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Vigilante e Magno chamam compra do Master pelo BRB de “negociata” e “escândalo”

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A aquisição de 58% do capital total e de 49% das ações ordinárias do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) voltou a repercutir no plenário da Câmara Legislativa nesta quarta-feira (2/4). O deputado Chico Vigilante (PT) chamou a operação – que envolve um montante de R$ 2 bilhões – de “negociata” e disse esperar que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não autorize a transação.

“O que mais assusta é saber que o BTG Pactual ofereceu R$ 1 para a compra do Master”, afirmou, brincando oferecer R$ 2 no negócio. “O BRB é do povo do DF e tem de continuar servindo ao povo”, defendeu o distrital, que levantou suspeitas de envolvimento de presidentes de partidos políticos no negócio.

 

 

O deputado Gabriel Magno (PT) também compartilhou desconfianças sobre a transação envolvendo o BRB, a qual classificou como um “escândalo”: “O senador Izalci (PL/DF) disse que, claramente, há envolvimento político, sugerindo que o que está por trás é um negócio do qual não sabemos o motivo”.

O parlamentar questionou, ainda, o silêncio dos colegas governistas em plenário: “Não vi a base do governo defender essa operação. Ninguém defendeu. Pelo contrário, os partidos da base estão, inclusive, dizendo publicamente que tem mutreta por trás”. E completou: “Estou curioso para saber a opinião da base”.

 

Argumentando contra a transação, Magno ressaltou que os R$ 2 bilhões propostos pelo banco público dariam para reformar as mais de 700 escolas de todo o Distrito Federal. “Daria quase R$ 3 milhões para cada escola fazer tudo o que merece”, apontou. “Mais uma vez, pergunto: qual deve ser a prioridade do orçamento público?”, concluiu.

Fonte: Agência CLDF

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