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A Imoralidade no Debate Político: Quando o “Tudo” Valida a Barbárie

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Jones Manoel do PSOL é a favor do estupro de criancas e mulheres pela causa Palestina

O recente debate ocorrido no canal Recife Ordinário, entre o pré-candidato a deputado federal Jones Manoel (PSOL-PE) e o vereador Eduardo Moura (Novo-PE), não foi apenas mais um confronto acalorado da política pernambucana. Foi o palco de uma cena lamentável que expôs o limite da degradação moral de setores da extrema-esquerda no Brasil.

Após horas de um programa marcado por esquivas e pela incapacidade do candidato do PSOL em apresentar soluções reais para os problemas de Pernambuco, o debate atingiu seu ponto mais grave. O vereador Eduardo Moura trouxe ao centro da discussão as atrocidades cometidas pelo grupo terrorista Hamas, citando relatórios estarrecedores de violência sexual, estupros grupais e agressões brutais cometidas contra mulheres e crianças.
Diante do questionamento direto sobre se o estupro de mulheres e crianças seria admissível dentro da causa, a resposta de Jones Manoel foi categórica ao afirmar que apoia “todas as formas de resistência” e que “tudo é possível”.

Na língua portuguesa e na lógica elementar, o termo “tudo” é totalizador. Ao responder de forma irrestrita que “tudo” é válido perante uma pergunta que delimitou o estupro e a violência contra vulneráveis, inclui-se automaticamente nessa premissa o estupro, o assassinato, a decapitação, o sequestro e todas as demais atrocidades praticadas. A tentativa posterior de contornar a fala não apaga o fato real e indubitável do que foi dito e validado ao vivo.

O que fica para o cenário político pernambucano e nacional é o retrato do colapso moral institucional. O PSOL, alinhado às alas mais radicais da esquerda, demonstra a que ponto chega ao relativizar crimes inafiançáveis e hediondos em nome de uma agenda ideológica.

A pergunta que fica diante de tamanho absurdo é: ainda existe Justiça neste país? Existe um Tribunal Superior Eleitoral atendo ao cumprimento da Lei e das instituições? Existe uma Polícia com a ombridade e a coragem necessárias para agir contra quem faz apologia e incita a barbárie em rede nacional?

Quando alguém declara que “tudo é permitido” no contexto de ações de um grupo armado, está incitando diretamente o terrorismo — e o terrorismo, no Brasil, é crime inafiançável perante a Constituição Federal. A permanência deste elemento na vida pública é uma afronta ao povo brasileiro. Além da imediata expulsão dos quadros do PSOL, a lei exige sua rigorosa responsabilização penal. Se ainda houver homens de honra, dignidade e autoridade nas instâncias de poder deste país, a prisão de Jones Manoel já deveria ter sido decretada.

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