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Acordo garante reparação às comunidades indígenas Avá-Guarani

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Os Avá Guarani das Terras Indígenas (TIs) Tekoha Guasu Guavira e Tekoha Guasu Okoy Jakutinga, no oeste do Paraná, terão R$ 240 milhões custeados pela Itaipu Binacional como forma de reparação pelo alagamento de seus territórios durante a construção da usina hidrelétrica de Itaipu. A indenização custeará três mil hectares de terras rurais na região.

A medida é resultado de um acordo relativo a uma ação que tramita na Câmara de Mediação e Conciliação da Administração Pública Federal e outra Ação Cível Originária (3.555/DF), no Supremo Tribunal Federal (STF).

A matéria foi mediada pela Advocacia-Geral da União (AGU), em caráter emergencial, para enfrentar a situação de violência e miséria vivida pelas comunidades indígenas da região.

No último domingo (23), a localização do corpo de um indígena na TI Guasu Guavira – com fortes marcas de violência -, no município de Guaíra, reforça a vulnerabilidade dessa população.

Há mais de 50 anos, os Avá Guarani lutam pela demarcação definitiva de suas terras e, nos últimos meses, as aldeias indígenas da região têm vivenciado episódios recorrentes de violência.

Violência

Essa entrega de hoje é importante, mas também não pode camuflar a situação de violência vivida pelo povo Avá-Guarani no oeste do Paraná. Ainda assim, este momento deve ser celebrado, porque ele é parte de uma conquista do povo Avá-Guarani. É uma reparação parcial e nós vamos continuar trabalhando conjuntamente para que o povo tenha acesso ao seu território tradicional sagrado”, disse a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, durante a assinatura e homologação do acordo emergencial, nessa segunda-feira (24).

Também assinaram o acordo representantes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Para o advogado-geral da União, Jorge Messias, o pacto entre governo, Itaipu e comunidades indígenas sinaliza um caminho de esperança para um futuro mais justo e igualitário para o povo Avá Guarani “É o primeiro passo de outros tantos que precisam vir”, assegurou.

A conciliação entre as partes envolve ainda um compromisso abrangendo a recuperação ambiental do novo território para os indígenas, a garantia de oferta de serviços básicos para os indígenas como saúde, educação e saneamento, além da publicação de um pedido público de desculpas aos Avá-Guarani pelos danos causados.

Fonte: Agência Brasil

Defesas dos acusados de golpe pedem julgamento no plenário do STF

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Durante a sustentação oral no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (25), os advogados de defesa dos oito acusados de planejar e executar um golpe de estado voltaram a defender que o caso seja remetido para julgamento pelo plenário do Supremo, diante de sua relevância e do atual entendimento da Corte a respeito do foro privilegiado. 

O julgamento está sendo realizado pela Primeira Turma do Supremo, que decide se recebe ou não a parte denúncia referente ao chamado “núcleo crucial” do golpe, composto por oito dos 34 denunciados pela tentativa de golpe. O colegiado é composto por cinco dos 11 ministros do Tribunal. 

Celso Vilardi, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, argumentou que a competência do plenário é determinada pelo próprio entendimento mais atual do Supremo a respeito do foro privilegiado. 

O entendimento recente do Supremo é o de que os casos sobre crimes supostamente cometidos durante o exercício e em função do cargo devem permanecer na Corte mesmo após o alvo deixar o posto. 

Vilardi argumentou, contudo, que Bolsonaro era presidente da República, cuja competência para julgar cabe justamente ao plenário, conforme previsto pela Constituição.

O advogado sustentou que os atos criminosos supostamente praticados têm relação direta com o cargo e teriam sido praticados em função dele, e que Bolsonaro “chegou a ser investigado quando ainda era presidente”.

A previsão é de que o julgamento sobre o eventual recebimento da denúncia termine somente na tarde de quarta-feira (26).

Fonte: Agência Brasil

Em evento do Lide, Ibaneis Rocha reforça compromisso do GDF com o crescimento econômico sustentável

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, aproveitou o almoço-debate desta terça-feira (25) do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) Brasília para destacar as ações do GDF para o crescimento econômico sustentável da capital federal. O tema foi abordado na palestra do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que apontou as políticas públicas estratégicas do Estado, que é considerado modelo no segmento.

O líder do Executivo local citou o investimento no DF em eficiência energética, os incentivos aos veículos elétricos e a característica da cidade de ser a mais arborizada da América Latina. “Brasília é a unidade da federação que, talvez, esteja mais adiante nessa questão da economia sustentável”.

“Estamos fazendo um grande projeto para até 2026 trocar todas as lâmpadas do Distrito Federal por LED e no modelo inteligente. Temos trabalhado muito a questão das águas na Caesb. A ideia é ter um investimento nos próximos três anos na ordem de R$ 2 bilhões. Isentamos também o pagamento de carros elétricos e híbridos do IPVA, o que transformou Brasília na segunda maior capital em vendas de veículos dessa natureza”, exemplificou. “Brasília tem um trabalho importante que a Novacap faz plantando árvores por toda a cidade, dando qualidade de vida à população”, completou.

A substituição das luminárias de vapor de sódio por modelos de LED visa diminuir tanto o consumo de energia quanto as emissões de CO². Hoje, o DF conta com 320 mil luminárias, sendo que 147.762 já são de LED, o que representa 46,18% do plano de modernização. A meta para 2025 é que os 53,82% restantes do parque sejam completamente substituídos, atendendo a todas as cidades do Distrito Federal. Neste ano, entre janeiro e março, o DF já ganhou 50 mil novas lâmpadas.

No setor de mobilidade, uma das principais ações é a implementação de uma frota de 90 ônibus elétricos. O GDF também incentiva o uso de veículos elétricos e híbridos, oferecendo isenção de IPVA para os proprietários desses automóveis, além de já disponibilizar 130 pontos de recarga (eletropostos) em pontos estratégicos da capital. O Distrito Federal tem uma frota de cerca de 1,2 milhão de carros, dos quais pouco mais de 32 mil são na categoria elétricos e híbridos.

Outro avanço significativo é a modernização da Companhia de Saneamento do Distrito Federal (Caesb), que agora inclui a geração de energia elétrica entre suas atividades.

Troca de experiências

Ibaneis Rocha ressaltou a importância desta edição com a presença de Ratinho Júnior. “Esse realmente é um Lide que veio para marcar, tanto pelo desenvolvimento do estado do Paraná, quanto pela questão política também, reafirmando os princípios da boa democracia”, comentou.

Os bons índices do Estado foram o que motivaram o presidente do Lide Brasília, Paulo Octávio, a convidar o governador do Paraná.

Para Ratinho Júnior, eventos como esse garantem a troca de experiência com os empresários e os gestores do Distrito Federal, ampliando o intercâmbio para além do Fórum de Governadores.

“O Paraná hoje passou de certa forma a ser referência de alguns setores importantes. Temos avançado na questão da sustentabilidade. E claro, sempre aprendemos com os estados, que cada um tem as suas conquistas. O governador Ibaneis tem muitas conquistas aqui também”.

Fonte: Agência Brasília

Ex-presidente José Sarney é Cidadão Honorário de Brasília

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal reuniu-se em sessão solene durante a manhã desta terça-feira (25) para outorgar o Título de Cidadão Honorário de Brasília (TCHB) ao ex-presidente da República José Sarney. Ele recebeu ainda outras homenagens do seu partido, além de ser agraciado com a Medalha da Ordem do Mérito Legislativo do Distrito Federal grau Grande Colar.

A iniciativa da solenidade foi do deputado Wellington Luiz (MDB) que destacou a importância do homenageado para a democracia brasileira. “Homenagear o senhor é um tributo à democracia. Se estamos sentados aqui hoje, escolhidos pelo povo, é graças ao senhor que garantiu a democracia. Nós, brasileiros, temos uma dívida impagável com o senhor, um dos maiores brasileiros da história”, asseverou o presidente da Câmara Legislativa.

O primeiro vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati, como orador oficial da cerimônia, ressaltou que “Sarney é uma das figuras públicas mais destacadas e longevas da história brasileira”. Belinati registrou ainda a ligação do ex-presidente com Brasília. “Era da UDN, partido que se opunha à transferência da capital federal para cá, e ainda assim, como deputado federal votou a favor da mudança. Chegou em Brasília em dezembro de 1959, antes mesmo da inauguração. Foi o primeiro parlamentar a fixar residência em Brasília. Sarney presenciou de perto o nascimento da cidade, viveu e vive toda a nossa história. O presidente Sarney é um filho de Brasília”, sentenciou o desembargador.

O orador ainda reforçou o trabalho do homenageado em favor da consolidação da democracia. “Sua liderança foi decisiva na elaboração e aprovação da Constituição de 1988, que instituiu as eleições diretas no Brasil e possibilitou ao Distrito Federal eleger diretamente seus representantes, criando também esta Casa. Estamos aqui por fruto do seu trabalho. Destaca-se a defesa [que fez] em prol do desenvolvimento e reconhecimento do DF, colaborando de forma significativa para a ascensão de Brasília ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade”, disse Belinati.

 

Ligação profunda

 

 

Em seu pronunciamento, o homenageado confirmou sua ligação com Brasília. “Quero dizer que me considero [cidadão de Brasília], retirando o ‘honorário’ porque aqui passei mais da metade de minha vida. Estive aqui pela primeira vez em 1958 e em dezembro do ano seguinte mudei-me definitivamente. Sou uma testemunha privilegiada desta cidade e não me considero honorário, me considero mesmo cidadão de Brasília”, declarou o ex-presidente.

Ele continuou rememorando a trajetória. “Participei da primeira sessão do Congresso Nacional e aqui vivi episódios de instabilidade do país. No início, três homens continuavam a sonhar. Juscelino [Kubtischek], olhando os dividendos, Lúcio [Costa], o poeta urbanista, imaginando que a cidade faria surgir um novo cidadão e Oscar Niemeyer, o artista escultor das linhas belas e curvas dos monumentos. Lúcio Costa não sabia, mas iria criar um estilo de vida, hoje o estilo de vida de Brasília. Na mente dos projetistas, um pensamento comunitário, em que todos eram iguais, em todas as quadras, nos espaços e edifícios públicos. Com Brasília, pela iniciativa de Juscelino, deu-se o passo decisivo na ocupação do vazio democrático do Brasil, no seu interior. Brasília é um exemplo mundial de qualidade de vida. Resolvemos proteger [Brasília] e em 1987 o decreto da Presidência regulamentou a Lei Orgânica do Distrito Federal e foi a alavanca para que a cidade se tornasse Patrimônio Cultural da Humanidade. Foi a primeira cidade contemporânea a ser reconhecida pela Unesco e o Brasil assumiu o compromisso de preservá-la”, recordou Sarney.

“Os laços que me ligam a Brasília são profundos. Quando era presidente, tive a oportunidade de atender ao clamor de uma comunidade local expressado por uma menina de dez anos, Leiliane Rebouças. Ela me entregou uma carta para contar que seus pais estavam em vias de ser expulsos da Vila Planalto. Ela pedia a fixação daquela comunidade, um núcleo característico da construção de Brasília, habitada por candangos. Eu então criei a Vila Planalto, que até hoje aí está”, declarou José Sarney.

O ex-presidente também discorreu sobre a vivência da história e da consolidação democrática. “Sou o parlamentar que por mais tempo ocupou mandatos no Brasil. Ocupei os cargos de vice-presidente e presidente da República. Por 40 anos fui senador. Aqui vi a história muitas vezes encantar-se. A renúncia de Jânio, os episódios da posse de Jango. O movimento das Diretas e a transição democrática. Esta, de que eu fui protagonista. Democracia da qual estamos comemorando 40 anos. A liberdade é hoje um patrimônio nacional”, finalizou o ex-presidente.

Pronunciamentos
 

 

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) relembrou parte de suas memórias em relação ao presidente Sarney. “Eu ainda jovem assisti à doença do ex-presidente Tancredo Neves e nós ficávamos preocupados com o que iria acontecer com país e se teríamos um recrudescimento [que inviabilizaria a democratização]. Todos viram na pessoa do presidente Sarney como se conduzir a paz social e a democracia. Quero dizer do carinho que Brasília tem pelo senhor. No período em que fiquei afastado [do cargo de governador], por decisão do ministro Alexandre de Moraes, um dos primeiros lugares onde fui me aconselhar foi na casa do ex-presidente Sarney. Ele me disse: ‘meu filho tenha calma que as coisas vão clarear e você vai voltar para seu cargo’. Então me ajudou muito naquele momento difícil”, recordou o governador.

De sua parte, o presidente em exercício do Senado Federal, senador Eduardo Gomes (PL/TO) falou sobre aspectos do legado de trabalho deixado pelo ex-presidente da República e sobre a visão de futuro dele. “Poucos homens têm a possibilidade de criar um sistema que fortalece a democracia, criar Estados como o Tocantins que produziu a minha permanência aqui nesta tribuna, criar a Câmara Legislativa e uma séria de modificações para o fortalecimento da democracia brasileira. Mas, sempre que vou conversar com o presidente Sarney quero saber do amanhã e comemoro como ele é atual”, falou o senador.
 

 

Já o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes se referiu a alguns aspectos peculiares da trajetória do homenageado. “A obra institucional é marcante, pois restabeleceu a eleição direta para presidente, onde já se incluíam os analfabetos, legalizou partidos políticos até então proscritos, incluindo a orientação socialista e comunista. Em 1985 realizou as primeiras eleições diretas para prefeitos das capitais dos Estados. Mas talvez a sua mais notável contribuição tenha sido, em um ato de coragem, a convocação da Assembleia Nacional Constituinte que culminou com a promulgação da Constituição de 1998. O Brasil é o único país que construiu um estado social sem passar por uma guerra”, destacou Gilmar Mendes.

O presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal, desembargador de Contas Manoel de Andrade relembrou a relação de apoio a Sarney, antes mesmo de ele se tornar presidente da República, e durante seu mandato. “Naquele momento, em que havia uma pulsação, aquela disputa política muito acirrada eu me perfilei o tempo todo porque vi no presidente um homem capaz de dialogar. O presidente Sarney, muito firme, sereno, consciente e paciente conduziu a transição política de forma maestral. Hoje se consegue avaliar a importância do presidente Sarney naquele tempo”, afirmou Manoel de Andrade.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Reinaldo Soares da Fonseca, afirmou que “Sarney é sinônimo de democracia. Aqui estou representando o STJ, que nasce com a Constituição de 88, como o Tribunal da Cidadania”.

Por sua vez, o senador Roberto Rocha (MA) declarou que “é muito bom a gente reconhecer a importância das pessoas em vida porque política se faz com gestos”.
 

 

Também participaram da cerimônia vários deputados distritais como Chico Vigilante (PT), Paula Belmonte (Cidadania) e Doutora Jane (MDB).
 

Trajetória

O ex-presidente José Sarney nasceu como José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, em Pinheiro (MA) em 24 de abril de 1930. Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Maranhão em 1953. Participou da política estudantil, chegando à presidência da União Maranhense dos Estudantes.

Exerceu o mandato de deputado federal como suplente entre 1955 e 1957. De 1958 a 1966 teve dois mandatos como deputado federal. Foi governador do Maranhão por um mandato entre 1966 e 1970. Entre 1971 e 1985 exerceu dois mandatos de senador pelo Maranhão. Entre 1985 e 1990 foi vice-presidente e presidente da República. Finalmente, entre 1991 e 2015 foi senador pelo Amapá durante três mandatos. Foi presidente do Senado Federal também por três mandatos, entre 1995-1997, 2003-2005 e 2009-2013.
 

 

Sarney foi membro do Arena e da UDN durante o período da Ditadura Militar, mas participou da chapa que elegeu Tancredo Neves para a redemocratização. Assumiu a presidência devido ao falecimento do político mineiro. Durante seu mandato na presidência da República foi aprovada a Constituição Federal de 1988.

Escritor, publicou poesias, romances e crônicas que foram traduzidos para 12 idiomas. Em 17 de julho de 1980 foi eleito para a cadeira n.º 38 da Academia Brasileira de Letras.

Fonte: Agência CLDF

Mais de 370 mil motos ganham isenção de IPVA em Goiás

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Mais de 370 mil motos ganham isenção de IPVA em Goiás
Caiado sanciona Lei que garante isenção de IPVA para mais de 370 mil motos em Goiás (Foto: Secom)

Motos, ciclomotores e outros veículos com até 150 cilindradas e mais de seis anos de uso estão isentos de IPVA em Goiás: medida passa a produzir efeitos em janeiro de 2026 (Foto: Secom)

O governador Ronaldo Caiado já sancionou a Lei nº 23.287/2025, que garante a isenção do IPVA a mais de 370 mil proprietários de motocicletas, ciclomotores, triciclos e motonetas com até 150 cilindradas e mais de seis anos de uso no estado.

O texto, aprovado pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) a partir de proposição do Executivo, foi publicado na edição desta terça-feira (25/3) do Diário Oficial do Estado (DOE).

O projeto tramitou de forma célere na Alego e teve aprovação unânime.

Caiado sanciona Lei que garante isenção de IPVA para mais de 370 mil motos em Goiás (Foto: Secom)Caiado sanciona Lei que garante isenção de IPVA para mais de 370 mil motos em Goiás (Foto: Secom)
Segundo Caiado, a prioridade é estimular o crescimento econômico (Foto: Secom)

“Houve todo um estudo para identificar o perfil das motocicletas e isentar os trabalhadores, que tanto contribuem com Goiás”, explicou Caiado, acrescentando: “Vamos assumir a conta porque sabemos da importância de apoiar esses milhares de profissionais que garantem seu sustento sobre duas rodas”.

Segundo o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), as motos de baixa cilindrada com mais de seis anos de uso equivalem a 36% da frota de veículos sobre duas rodas que circulam em território goiano.

A isenção do imposto causará um impacto orçamentário ao Estado na ordem de R$ 63 milhões em 2026, R$ 67 milhões em 2027 e R$ 71 milhões em 2028.

A isenção do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) passará a ser aplicada em janeiro de 2026, conforme prevê a legislação, representando economia no bolso de milhares de trabalhadores.

A maioria dos contemplados são pessoas em situação de vulnerabilidade ou baixa renda que utilizam motocicletas para locomoção e trabalho, como entregadores e mototaxistas.

Aeronaves e embarcações

O texto publicado no DOE desta terça-feira (25/03) também revoga a Lei nº 23.173/2024, eliminando a incidência de IPVA sobre aeronaves e embarcações, criada pelo governo federal.

Segundo Caiado, a prioridade é estimular o crescimento econômico. “Nosso compromisso é apoiar quem trabalha e produz. É isso que temos feito e vamos continuar fazendo”, concluiu.

Saiba mais

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Prazo para pagar débitos negociados de ICMS, IPVA e ITCD termina na próxima terça-feira

Fonte: Portal Goiás

Em meio à ofensiva de Israel, Hamas convoca protestos pela Palestina

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O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) convocou para as próximas sexta-feira (28), sábado (29) e domingo (30) protestos em todo o mundo em solidariedade ao povo palestino e em protesto contra a ofensiva israelense na Faixa de Gaza, Jerusalém Oriental e Cisjordânia ocupadas.

Em nota publicada nesta terça-feira (25), o grupo palestino pede ainda a condenação ao apoio que os Estados Unidos (EUA) têm dado às ações militares de Israel.

“Apelamos às massas de nossas nações árabes e islâmicas, aos povos livres do mundo e a todos aqueles que defendem a justiça e a liberdade para ver a próxima sexta-feira, sábado e domingo como uma oportunidade para aumentar a pressão sobre a ocupação para parar seus ataques e acabar com o cerco e a matança de civis desarmados, incluindo crianças e mulheres. Isso também é para expor o apoio dos EUA à guerra genocida da ocupação contra nosso povo”, escreveu, em nota, o Hamas.

Israel quebrou o acordo de cessar-fogo instituído no dia 19 de Janeiro e retomou os ataques à Gaza no último dia 18 de março, causando a morte de, ao menos, 800 pessoas, a maioria mulheres e crianças, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza.

Nessa segunda-feira (24), foram assassinados os jornalistas da rede de TV Al Jazerra, do Qatar, Hossam Shabat, e da TV Palestine Today, Mohammad Mansour, que cobriam a guerra em Gaza.

Também nesta segunda-feira, o cineasta palestino Hamdan Ballal, vencedor do Oscar 2025 de melhor documentário com No Other Land (Sem outra terra, em tradução livre), foi agredido por colonos israelenses na Cisjordânia e posteriormente preso por militares de Israel. 

A escalada da violência, o que inclui o ataque ou destruição de hospitais em Gaza, fez o Hamas apelar aos protestos para pressionar os Estados ao redor do mundo para que pressionem Israel para encerrar os ataques

Segundo o Hamas, “o total apoio e cumplicidade da administração dos EUA, juntamente com o silêncio da comunidade internacional”, exigem uma mobilização popular contra a guerra.

“Apelamos para uma escalada e continuação de todas as formas de protestos e marchas de solidariedade em todos os centros, cidades e capitais do mundo. Todos os meios possíveis devem ser usados ​​para quebrar o cerco, parar as mortes e acabar com a fome”, diz o comunicado.

O grupo palestino que atua em Gaza pediu ainda aos governantes das nações árabes e islâmicas que assumam suas responsabilidades históricas “pois o inimigo sionista está cometendo os crimes mais hediondos contra a terra, o povo e os locais sagrados da Palestina”.

Fim do cessar-fogo

O Hamas acusa o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de abandonar as negociações para retomar a guerra contra Gaza. Já Netanyahu defende que o Hamas é que estaria dificultando as negociações para a entrega dos reféns feitos no dia 7 de outubro de 2023.

Em comunicado dirigido à população civil de Gaza, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, deu um ultimato aos moradores palestinos ameaçando-os com “destruição total” caso não removam o Hamas de Gaza e não entreguem os reféns. Chegou ainda a prometer anexar territórios de Gaza caso os reféns não fossem entregues e o Hamas eliminado. 

A atual fase do conflito Israel-Palestina começou após o Hamas promover um ataque contra vilas israelenses no sul do país, matando cerca de 1,2 mil pessoas e fazendo 250 reféns, em resposta ao cerco de mais de 17 anos contra Gaza e à ocupação dos territórios palestinos, situação considerada ilegal pelo direito internacional

Em resposta ao ataque do Hamas, Israel iniciou bombardeios sem precedentes contra Gaza e diversas ações militares na Cisjordânia que já mataram mais de 50 mil palestinos. Desses, cerca de 18 mil assassinatos foram de crianças.

Fonte: Agência Brasil

Verbas para Bolsa Família e Pé-de-Meia estão garantidas, diz ministra

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O governo federal está satisfeito com a forma como o Orçamento Federal foi aprovado pelo Congresso Nacional. Segundo a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, recursos para programas como o Bolsa Família e o Pé-de-Meia estão garantidos.

“Não é uma professora como eu, que está no ministério, que vai deixar faltar recursos para um programa como o Pé-de-Meia”, garantiu durante o programa Bom Dia, Ministra, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Perguntada sobre como vê as alterações feitas na proposta orçamentária apresentada pelo governo federal ao Legislativo, Simone Tebet disse que o governo “está satisfeito porque é democrático”, e que, nesse contexto, é natural que se faça parcerias com o Congresso Nacional, que também é eleito pelo povo brasileiro.

A ministra não descarta a possibilidade de que algum veto seja feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas que certamente isso não afetará nada que seja essencial. “Sempre tem alguns vetos. Em geral, por inconstitucionalidade ou por irregularidades”. “Mas acho que não teremos nenhum problema com relação a grandes vetos”, acrescentou.

“Teremos mais dinheiro para saúde, educação, projetos sociais, e para projetos que alavancam a produtividade e o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

Segundo Simone Tebet, a totalidade de gastos previstos para o programa Pé-de-Meia não foi colocada no orçamento apenas devido a algumas questões com o Tribunal de Contas da União (TCU). Ela, no entanto, garantiu que isso será compensado no futuro por meio de projetos que serão apresentados pelo governo visando ao remanejamento do orçamento.

“Não vai faltar nenhum centavo para o Bolsa Família ou para o Pé-de-Meia”, assegurou. “Vamos colocar a primeira parte e, no meio do ano, a gente coloca o restante no orçamento”.

Fonte: Agência Brasil

Lula quer recuperar US$ 6 bilhões do comércio com o Japão

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (25), que quer recuperar os US$ 6 bilhões de balança comercial que Brasil e Japão perderam na última década. Lula está em visita ao país asiático e se reuniu com empresários brasileiros ligados à Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) para debater a abertura do mercado japonês ao setor.

“Em 2011, o fluxo da balança comercial entre Brasil e Japão chegou a US$ 17 bilhões e hoje caiu para US$ 11 bilhões. Então, significa que, de pronto, a gente tem US$ 6 bilhões para recuperar nessa minha visita aqui”, disse Lula dirigindo-se aos representantes da associação.

Lula lembrou que é papel do presidente da República abrir as portas, mas as negociações devem ser lideradas pelo setor empresarial. “A gente tem que saber quais são as dificuldades que eles têm com relação ao Brasil e aí nós sabemos o que fazer para melhorar, se a gente quer vender e também comprar. Eu espero que a gente consiga convencer o Japão das coisas que o Brasil tem de bom para negociar”, acrescentou.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lembrou que o processo de negociação para exportar a carne bovina brasileira para o Japão vem sendo conduzido há mais de 20 anos. O último protocolo já está há cinco anos sendo debatido.

“Vamos trabalhar, então, para que ele caminhe agora para finalização e a abertura desse mercado tão importante. Isso vai garantir mais competitividade aos nossos empresários para fazer com que a carne brasileira ganhe espaço no mundo e também seja mais competitiva no mercado interno”, destacou.

Livre de aftosa

Para Fávaro, o objetivo principal é avançar na abertura para a carne bovina brasileira, mas outros mercados devem se beneficiar.

“É um mercado importante, remunerador, que a nossa indústria das carnes está apta a atender as exigências sanitárias e também comerciais feitas pelo Japão”, disse o ministro.

“O ajuste nos protocolos sanitários de aves e também o reconhecimento do Brasil livre de febre aftosa sem vacinação para mais alguns estados amplia também o mercado de carne suína, muito importante para o Brasil”, acrescentou.

Em maio de 2024, o Brasil se tornou livre de febre aftosa sem vacinação animal. A homologação do novo status sanitário deve ocorreu em maio deste ano, durante a assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Atualmente, no Brasil, somente os estados de Santa Catarina, do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, de Rondônia e partes do Amazonas e de Mato Grosso têm o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OMSA. A ampliação para o restante do território abre caminho para que o Brasil possa exportar carne bovina para países como Japão e Coreia do Sul, por exemplo, que só compram de mercados livres da doença sem vacinação.

A carne é o quarto principal item da pauta de exportações brasileira, atrás apenas da soja, do petróleo bruto e minério de ferro. 

Falando em nome dos produtores, o pecuarista e presidente da Friboi, Renato Costa, afirmou que essa é uma conquista importante para o setor. “Com essa visita, agora, as coisas começam a andar, sim”, destacou. “Estamos bastante confiantes, é um mercado importante, é o terceiro maior mercado importador”, lembrou.

Costa garantiu que não haverá prejuízos para o mercado interno e explicou que, de toda a produção nacional, apenas 30% são exportados. “Com o crescimento do nosso rebanho e acesso ao mercado, isso também dá sustentabilidade para a cadeia como um todo. Então, vejo que é bom para a indústria, para o produtor, para o país”, disse.

Gripe aviária

O ministro Carlos Fávaro lembrou ainda que, nos últimos dois anos, o Brasil abriu 344 novos mercados em todo o mundo para produtos agrícolas e também destacou o esforço para impedir a chegada da gripe aviária. Também houve mudança de protocolo sanitário para aves, visando às exportações.

“A mudança de protocolo é algo que vai trazer a regionalização em nível municipal. Se um município tiver, tanto na criação de subsistência ou em plantas comerciais, gripe aviária, fica restrito o mercado só para aquele município e não para o restante do país. É um avanço, mas também uma segurança para o próprio povo japonês, já que o Brasil é o maior fornecedor de carne de frango para o Japão”, disse.

Apesar dos registros de casos em aves silvestres e de subsistência, em 2023 e 2024, a avicultura comercial brasileira permanece com o status de país livre da H5N1, conforme o protocolo da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

“A gripe aviária tomou conta de todos os continentes e o Brasil é um dos pouquíssimos países do mundo que não tem gripe aviária nos seus planteis comerciais, garantindo o suplemento de quase 40% da carne de frango consumida no mundo ser brasileira”, destacou o ministro.

Fonte: Agência Brasil

Criminosos sequestram cinco ônibus na zona norte do Rio de Janeiro

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Cinco ônibus foram sequestrados na manhã desta terça-feira (25) no bairro Engenho Novo, no Rio de Janeiro. Criminosos usaram os veículos para deixá-los atravessados visando interromper o trânsito.

O ato foi na Rua Barão do Bom Retiro, importante ligação entre o subúrbio carioca e bairros mais próximos ao centro da cidade, como Vila Isabel, Grajaú e Andaraí.

Segundo a Polícia Militar (PM), o sequestro é uma retaliação de criminosos à ocupação, por parte da PM, do Morro São João, que ocorre desde janeiro. A presença da polícia na comunidade tem como meta principal impedir disputas entre facções rivais dos morros São João e do vizinho Macacos, que duram mais de um ano.

Os cinco ônibus foram deixados no meio da pista sem as chaves, de forma a dificultar a remoção dos veículos. Um reboque foi acionado para liberar a via, na altura da rua Acaré.

Linhas

O Rio Ônibus – Sindicato das Empresas de Ônibus do Município do Rio de Janeiro – informou que os veículos usados como barricadas são os seguintes:

B27126 – 639 (Jardim América x Saens Pena)

A72045 – 422 (Grajaú x Cosme Velho)

B25588- 606 (Engenho de Dentro x Terminal Gentileza)

C47574 – 607 (Cascadura x Rio Comprido)

B25598 – 606 (Engenho de Dentro x Terminal Gentileza)

Ainda de acordo com o Rio Ônibus, apenas este ano 27 veículos foram sequestrados. “Mais uma vez reiteramos o apelo às autoridades de segurança pública, ressaltando a necessidade urgente de se tomar providências para devolver o direito de viver em paz da população carioca”, informou a entidade, em nota.

Prejuízos

Seis linhas que passam pela região estão com a operação prejudicada:

232 (Lins x Castelo)

606 (Engenho de Dentro x Terminal Gentileza)

SV606 (Engenho de Dentro x Terminal Gentileza)

607 (Cascadura x Rio Comprido)

638 (Marechal Hermes x Saens Peña)

639 (Jardim América x Saens Peña)

Desvios

O Centro de Operações Rio, serviço de monitoramento da prefeitura em tempo real, recomenda os seguintes desvios aos motoristas:

– Do Grande Méier para o Centro ou Grande Tijuca: Rua General Belegarde, Avenida Marechal Rondon e Rua São Francisco Xavier. 

– Da Grande Tijuca ou centro para o Grande Méier: Avenida Rei Pelé, Rua São Francisco Xavier e Rua 24 de Maio.

Fonte: Agência Brasil

Bolsonaro chega ao STF para ver julgamento sobre tentativa de golpe

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O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou por volta das 9h30 desta terça-feira (25), ao plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para presenciar o julgamento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em que foi acusado de liderar uma trama golpista durante o seu governo. 

Acompanhado de advogados e aliados, Bolsonaro sentou-se na primeira fileira da sala de audiências da Primeira Turma. Mais cedo, o ex-presidente enviou mensagem a aliados políticos em que se defende das acusações da PGR e diz “confiar na Justiça”. 

Composta por cinco dos 11 ministros do Supremo, a Primeira Turma julga nesta terça-feira se recebe ou não a parte da denúncia referente ao chamado “núcleo crucial” do golpe, composto por Bolsonaro e sete militares membros da cúpula do complô

Poucos minutos após a chegada do ex-presidente, a sessão de julgamento foi aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, a palavra foi dada ao relator, Alexandre de Moraes, que fez a leitura do relatório sobre o caso. 


Brasília (DF) 25/03/2025 - O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete denunciados pela trama golpista vão se tornar réus na ação.
O caso será julgado pela Primeira Turma da Corte, colegiado formado por cinco dos 11 ministros que compõem o tribunal. 
Foto: Antonio Augusto/STF
Brasília (DF) 25/03/2025 - O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete denunciados pela trama golpista vão se tornar réus na ação.
O caso será julgado pela Primeira Turma da Corte, colegiado formado por cinco dos 11 ministros que compõem o tribunal. 
Foto: Antonio Augusto/STF

Brasília (DF) 25/03/2025 – O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete denunciados pela trama golpista vão se tornar réus na ação. O caso será julgado pela Primeira Turma da Corte, colegiado formado por cinco dos 11 ministros que compõem o tribunal. Antonio Augusto/STF

Acusados

O Núcleo 1 é composto pelos seguintes acusados:

Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;

Walter Braga Netto, general de Exército, ex-ministro e candidato a vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;

General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência – Abin;

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;

Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;

Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa;

Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Todos foram acusados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado.

Caso a denúncia seja recebida, os acusados se tornam réus no Supremo, sendo instalada uma ação penal em que deve ser aberta uma nova instrução do processo, sendo ouvidas testemunhas de acusação e defesa. 

Participação

Clique aqui e saiba qual foi a participação de cada um dos 34 denunciados na tentativa de golpe.

Saiba o rito a ser seguido durante o julgamento sobre o recebimento da denúncia.

*Matéria alterada às 10h44 para acréscimo de informações

Fonte: Agência Brasil