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LC Belém: Alinhando o discurso no segundo turno

O Coordenador Nacional do Projeto União Brasil (que em nada tem a ver com o Partido) e economista, Luiz Carlos Belém, conversou com nossa equipe e falou sobre alguns temas relacionados ao segundo turno das eleições.

LC Belém falou que todos os esforços estão voltados para a reeleição do Presidente e que as ações estão sendo feitas de forma mais assertiva.

No primeiro turno havia muitos candidatos, e a eleição de senadores e deputados, o que dividia os esforços e confundia o eleitor. Agora, com a maioria dos estados indo apenas para a eleição do presidente, facilita nosso trabalho.

Com relação ao Distrito Federal, ele que foi um apoiador da Senadora Damares Alves(a qual está sendo alvo de vários ataques por parte da velha mídia), LC Belém afirma:

Damares é igual a massa de bolo, quanto mais apanha mais cresce¨, ele aponta a ex-Ministra e Senadora eleita como ¨uma verdadeira cidadã e representante do povo, além de fiel escudeira do presidente.

Nascido e criado no Nordeste, LC Belém fala que Bolsonaro teve 20% de votos a mais que em 2018. Ele lembra que o Nordeste sempre foi abandonado e suas necessidades supridas com programas populistas:

A esquerda sempre trabalhou para a manutenção da pobreza, nunca estimulou o empreendedorismo e mantém essa situação no intuito de permanecer no poder.

Ele também faz duras críticas à direita e cita o professor Olavo de Carvalho que dizia:

Para a direita se organizar ao ponto de enfrentar essa esquerda aparelhada, será preciso 20 anos, no mínimo.

e complementa com ar de decepção:

Pernambuco é um caso clássico, mesmo com o apoio do Presidente, só conseguiu eleger 1 Deputado Federal; muito cacique pra pouco índio.

Sobre o que ele espera no dia 30 de outubro ele fala com muita segurança:

Ganharemos as eleições e começaremos a reconstrução de um novo Brasil; mesmo com o aparelhamento do Judiciário, faremos tudo de forma tranquila, com a maioria do Congresso formado pela direita, será inevitável a falência do aparelhamento comunista e a volta da segurança jurídica será uma das metas do governo.

Ao ser perguntado se fará parte do governo, ele responde:

Faço parte do Brasil, sou de uma geração que não foge à luta, dentro ou fora ou vivemos a pátria livre ou morremos pelo Brasil, conclui.

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