planejar e avaliar políticas públicas de prevenção e controle de algumas doenças.

Vigitel é uma pesquisa nacional de Vigilância de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico realizada pelo Ministério da Saúde em todas as capitais brasileiras. Apenas dois estados do Brasil realizam o Vigitel em nível regional: Goiás e São Paulo.

Goiás apresenta uma ferramenta adicional que é a inclusão da realização da pesquisa pelo celular, além do telefone fixo. A primeira edição da pesquisa foi realizada em 2022 e lançada em 2023. Agora, está em curso a segunda edição da pesquisa, com a realização da coleta de dados que começou na última semana de janeiro e vai até maio de 2025.

São entrevistadas pessoas com mais de 18 anos e residentes em Goiás. Por telefone, é possível tirar dúvidas e confirmar a veracidade da pesquisa nos números (62) 9341 7852, que também é whatsapp e no fixo (62) 3201 7884.

O inquérito busca identificar como a população se comporta em relação aos fatores de risco e proteção para DCNT, como tabagismo, alimentação inadequada, sedentarismo e consumo de álcool, alimentação, atividade física, excesso de peso e obesidade, hipertensão arterial, diabetes e saúde mental.

Os resultados da pesquisa são utilizados para planejar e avaliar políticas públicas de prevenção e controle dessas doenças.

Está em curso a 2ª edição da pesquisa, que começou na última semana de janeiro e vai até maio de 2025 (Imagem: SES)

O objetivo da pesquisa é monitorar a magnitude Doenças e Agravos não Transmissíveis (DANT) e analisar seus determinantes sociais, econômicos, comportamentais e políticos para subsidiar políticas e estratégias de promoção da saúde.

Ainda, o objetivo é reduzir o nível de exposição de indivíduos e populações aos fatores de risco mais comuns para as DANT e fortalecer o sistema de saúde para o controle dos pacientes com DANT.

A pesquisa começou no final de janeiro, com previsão de término até maio. Nas perguntas do entrevistador, não serão solicitadas informações como dados pessoais, número de documentos ou dados bancários.

No entanto, caso a pessoa sinta-se insegura para responder, é possível agendar outro horário com o entrevistador e verificar se realmente o número que ligou corresponde à empresa Expertise, com sede em Belo Horizonte. É possível verificar as informações nos telefones: (31) 4501 2020 e (31) 98488 2125 ou no site da Expertise.

A participação na pesquisa é voluntária. A população não é obrigada a responder às perguntas e pode interromper a ligação a qualquer momento. Todas as informações coletadas na pesquisa são confidenciais e protegidas por lei. Os dados são utilizados de forma agregada, ou seja, não é possível identificar individualmente os participantes da pesquisa.

Para saber como os dados são divulgados, é possível acessar a pesquisa de 2023 Inquérito Telefônico de Fatores de Risco e Proteção para Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado de Goiás (Vigitel) 2023.

Questões

Entre as questões que serão perguntadas na realização da pesquisa estão:
– Características demográficas e socioeconômicas dos indivíduos;
– Idade, sexo, estado civil, etnicidade,
– Nível de escolaridade;
– Número de pessoas e cômodos no domicílio;
– Número de adultos e número de linhas telefônicas,
– Características do padrão de alimentação e de atividade física associadas à ocorrência de DANTs;
– Frequência do consumo de frutas, legumes e verduras e de alimentos fonte de gordura saturada;
– Frequência e duração da prática de exercícios físicos e do hábito de assistir televisão;
– Características individuais e hábitos: peso e altura recordados,
– Frequência do consumo de cigarros e de bebidas,
– Autoavaliação do estado de saúde do entrevistado e referência a diagnóstico médico anterior de hipertensão arterial, diabetes e colesterol elevado.

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Goiás leva saúde ocular gratuita a alunos da rede estadual

Secretário da Saúde vistoria Hospital Estadual de Aparecida após incêndio

Fonte: Portal Goiás

Duas Visões de Mundo: O Legado da Escola de Frankfurt e a Perspectiva da Escola Austríaca na Economia Global

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Enquanto a Escola de Frankfurt fracassou em sua crítica ao capitalismo, a Escola Austríaca aponta para uma realidade inescapável: a desigualdade é natural, mas a pobreza pode ser combatida através do livre mercado e da criação de oportunidades.

Por Luiz Carlos Belém

No vasto campo do pensamento econômico, poucas escolas de pensamento provocaram debates tão acalorados quanto a Escola de Frankfurt e a Escola Austríaca. Ambas emergiram em contextos históricos distintos, oferecendo diagnósticos e soluções opostas para os problemas sociais e econômicos do mundo. No entanto, à medida que os séculos XX e XXI avançaram, o desempenho prático de suas ideias revelou resultados bem diferentes.

A Crítica Idealista da Escola de Frankfurt

Fundada nos anos 1920, a Escola de Frankfurt foi composta por intelectuais como Theodor Adorno, Max Horkheimer e Herbert Marcuse, que enxergavam o capitalismo não apenas como um sistema econômico, mas como uma estrutura opressora que alienava o ser humano. Inspirados no marxismo, esses pensadores acreditavam que o capitalismo gerava desigualdade, manipulação cultural e um conformismo que aprisionava as massas em uma falsa sensação de liberdade.

A indústria cultural, conceito emblemático da escola, sugeria que a mídia e o consumo de massa eram mecanismos de controle ideológico, promovendo uma sociedade passiva e despolitizada. Para a Escola de Frankfurt, a solução passava por uma profunda transformação social, que envolvia maior intervenção do Estado, redistribuição de riqueza e emancipação cultural.

O Problema? As ideias da Escola de Frankfurt encontraram pouca aplicação prática bem-sucedida. Países que buscaram alternativas radicais ao capitalismo, muitas vezes inspirados por críticas semelhantes, acabaram mergulhados em crises econômicas, repressão política e estagnação. O socialismo real do século XX, longe de promover a emancipação prometida, resultou em regimes autoritários e colapsos econômicos. A promessa de uma sociedade livre de desigualdades estruturais se mostrou não apenas utópica, mas também desastrosa em muitos casos.

A Eficiência Realista da Escola Austríaca

Em contrapartida, a Escola Austríaca de Economia, com nomes como Carl Menger, Ludwig von Mises e Friedrich Hayek, adotou uma abordagem diametralmente oposta. Para esses economistas, a ação individual é o motor da economia. Eles defendiam que o livre mercado, a propriedade privada e a mínima intervenção estatal eram os pilares de uma sociedade próspera.

A Escola Austríaca não nega a existência da desigualdade, mas oferece uma perspectiva diferente: a desigualdade é um reflexo natural das diferentes habilidades, preferências e escolhas individuais. O foco, portanto, não deveria ser na eliminação da desigualdade — uma meta impossível — mas na redução da pobreza e na erradicação da miséria.

Evidências históricas apoiam essa visão. Países que adotaram políticas de livre mercado, como os Estados Unidos, Hong Kong e Suíça, experimentaram crescimento econômico sustentável, inovação tecnológica e aumento no padrão de vida. Embora a desigualdade persista, esses países conseguiram criar oportunidades de trabalho, reduzir a pobreza extrema e oferecer melhores condições de vida para a maioria da população.

Friedrich Hayek, prêmio Nobel de Economia, alertou que tentativas de impor igualdade econômica total invariavelmente resultam em perda de liberdades individuais e ineficiências econômicas. O controle estatal excessivo sufoca o empreendedorismo, desestimula a inovação e, no final das contas, prejudica aqueles que deveria ajudar.

O Que a História Nos Ensina?

A experiência histórica parece clara: a busca utópica pela eliminação da desigualdade social, defendida por correntes como a Escola de Frankfurt, resultou em fracassos econômicos e sociais. Por outro lado, a abordagem prática da Escola Austríaca demonstrou que, ao criar um ambiente propício para o empreendedorismo e o livre mercado, é possível reduzir a pobreza de forma significativa, mesmo que as diferenças de riqueza entre os indivíduos permaneçam.

Hoje, economistas de diversas vertentes concordam que a erradicação da miséria e a diminuição da pobreza passam, necessariamente, pela criação de oportunidades econômicas. Isso significa facilitar o acesso ao trabalho, incentivar a inovação e permitir que os mercados funcionem com o mínimo de entraves burocráticos. A desigualdade, por sua vez, é um componente inevitável da diversidade humana e não deve ser o principal foco das políticas públicas.

Conclusão: Lições para o Futuro

O debate entre a Escola de Frankfurt e a Escola Austríaca não é apenas uma disputa acadêmica; é uma questão central para o futuro das sociedades modernas. O legado de fracasso das propostas da Escola de Frankfurt serve como um alerta sobre os perigos de utopias desconectadas da realidade. Já a Escola Austríaca, com seu foco no indivíduo e na liberdade econômica, oferece um caminho que, embora imperfeito, tem se mostrado o mais eficaz para melhorar as condições de vida da população.

A lição é clara: a desigualdade social sempre existirá em alguma medida, pois reflete a complexidade das escolhas humanas. O verdadeiro desafio é garantir que todos tenham a chance de prosperar, e a história mostra que isso só é possível em sociedades que valorizam o trabalho, o empreendedorismo e a liberdade econômica.

Prefeitos irão se reunir em Brasília a partir de amanhã

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Começa nesta terça-feira (11) e vai até quinta-feira (13), em Brasília, o Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas. Reunirá gestores municipais eleitos para o mandato 2025-2028. Promovido pelo governo federal, o evento tem como meta aproximar ministérios e órgãos governamentais dos municípios para facilitar o acesso a informações essenciais, ferramentas e recursos voltados aos novos gestores.

Na abertura, está prevista a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros. Dentre as mais de 170 atividades simultâneas figuram informações sobre diretrizes e orientações sobre os programas do governo federal e recursos disponíveis; informações técnicas, administrativas e financeiras sobre os municípios; debates sobre o enfrentamento de questões climáticas e eventos extremos; direitos humanos, cidadania e gestão local; políticas de integração e desenvolvimento regional, segurança pública; e transição energética.

Também serão abordados o relacionamento institucional das prefeituras com ministérios e outros órgãos governamentais, o pacto federativo e a gestão municipal.

Processo de transição

“O governo federal entende que esse processo de transição é um momento crucial para a continuidade das políticas públicas e para o fortalecimento das parcerias entre o governo federal e os municípios. Assim, o governo federal se prepara agora para o lançamento da terceira edição do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, que reunirá mais de 20 mil pessoas em Brasília”, informou o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR) e correalizada pela Associação Brasileira de Municípios (ABM) e conta com apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

Para participar do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas é necessário realizar inscrição prévia no site da SRI. As atividades serão distribuídas entre os auditórios e salas do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A programação completa está disponível aqui.

Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumula novamente e prêmio está estimado em R$ 47 milhões

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O concurso 2.826 da Mega-Sena, realizado neste sábado (8), não teve nenhum acertador das seis dezenas. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 47 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 06 – 10 – 20 – 54 – 58 – 60

A quina teve 63 apostas vencedoras, que irão receber  R$ 58.626,58 cada. Outras 4.803 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.098,56.

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de terça-feira (11), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.


Fonte: Agência Brasil