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Pessoas de bem eram escravizadas pelo PT, discursou Bolsonaro em acampamentos de sem-terra

Na tarde desta segunda-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição esteve nos acampamentos Nova Jerusalém e Leão de Judá, que ficam às margens da BR-060, na zona rural de Samambaia, Distrito Federal, para ouvir às reivindicações dos acampados e a declaração de apoio e voto da comunidade no dia 30 de outubro.

Em cima de um minitrio, o presidente Bolsonaro discursou em defesa da família, do respeito às religiões e fez duras críticas à gestão do PT.

“O outro lado não quer saber de famílias, quer liberar drogas e não respeita a propriedade privada de ninguém. Por isso, eles nunca pensaram em dar um título da terra para vocês. Sempre usaram os nossos irmãos assentados para fazer invasões. E no nosso governo isso acabou. Mas não foi pela força, foi pela democracia. Nós concedemos 420 mil títulos pelo Brasil. Só neste ano, o meu governo concedeu mais títulos, do que em oito anos do governo Lula. Eles nunca se preocuparam em trazer dignidade para os assentados. Sempre usaram vocês para fazerem manobras de interesse deles. O jogo de poder deles. Pessoas de bem eram escravizadas pelo PT. Olhem os bandidos José Rainha e João Pedro Stédile (fundadores do MST), quem são esses caras? Nunca se preocuparam com o bem-estar de vocês”, destacou Bolsonaro.

O presidente também explicou os benefícios da regularização das terras.

“Quando nós assentamos e damos o título de terra às pessoas, elas passam a integrar de verdade a agricultura familiar, com acesso a bancos e podem produzir mais. Com os títulos das terras todas as benfeitorias que fizerem ficam de herança para os filhos e netos. Nós damos o título preferencialmente para as mulheres. A gente sabe que elas cuidam melhor da propriedade. Nós estamos reconhecendo o trabalho da mulher do campo”.

As lideranças dos acampamentos pediram ao presidente a regularização fundiária em áreas com ocupações irregulares, entrega de títulos de domínio para assentados da reforma agrária e de terras para famílias acampadas em áreas que são de domínio de órgãos ligados à União e ao Distrito Federal. Além disso, solicitam a inclusão de famílias em programas como O Morar Bem.

Com discursos emocionados em apoio à reeleição de Bolsonaro, as lideranças recordaram os sofrimentos da época em que faziam parte do Movimento dos Sem Terra (MST).

“Esse é um momento histórico para os acampamentos. A palavra realmente é liberdade. Nós não desistimos de nossas lutas. Durante muitos anos, fizemos parte de uma ideologia esquerdista, pela qual nós colocávamos nossas vidas em risco. Estávamos ali com milhares de famílias, acreditando em um sonho, em um projeto que nunca aconteceu. Hoje, somos patriotas. Amamos nosso país, amamos nosso povo. Hoje, nós defendemos a reeleição do presidente Bolsonaro, porque vivemos uma dura realidade, do lado da esquerda”, desabafou Petra Magalhães, presidente da Associação dos Produtores da Agricultura Familiar.

Fazendo coro ao discurso de Petra Magalhães, a presidente da associação da Comunidade Gabriela Monteiro, em Brazlândia (DF), Thiarlys da Conceição Costa, ressaltou o apoio ao presidente Bolsonaro em várias comunidades rurais.

“Esse ato político de apoio a Bolsonaro vem para desmitificar que todas as áreas de acampamento e assentamentos estão com o PT. A gente não quer discurso, quer ações”, disse Thiarlys.

O presidente do partido Republicanos no Distrito Federal, Wanderley Tavares, evidenciou que o apoio dos acampados ao presidente é um momento histórico para o país e de muita coragem.

“Pessoas corajosas, dispostas a pagar um preço até com as suas vidas para quebrar um paradigma. É um sonho que se realiza. Essas pessoas foram massa de manobra do MST, durante 30 anos e isso acaba aqui hoje. Essa fogueira vai incendiar o país, porque se tem alguém que devolveu o orgulho de ser brasileiro foi Bolsonaro. O orgulho veio dele, porque é patriota, não é corrupto, é sério e, principalmente, cuida dos mais necessitados”, bradou Tavares.

Para a vice-presidente do União Brasil no Distrito Federal, Neide Neiva, o evento foi uma prova inconteste de que o campo do Brasil não quer mais a esquerda no poder.

“Esse apoio de ex-integrantes do MST é uma prova viva de que o Brasil quer a direita. Todos eles, trabalhadores homens e mulheres, tinham medo de se declarar para poder apoiá-lo, presidente. Nós os encorajamos. É a prova viva de que nós podemos fazer a diferença”, discursou emocionada.

O silêncio imposto pelo medo, nos acampamentos e assentamentos liderados pela esquerda, foi lembrado pelo coordenador de mobilização do Republicanos no Distrito Federal, Elias Tavares.

“Lutamos para que esse evento acontecesse, porque sabemos da realidade que o povo está vivendo, não só em Brasília, mas no Brasil inteiro. São pessoas que são ameaçadas de morte constantemente, que não tem liberdade para se expressar, por causa da esquerda que está limitando-os em sua liberdade de expressão. Mas eu tenho certeza presidente de que esse movimento que começou ontem com a nossa senadora eleita, Damares Alves, com a vice-governadora eleita, Celina Leão, e hoje com a sua presença aqui, dá início a um grande momento no Brasil, de pessoas que vão buscar a liberdade nos acampamentos e assentamentos. O senhor é nossa aposta, o nosso líder de liberdade de expressão que a esquerda não oferece”.

 

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